Questões Militares Sobre português
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Leia os enunciados a seguir.
I O título do texto reúne, de certa forma, a tese e a antítese, ou seja, as ideias que autor defende e refuta ao longo do texto.
II No segundo parágrafo, o autor apresenta, como estratégia de persuasão do leitor, uma avaliação inteiramente pessoal e subjetiva.
III Para o autor, em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais, a única possibilidade de se estabelecer o respeito mútuo reside na defesa liberal-igualitária da tolerância.
IV Ao afirmar que “’Quem tolera’ acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma ‘permissão’ como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema” (l. 9 a 11), o autor dá a entender que, para ele, a tolerância não é uma virtude.
As afirmações que contêm interpretações permitidas pelo texto são
Considerando que todo texto produzido tem um objetivo comunicativo, isto é, pretende atingir pelo menos um objetivo junto ao(s) leitor(es), analise as afirmativas a seguir.
I No texto I, o principal objetivo do emissor da mensagem é estabelecer críticas ao comportamento discriminatório do Presidente dos Estados Unidos.
II No texto II, o objetivo central é propor aos leitores um conjunto de comportamentos adequados no que se refere à preservação ambiental.
III No texto III, por se tratar de uma canção, o principal objetivo é o de promover divertimento para o público ouvinte.
É correto o que se afirma apenas em
Leia as afirmativas abaixo acerca do texto “O Sal da Terra”.
I. O locutor esboça sua preocupação com as gerações futuras e considera fundamental pautar suas ações no sentido de construir-lhes um lugar melhor para viver.
II. A “paz na terra” depende tanto do cuidado com a natureza quanto do fim da ganância e das desigualdades sociais.
III. O emissor da mensagem em “Quero não ferir meu semelhante/Nem por isso quero me ferir” argumenta que pensar no bem-estar alheio é prejudicial ao indivíduo.
IV. A necessidade de mudanças na preservação do planeta não é uma novidade, mas o locutor exorta todos a realizá-las o mais rápido possível.
As inferências corretas são apenas
Dá-se o nome de coesão à conexão interna entre os vários enunciados de um texto, a qual é fruto das relações de sentido entre eles. Essas relações são manifestas por certa categoria de palavras as quais chamamos elementos de coesão. A partir dessa definição e da leitura atenta do texto, considere os fragmentos abaixo e as análises apresentadas.
I. “Orientar ações (...) mesmo quando a informação científica for incompleta...” (l. 37 a 39) – a expressão coesiva mesmo quando serve para evidenciar uma exceção em relação à prática de as ações serem pautadas em conhecimentos científicos conclusivos.
II. “Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental...” (l. 32 e 33) – a palavra como introduz um termo com função adverbial e estabelece um sentido de conformidade.
III. “...quando o conhecimento for limitado, assumir uma postura de precaução.” (l. 33 a 35) – É possível afirmar que a conjunção quando além de veicular uma ideia de tempo, sugere também uma condição.
IV. “Manejar o uso de recursos renováveis (...) de forma que não excedam as taxas de regeneração...” (l. 27 a 29) o pronome relativo que introduz uma oração adjetiva que está subordinada ao substantivo “forma”, especificando-o.
Está correto o que se afirma nos enunciados
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade.
Toada do Amor
E o amor sempre nessa toada:
briga perdoa perdoa briga.
Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.
Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.
(Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia.
In: Poesia 1930-1962.
Leia o parágrafo inicial do conto As margens da alegria, de Guimarães Rosa, para responder à questão.
Esta é a estória. Ia um menino, com os Tios, passar dias no lugar onde se construía a grande cidade. Era uma viagem inventada no feliz; para ele, produzia-se em caso de sonho. Saíam ainda com o escuro, o ar fino de cheiros desconhecidos. A Mãe e o Pai vinham trazê-lo ao aeroporto. A Tia e o Tio tomavam conta dele, justinhamente. Sorria-se, saudava-se, todos se ouviam e falavam. O avião era da Companhia, especial, de quatro lugares. Respondiam-lhe a todas as perguntas, até o piloto conversou com ele. O voo ia ser pouco mais de duas horas. O menino fremia no acorçoo, alegre de se rir para si, confortavelzinho, com um jeito de folha a cair. A vida podia às vezes raiar numa verdade extraordinária. Mesmo o afivelarem-lhe o cinto de segurança virava forte afago, de proteção, e logo novo senso de esperança: ao não-sabido, ao mais. Assim um crescer e desconter-se — certo como o ato de respirar — o de fugir para o espaço em branco. O Menino.
(Guimarães Rosa, Primeiras estórias.)






