Questões Militares Sobre pontuação em português

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Q1353170 Português

Leia o texto IV para responder ao item.

TEXTO IV

ISSO SIM QUE E VIDA BOA

Eu queria ser de circo

Ai, que vida originai!

Trabalhar todas as noites,

Divertindo o pessoal.

Os aplausos da platéia,

Toda aquela vibração,

Sempre novas gargalhadas,

Sempre mais animação.


Eu queria ser do circo,

conhecer os bastidores,

que a platéia nunca vê,

ver de perto os domadores,

dar comida ao chimpanzé,

ver a cama do anão,

ver as focas amestradas,

ver a jaula do leão,

ver a cara do palhaço,

sem pintura e fantasia,

e ver se a mulher barbada

faz a barba todo dia.



Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.

Isso sim que é profissão,
não conheço outra melhor.
Pois é isso que eu vou ser,
logo quando eu for maior.

[...]
(BANDEIRA, Pedro. Isso sim que é vida boa. In: Cavalgando
o arco-íris. 3 ed, São Paulo: Moderna, 2002. Fragmento.)


O ponto de exclamação no verso "Ai, que vida original!" indica
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Q1353168 Português

Leia o texto III para responder ao item.


Com o emprego das vírgulas no trecho "Um dia a senhoria, que morava no andar de baixo, ouviu um grito do mágico." (linha 38), o narrador teve a intenção de 
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Q1348615 Português
Assinale a opção em que a pontuação foi empregada corretamente.
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Q1345644 Português
Assinale a opção em que a pontuação foi empregada correta mente.
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Q1344647 Português
As vírgulas no trecho “A empregada, coitada, pede as contas sem pedido de desculpas” (linha 13) foram utilizadas com a finalidade de:
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Q1344635 Português

Observe os trechos abaixo.

I. “Vizinho - Quem fala aqui é o homem do 1003” (linha 1).

II. “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa” (linha 22).

Sobre a pontuação utilizada, nas duas ocorrências, marque a única opção correta entre as afirmativas.

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Q1342741 Português
Sobre o Texto V, observe este fragmento da fala da bibliotecária: “(...) Temos milhões de histórias, milhares de romances, centenas de pensamentos profundos (...)”. Quanto à vírgula, é correto afirmar que ela foi utilizada para
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Q1342723 Português
A expressão “a partir daí” (linha 13), no Texto I, está entre vírgulas a fim de
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Q1337429 Português
Quanto ao efeito de sentido provocado pelo uso do sinal de exclamação (!) no texto V, é correto afirmar que
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Q1337422 Português

TEXTO III

CRIANÇAS SE APAIXONAM MAIS POR CIÊNCIA QUANDO CONHECEM AS DIFICULDADES DE CIENTISTAS FAMOSOS

Pesquisa publicada recentemente mostrou que jovens precisam entender que o avanço científico ao longo dos anos dependeu de muito esforço

    Se você está se esforçando muito para atingir um objetivo que parece inalcançável, a última coisa que deseja ouvir é a história de alguém que conseguiu o que você busca com facilidade. É o mesmo que se gabar por ter subido no pódio de uma maratona para uma pessoa que está saindo do sedentarismo* e ainda mal consegue correr uma quadra.

    Parece apenas uma atitude educada, mas não é. Um estudo publicado recentemente por pesquisadores patrocinados pela Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos revelou que crianças que conhecem apenas o sucesso dos cientistas tendem a se interessar menos por ciência.

    Ou seja, em vez de comentar somente sobre o sucesso das pesquisas de nomes como Albert Einstein e Marie Curie, os professores precisam fazer com que os alunos conheçam as dificuldades pelas quais os cientistas passaram.

    Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram o comportamento de 400 alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Médio de escolas de bairros mais pobres de Nova York. Os estudantes foram divididos em três grupos: o primeiro grupo leria somente sobre as conquistas de cientistas famosos; o segundo, sobre alguns problemas pessoais que estes profissionais enfrentaram, como a escolha de Einstein de se recusar a voltar à Alemanha quando Hitler assumiu o poder; e o terceiro grupo conheceria também os processos e dificuldades que os cientistas tiveram de superar no caminho de suas maiores descobertas. No texto sobre Marie Curie, por exemplo, havia o seguinte trecho:

“Era frustrante ver a quantidade de experimentos que falhava. Mesmo assim, Curie não se desanimou. Em vez de ficar cabisbaixa, ela voltava a investigar a parte do processo que dera errado e tentava de novo e de novo e de novo. Ela chegou a trabalhar por horas e dias a fio com o objetivo de solucionar os desafios e aprender com os erros. Curie sabia que o caminho do progresso não era fácil, tanto é que, futuramente, disse: ‘nunca cedi a nenhuma dificuldade’”.

    Seis semanas após as leituras, os jovens do segundo e terceiro grupo tiveram uma melhora considerável em suas notas nas aulas de Ciências. Os que tinham notas baixas foram os que mostraram maior avanço.

    Já os alunos que fizeram parte do primeiro grupo concordaram, em sua maioria, que cientistas como Einstein e Curie tinham um talento natural para a ciência, ignorando a persistência necessária para que eles atingissem seus objetivos científicos.

    Os pesquisadores concluem que é preciso melhorar a narrativa sobre as vidas de grandes personalidades. Somente dizer aos estudantes que Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade é ignorar todo o esforço que ele fez para confirmar sua tese. E isso, segundo o estudo, não se aplica só aos laboratórios. Quem conhece unicamente o primeiro voo do 14-Bis, desconhece os muitos e muitos voos experimentais que Santos Dumont fez e que deram errado. Histórias de sucesso são divertidas e motivadoras, mas relatos de como o sucesso foi alcançado podem ser ainda mais

No texto III, a utilização do recurso das aspas (“ ” ) tem como finalidade
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Q1337418 Português
TEXTO II
LINDO BALÃO AZUL
(Compositor: Guilherme Arantes)
Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou um cientista
O meu papo futurista
É lunático

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador
E romântico

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo
Pro infinito

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente
Venha que será um barato

Pegar carona
Nessa cauda de cometa
Ver a Via Láctea
Estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde
Numa nebulosa
Voltar pra casa
Nosso lindo balão azul

Nosso lindo balão azul
Oh! Oh! Oh! Oh!

Nosso lindo balão azul
Uh! Uh! Uh! Uh!

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/guilhermearantes/46311>. Acesso em: 4 JUN 18
Indique a opção em que o uso da vírgula (,) é adequado ao contexto em que ela foi empregada.
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Q1335531 Português

Texto 5

Sonho meu

José Augusto

Eu posso ir onde eu quiser

Rabiscos em algum papel

Chegar bem perto das estrelas e tocar no céu


Sonhando eu posso ser um rei

Quem sabe até superstar

É só deixar a porta aberta pra ilusão entrar

Eu posso até falar com Deus

De noite em minha oração

E caminhar por entre nuvens feitas de algodão


Eu posso tudo que eu quiser

É só querer acreditar

Se eu fechar bem forte os olhos e quiser sonhar


Sonho meu

Sonho meu

Tudo pode acontecer


É só acreditar na vida, acreditar na sorte e tudo pode ser


Sonho meu

Sonho meu

Eu posso tudo que eu sonhar

Se eu levar a vida a sério e fizer direito, se eu acreditar

No verso “Sonho meu, sonho meu”, a vírgula foi utilizada para
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Q1335524 Português

Considere o emprego dos sinais de pontuação no texto 4 e marque V (verdadeiro) ou F (falso). Depois, assinale a alternativa correspondente, precisamente de cima para baixo.

( ) A vírgula, no primeiro quadrinho, isola um chamamento.

( ) O ponto de interrogação e o de exclamação, no primeiro quadrinho, expressam dúvida e indignação, ao mesmo tempo.

( ) As reticências, no segundo quadrinho, indicam uma breve pausa na fala do pai, para que o filho reflita sobre o que foi dito.

( ) O ponto de exclamação, no último quadrinho, indica surpresa do pai diante da frase dita.

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Q1334746 Português


Disponível em www.bbc.com/portugues/noticias/2014/08/140819_salasocial_educacao_escola_modelo_rm (com adaptações) Acesso em 25/9/2018.


Assinale a única alternativa correta acerca do emprego das aspas no Texto 6.
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Q1334732 Português
Acerca da construção discursiva do título do Texto 2, é correto afirmar que
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Q1332368 Português


   Dentre as frases abaixo, assinale aquela cuja vírgula tem o mesmo valor da empregada no trecho “Xururuca, vim fazer uma coisa.” (linha 11).

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Q1332361 Português

TEXTO 2




TEXTO 3 

Óculos

Os Paralamas do Sucesso

Se as meninas do Leblon não olham mais pra mim

(Eu uso óculos)

E voltae meia eu entro com meu carro pela contramão

(Eu 'to sem óculos)

Se eu ’tô alegre eu ponho os óculos e vejo

tudo bem

Mas se eu 'tô triste, eu tiro os óculos

Eu não vejo ninguém

Porque você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho de mal

Por que você não olha pra mim ?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Eu decidi dizer que eu nunca fui o tal

Era mais fácil se eu tentasse fazer charme de

intelectual

Se eu te disser, periga você não acreditar em

mim

Eu não nasci de óculos

Eu não era assim não

Por que você não o lha pra mim ?

Me diz o que é que eu tenho de mal

Por que você não olha pra mim?

Por trás dessa lente tem um cara legal

Por que você não o lha pra mim ?

Por que você diz sempre que não?

Por que você não o lha pra mim ?

Por trás dessa lente também bate um coração

https ://www. letras.mus.br/os-paralamas-do-sucesso/47956

No texto 2, as reticências indicam que:
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Q1332355 Português
No trecho “Que já ganhara outro apelido: Pechada..” (linhas 35 e 36), utilizam-se dois pontos para indicar:
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Q1332353 Português
O uso das aspas em “Gaúcho”, no primeiro parágrafo (linha 2). tem por objetivo:
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Q1327608 Português

TEXTO I (Adaptado)

A MENINA DOS FÓSFOROS

Hans Christian Andersen


    Era a última noite do ano, véspera do Ano Novo. Nevava, o frio era terrível e começava a escurecer. No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa, trazia chinelos. Mas eles eram grandes demais para ela, pois haviam sido de sua mãe. E porque eram grandes, a menina os perdera ao atravessar a rua, correndo, no momento em que dois carros passaram, velozmente. Não conseguira encontrar um dos chinelos, que ficara enterrado na neve. E um garoto levara o outro, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.

    A menina caminhava com os pezinhos nus, arroxeados de frio. No bolso de seu velho avental, trazia fósforos e segurava alguns na mão gelada, que oferecia aos transeuntes repetidamente. Ainda era no tempo em que se vendiam fósforos soltos, e não em caixa. Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, nem lhe dera uma moeda. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos. Mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.

    Todas as janelas estavam iluminadas e chegava até a rua um aroma delicioso de pato assado.

    Cansada e com frio, encolheu-se num canto, entre duas casas. Uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo uma única moeda, não ousava voltar para casa, onde o pai certamente a espancaria. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam, que era uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento soprava, apesar de tentarem fechar as brechas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam geladas e enrugadas. O calor de um pequenino fósforo lhe faria bem. Talvez não pudesse, com os dedos duros, tirar um fósforo do pacotinho e acendê-lo. Mas conseguiu tirar um e riscou-o. O fósforo acendeu e sua chama clara e quente parecia uma velinha, dentro da concha de sua mãozinha. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, aquecia e reconfortava. A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... Mas estava apenas sentada na rua, com um pedacinho de fósforo queimado na mão.

    Riscou novo fósforo, que deu luz clara e viva. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta a mesa, com toalha muito branca e fina porcelana. O pato assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs. De repente, aconteceu uma coisa extraordinária. O pato saiu da travessa e andou pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Assim, chegou até junto da menina pobre. Então o fósforo se apagou e só se via a parede, grossa e fria.

    Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes e figuras coloridas, como as que adornam as vitrines das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto, mas o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu.

    — Deve ter morrido alguém – disse a pequena.

    A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: "Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma."

A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.

    — Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás como a boa lareira, o delicioso pato assado e a linda árvore de Natal! 

    Riscou apressadamente o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e segurá-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões. Voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincarlhe nos lábios. Morrera de frio na última noite do ano. A aurora do Ano Novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos. Um maço inteiro estava queimado. 

   — Ela quis aquecer-se – disseram.

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Tradução de Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. 


Considere o fragmento: "Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito" (2o parágrafo). Atente para a significação do uso da vírgula no trecho acima e assinale a alternativa em que as vírgulas NÃO foram usadas com a mesma finalidade:
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Alternativas
Respostas
281: C
282: E
283: B
284: A
285: A
286: B
287: B
288: C
289: D
290: A
291: A
292: A
293: D
294: C
295: A
296: D
297: D
298: A
299: E
300: E