Questões Militares Sobre português

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Q716388 Português
A leitura do texto admite como síntese do assunto de que ele trata a ideia expressa pelo provérbio 
Alternativas
Q716387 Português

Sobre as informações contidas no texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.

( ) A acomodação dos moradores dos bairros nobres muito contribui para o crescente avanço dos barracos nos morros existentes em seu entorno.

( ) A expansão das favelas, nas megalópoles, implica a degradação dos bairros nobres próximos a elas e a desvalorização dos imóveis que os compõem.

( ) A ação enérgica da polícia nos morros do Rio de Janeiro, embora de caráter pacificador, prova que a delinquência tem freio e a questão enfocada, solução.

( ) A desinformação sobre os métodos contraceptivos — infere-se — tem sico o real motivo da explosão demográfica nessas áreas marcadas pela ausência das autoridades e pela ocupação ilegal.

( ) A sinalização dos urbanistas quanto à incorporação das favelas à cidade, mesmo sendo uma questão que demanda vontade política e verba, minimizaria boa parte dos problemas sociais nelas existentes.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

Alternativas
Q716386 Português
De acordo com o texto, a favelização dos morros do Rio e de São Paulo é um problema
Alternativas
Q706585 Português

Coloque F (falso) ou V (verdadeiro), em se tratando de regra de pontuação, acentuação e crase, e em seguida assinale a opção que apresenta a sequência correta.

( ) São funções da pontuação: assinalar a pausa e a inflexão de voz, separar palavras, expressões e orações e tornar claro o sentido da frase.

( ) O ponto e vírgula é uma pausa menor que a vírgula e não pode ser empregado para separar as orações coordenadas de certa extensão.

( ) Oxítonas são as palavras com acento tônico na penúltima sílaba.

Alternativas
Q706063 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

Assinale a alternativa cujas palavras obedecem à seguinte regra de acentuação: “ acentuam­-se todas  as proparoxítonas”: 
Alternativas
Q706062 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

Releia a frase: “ Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973.” Em relação às vírgulas utilizadas no trecho, pode-­se afirmar que:
Alternativas
Q706061 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

O texto foi escrito em uma linguagem:
Alternativas
Q706060 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

“Granadas” foi escrita entre aspas para:
Alternativas
Q706059 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

O excerto do texto tem como um dos principais objetivos:
Alternativas
Q686069 Português

Observe o gráfico abaixo


 


O Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (2007), publicado pela Presidência da República, registra os casos de malária, na Amazônia Legal, de 1999 a 2006.  

Qual das alternativas abaixo indica uma leitura correta do gráfico.

Alternativas
Q686068 Português

Analise os itens apresentados, a seguir, de acordo com os tipos e gêneros textuais.


I. “Secretária faz balanço positivo das ações sociais em MT”.


II. “Venha para a Vivo e aproveite a maior e melhor cobertura 3G do Brasil”.


III. “Apresentamos, nesta edição da revista, um breve mosaico das iniciativas premiadas, que utilizam as tecnologias de informação e comunicação como ferramentas para acelerar a inclusão social país afora”.


IV. “Excelentíssimo Juiz, Encaminhamos à V.Exª os documentos relativos ao processo nº 297/12 para inclusão nos autos”.


Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta dos gêneros textuais.

Alternativas
Q686067 Português

Texto IV

[...] Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.

No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.

Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.

Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:

– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto. Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?

(PRATA, Mário. Amor só de letras. O Estado de São Paulo. 20 set. 2000)

Em “Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil”, as expressões sublinhadas exercem a função de:
Alternativas
Q686066 Português

Texto IV

[...] Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.

No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.

Quando comecei a escrever um livro pela Internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.

Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:

– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto. Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?

(PRATA, Mário. Amor só de letras. O Estado de São Paulo. 20 set. 2000)

A crônica de Mário Prata versa sobre a satisfação do autor em verificar que as pessoas têm escrito, se comunicado, lido e amado muito! Este comportamento refere-se:
Alternativas
Q686065 Português

Texto III


(http://rasuralivre.blogspot.com/2007_04_01archive.html)

Leia o texto e responda à questão.

Os vocábulos “covardia” e “terrorismo” são formados pelo processo de:
Alternativas
Q686064 Português

Texto III


(http://rasuralivre.blogspot.com/2007_04_01archive.html)

Leia o texto e responda à questão.

Quanto ao enunciado “Temos a obrigação moral de, pelo menos, dar a chance deles correrem”, analise as afirmativas.


I. Pode-se substituir a expressão “pelo menos” por “às vezes”, sem prejuízo da significação.


II. O vocábulo “deles” refere-se a “crianças”.


III. O vocábulo “chance” significa “oportunidade”.


IV. A expressão verbal “correrem” concorda com o substantivo “chance”.


V. A expressão verbal “Temos” concorda com o sujeito “a obrigação moral”. 


Com base nelas, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q686063 Português

Texto III


(http://rasuralivre.blogspot.com/2007_04_01archive.html)

Leia o texto e responda à questão.

Considerando-se os elementos verbais e não verbais da charge, é correto afirmar que o autor:
Alternativas
Q686062 Português

Texto II


“Artigo XXVI


1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.


2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.


3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.


(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)


Leia o texto e responda à questão.

Imagine que você tenha um de seus direitos violados e vai redigir um documento ao juiz de sua comarca.


Quanto à linguagem a ser utilizada, analise as afirmativas.


I. A forma de tratamento adequada é “Vossa Excelência” e a abreviatura é “V.Exª”.


II. O nível de linguagem é caracterizado pela formalidade e pelo uso da norma padrão.


III. É obrigatório o uso do vocativo “Prezado Juiz”.


IV. O emprego do pronome possessivo adequado é: “Aguardo a sua resposta”.


V. O emprego do pronome possessivo adequado é: “Aguardo a vossa resposta”.


Com base nelas, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q686061 Português

Texto II


“Artigo XXVI


1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.


2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.


3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.


(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)


Leia o texto e responda à questão.

Em relação ao emprego da crase em “Todo ser humano tem direito à instrução”, é correto afirmar.
Alternativas
Q686060 Português

Texto II


“Artigo XXVI


1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.


2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.


3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.


(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)


Leia o texto e responda à questão.

Quanto aos verbos empregados no texto, é correto afirmar que estão flexionados no:
Alternativas
Q686059 Português

Texto II


“Artigo XXVI


1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.


2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.


3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.


(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em:http://www.onubrasil.org.br/documentos_direitoshuma nos.php. Acesso em: 08 dez. 2009)


Leia o texto e responda à questão.

Quanto à regência nominal, em "tem direito à instrução" e "será acessível a todos", analise as afirmativas.


I. Nos dois casos, a preposição “a” estabelece relação entre o nome e seu complemento.


II. Em "tem direito à instrução", o complemento nominal completa o sentido do substantivo "direito".


III. Em "acessível a todos", o adjetivo "acessível" pede complemento nominal.


IV. Em "acessível a todos", o substantivo "acessível" pede complemento nominal.


V. A preposição “a” se faz presente apenas no primeiro caso.


Com base nelas, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
13081: A
13082: C
13083: B
13084: X
13085: D
13086: C
13087: A
13088: B
13089: D
13090: D
13091: A
13092: B
13093: B
13094: E
13095: A
13096: C
13097: D
13098: C
13099: E
13100: C