Questões Militares Sobre português

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Ano: 2016 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2016 - PM-PR - Aspirante |
Q2015230 Português
O texto a seguir é referência para as questão.

Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal!

(Antônio Vieira, Sermão de Santo Antônio, em:<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000033.pd> .)

O excerto acima é o início do “Sermão de Santo António aos Peixes” escrito por Antônio Vieira, que se imortalizou pela coerência lógica de seus textos, além de suas qualidades literárias. 
O texto trabalha fundamentalmente com duas metáforas: o sal e a terra, que representam, respectivamente, os pregadores (aqueles que deveriam propagar a palavra de Cristo) e os ouvintes (aqueles que deveriam ser convertidos). O tema central do texto é a reflexão sobre as possíveis causas da ineficiência dos pregadores. Para tanto, o autor levanta algumas hipóteses. Tendo isso em vista, considere as seguintes afirmativas:
1. Os pregadores não pregam o que deveriam pregar.
2. Os ouvintes se recusam a aceitar o que os pregadores pregam.
3. Os pregadores não agem de acordo com os valores que pregam.
4. Os ouvintes agem como os pregadores em vez de agir de acordo com o que eles pregam.
5. Os pregadores promovem a si mesmos na pregação ao invés de promover as palavras de Cristo.

Constituem hipóteses levantadas pelo autor do texto: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2016 - PM-PR - Aspirante |
Q2015229 Português
As duas estrofes a seguir iniciam o poema Y-Juca-Pyrama de Gonçalves Dias, publicado em 1851.
No meio das tabas de amenos verdores Cercadas de troncos – cobertos de flores, Alteião-se os tectos d’altiva nação; São muitos seus filhos, nos animos fortes, Temiveis na guerra, que em densas cohortes Assombrão das matas a imensa extensão São rudes, severos, sedentos de gloria, Já prelios incitão, já cantão victoria, Já meigos attendem a voz do cantor: São todos tymbiras, guerreiros valentes! Seu nome la vôa na bocca das gentes, Condão de prodigios, de gloria e terror!
Últimos Cantos, Gonçalves Dias
Nesse trecho, o poeta apresenta a tribo dos timbiras. Constatamos, sem dificuldades, que a ortografia da época era, em muitos aspectos, diferente da que usamos atualmente. Tendo isso em vista, considere as seguintes afirmativas:
1. As palavras paroxítonas terminadas em ditongo não eram acentuadas naquela época, diferentemente de hoje.
2. As formas verbais se alternam entre presente e futuro do presente do indicativo, com a mesma terminação.
3. A 3ª pessoa do plural dos verbos do presente do indicativo se diferencia graficamente da forma atual.
4. Os monossílabos tônicos perderam o acento na ortografia contemporânea.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2016 - PM-PR - Aspirante |
Q2015228 Português
A épica narrativa de nosso caminho até aqui

       Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.

     Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.

      A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.

        Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]


(Paulo Nogueira, editorial de Scientific American – Brasil – n o 168, junho 2016.)
Considere a estrutura “daquela em que estamos imersos” (linha 2 do 1º parágrafo) e compare-a com as seguintes:
1. o espaço ___ que moramos ... 2. a organização ____ que confiamos ... 3. a cidade ___ que almejamos ... 4. os problemas ____ que constatamos nos relatórios...
Tendo em vista as normas da língua culta, a preposição “em” deveria preencher a lacuna em:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2016 - PM-PR - Aspirante |
Q2015227 Português
A épica narrativa de nosso caminho até aqui

       Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.

     Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.

      A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.

        Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]


(Paulo Nogueira, editorial de Scientific American – Brasil – n o 168, junho 2016.)
Ser “quase um ponto fora da curva” significa:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2016 - PM-PR - Aspirante |
Q2015226 Português
A épica narrativa de nosso caminho até aqui

       Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.

     Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.

      A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.

        Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]


(Paulo Nogueira, editorial de Scientific American – Brasil – n o 168, junho 2016.)
Na 3ª linha do terceiro parágrafo, “Isso” se refere:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2016 - PM-PR - Aspirante |
Q2015225 Português
A épica narrativa de nosso caminho até aqui

       Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.

     Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.

      A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.

        Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]


(Paulo Nogueira, editorial de Scientific American – Brasil – n o 168, junho 2016.)
O autor inicia o texto falando de nosso estranhamento quando conhecemos outros países, com seus usos e costumes. Ao fazer isso, sua intenção é:
Alternativas
Q1367740 Português
Os textos, de uma forma geral, podem recorrer a elementos verbais e a não verbais em sua estrutura. Nos textos desta prova, há, predominantemente, a intenção de convencer o leitor de que a realização de um sonho está vinculada a(ao)
Alternativas
Q1367739 Português

Observe os textos 1, 2 e 3 para responder à questão.


Texto 1

Utopia s.f. 1 qualquer descrição imaginativa de uma sociedade ideal, fundamentada em leis justas e em instituições político-econômicas verdadeiramente comprometidas com o bem-estar da coletividade 2 p.ext. projeto de natureza irrealizável; ideia generosa, porém impraticável; quimera, fantasia.

(Houaiss, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1ª Reimpressão com alterações. Editora Objetiva. Rio de Janeiro, 2004. p. 2817.)



No texto 2, há o emprego informal da língua, como a ausência do pronome oblíquo em “nunca iremos alcançar”. De acordo com a Norma Culta, a forma correta para esse trecho seria:
Alternativas
Q1367738 Português

Observe os textos 1, 2 e 3 para responder à questão.


Texto 1

Utopia s.f. 1 qualquer descrição imaginativa de uma sociedade ideal, fundamentada em leis justas e em instituições político-econômicas verdadeiramente comprometidas com o bem-estar da coletividade 2 p.ext. projeto de natureza irrealizável; ideia generosa, porém impraticável; quimera, fantasia.

(Houaiss, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1ª Reimpressão com alterações. Editora Objetiva. Rio de Janeiro, 2004. p. 2817.)



A partir da leitura dos textos 1, 2 e 3, pode-se dizer que todas as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q1367737 Português

Leia o poema abaixo:

VIDA SEM SONHO


VIDA SEM SONHO É PRAIA SEM ONDA, É ONDA SEM SAL, É TRISTEZA SEM CONTA, É MARINHEIRO SEM NAU.

É BEIJO SEM FOME, É PEDRA, É PAU, É FILHO SEM NOME, É CHUVA DE VENTO QUE NÃO FAZ TEMPORAL.

(Lídia Vasconcelos)

(Disponível em::<https://www.culturalivre.net/2015/11/04/vida-sem-sonho/? Acesso em 25/11/2016)


Nesse texto, a função da linguagem predominante é a poética porque:

Alternativas
Q1367736 Português

Leia o trecho abaixo:


“É bom sonhar com o futuro.

Mas realizar é muito melhor”.


I – O conectivo “mas” estabelece uma relação de adição entre as duas orações.

II – O conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição entre sonhar e realizar.

III – O conectivo “mas” une orações sem estabelecer-lhes aspecto específico de relação semântica.

IV – O conectivo “mas” não tem valor semântico-discursivo.


Assinale a alternativa que apresenta a(s) afirmativa(s) correta(s):

Alternativas
Q1367735 Português
O anúncio acima faz parte de uma campanha publicitária, elaborada com imagens e textos que constituem um recurso multimodal, ou seja, em que se empregam formas de apresentação diversas. Todas as alternativas abaixo interpretam corretamente o texto, EXCETO:
Alternativas
Q1367734 Português
“Tenho uma espécie de dever de sonhar sempre, pois, não sendo mais, nem querendo ser mais que um espectador de mim mesmo, tenho que ter o melhor espetáculo que posso. Assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas, palco falso, cenário antigo, sonho criado entre jogos de luzes brandas e músicas invisíveis.” (PESSOA, Fernando. Livro do desassossego, por Bernardo Soares. São Paulo: Montecristo, 2012)

Considere o seguinte trecho de Fernando Pessoa: “(...) assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas, palco falso, cenário antigo, sonho criado entre jogos de luzes brandas e músicas invisíveis.”

Esse trecho privilegia todos os aspectos abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q1367733 Português
A palavra destacada estabelece uma relação semântico-discursiva de comparação em:
Alternativas
Q1367732 Português
Em relação aos elementos que constituem a construção de significado do texto, todas as alternativas abaixo são verdadeiras, EXCETO:
Alternativas
Q1367731 Português


VOCABULÁRIO –

Texto: “COISAS QUE EU FARIA”

Trufas: cogumelo comestível; bombom aromatizado com conhaque.

Bazuca: lança-foguetes; arma que dispara granadas.

Proust: escritor francês; autor de “Em busca do tempo perdido”.

Engajado: empenhado, comprometido.

Bolsa sabática: bolsa de estudos para cursos no exterior.

Farniente: ociosidade agradável; fazer nada, ócio.

In loco: no lugar; no próprio local.

Contrita: constrangida; contida; arrependida.

Altruísta: aquele que se preocupa com o bem-estar e a felicidade alheios.

Tonitruante: com estrondo, muito ruidoso.

Fariseus: membros de um grupo judaico que vivia na estrita observância de preceitos religiosos; pessoas que seguem rigorosamente as formalidades de uma religião. 

Nos trechos abaixo, todas as palavras destacadas são articuladores sintáticos e estabelecem as relações semânticas indicadas, EXCETO:
Alternativas
Q1367730 Português


VOCABULÁRIO –

Texto: “COISAS QUE EU FARIA”

Trufas: cogumelo comestível; bombom aromatizado com conhaque.

Bazuca: lança-foguetes; arma que dispara granadas.

Proust: escritor francês; autor de “Em busca do tempo perdido”.

Engajado: empenhado, comprometido.

Bolsa sabática: bolsa de estudos para cursos no exterior.

Farniente: ociosidade agradável; fazer nada, ócio.

In loco: no lugar; no próprio local.

Contrita: constrangida; contida; arrependida.

Altruísta: aquele que se preocupa com o bem-estar e a felicidade alheios.

Tonitruante: com estrondo, muito ruidoso.

Fariseus: membros de um grupo judaico que vivia na estrita observância de preceitos religiosos; pessoas que seguem rigorosamente as formalidades de uma religião. 

No texto, Antônio Prata emprega registro informal da língua, de acordo com o tipo textual e o veículo de publicação utilizado. Se fosse necessário adaptá-lo a um registro formal, aplicando estritamente as regras de colocação pronominal, segundo a Norma Culta, várias adaptações seriam necessárias.
Observe os trechos abaixo e assinale aquele que permaneceria sem alteração, caso se aplicasse a Norma Culta.
Alternativas
Q1367729 Português


VOCABULÁRIO –

Texto: “COISAS QUE EU FARIA”

Trufas: cogumelo comestível; bombom aromatizado com conhaque.

Bazuca: lança-foguetes; arma que dispara granadas.

Proust: escritor francês; autor de “Em busca do tempo perdido”.

Engajado: empenhado, comprometido.

Bolsa sabática: bolsa de estudos para cursos no exterior.

Farniente: ociosidade agradável; fazer nada, ócio.

In loco: no lugar; no próprio local.

Contrita: constrangida; contida; arrependida.

Altruísta: aquele que se preocupa com o bem-estar e a felicidade alheios.

Tonitruante: com estrondo, muito ruidoso.

Fariseus: membros de um grupo judaico que vivia na estrita observância de preceitos religiosos; pessoas que seguem rigorosamente as formalidades de uma religião. 

Leia os trechos abaixo:


“A minha instituição financiaria um ano de ociosidade (...)” (l.10)

“Se eu fosse o presidente dos Estados Unidos (...)” (l.16)

“Passaria a eternidade me esbaldando por aí.” (l.25)


O autor emprega verbos e pronomes em 1ª pessoa para:

Alternativas
Q1367728 Português


VOCABULÁRIO –

Texto: “COISAS QUE EU FARIA”

Trufas: cogumelo comestível; bombom aromatizado com conhaque.

Bazuca: lança-foguetes; arma que dispara granadas.

Proust: escritor francês; autor de “Em busca do tempo perdido”.

Engajado: empenhado, comprometido.

Bolsa sabática: bolsa de estudos para cursos no exterior.

Farniente: ociosidade agradável; fazer nada, ócio.

In loco: no lugar; no próprio local.

Contrita: constrangida; contida; arrependida.

Altruísta: aquele que se preocupa com o bem-estar e a felicidade alheios.

Tonitruante: com estrondo, muito ruidoso.

Fariseus: membros de um grupo judaico que vivia na estrita observância de preceitos religiosos; pessoas que seguem rigorosamente as formalidades de uma religião. 

A relação semântica estabelecida pela conjunção na oração: “(...) até chegar a 58 elefantes ou até o Serviço Secreto cortar a transmissão (...)” (l.20), encontra-se também em:
Alternativas
Q1367727 Português


VOCABULÁRIO –

Texto: “COISAS QUE EU FARIA”

Trufas: cogumelo comestível; bombom aromatizado com conhaque.

Bazuca: lança-foguetes; arma que dispara granadas.

Proust: escritor francês; autor de “Em busca do tempo perdido”.

Engajado: empenhado, comprometido.

Bolsa sabática: bolsa de estudos para cursos no exterior.

Farniente: ociosidade agradável; fazer nada, ócio.

In loco: no lugar; no próprio local.

Contrita: constrangida; contida; arrependida.

Altruísta: aquele que se preocupa com o bem-estar e a felicidade alheios.

Tonitruante: com estrondo, muito ruidoso.

Fariseus: membros de um grupo judaico que vivia na estrita observância de preceitos religiosos; pessoas que seguem rigorosamente as formalidades de uma religião. 

Releia atentamente o 4° parágrafo do texto, observando as relações de sentido que se estabelecem entre as frases do fragmento:
“Se eu fosse um Deus altruísta: encarnava de novo e passava uns tempos resolvendo esse conflito (...)” (l.22)
Assinale a alternativa em que as expressões destacadas traduzem exatamente a relação de sentido sugerida nesse fragmento.
Alternativas
Respostas
7221: E
7222: B
7223: B
7224: A
7225: C
7226: D
7227: D
7228: A
7229: D
7230: C
7231: B
7232: B
7233: D
7234: D
7235: B
7236: B
7237: E
7238: E
7239: A
7240: B