Questões Militares Sobre português

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Q314437 Português
Em relação a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q314436 Português
De acordo com o texto,
Alternativas
Q314435 Português
Infere-se do texto que o(a)
Alternativas
Q304616 Português
É ideia defendida no texto:
Alternativas
Q1664821 Português
Entre as personagens mais famosas da Literatura Brasileira estão Iracema (1992), de José de Alencar, e Capitu do livro Dom Casmurro (1994), de Machado de Assis. Estas personagens situadas em contextos diferentes apresentam traços em comum. Considerando o fator criticidade, identifique esses traços.
Alternativas
Q1664819 Português
Assinale a alternativa em que o trecho do diálogo apresenta um registro informal ou coloquial da linguagem.
Alternativas
Q1664818 Português

As mariposa

As mariposa quando chega o frio

Fica dando vorta em vorta da lâmpida pra si isquentá

Elas roda, roda, roda, dispois se senta

Em cima do prato da lâmpida pra descansá

[...] (BARBOSA, 2008). 

Levando em conta o processo da variação linguística, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1664817 Português
Considerando as duas frases do seguinte diálogo: I – “Minha nova bolsa da Lacoste.” II – Pelo tamanho, deve caber todos os seus sonhos.”
Assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1664816 Português
Assinale a alternativa em que a oração apresenta corretamente a concordância verbal.
Alternativas
Q1664814 Português
“Segundo dados do Ministério da Cultura, 68% das escolas públicas do Brasil não possuem biblioteca. E, para piorar, de acordo com um levantamento divulgado pelo Ministério da Cultura no final de abril, 20% dos municípios brasileiros não possuem bibliotecas públicas. Das 420 cidades sem bibliotecas, 161 ficam no Nordeste, 104 no Sudeste, 67 no Sul, 51 no Norte e 37 no Centro-Oeste do país.”
(Revista Língua Portuguesa, n° 56, junho/2010)
Sobre o texto, é incorreto afirmar.
Alternativas
Q1664813 Português

LÍNGUA FALADA POR APENAS 1.000

PESSOAS É DESCOBERTA NA ÍNDIA


Pesquisadores pensavam que idioma ´koro` era dialeto da cultura aka.

Falantes moram no nordeste do país asiático.

Do G1, com informações da AP


Uma língua falada por apenas mil pessoas foi descoberta na Índia, conforme revelou o especialista David Harrison nesta terça-feira (6). Chamado ´Koro`, o idioma é usado no estado de Arunachal Pradesh, no extremo nordeste do país. 


Os pesquisados da Swarthmore College, nos Estados Unidos, afirma que nem mesmo os falantes sabiam que o koro era uma língua totalmente distinta de qualquer outra. Anteriormente, acreditava-se que o idioma era apenas um dialeto aka, típico daquela região, na fronteira com a China e Mianmar. 


Segundo Harrison, há 6.910 línguas documentadas no mundo, contando o koro. O idioma está ameaçado de cair no esquecimento, já que os jovens tendem a utilizar línguas mais comuns para garantir maior aceitação.


Composta por tribos que vivem da agricultura e da caça, a cultura aka é encontrada em um local de acesso restrito na Índia. Para chegar lá, os linguistas da instituição norte-americana precisaram passar por uma zona montanhosa.


A pesquisa da equipe de Harrison começou em 2008. Para o time, o inventário de sons em koro é completamente distinto da família aka. O mesmo vale para a formação das palavras, feitas a partir da combinação dos fonemas da língua recém-descoberta.


Os estudiosos, que receberam a ajuda do linguista Ganesh Murmu, especialista da Universidade Ranchi, na Índia, colocaram o koro dentro de um grupo de idiomas os quais estão o birmanês e o tibetano. A equipe ainda não sabe dizer como o koro sobreviveu até hoje. Os resultados do trabalho serão publicados na revista Indian Linguistics.

Fonte: 

Nesses clássicos, o espaço é menos uma “fronteira final” que uma sementeira psicológica em que os escritores plantam os frutos exóticos de maneiras de ser alternativas.
É correto afirmar que no enunciado acima os advérbios em negrito indicam:
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Q1664811 Português

Resident Evil 4: Recomeço
(Resident Evil: Afterlife,2010) 

EM EXIBIÇÃO 


   Origem: EUA                 
Gênero: Ação, Horror 
Classif.: 16 anos        
   Duração: 97 min.          

            Distribuidora: Sony Pictures  
            Lanç. Nacional: 17/09/2010   
Sinopse: O mundo está sendo devastado por um vírus infeccioso e as vítimas se tornam mortos-vivos. Alice continua sua busca por sobreviventes, para salvá-los. Enquanto uma batalha mortal com a Umbrella Corporation continua, Alice recebe ajuda de uma antiga amiga, Claire Redfield. Uma pista que promete um refúgio seguro para se proteger dos mortos-vivos leva Alice e seus companheiros a
Los Angeles, mas, quando chegam, veem que a cidade foi tomada pelos mortos-vivos e que uma armadilha mortal espera por eles.

Elenco: Milla Jovovich, Wentworth Miller, Ali Larter, Kim Coates, Shawn Roberts, Spencer Locke, Kacey Kodjoe, Norman Yeung 
Roteiro: Paul W.S. Anderson 
Produção Executiva: Victor Hadida, Martin Moszkowicz 
Produção: Paul W.S. Anderson, Jeremy Bolt, Don Carmody, Bernd Eichinger, Samuel Hadida, Robert Kulzer 
Direção: Paul W.S. Anderson 
O pronome destacado no texto refere-se:
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Q828763 Português

      Considerando-se a literatura brasileira em suas realizações maiores, de meados ao fim do século passado, vê-se que é alto o valor das obras e grande a sua diversidade. Na prosa, há que se destacar uma polarização: o intimismo dos romances de Clarice Lispector, cujos narradores tanto mergulham no fundo mesmo da pessoa quanto sondam o valor das palavras mesmas, e o modo épico-poético das páginas de Guimarães Rosa, que se rendeu à complexidade do mundo sertanejo sem abrir mão das mais ousadas invenções linguísticas. Na poesia, a fase definitivamente madura de Carlos Drummond de Andrade, em versos que vão da investigação mais profunda do sujeito até o plano das memórias longínquas, e a maturação da poesia de João Cabral de Melo Neto, mestre do poema dramático ou narrativo e senhor da linguagem disciplinada e ordenada de uma original “geometria” artística. Está nesse quarteto, possivelmente, a prova de que nossa literatura dialoga de igual para igual com outras grandes literaturas nacionais.

      O fato mesmo de nenhum desses autores reivindicar para si qualquer atributo de nacionalismo é sintomático: parece que já não temos vergonha de pleitear nosso quinhão do universal.

                                                                          (Bolívar Gomide, inédito) 

O fato mesmo de nenhum desses autores reivindicar para si qualquer atributo de nacionalismo é sintomático: parece que já não temos vergonha de pleitear nosso quinhão do universal.

Deduz-se da frase acima que

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Q828761 Português

      Considerando-se a literatura brasileira em suas realizações maiores, de meados ao fim do século passado, vê-se que é alto o valor das obras e grande a sua diversidade. Na prosa, há que se destacar uma polarização: o intimismo dos romances de Clarice Lispector, cujos narradores tanto mergulham no fundo mesmo da pessoa quanto sondam o valor das palavras mesmas, e o modo épico-poético das páginas de Guimarães Rosa, que se rendeu à complexidade do mundo sertanejo sem abrir mão das mais ousadas invenções linguísticas. Na poesia, a fase definitivamente madura de Carlos Drummond de Andrade, em versos que vão da investigação mais profunda do sujeito até o plano das memórias longínquas, e a maturação da poesia de João Cabral de Melo Neto, mestre do poema dramático ou narrativo e senhor da linguagem disciplinada e ordenada de uma original “geometria” artística. Está nesse quarteto, possivelmente, a prova de que nossa literatura dialoga de igual para igual com outras grandes literaturas nacionais.

      O fato mesmo de nenhum desses autores reivindicar para si qualquer atributo de nacionalismo é sintomático: parece que já não temos vergonha de pleitear nosso quinhão do universal.

                                                                          (Bolívar Gomide, inédito) 

A polarização apontada entre Clarice Lispector e Guimarães Rosa resulta bastante clara quando se confrontam
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Q828760 Português

                         A ilusão do migrante (fragmento)

                     Quando vim da minha terra,

                     não vim, perdi-me no espaço,

                     na ilusão de ter saído.

                     Ai de mim, nunca saí.

                     Lá estou eu, enterrado

                     por baixo de falas mansas,

                     por baixo de negras sombras,

                     por baixo de lavras de ouro,

                     por baixo de gerações,

                     por baixo, eu sei, de mim mesmo,

                     este vivente enganado, enganoso.

                                                  (Carlos Drummond de Andrade) 

O poeta se vale, nesses versos, de um recurso poético que sugere o ritmo e o andamento de uma reza:
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Q828759 Português

                         A ilusão do migrante (fragmento)

                     Quando vim da minha terra,

                     não vim, perdi-me no espaço,

                     na ilusão de ter saído.

                     Ai de mim, nunca saí.

                     Lá estou eu, enterrado

                     por baixo de falas mansas,

                     por baixo de negras sombras,

                     por baixo de lavras de ouro,

                     por baixo de gerações,

                     por baixo, eu sei, de mim mesmo,

                     este vivente enganado, enganoso.

                                                  (Carlos Drummond de Andrade) 

O título desse poema justifica-se plenamente quando se considera que, nesses versos, o poeta mineiro confessa que
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Q828757 Português

                           Prólogo da terceira edição

      A primeira edição destas Memórias póstumas de Brás Cubas foi feita aos pedaços na Revista Brasileira, pelos anos de 1880. Postas mais tarde em livro, corrigi o texto em vários lugares. Agora que tive de o rever para a terceira edição, emendei alguma coisa e suprimi duas ou três dúzias de linhas.

      O que faz do meu Brás Cubas um autor particular é o que ele chama de “rabugens de pessimismo”. Há na alma deste livro, por mais risonho que pareça, um sentimento amargo e áspero, que está longe de vir de seus modelos. Não digo mais para não entrar na crítica de um defunto que se pintou a si e aos outros, conforme lhe pareceu melhor e mais certo.

                                                                                      Machado de Assis

(Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986) 

Ao assinar com seu nome o prólogo desse romance, Machado de Assis deixa ver que
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Respostas
11101: A
11102: A
11103: E
11104: A
11105: D
11106: B
11107: A
11108: E
11109: D
11110: C
11111: C
11112: D
11113: E
11114: B
11115: C
11116: B
11117: A
11118: C
11119: C
11120: C