Questões Militares Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2350466 Português
Texto 1A1-II


        Há uma diferença fundamental entre a cognição de crianças humanas e de cachorros: quando uma pessoa aponta para uma bola, os bebês sabem que esta é um objeto que está a uma certa distância, enquanto os cães, em geral, entendem a mão da pessoa como instrução sobre a direção na qual eles devem andar.

       Essas características são o que os cientistas cognitivos denominam vieses, e não verdades constantes. Ou seja: os cachorros também conseguem navegar o mundo em termos de objetos, e não de direções. Contudo, nesse caso, o aprendizado é mais lento e menos intuitivo.
 
          Um estudo com 82 cachorros não só comprovou a dificuldade canina com o conceito de objeto como descobriu que ela é um ótimo indicador de inteligência: cãezinhos mais espertos, em geral, também têm uma concepção de objeto mais parecida com a humana. Essa descoberta é um passo importante para entender como se deu a evolução da inteligência ímpar exibida pelo ser humano, e em quais aspectos cruciais a nossa cognição difere da de outros animais.

Internet:<super.abril.com.br/ciencia>  (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto 1A1-II, um dos aspectos cognitivos que difere os seres humanos dos cães é  
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Q4255981 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mulheres na política reduzem a corrupção, diz estudo do Insper

        Lideranças públicas femininas têm até 35% menos chances de se envolverem em casos de corrupção do que as masculinas, enquanto líderes negros propõem três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão do que os não negros.
   
        Os dados são de um levantamento realizado pelo Núcleo de Estudos Raciais do Insper, a pedido da Fundação Lemann. Os pesquisadores analisaram 95 estudos nacionais e internacionais sobre diversidade de gênero e raça na política e no mercado de trabalho. O levantamento mostra como políticas públicas podem ser mais efetivas quando grupos minoritários estão no poder.
    
        Segundo o líder de equidade racial da Fundação Lemann, “essas evidências são preciosas, no sentido de fazer as pessoas entenderem que ter mulheres e pessoas negras em posições de tomada de decisão é uma necessidade da nossa sociedade.”
   
        De acordo com o levantamento do Insper, a eleição de mulheres para cargos políticos repercute na redução da corrupção e do clientelismo nos postos do poder Executivo municipal.
    
        A relação entre representação feminina e menores níveis de corrupção já havia sido relatada por um outro levantamento que avaliou mais de 100 países em 2001. 
    
        Ainda segundo a pesquisa do Insper, mulheres em cargos de liderança política tendem a investir até 7% a mais do que homens em bens públicos como saúde e educação, diminuir em até 24% a mortalidade infantil.
   
        Líderes do sexo feminino apresentam maior preocupação em promover propostas e ações relacionadas à saúde voltadas a mulheres e crianças quando estão em legislaturas estaduais. Isso melhora a qualidade dos serviços de saúde pré-natal e infantil nos distritos onde são eleitas.
    
        Já pessoas negras eleitas tendem a propor o triplo de leis e políticas públicas dedicadas à inclusão do que lideranças não negras.
    
        Políticos negros também são mais propensos a responder à população, mesmo quando não houver possibilidade de ganho político, enquanto não negros tendem a responder menos quando não percebem vantagens envolvidas. Quando uma mulher se elege à prefeitura, um número maior de adolescentes do sexo feminino se registra para votar na eleição seguinte, mesmo que o voto seja facultativo. Se essas candidatas sofrerem uma derrota, o efeito é o contrário.

(Folha de S.Paulo, 20 de agosto de 2023. Adaptado)
O texto defende a ideia de que
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Q4255979 Português
Leia o texto para responder à questão.

Sorôco, sua mãe, sua filha

        Aquele carro parara na linha de resguardo, desde a véspera, tinha vindo com o expresso do Rio, e estava lá, no desvio de dentro, na esplanada da estação. Não era um vagão comum de passageiros, de primeira, só que mais vistoso, tudo novo. A gente reparando, notava as diferenças. Assim repartido em dois, num dos cômodos as janelas sendo de grades, feito as de cadeia, para os presos. A gente sabia que, com pouco, ele ia rodar de volta... [...] Ia servir para levar duas mulheres, para longe, para sempre. O trem do sertão passava às 12h45m.[...]
        
        A mãe de Sorôco era de idade, com para mais de uns setenta. A filha, ele só tinha aquela. Sorôco era viúvo. Afora essas, não se conhecia dele parente nenhum. [..]
        
        A filha – a moça – tinha pegado a cantar, levantando os braços, a cantiga não vigorava certa, nem no tom nem no se-dizer das palavras – o nenhum.[...]
        
        O que os outros se diziam: que Sorôco tinha tido muita paciência. Sendo que não ia sentir falta dessas transtornadas pobrezinhas, era até um alívio.

(Rosa, Guimarães. Sorôco, sua mãe, sua filha. In: Primeiras estórias.10 ed. Rio de Janeiro, José Olympio, 1977.Adaptado)
Da leitura do trecho e do conhecimento do conto, é correto afirmar: 
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Q4255972 Português
Leia trecho da obra de Graciliano Ramos, Vidas Secas, para responder à questão.

        Ora, daquela vez, como da outra, Fabiano ajustou o gado, arrependeu-se, enfim deixou a transação meio apalavrada e foi consultar a mulher. Sinhá Vitória mandou os meninos para o barreiro, sentou-se na cozinha, concentrou-se, distribuiu no chão as sementes de várias espécies, realizou somas e diminuições. No dia seguinte Fabiano voltou à cidade, mas ao fechar o negócio notou que as operações de sinhá Vitória, como de costume, diferiam das do patrão. Reclamou e obteve a explicação habitual: a diferença era proveniente de juros.
    
        Não se conformou: devia haver engano. Ele era bruto, sim senhor, via-se perfeitamente que ele era bruto, mas a mulher tinha miolo. Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como escravo e nunca arranjar carta de alforria!
    
        O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda.
   
        Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não. Se havia dito palavra à toa, pedia desculpa. Era bruto, não fora ensinado. Atrevimento não tinha, conhecia o seu lugar. Ia lá puxar questão com gente rica? Bruto, sim senhor, mas sabia respeitar os homens. Devia ser ignorância da mulher, provavelmente devia ser ignorância da mulher. [...] Não podia dizer em voz alta que aquilo era um furto, mas era. Tomavam-lhe o gado quase de graça e ainda inventavam juro. Que juro! O que havia era safadeza.

(Graciliano Ramos, Vidas Secas, São Paulo, Martins. Adaptado)
As informações do texto e o conhecimento da obra permitem afirmar que Fabiano
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Q3232272 Português

Para responder à questão, considere o texto abaixo.



Incêndios Florestais e Aquecimento Global


Airton Bodstein


   Todos aqueles que acompanham diariamente o noticiário nacional e internacional, através dos principais meios de comunicação, têm se deparado com imagens impressionantes de grandes incêndios florestais que estão ocorrendo em várias partes do mundo, principalmente no hemisfério norte. Todos sabemos que incêndios em florestas sempre ocorreram em função de diversos fatores, como queimadas de vegetação nativa utilizadas na pecuária e na agricultura, acidentes envolvendo crianças brincando com fogo, turistas descuidados fazendo fogueiras para um acampamento provisório ou ainda atos criminosos que provocam os incêndios de maneira intencional. De acordo com o Ministério da Ecologia francês, o país tem, em média, 4 mil incêndios florestais por ano, sendo 90% provocados por atividade humana, geralmente por desconhecimento dos riscos ou imprudência; desse total, 10% são criminosos.

    Entretanto, os incêndios florestais podem também ocorrer devido a causas naturais. A queda de um raio sobre uma vegetação seca pode provocar um incêndio localizado, mas, se houver ventos fortes e baixa umidade do ar, pode rapidamente se espalhar, dependendo da topografia do terreno, de forma a atingir grandes áreas de vegetação e até zonas habitadas. Vale lembrar que, na maioria dos casos, os raios ocorrem durante o período de chuvas que podem dificultar a propagação do fogo.

    Os incêndios florestais se caracterizam por um fogo intenso fora de controle, capaz de produzir graves danos ao meio ambiente pela destruição da vegetação nativa, liberação de grande quantidade de fumaça com gases tóxicos, além de provocar a morte de muitos animais selvagens. Quando ocorrem nas proximidades de áreas habitadas, podem destruir casas e outras instalações, causar a morte de animais domésticos e colocar em risco a vida de pessoas, que, por qualquer razão, não tenham sido evacuadas a tempo; ou ainda provocar sérios acidentes rodoviários por falta de visibilidade nas estradas ocasionada pela fumaça intensa. Aviões e helicópteros utilizados no combate a incêndios também já sofreram acidentes, bem como outros veículos, voluntários e bombeiros que foram cercados pelas chamas em função da mudança repentina de direção dos ventos. O tipo de vegetação também pode influenciar na propagação do fogo. Algumas plantas produzem óleos que atuam como combustível, aumentando a disseminação das chamas. Nos períodos de calor intenso, nos quais aumentam as emissões de radiações UV, pode ocorrer a ignição espontânea da vegetação seca produzindo fogo, sem intervenção humana. Os grandes incêndios florestais podem provocar a morte de muitas pessoas, mas o calor intenso, nas áreas urbanas, produz um número bem maior de vítimas. Neste verão europeu, já perderam a vida, por excesso de calor, mais de 1.700 pessoas, segundo o escritório europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os mais vulneráveis são os bebês, as crianças e os idosos.

    O verão, no hemisfério norte, neste ano, vem apresentando temperaturas muito elevadas, bem acima das médias de verões anteriores naqueles países, superando recordes de séculos. Portugal, Espanha, Reino Unido, França e Estados Unidos têm sido submetidos a temperaturas que ultrapassam os 40ºC e que têm causado mortes por calor e incêndios florestais. No dia 16 de julho deste ano, a agência de meteorologia francesa, a Météo France, divulgou um mapa mostrando temperaturas acima da média em todo o território francês, que variavam dos 32ºC até valores extremos para os padrões franceses, de 42ºC. É o que eles chamam de canicule ou onda de calor. Os especialistas atribuem essas altas temperaturas às mudanças climáticas, e a tendência é de elevação na próxima década. A climatologista Françoise Vimeu, do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento, não descarta temperaturas em torno de 50°C em futuro próximo. O efeito dessas temperaturas elevadas sobre a população europeia é bastante danoso, uma vez que esses países, acostumados com o frio, não possuem as estruturas de minimização dos efeitos do calor, como nos países de clima quente. As habitações são pouco ventiladas, com os telhados revestidos de material escuro que absorve calor e há quase total ausência de aparelhos de ar-condicionado nas residências, as quais possuem apenas os clássicos aquecedores.

    Na mesma semana de julho, o Brasil também apresentou temperaturas bem elevadas para a estação do inverno, conforme apresentado no mapa do Instituto Nacional de Meteorologia. Apesar de os brasileiros já estarem bem acostumados com o calor e o uso de ventiladores ou aparelhos de ar-condicionado ser comum em nossas residências, com moradias bem adaptadas para temperaturas altas, vale lembrar que as médias acima de 40ºC ocorrem no verão, geralmente nos meses de dezembro a fevereiro, e com duração de alguns dias, sendo logo amenizadas pelas fortes chuvas tropicais, também comuns no verão do país. E, dado o que vem ocorrendo no hemisfério norte, neste ano, é de se esperar temperaturas extremamente elevadas no próximo verão, agora no hemisfério sul. Então, precisamos nos preparar para o enfrentamento de grandes incêndios florestais, tanto em recursos humanos quanto em equipamentos e, principalmente, estabelecer os protocolos de saúde pública necessários para reduzir os riscos de mortes por calor junto às nossas crianças e idosos.

    Como dito anteriormente, 90% dos incêndios florestais são ocasionados por ação humana, daí a grande importância da prevenção por parte da população. Além de evitar as práticas já citadas, não coloque fogo em lixo e nem solte balões. Esta semana, um cidadão norte-americano de 26 anos foi preso em Utah, por provocar um grande incêndio florestal ao queimar uma aranha com um isqueiro na mata. Proteja as nossas florestas e a nossa população.


https://www.revistaemergencia.com.br/blogs/incendios-florestais-e-aquecimento-global/ [Adaptado]

De acordo com o texto, deve-se concluir que
Alternativas
Q3232271 Português

Para responder à questão, considere o texto abaixo.



Incêndios Florestais e Aquecimento Global


Airton Bodstein


   Todos aqueles que acompanham diariamente o noticiário nacional e internacional, através dos principais meios de comunicação, têm se deparado com imagens impressionantes de grandes incêndios florestais que estão ocorrendo em várias partes do mundo, principalmente no hemisfério norte. Todos sabemos que incêndios em florestas sempre ocorreram em função de diversos fatores, como queimadas de vegetação nativa utilizadas na pecuária e na agricultura, acidentes envolvendo crianças brincando com fogo, turistas descuidados fazendo fogueiras para um acampamento provisório ou ainda atos criminosos que provocam os incêndios de maneira intencional. De acordo com o Ministério da Ecologia francês, o país tem, em média, 4 mil incêndios florestais por ano, sendo 90% provocados por atividade humana, geralmente por desconhecimento dos riscos ou imprudência; desse total, 10% são criminosos.

    Entretanto, os incêndios florestais podem também ocorrer devido a causas naturais. A queda de um raio sobre uma vegetação seca pode provocar um incêndio localizado, mas, se houver ventos fortes e baixa umidade do ar, pode rapidamente se espalhar, dependendo da topografia do terreno, de forma a atingir grandes áreas de vegetação e até zonas habitadas. Vale lembrar que, na maioria dos casos, os raios ocorrem durante o período de chuvas que podem dificultar a propagação do fogo.

    Os incêndios florestais se caracterizam por um fogo intenso fora de controle, capaz de produzir graves danos ao meio ambiente pela destruição da vegetação nativa, liberação de grande quantidade de fumaça com gases tóxicos, além de provocar a morte de muitos animais selvagens. Quando ocorrem nas proximidades de áreas habitadas, podem destruir casas e outras instalações, causar a morte de animais domésticos e colocar em risco a vida de pessoas, que, por qualquer razão, não tenham sido evacuadas a tempo; ou ainda provocar sérios acidentes rodoviários por falta de visibilidade nas estradas ocasionada pela fumaça intensa. Aviões e helicópteros utilizados no combate a incêndios também já sofreram acidentes, bem como outros veículos, voluntários e bombeiros que foram cercados pelas chamas em função da mudança repentina de direção dos ventos. O tipo de vegetação também pode influenciar na propagação do fogo. Algumas plantas produzem óleos que atuam como combustível, aumentando a disseminação das chamas. Nos períodos de calor intenso, nos quais aumentam as emissões de radiações UV, pode ocorrer a ignição espontânea da vegetação seca produzindo fogo, sem intervenção humana. Os grandes incêndios florestais podem provocar a morte de muitas pessoas, mas o calor intenso, nas áreas urbanas, produz um número bem maior de vítimas. Neste verão europeu, já perderam a vida, por excesso de calor, mais de 1.700 pessoas, segundo o escritório europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os mais vulneráveis são os bebês, as crianças e os idosos.

    O verão, no hemisfério norte, neste ano, vem apresentando temperaturas muito elevadas, bem acima das médias de verões anteriores naqueles países, superando recordes de séculos. Portugal, Espanha, Reino Unido, França e Estados Unidos têm sido submetidos a temperaturas que ultrapassam os 40ºC e que têm causado mortes por calor e incêndios florestais. No dia 16 de julho deste ano, a agência de meteorologia francesa, a Météo France, divulgou um mapa mostrando temperaturas acima da média em todo o território francês, que variavam dos 32ºC até valores extremos para os padrões franceses, de 42ºC. É o que eles chamam de canicule ou onda de calor. Os especialistas atribuem essas altas temperaturas às mudanças climáticas, e a tendência é de elevação na próxima década. A climatologista Françoise Vimeu, do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento, não descarta temperaturas em torno de 50°C em futuro próximo. O efeito dessas temperaturas elevadas sobre a população europeia é bastante danoso, uma vez que esses países, acostumados com o frio, não possuem as estruturas de minimização dos efeitos do calor, como nos países de clima quente. As habitações são pouco ventiladas, com os telhados revestidos de material escuro que absorve calor e há quase total ausência de aparelhos de ar-condicionado nas residências, as quais possuem apenas os clássicos aquecedores.

    Na mesma semana de julho, o Brasil também apresentou temperaturas bem elevadas para a estação do inverno, conforme apresentado no mapa do Instituto Nacional de Meteorologia. Apesar de os brasileiros já estarem bem acostumados com o calor e o uso de ventiladores ou aparelhos de ar-condicionado ser comum em nossas residências, com moradias bem adaptadas para temperaturas altas, vale lembrar que as médias acima de 40ºC ocorrem no verão, geralmente nos meses de dezembro a fevereiro, e com duração de alguns dias, sendo logo amenizadas pelas fortes chuvas tropicais, também comuns no verão do país. E, dado o que vem ocorrendo no hemisfério norte, neste ano, é de se esperar temperaturas extremamente elevadas no próximo verão, agora no hemisfério sul. Então, precisamos nos preparar para o enfrentamento de grandes incêndios florestais, tanto em recursos humanos quanto em equipamentos e, principalmente, estabelecer os protocolos de saúde pública necessários para reduzir os riscos de mortes por calor junto às nossas crianças e idosos.

    Como dito anteriormente, 90% dos incêndios florestais são ocasionados por ação humana, daí a grande importância da prevenção por parte da população. Além de evitar as práticas já citadas, não coloque fogo em lixo e nem solte balões. Esta semana, um cidadão norte-americano de 26 anos foi preso em Utah, por provocar um grande incêndio florestal ao queimar uma aranha com um isqueiro na mata. Proteja as nossas florestas e a nossa população.


https://www.revistaemergencia.com.br/blogs/incendios-florestais-e-aquecimento-global/ [Adaptado]

A partir da leitura do texto em sua totalidade, depreende-se a intenção comunicativa prioritária de
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567495 Português
O aumento da população idosa tem desafiado ________ planejadores de políticas públicas, pois se trata de uma faixa etária com demandas específicas, como saúde e previdência, _________ exigem legislações compatíveis  ________ tempos _________ vivemos.
As lacunas do texto são, correta e respectivamente, completadas por:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567490 Português
Quando estava entrando na adolescência, no início dos anos 90, era um hábito passar vários finais de semana na casa do meu avô, uma pessoa extremamente sistemática.

     Tinha dias que eu ficava com ele enquanto ele “catava milho”, como minha avó chamava seu hábito de ficar datilografando. Eu gostava muito de fazer companhia para ele. Lembro-me, como se fosse hoje, das histórias que me contava. Eram histórias verídicas, fatos que ele havia vivido e que ele me contava e recontava diversas vezes, como se fossem inéditas a cada vez. E eu sempre as ouvia com muita atenção e admiração, afinal, ele foi meu único referencial de pai.

      Foi o meu avô quem me ensinou a ser íntegro, respeitar os mais velhos e batalhar para ser alguém na vida. Ele sempre usava como exemplo de fracasso pessoas muito próximas, geralmente membros da nossa família, que ele tentou aconselhar, ajudar e dar um direcionamento, mas que foram teimosos e estavam colhendo os frutos ruins de sua teimosia, de não o terem ouvido.

      Agora adulto, vejo que muitas coisas no meu caráter herdei dele: sou sistemático, gosto de estudar, ler e escrever. E algo de que sempre gostei e aprendi, nas tardes e noites ao lado dele, foi a conversar com os mais velhos e a saber ouvi-los.


      Os mais velhos têm muito a contribuir com nossas vidas, independentemente da classe social e origem. Deles podemos extrair momentos preciosos de sabedoria e vivência, porém, para isso, é importante tentar compreendê-los e imaginar como as coisas seriam na época deles, ou na perspectiva deles.

 
      Eu trabalho há quase 10 anos na Previdência Social. Lá atendo, predominantemente, idosos. Pessoas que, na maioria das vezes, além de serem atendidas, querem ser ouvidas. O tempo que passei com o meu avô me auxilia no meu trabalho hoje.

 
     Atendi um senhor de cerca de 70 anos que me inspirou a escrever este texto. Tive necessidade de escrever isso porque, por incrível e estranho que pareça, senti nele o cheiro do meu avô.



(Ruy Carneiro Giraldes Neto. O cheiro do meu avô.
www.folhadelondrina.com.br, 04.03.2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as relações entre as ideias da frase estão em conformidade com o que é afirmado no texto.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567489 Português
Quando estava entrando na adolescência, no início dos anos 90, era um hábito passar vários finais de semana na casa do meu avô, uma pessoa extremamente sistemática.

     Tinha dias que eu ficava com ele enquanto ele “catava milho”, como minha avó chamava seu hábito de ficar datilografando. Eu gostava muito de fazer companhia para ele. Lembro-me, como se fosse hoje, das histórias que me contava. Eram histórias verídicas, fatos que ele havia vivido e que ele me contava e recontava diversas vezes, como se fossem inéditas a cada vez. E eu sempre as ouvia com muita atenção e admiração, afinal, ele foi meu único referencial de pai.

      Foi o meu avô quem me ensinou a ser íntegro, respeitar os mais velhos e batalhar para ser alguém na vida. Ele sempre usava como exemplo de fracasso pessoas muito próximas, geralmente membros da nossa família, que ele tentou aconselhar, ajudar e dar um direcionamento, mas que foram teimosos e estavam colhendo os frutos ruins de sua teimosia, de não o terem ouvido.

      Agora adulto, vejo que muitas coisas no meu caráter herdei dele: sou sistemático, gosto de estudar, ler e escrever. E algo de que sempre gostei e aprendi, nas tardes e noites ao lado dele, foi a conversar com os mais velhos e a saber ouvi-los.


      Os mais velhos têm muito a contribuir com nossas vidas, independentemente da classe social e origem. Deles podemos extrair momentos preciosos de sabedoria e vivência, porém, para isso, é importante tentar compreendê-los e imaginar como as coisas seriam na época deles, ou na perspectiva deles.

 
      Eu trabalho há quase 10 anos na Previdência Social. Lá atendo, predominantemente, idosos. Pessoas que, na maioria das vezes, além de serem atendidas, querem ser ouvidas. O tempo que passei com o meu avô me auxilia no meu trabalho hoje.

 
     Atendi um senhor de cerca de 70 anos que me inspirou a escrever este texto. Tive necessidade de escrever isso porque, por incrível e estranho que pareça, senti nele o cheiro do meu avô.



(Ruy Carneiro Giraldes Neto. O cheiro do meu avô.
www.folhadelondrina.com.br, 04.03.2014. Adaptado)

Ao falar de membros da família que teriam fracassado, o avô ensinava ao neto que
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567488 Português
Quando estava entrando na adolescência, no início dos anos 90, era um hábito passar vários finais de semana na casa do meu avô, uma pessoa extremamente sistemática.

     Tinha dias que eu ficava com ele enquanto ele “catava milho”, como minha avó chamava seu hábito de ficar datilografando. Eu gostava muito de fazer companhia para ele. Lembro-me, como se fosse hoje, das histórias que me contava. Eram histórias verídicas, fatos que ele havia vivido e que ele me contava e recontava diversas vezes, como se fossem inéditas a cada vez. E eu sempre as ouvia com muita atenção e admiração, afinal, ele foi meu único referencial de pai.

      Foi o meu avô quem me ensinou a ser íntegro, respeitar os mais velhos e batalhar para ser alguém na vida. Ele sempre usava como exemplo de fracasso pessoas muito próximas, geralmente membros da nossa família, que ele tentou aconselhar, ajudar e dar um direcionamento, mas que foram teimosos e estavam colhendo os frutos ruins de sua teimosia, de não o terem ouvido.

      Agora adulto, vejo que muitas coisas no meu caráter herdei dele: sou sistemático, gosto de estudar, ler e escrever. E algo de que sempre gostei e aprendi, nas tardes e noites ao lado dele, foi a conversar com os mais velhos e a saber ouvi-los.


      Os mais velhos têm muito a contribuir com nossas vidas, independentemente da classe social e origem. Deles podemos extrair momentos preciosos de sabedoria e vivência, porém, para isso, é importante tentar compreendê-los e imaginar como as coisas seriam na época deles, ou na perspectiva deles.

 
      Eu trabalho há quase 10 anos na Previdência Social. Lá atendo, predominantemente, idosos. Pessoas que, na maioria das vezes, além de serem atendidas, querem ser ouvidas. O tempo que passei com o meu avô me auxilia no meu trabalho hoje.

 
     Atendi um senhor de cerca de 70 anos que me inspirou a escrever este texto. Tive necessidade de escrever isso porque, por incrível e estranho que pareça, senti nele o cheiro do meu avô.



(Ruy Carneiro Giraldes Neto. O cheiro do meu avô.
www.folhadelondrina.com.br, 04.03.2014. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que seu autor nele revela
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567485 Português
Assinale a alternativa em que a expressão é corretamente substituída pelo termo entre parênteses.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567481 Português
       Em 2020, o historiador e professor Mário Sérgio de Moraes teve que interromper uma ação que já tinha virado rotina na casa onde vive com a esposa. Sempre que recebia o neto Mateus, o casal fazia, logo após o almoço, uma sessão colaborativa de contação de histórias. “Inventamos a historinha de três. Eu começava, ele continuava e depois minha mulher”, relembra Moraes.

        A pandemia, contudo, acabou cortando o hábito pela raiz. Em isolamento, a única forma que o casal tinha para conversar com o neto era através das telas do computador e celular. Porém, em pouco tempo, o avô encontrou uma forma de prosseguir o contato com Mateus por meio de histórias. “Para não perder essa relação, eu começava a história no computador, mandava para ele pelo pai e, com aquela letrinha de quarta série, o Mateus continuava e a enviava de volta para mim”, conta o avô. O projeto acabou crescendo tanto que o avô decidiu oferecê-lo a uma editora. Pouco depois saiu o volume “Tudo acaba em 10”, que, segundo o avô, vende bem melhor que seus próprios livros acadêmicos.

      A história de Moraes e Mateus está longe de ser um exemplo único de como avôs e netos vêm se relacionando no mundo contemporâneo. Em vez disso, ela ajuda a escancarar a multiplicidade de experiências e possibilidades familiares. Muitos idosos estão buscando coisas novas e sobretudo entender seu lugar no mundo.


    Hoje, há aproximadamente 1,5 bilhão de avós no mundo, segundo pesquisa da revista The Economist. Com o aumento da expectativa de vida mundial e o envelhecimento da população, dá para arriscar dizer que a importância deles será enorme ao longo do século 21. E isso considerando que seu grande impacto já vem sendo tema de estudos, que apontam que a relação avós/netos foi essencial para a evolução humana ao longo dos séculos.


(Leonardo Neiva. A relação de avós e netos hoje.
https://gamarevista.uol.com.br, 23.07.2023. Adaptado)
O aumento do tempo médio de vida da população e o seu consequente envelhecimento são elementos que levam o autor do texto a concluir que
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567480 Português
       Em 2020, o historiador e professor Mário Sérgio de Moraes teve que interromper uma ação que já tinha virado rotina na casa onde vive com a esposa. Sempre que recebia o neto Mateus, o casal fazia, logo após o almoço, uma sessão colaborativa de contação de histórias. “Inventamos a historinha de três. Eu começava, ele continuava e depois minha mulher”, relembra Moraes.

        A pandemia, contudo, acabou cortando o hábito pela raiz. Em isolamento, a única forma que o casal tinha para conversar com o neto era através das telas do computador e celular. Porém, em pouco tempo, o avô encontrou uma forma de prosseguir o contato com Mateus por meio de histórias. “Para não perder essa relação, eu começava a história no computador, mandava para ele pelo pai e, com aquela letrinha de quarta série, o Mateus continuava e a enviava de volta para mim”, conta o avô. O projeto acabou crescendo tanto que o avô decidiu oferecê-lo a uma editora. Pouco depois saiu o volume “Tudo acaba em 10”, que, segundo o avô, vende bem melhor que seus próprios livros acadêmicos.

      A história de Moraes e Mateus está longe de ser um exemplo único de como avôs e netos vêm se relacionando no mundo contemporâneo. Em vez disso, ela ajuda a escancarar a multiplicidade de experiências e possibilidades familiares. Muitos idosos estão buscando coisas novas e sobretudo entender seu lugar no mundo.


    Hoje, há aproximadamente 1,5 bilhão de avós no mundo, segundo pesquisa da revista The Economist. Com o aumento da expectativa de vida mundial e o envelhecimento da população, dá para arriscar dizer que a importância deles será enorme ao longo do século 21. E isso considerando que seu grande impacto já vem sendo tema de estudos, que apontam que a relação avós/netos foi essencial para a evolução humana ao longo dos séculos.


(Leonardo Neiva. A relação de avós e netos hoje.
https://gamarevista.uol.com.br, 23.07.2023. Adaptado)
É correto afirmar, a partir da leitura do texto, que a dinâmica de contar histórias entre Mateus e seu avô
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567479 Português
O hábito de certas pessoas que se põem ________ reclamar de tudo pode trazer consequências prejudiciais ________ que são assim, já que isso pode não agradar ________ quem está por perto delas e gerar uma reação similar __________ do que se lamenta sempre.

As lacunas do texto são, correta e respectivamente, completadas por:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567478 Português




(Bill Waterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 16.07.2023. Adaptado)


A expressão destacada confere ao trecho em que foi empregada ideia de dúvida em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Sargento |
Q2567476 Português




(Bill Waterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 16.07.2023. Adaptado)


É correto afirmar que o efeito de humor da tira decorre do fato de que
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Aluno-Oficial |
Q2566462 Português
    Nos filmes e histórias em quadrinhos da nossa infância recebíamos uma lição da qual só agora me dou conta. Não era a que o Bem sempre vence o Mal, embora o herói sempre vencesse o bandido. Quem dava a lição era o bandido, e era esta: a morte precisa de uma certa solenidade.

    A vitória do herói sobre o bandido era banalizada pela repetição. Para o mocinho, matar era uma coisa corriqueira, uma decorrência da sua virtude. Já o bandido era torturado pela ideia da morte, pela sua própria vilania, pelo terrível poder que cada um tem de acabar com a vida de outro. O bandido era incapaz de simplesmente matar alguém, ou matar alguém simplesmente. Para ele o ato de matar precisava ser lento, trabalhado, ornamentado, erguido acima da sua inaceitável vulgaridade — enfim, tão valorizado que dava ao herói tempo de escapar e ainda salvar a mocinha. Pois a verdade é que nenhum herói teria sobrevivido à sua primeira aventura se não fosse esta compulsão do vilão de fazer da morte uma arte demorada, um processo com preâmbulo e apoteose, e significado. Nunca entendi por que o bandido não dava logo um tiro na testa do herói quando o tinha em seu poder, em vez de deixá-lo suspenso sobre o poço dos jacarés por uma corda besuntada que os ratos roeriam pouco a pouco, enquanto o gramofone1 tocava Wagner2 . Hoje sei que o vilão queria dar tempo, ao mocinho e à plateia, de refletir sobre a finitude e a perversidade humanas.

    Os vilões do meu tempo de matinês eram invariavelmente “gênios do Mal”, paródias de intelectuais e cientistas cujas maquinações eram frustradas pelo prático mocinho. A imaginação perdia para a ação porque a imaginação, como a hesitação, é a ação retardada, a ação precedida do pensamento, do pavor ou, no caso do bandido, da volúpia do significado. O Mal era inteligência demais, era a obsessão com a morte, enquanto o Bem — o que ficava com a mocinha — era o que não pensava na morte. Quando recapturava o mocinho, mesmo sabendo que ele escapara da morte tão cuidadosamente orquestrada com os ratos e os jacarés, o bandido ainda não lhe dava o rápido e definitivo tiro na testa, para ele aprender. Deixava-o amarrado sobre uma tábua que lentamente, solenemente, se aproximava de uma serra circular, da qual o herói obviamente escaparia de novo. E, se pegasse o mocinho pela terceira vez, nem assim o bandido abandonaria sua missão didática. Sucumbiria à sua outra compulsão fatal, a de falar demais. Mesmo o tiro na testa precisava de uma frase antes, uma explicação, um jogo de palavras. Geralmente era o que dava tempo para a chegada da polícia e a prisão do vilão, derrotado pela literatura.

     Pobres vilões. E nós, inconscientemente, torcíamos pelos burros.


(Luis Fernando Verissimo. O suicida e o computador, 1992.)


1 gramofone: antigo toca-discos.

2 Wagner: Richard Wagner, compositor alemão do século XIX.
“Quando recapturava o mocinho, mesmo sabendo que ele escapara da morte tão cuidadosamente orquestrada com os ratos e os jacarés, o bandido ainda não lhe dava o rápido e definitivo tiro na testa, para ele aprender. Deixava-o amarrado sobre uma tábua que lentamente, solenemente, se aproximava de uma serra circular, da qual o herói obviamente escaparia de novo.” (3o parágrafo)

Nesse trecho, o cronista relata uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela seguinte forma verbal:
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Q2509800 Português
TEXTO II


O que é angústia


     Um rapaz fez-me essa pergunta difícil para ser respondida. Pois depende do angustiado. Para alguns incautos, inclusive, é palavra que se orgulham de pronunciar como se com ela subissem de categoria - o que também é uma forma de angústia.

        Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem se resignar. Ou não se confessar nem a si próprio. Ou não ser o que realmente se é, e nunca se é.

        Angústia pode ser o desamparo de estar vivo. Pode ser também não ter coragem de ter angústia - e a fuga é outra angústia. Mas angústia faz parte: o que é vivo por ser vivo, se contrai.

      Esse mesmo rapaz perguntou-me: você não acha que há um vazio sinistro em tudo? Há sim. Enquanto se espera que o coração entenda.



LISPECTOR, Clarice. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12678/o-que-e-angustia. Acesso em 30 de dezembro de 2022. 
Com a leitura do Texto I, pode-se concluir que:
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Ano: 2023 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2023 - EsSA - Sargento - Geral |
Q2509765 Português

TEXTO V



Imagem associada para resolução da questão



A partir do texto V, leia as assertivas abaixo e depois responda:


I. A tirinha mostra uma ideia de linha do tempo da evolução da comunicação.


II. A ironia do texto está no último personagem que se assemelha ao primeiro, embora esteja com um artefato tecnológico moderno em mãos.


III. Ao lermos a tirinha, podemos inferir que o homem evoluiu na mesma medida da tecnologia.



Diante dos dados, marque o item correto:

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Ano: 2023 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2023 - EsSA - Sargento - Geral |
Q2509762 Português
TEXTO IV

Hino à Bandeira




Observando o Texto IV, pode-se afirmar que:
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Respostas
201: A
202: B
203: D
204: C
205: A
206: A
207: B
208: A
209: B
210: D
211: C
212: A
213: D
214: B
215: D
216: B
217: B
218: C
219: C
220: C