Questões Militares Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 3.575 questões

Q962701 Português
As informações veiculadas no texto permitem que se chegue à conclusão correta de que, no mundo contemporâneo, o ser humano
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Q924105 Português
       Você já ouviu falar em “pinturas rupestres”? São as mais antigas formas de arte produzidas pelo ser humano – algumas datam de 40.000 anos antes de Cristo! – e se encontram nas paredes das cavernas que serviam de moradia. Essas pinturas mostram situações do dia a dia das pessoas daquela época, como a que inspirou o próximo texto.

Texto VIII



Disponível em <www.wordpress.com.br/search?q=charges> (Acesso em 12/09/2017.)
A charge retrata uma cena ou situação com intenção crítica, usando o desenho como linguagem. Nessa charge, a mensagem tem sentido crítico, uma vez que
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Q924100 Português
  A personagem da história de Carlos Drummond de Andrade tinha razão: o couro é um produto realmente útil e nobre. Mas não precisa vir dos animais. Há “couros” produzidos a partir de uma relação mais pacífica entre o homem e os demais seres vivos. Veja este: 

Texto V



Couro Vegetal
É um material à base de látex natural, extraído das seringueiras nativas da floresta amazônica e confeccionado pelo processo tradicional dos seringueiros em suas moradas na floresta.

Do "Encauchado" ao Couro Vegetal
Os seringueiros desde o início aproveitaram o látex para confeccionar artigos para o próprio uso como a bolsa "capanga", os sapatos de seringa e o saco encauchado: o procedimento do saco encauchado deu origem ao couro vegetal, um tecido de algodão banhado em látex, defumado e vulcanizado em estufas especiais.

Maior agregação de valor
A produção das lâminas de couro vegetal permite uma maior agregação de valor na colocação do seringueiro, comparado com os métodos tradicionais de beneficiamento do látex. Antes o seringueiro ganhava cerca de R$ 1,50 por quilo de borracha seca, utilizando 3,3 litros de látex. Hoje ele ganha R$ 3,00 para cada lâmina de couro vegetal, utilizando 1,3 litros de látex por lâmina.

Qualidade e inocuidade ecológica
Pesquisas foram feitas no sentido de melhorar a durabilidade e qualidade do couro vegetal a fim de atender às exigências do mercado.
Hoje o couro vegetal é um material de boa qualidade, internacionalmente reconhecido como um produto ecologicamente inócuo. A comercialização dos produtos de couro vegetal se tornou um motivo de esperança para a melhoria da vida dos seringueiros, sua permanência na floresta e o desenvolvimento sustentável da Amazônia.



Adquirindo os produtos Seringueira, além de colaborar para a preservação da Amazônia e evitar a matança de animais, você está gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta.

Para obter mais informação sobre nossos produtos e para informação de preço, favor entrar em contato conosco.

Glossário:
    ● látex: seiva da seringueira
    ● vulcanizado: que passou pela vulcanização, ou seja, processo de tratamento da borracha
    ● inocuidade: característica do que é inócuo, inofensivo

Disponível em <www.amazonlink.org/seringueira> (Adaptado. Acesso em 11/09/2017.)
Na frase “Adquirindo os produtos da Seringueira /.../ você estará gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta”, o segmento sublinhado expressa a ideia de
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Q924097 Português

    A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?


Texto IV


Casa no campo

Zé Rodrix / Tavito


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa compor muitos rocks rurais

E tenha somente a certeza

Dos amigos do peito e nada mais


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa ficar no tamanho da paz

E tenha somente a certeza

Dos limites do corpo e nada mais


Eu quero carneiros e cabras

Pastando solenes no meu jardim

Eu quero o silêncio das línguas cansadas


Eu quero a esperança de óculos

E meu filho de cuca legal

Eu quero plantar e colher com a mão

A pimenta e o sal


Eu quero uma casa no campo

Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê

Onde eu possa plantar meus amigos

Meus discos e livros e nada mais


Glossário:

    ● solene: formal; sério, grave; majestoso, imponente.

    ● pau-a-pique: parede feita de ripas cruzadas e preenchida de barro.


CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.

As expressões “esperança de óculos” e “filho de cuca legal” demonstram que a linguagem teve aqui, respectivamente, emprego
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Q924094 Português
    Que tal testar seus talentos como “chef”? Para a hora do lanche, um hambúrguer diferente. (Observação: a ajuda de um adulto é sempre bem-vinda!)

Texto III

Hambúrguer vegetariano integral de forno




Ingredientes:

Massa:

250 ml de água morna
1 copo (250 ml) de farinha de trigo integral
2 copos (250 ml) de farinha de trigo branca
1 sachê de fermento biológico seco (10g)
3 colheres de sopa de óleo vegetal
1 colher de sopa de linhaça triturada
1/2 colher de sopa de sal
1/2 colher de sopa de açúcar

Recheio:

1 copo (250 ml) de proteína texturizada de soja
1 copo (250 ml) de água quente
4 colheres de sopa de farinha de trigo branca
1 colher de sopa de azeite extravirgem sal; curry; salsinha; cebolinha
1 tomate sem sementes

Instruções de preparo:

Primeiro vamos fazer a massa. Despeje a água morna em uma vasilha, o óleo, o sal, o açúcar e a linhaça. Misture tudo. Despeje agora um copo de farinha e logo por cima o fermento. Misture tudo com a água. Acrescente a farinha branca até que a massa fique elástica e desgrude da mão. Quanto mais grudenta a massa ficar, mais os pãezinhos crescem, porém, se ficar grudenta demais, vai ser muito difícil embrulhar os hamburguinhos. Deixe a massa descansando coberta com um pano e vamos fazer o hambúrguer de soja. Hidrate a soja na água quente. Espere uns 15 minutinhos, retire o excesso de água e acrescente o resto dos ingredientes (farinha de trigo branca, azeite, sal, curry, salsinha e cebolinha). Quanto à farinha, a medida pode variar um pouco. O importante é que seja farinha suficiente apenas para conseguir moldar os hambúrgueres. Molde os hambúrgueres com as mãos e disponha em um tabuleiro. Corte pequenas “tiras” do tomate sem sementes e coloque sobre os hambúrgueres. Agora pegue pequenas bolinhas da massa que estava descansando (ela já deve estar bem maior) e abra na palma da mão. Coloque um hambúrguer sobre a massa com o tomate voltado para a palma da mão. Embrulhe o hambúrguer puxando as laterais da massa. Disponha os pãezinhos em um tabuleiro untado e deixe descansar por alguns minutos em local quente (pré-aqueça o forno, se for preciso). Asse em forno médio pré-aquecido (+ ou - 30 minutos). Embrulhando os hambúrgueres, veja que não fiquem muito grandes para não ser difícil de embrulhar. Se preferir, coloque um pouquinho de gergelim com azeite por cima.

Preparo: 40 minutos
Cozimento: 30 minutos
Dificuldade: Fácil Rendimento: 6

Disponível em <www.svb.org.br> (Adaptado. Acesso em 06/09/2017.)
Nas frases “vai ser muito difícil embrulhar os hamburguinhos” e espere uns 15 minutinhos”, o diminutivo deu às palavras um sentido de
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Q924093 Português
    Que tal testar seus talentos como “chef”? Para a hora do lanche, um hambúrguer diferente. (Observação: a ajuda de um adulto é sempre bem-vinda!)

Texto III

Hambúrguer vegetariano integral de forno




Ingredientes:

Massa:

250 ml de água morna
1 copo (250 ml) de farinha de trigo integral
2 copos (250 ml) de farinha de trigo branca
1 sachê de fermento biológico seco (10g)
3 colheres de sopa de óleo vegetal
1 colher de sopa de linhaça triturada
1/2 colher de sopa de sal
1/2 colher de sopa de açúcar

Recheio:

1 copo (250 ml) de proteína texturizada de soja
1 copo (250 ml) de água quente
4 colheres de sopa de farinha de trigo branca
1 colher de sopa de azeite extravirgem sal; curry; salsinha; cebolinha
1 tomate sem sementes

Instruções de preparo:

Primeiro vamos fazer a massa. Despeje a água morna em uma vasilha, o óleo, o sal, o açúcar e a linhaça. Misture tudo. Despeje agora um copo de farinha e logo por cima o fermento. Misture tudo com a água. Acrescente a farinha branca até que a massa fique elástica e desgrude da mão. Quanto mais grudenta a massa ficar, mais os pãezinhos crescem, porém, se ficar grudenta demais, vai ser muito difícil embrulhar os hamburguinhos. Deixe a massa descansando coberta com um pano e vamos fazer o hambúrguer de soja. Hidrate a soja na água quente. Espere uns 15 minutinhos, retire o excesso de água e acrescente o resto dos ingredientes (farinha de trigo branca, azeite, sal, curry, salsinha e cebolinha). Quanto à farinha, a medida pode variar um pouco. O importante é que seja farinha suficiente apenas para conseguir moldar os hambúrgueres. Molde os hambúrgueres com as mãos e disponha em um tabuleiro. Corte pequenas “tiras” do tomate sem sementes e coloque sobre os hambúrgueres. Agora pegue pequenas bolinhas da massa que estava descansando (ela já deve estar bem maior) e abra na palma da mão. Coloque um hambúrguer sobre a massa com o tomate voltado para a palma da mão. Embrulhe o hambúrguer puxando as laterais da massa. Disponha os pãezinhos em um tabuleiro untado e deixe descansar por alguns minutos em local quente (pré-aqueça o forno, se for preciso). Asse em forno médio pré-aquecido (+ ou - 30 minutos). Embrulhando os hambúrgueres, veja que não fiquem muito grandes para não ser difícil de embrulhar. Se preferir, coloque um pouquinho de gergelim com azeite por cima.

Preparo: 40 minutos
Cozimento: 30 minutos
Dificuldade: Fácil Rendimento: 6

Disponível em <www.svb.org.br> (Adaptado. Acesso em 06/09/2017.)
Palavras que expressam ordem ou determinação, tais como “despeje”, “misture”, “deixe”, “embrulhe”, empregadas no texto, também são frequentes na
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Q924089 Português

    Em 2017 completam-se trinta anos da morte de um dos mais importantes escritores brasileiros: Carlos Drummond de Andrade. Ele deixou uma extensa obra, entre poesia e textos em prosa, como a crônica a seguir, publicada em 1974. Desde então, muitas coisas mudaram em relação ao assunto desta prova, como a proibição da caça de animais silvestres e do uso de animais em espetáculos de circo. Mas outras, que ainda são praticadas, nos levam a pensar que ainda temos muito que aprender. Queremos convidá-lo a refletir sobre o tema desta prova: a comida saudável, que respeite o meio ambiente e o bem-estar dos animais. Com a palavra, o grande poeta. 



TEXTO I


Da utilidade dos animais





ANDRADE, Carlos Drummond de. De notícias e não-notícias faz-se a crônica. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 1816-7.
Na frase “Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia.” (l.47), a separação silábica representa a intenção da personagem de
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Q924086 Português

    Em 2017 completam-se trinta anos da morte de um dos mais importantes escritores brasileiros: Carlos Drummond de Andrade. Ele deixou uma extensa obra, entre poesia e textos em prosa, como a crônica a seguir, publicada em 1974. Desde então, muitas coisas mudaram em relação ao assunto desta prova, como a proibição da caça de animais silvestres e do uso de animais em espetáculos de circo. Mas outras, que ainda são praticadas, nos levam a pensar que ainda temos muito que aprender. Queremos convidá-lo a refletir sobre o tema desta prova: a comida saudável, que respeite o meio ambiente e o bem-estar dos animais. Com a palavra, o grande poeta. 



TEXTO I


Da utilidade dos animais





ANDRADE, Carlos Drummond de. De notícias e não-notícias faz-se a crônica. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 1816-7.
Explicando o que considera a “utilidade dos animais”, a professora responde à pergunta de um aluno sobre o iaque, “um boi da Ásia Central”. Quando afirma “Vamos adiante” (l.10), ela pretende
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Q924085 Português
Em entrevista ao jornal O Globo (04/09/2017), o brasileiro Gil Giardelli, um Web Ativista, membro do XMedia da Universidade de Stanford, disse: “há uma pesquisa global sobre varejo, e o Brasil sempre esteve entre a primeira e a terceira colocação de bom atendimento e sorriso. Nos últimos anos, caímos para as últimas posições. Em virtude da hiperconexão, estamos deixando de sorrir, de atender bem. Em média, uma pessoa com smartphone tem 120 nanotédios por dia”. Ele também explica o que são esses nanotédios: “É quando, por exemplo, a aula não está boa, você saca o celular. O jantar com a família não está bom, eu saco o celular. Toda vez que você pega o seu celular ou tablet para olhar uma mídia social, você demora de 30 a 40 segundos para entender essa transição. E depois que você fica (na mídia social), demora também para se conectar ao que estava fazendo antes. Isso tem criado uma ansiedade grande nas pessoas”.
O que Giardelli explica confirma todas as informações abaixo, EXCETO,
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Q924084 Português

TEXTO V


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em <http://professoraelaine81e82.blogspot.com.br/2016/09/charges-sobre-internet-atividade-iii.html>. Acesso em 23 de agosto de 2017.

Qual é a crítica presente na charge (Texto V) e como o elemento verbal é inserido?
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Q924080 Português

TEXTO III


O celular que escraviza


Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito. Quando é a hora de desligar?





Reportagem de Rafael Barifouse e Isabella Ayub, Revista Época,15/06/2012. Disponível em <http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/06/o-celular-que-escraviza.html>. Último acesso em 03 de outubro de 2017.

Sobre o texto III, responda à questão.
Há várias marcas de oralidade no texto III. Escolha a opção em que o termo destacado é devidamente substituído por vocábulo ou expressão formal, presente nas reescrituras entre colchetes, sem que haja mudança de sentido.
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Q924077 Português

TEXTO III


O celular que escraviza


Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito. Quando é a hora de desligar?





Reportagem de Rafael Barifouse e Isabella Ayub, Revista Época,15/06/2012. Disponível em <http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/06/o-celular-que-escraviza.html>. Último acesso em 03 de outubro de 2017.

Sobre o texto III, responda à questão.
Em diversas passagens do texto, o autor enreda o leitor, travando com ele um diálogo informal. Como marca notória dessa interlocução, podemos citar o uso
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Q924072 Português

TEXTO I


Só o homem entediado terá chance de salvação num futuro de smartphones

                                                    João Pereira Coutinho





Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2017/06/1897093-so-ohomem-entediado-tera-chance-de-salvacao-num-futuro-de-smartphones.shtml>. Último acesso em 06 de julho de 2017. (Adaptado).

VOCABULÁRIO:
1. Toga – traje preto e comprido, usado por advogados e por professores catedráticos e doutorados em ocasiões especiais.
2. Nefasto – nocivo, prejudicial, perverso, trágico, mau.
3. Espreitar – espiar, olhar demorada e fixamente.
4. Torpor – indiferença ou apatia moral; indolência, prostração.
5. Ópio – narcótico, droga que provoca adormecimento.


TEXTO II


Fiu-fiu

                                                        Luis Fernando Veríssimo


Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?



Jornal O Globo, 03/08/2014. Disponível em <https://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128>. Último acesso em 30 de setembro de 2017.
Os textos I e II tratam os smartphones como os itens da contemporaneidade que têm levado as pessoas em geral a lidar (ou a não saberem lidar) com o hábito cotidiano.
Que fragmento do texto II pode servir de exemplo para a seguinte reflexão retirada do texto I: “Imagino um encontro de silêncios, onde todos os presentes estarão ausentes” (l.42)?
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Q924070 Português

TEXTO I


Só o homem entediado terá chance de salvação num futuro de smartphones

                                                    João Pereira Coutinho





Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2017/06/1897093-so-ohomem-entediado-tera-chance-de-salvacao-num-futuro-de-smartphones.shtml>. Último acesso em 06 de julho de 2017. (Adaptado).

VOCABULÁRIO:
1. Toga – traje preto e comprido, usado por advogados e por professores catedráticos e doutorados em ocasiões especiais.
2. Nefasto – nocivo, prejudicial, perverso, trágico, mau.
3. Espreitar – espiar, olhar demorada e fixamente.
4. Torpor – indiferença ou apatia moral; indolência, prostração.
5. Ópio – narcótico, droga que provoca adormecimento.

Sobre o texto I, responda à questão.
O texto I, de João Pereira Coutinho, é uma crônica. Enquadra-se afinado, pois, tanto com os gêneros jornalísticos quanto com os artísticos. Em relação às especificidades destes últimos, cronistas costumam-se valer de recursos estilísticos que enriqueçam seu texto. Indique a alternativa que demonstra adequada associação entre exemplo destacado e recurso utilizado na crônica.
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Q867830 Português

Leia o poema do livro Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


                           sinal de apito


Um silvo breve: Atenção, siga.

Dois silvos breves: Pare.

Um silvo breve à noite: Acenda a lanterna.

Um silvo longo: Diminua a marcha.

Um silvo longo e breve: Motoristas a postos.

              (A este sinal todos os motoristas

               tomam lugar nos seus veículos para

               movimentá-los imediatamente.)

(Carlos Drummond de Andrade, Antologia poética)

Nota-se, na construção do poema,
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Q867829 Português

Leia o poema do livro Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


                           sinal de apito


Um silvo breve: Atenção, siga.

Dois silvos breves: Pare.

Um silvo breve à noite: Acenda a lanterna.

Um silvo longo: Diminua a marcha.

Um silvo longo e breve: Motoristas a postos.

              (A este sinal todos os motoristas

               tomam lugar nos seus veículos para

               movimentá-los imediatamente.)

(Carlos Drummond de Andrade, Antologia poética)

Ao reproduzir a linguagem da sinalização de trânsito, com o uso de verbos no imperativo, o poema propõe uma reflexão, de cunho mais filosófico, sobre
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Q867827 Português

Leia o trecho da narrativa Macunaíma, de Mário de Andrade, para responder à questão.


      Nas conversas das mulheres no pino do dia o assunto era sempre as peraltagens do herói. As mulheres se riam, muito simpatizadas, falando que “espinho que pinica, de pequeno já traz ponta”, e numa pajelança Rei Nagô fez um discurso e avisou que o herói era inteligente.

              Mário de Andrade, Macunaíma: o herói sem nenhum caráter)

A partir da leitura do trecho, é correto afirmar que uma das preocupações do autor era
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Q867825 Português

Leia o trecho do romance A ilustre casa de Ramires, de Eça de Queirós, para responder à questão.


      A sala de jantar da Torre, que abria por três portas envidraçadas para uma funda varanda alpendrada, conservava, do tempo do avô Damião (o tradutor de Valerius Flaccus), dois formosos panos de Arrás representando a Expedição dos Argonautas. Louças da Índia e do Japão, desirmanadas e preciosas, recheavam um imenso armário de mogno. E sobre o mármore dos aparadores rebrilhavam os restos, ainda ricos, das pratas famosas dos Ramires, que o Bento constantemente areava e polia com amor.

                                        (Eça de Queirós, A ilustre casa de Ramires)

A partir da leitura do trecho, conclui-se que os Ramires
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Q867823 Português

Leia o trecho do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, para responder à questão.


      – Amas-me?

      – Oh! suspirou ela, cingindo-me os braços ao pescoço.

      Virgília amava-me com fúria; aquela resposta era a verdade patente. Com os braços ao meu pescoço, calada, respirando muito, deixou-se ficar a olhar para mim, com os seus grandes e belos olhos, que davam uma sensação singular de luz úmida; e eu deixei-me estar a vê-los, a namorar-lhe a boca, fresca como a madrugada, e insaciável como a morte.

                     (Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas)

Ao descrever a boca de Virgília, o narrador, Brás Cubas, usa as comparações “fresca como a madrugada, e insaciável como a morte”, que expressam um
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Q867820 Português

Leia o trecho do romance O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.


      Muitos acontecimentos se tinham passado entre eles nestes dois dias; há circunstâncias em que os sentimentos marcham com uma rapidez extraordinária, e devoram meses e anos num só minuto.

      Reunidos nesta sala pela necessidade extrema do perigo, vendo-se a cada momento, trocando ora uma palavra, ora um olhar, sentindo-se enfim perto um do outro, esses dois corações, se não se amavam, compreendiam-se ao menos.

      Álvaro fugia e evitava Isabel; tinha medo desse amor ardente que o envolvia num olhar, dessa paixão profunda e resignada que se curvava a seus pés sorrindo melancolicamente. Sentia-se fraco para resistir, e entretanto o seu dever mandava que resistisse.

      Ele amava, ou cuidava* amar ainda Cecília; prometera a seu pai ser seu marido; e na situação em que se achavam, aquela promessa era mais do que um juramento, era uma necessidade imperiosa, uma fatalidade que se devia cumprir.

      Como podia ele pois alimentar uma esperança de Isabel? Não seria infame, indigno, aceitar o amor que ela lhe oferecera suplicando? Não era seu dever destruir naquele coração esse sentimento impossível?

                                                                  (José de Alencar, O guarani)

* imaginava

No primeiro parágrafo, o narrador
Alternativas
Respostas
1741: E
1742: E
1743: D
1744: A
1745: C
1746: B
1747: E
1748: C
1749: B
1750: E
1751: B
1752: D
1753: C
1754: E
1755: D
1756: D
1757: B
1758: C
1759: B
1760: E