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Questões Militares Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 14.357 questões

Q3487180 Português
Assinale  a  alternativa  em  que  todas  as  palavras  correspondem  ao  processo  de  formação  mencionado  entre  parênteses. 
Alternativas
Q3487179 Português
Assinale a alternativa incorreta quanto à crase. 
Alternativas
Q3487178 Português
TEXTO I ‐ Cousa amada 


Luís de Camões


Transforma‐se o amador na cousa amada, 
Por virtude do muito imaginar; 
Não tenho logo mais que desejar, 
Pois em mim tenho a parte desejada. 


Se nela está minha alma transformada, 
Que mais deseja o corpo de alcançar? 
Em si somente pode descansar, 
Pois consigo tal alma está liada. 


Mas esta linda e pura semideia, 
Que, como o acidente em seu sujeito, 
Assim como a alma minha se conforma, 


Está no pensamento como ideia; 
[E] o vivo e puro amor de que sou feito, 
Como matéria simples busca a forma. 


* liada = ligada 



TEXTO II ‐ Mafalda 

Q1_4.png (332×421)
Com relação ao texto I, é correto afirmar que  
Alternativas
Q3487177 Português
TEXTO I ‐ Cousa amada 


Luís de Camões


Transforma‐se o amador na cousa amada, 
Por virtude do muito imaginar; 
Não tenho logo mais que desejar, 
Pois em mim tenho a parte desejada. 


Se nela está minha alma transformada, 
Que mais deseja o corpo de alcançar? 
Em si somente pode descansar, 
Pois consigo tal alma está liada. 


Mas esta linda e pura semideia, 
Que, como o acidente em seu sujeito, 
Assim como a alma minha se conforma, 


Está no pensamento como ideia; 
[E] o vivo e puro amor de que sou feito, 
Como matéria simples busca a forma. 


* liada = ligada 



TEXTO II ‐ Mafalda 

Q1_4.png (332×421)
Quanto  aos  sentimentos  intensos  e  apaixonados  do  “amador” do soneto de Camões (Texto I) e o desejo de viver de  Miguelito (Texto II), podemos inferir que 
Alternativas
Q3487176 Português
TEXTO I ‐ Cousa amada 


Luís de Camões


Transforma‐se o amador na cousa amada, 
Por virtude do muito imaginar; 
Não tenho logo mais que desejar, 
Pois em mim tenho a parte desejada. 


Se nela está minha alma transformada, 
Que mais deseja o corpo de alcançar? 
Em si somente pode descansar, 
Pois consigo tal alma está liada. 


Mas esta linda e pura semideia, 
Que, como o acidente em seu sujeito, 
Assim como a alma minha se conforma, 


Está no pensamento como ideia; 
[E] o vivo e puro amor de que sou feito, 
Como matéria simples busca a forma. 


* liada = ligada 



TEXTO II ‐ Mafalda 

Q1_4.png (332×421)
No texto I, o termo “cousa” refere‐se à 
Alternativas
Q3487175 Português
TEXTO I ‐ Cousa amada 


Luís de Camões


Transforma‐se o amador na cousa amada, 
Por virtude do muito imaginar; 
Não tenho logo mais que desejar, 
Pois em mim tenho a parte desejada. 


Se nela está minha alma transformada, 
Que mais deseja o corpo de alcançar? 
Em si somente pode descansar, 
Pois consigo tal alma está liada. 


Mas esta linda e pura semideia, 
Que, como o acidente em seu sujeito, 
Assim como a alma minha se conforma, 


Está no pensamento como ideia; 
[E] o vivo e puro amor de que sou feito, 
Como matéria simples busca a forma. 


* liada = ligada 



TEXTO II ‐ Mafalda 

Q1_4.png (332×421)
Com relação ao texto II, avalie as informações e marque V  para  verdadeiro  ou  F  para  falso.  Em  seguida,  assinale  a  alternativa com a sequência correta. 

(   ) Mafalda,  ao  realizar  a  sua  pergunta,  tem  a  resposta  do  amigo de que ele pretende “viver” na primavera. A ironia é  causada  porque  ela  espera  ouvir  planos  específicos  ou  atividades  que  ele  esteja  planejando  realizar  durante  essa  estação. 
(   ) No  trecho  “Tão  pequeno  (...)”,  Mafalda  compreende  que  Miguelito,  por  ser  criança,  já  consegue  entender  a  importância  de  viver  o  presente  e  apreciar  a  vida  em  sua  simplicidade. 
(   ) Mafalda  expressa  sua  estupefação  com  relação  à  resposta  de Miguelito, porque, em geral, ser uma pessoa organizada  é um atributo somente para adultos.
Alternativas
Q3468974 Português

Texto 1


O IMORTAL


Q1_10.png (709×580)

Q1_10_.png (709×138)

Q1_10__.png (710×526)

Q1_10___.png (710×466)

Q_1_10.png (709×353)


ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).



Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE E´ TEMPO?


Q11_19.png (712×605)

Q11_19_.png (710×324)

Q11_19__.png (712×222)


LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)

Considere as afirmações relacionadas aos textos 1 e 2:

I. No texto 1, o personagem que relata a história do pai quis, com tal relato fantástico em relação ao tempo, mostrar seus dotes de contador de história, visto não confiar nas próprias habilidades como homeopata.
II. No texto 2, o tempo, à luz da ciência, é definido como uma dimensão determinada da natureza por diversas mentes brilhantes no decorrer da história.
III. Os textos 1 e 2 tratam a percepção da relatividade do tempo, valendo-se de tipologias textuais distintas.

Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):
Alternativas
Q3468973 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
Considere o excerto do texto 2:

“O tempo também tem uma dimensão psicológica. Nossa percepção dele pode variar dependendo de nossas experiências e estados mentais.” (linhas 28 e 29)

Uma estratégia do gênero narrativo é o uso de tempo psicológico, quando a medição temporal não é feita simplesmente pelo relógio ou pelo calendário, mas sim pelas emoções expostas de forma relativa pelo narrador ou pelos personagens. O fragmento do texto 1 que pode servir de exemplo ao que foi dito de forma teórica no fragmento destacado do texto 2 é: 
Alternativas
Q3468972 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
“Vamos explorar as várias perspectivas que têm moldado nossa compreensão dessa dimensão misteriosa.” (texto 2, linhas 7 e 8)

O trecho destacado estabelece com um termo da oração anterior o sentido de:
Alternativas
Q3468971 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
Sobre o texto 2, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3468970 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
“Santo Agostinho, um dos grandes pensadores da Idade Média, refletiu profundamente sobre o tempo, reconhecendo sua natureza paradoxal: ‘O que é o tempo? Se ninguém me perguntar, eu sei; mas se eu desejar explicar a quem me pergunta, não o sei’” (texto 2, linhas 13 a 15).

Para Santo Agostinho, o tempo apresentava uma “natureza paradoxal”. Os elementos que compõem esse paradoxo, segundo o pensador, são:
Alternativas
Q3468969 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
Em relação ao texto 2, assinale a alternativa em que o uso da vírgula se justifica pela presença de um aposto:
Alternativas
Q3468968 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
Observe o excerto do texto 2:

Contudo, temos uma pergunta a responder antes disso: afinal, o que é tempo?” (linhas 4 e 5)

A alternativa em que o conectivo destacado foi alterado preservando o sentido do texto original é:
Alternativas
Q3468967 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
Em relação ao texto 2, considere as seguintes afirmações:

I. Em “Vamos explorar as várias perspectivas que têm moldado nossa compreensão dessa dimensão misteriosa” (linhas 7 e 8), o termo em destaque é um pronome relativo que exerce função de sujeito.
II. Em “Se ninguém me perguntar, eu sei [...]” (linhas 14 e 15), o pronome em destaque exerce a função de objeto indireto.
III. Em “Nessa visão, o tempo é tratado como uma dimensão semelhante às três dimensões espaciais [...]” (linhas 24 e 25), o termo em destaque é um adjunto adverbial que indica assunto.

Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):
Alternativas
Q3468966 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
“À luz da Ciência, será que somos mesmo prisioneiros do tempo que avança só num sentido, isto é, do presente para o futuro?” (texto 2, linhas 3 e 4)

A alternativa em que a palavra em negrito mantém o valor morfossintático e semântico do vocábulo destacado no trecho acima é:
Alternativas
Q3468965 Português
Texto 2


COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE É TEMPO?


Q11_19.png (712×605)
Q11_19_.png (710×324)
Q11_19__.png (712×222)

LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
Sobre a representação do tempo apresentada no texto 2, infere-se que:
Alternativas
Q3468964 Português

Texto 1


O IMORTAL


Q1_10.png (709×580)

Q1_10_.png (709×138)

Q1_10__.png (710×526)

Q1_10___.png (710×466)

Q_1_10.png (709×353)


ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).

No texto de Machado de Assis, empregam-se diversos recursos estilísticos a fim de construir um discurso mais expressivo na linguagem. Considere o trecho a seguir:

“Bebera o resto do elixir, e assim como a primeira metade lhe dera a vida, a segunda dava-lhe a morte. E, dito isto, expirou.” (linhas 95 e 96, texto 1)

No excerto apresentado, temos as seguintes figuras de linguagem:
Alternativas
Q3468963 Português

Texto 1


O IMORTAL


Q1_10.png (709×580)

Q1_10_.png (709×138)

Q1_10__.png (710×526)

Q1_10___.png (710×466)

Q_1_10.png (709×353)


ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).

Considere o excerto do texto 1:

“— Não, disse ele. Pirajuá não bebe. Pirajuá quer morrer. Está cansado, viu muita lua, muita lua. Pirajuá quer descansar na terra, está aborrecido.” (linhas 56 e 57)

As palavras podem ser usadas com sentidos vários a depender do contexto empregado. O sentido a que se quer alcançar com a reiteração do termo “muita lua” é:
Alternativas
Q3468962 Português

Texto 1


O IMORTAL


Q1_10.png (709×580)

Q1_10_.png (709×138)

Q1_10__.png (710×526)

Q1_10___.png (710×466)

Q_1_10.png (709×353)


ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).

O contista e romancista Machado de Assis, autor da obra “Os imortais”, publicada em 1882, em uma escrita atemporal, disponibiliza uma reflexão com abordagens da sociedade e da condição humana por meio de uma inovação literária. A respeito do texto 1, considere as seguintes assertivas:

I. A quebra de um princípio lógico das leis naturais, característica marcante nas obras machadianas, é apresentada no conto por um narrador onisciente.
II. Com linguagem culta e direta, detalhando com precisão cenas e personagens, a obra de Machado de Assis pode ser inserida na escola literária realista, assim como, a narrativa concisa representa a oposição dentre os dois planos: real e irreal com elementos inverossímeis, característicos da literatura fantástica.

III. A dificuldade inicial da descrença dos interlocutores é exemplificada em “— Logo, não era imortal, concluiu o tabelia˜ o triunfante. Imortal se diz quando uma pessoa não morre, mas seu pai morreu.” (linhas 20 e 21) e perdura até o encerramento da narrativa, exemplificando assim um recurso retórico utilizado pelo autor na tentativa de convencimento dos personagens.

Está (ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):
Alternativas
Q3468961 Português

Texto 1


O IMORTAL


Q1_10.png (709×580)

Q1_10_.png (709×138)

Q1_10__.png (710×526)

Q1_10___.png (710×466)

Q_1_10.png (709×353)


ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).

Observe a natureza morfossintática do conectivo “QUE” no período:

“Tinha provado tudo, esgotado tudo; agora era a repetição, a monotonia, sem esperanças, sem nada. Tinha de relatar a outros filhos, vinte ou trinta séculos mais tarde, o que me estava agora dizendo; e depois a outros, e outros, e outros, um não acabar mais nunca.” (texto 1, linhas 89 a 91)

Assinale a alternativa que apresenta a mesma classificação do elemento coesivo em destaque:
Alternativas
Respostas
1301: B
1302: B
1303: A
1304: D
1305: C
1306: B
1307: E
1308: C
1309: B
1310: C
1311: E
1312: C
1313: B
1314: D
1315: A
1316: E
1317: C
1318: B
1319: B
1320: C