Questões Militares
Sobre morfologia em português
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O grande mal do Brasil tem sido o crime sem castigo. O que reduz a criminalidade é a certeza da punição.
Sobre essa frase, assinale a afirmação correta.
( ) “Vou cantar-te nos meus versos” – a alteração da posição do pronome oblíquo por “vou-te cantar nos meus versos” estaria incorreta, pois deve-se colocar o pronome enclítico em verbos no infinitivo.
( ) No trecho “Por essas fontes murmurantes / Onde eu mato a minha sede / Onde a Lua vem brincar”, a substituição dos termos sublinhados por “em que” não causaria erro sintático.
( ) No trecho “Esse Brasil lindo e trigueiro”, o pronome demonstrativo foi utilizado anaforicamente para introduzir informações novas.
( ) No trecho “A merencória à luz da Lua”, a retirada do acento grave indicativo de crase não gera prejuízo semântico, porém acarreta prejuízo sintático.
Assinale a alternativa correta.
( ) Na oração “O tenente-coronel foi promovido ontem”, o substantivo destacado ficaria no plural “tenentes-coronéis”.
( ) O termo destacado em “Ele é um fora da lei” ficaria “os fora da lei” no plural.
( ) O substantivo composto “corre-corre” pode ser escrito de duas formas no plural, “corre-corres” e “corres-corres”.
( ) O plural dos substantivos “cana-de-açúcar, couve-flor e quinta-feira” é “canas-de-açúcar, couve-flores e quintas-feiras”.
A maioria dos brasileiros se esforça para manter uma alimentação saudável, buscando consumir produtos mais frescos e nutricionalmente ricos. O resultado faz parte de levantamento inédito divulgado hoje (23) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Oito em cada dez brasileiros afirmam que se esforçam para ter uma alimentação saudável e 71% dos entrevistados apontam que preferem produtos mais saudáveis, mesmo que tenham que pagar caro por eles. O mesmo percentual (71%) admite estar satisfeito com a própria alimentação. De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, alimentos saudáveis ajudam a regular o metabolismo. A pesquisa ouviu 3 mil pessoas com mais de 16 anos em 12 regiões metropolitanas brasileiras, entre setembro e outubro do ano passado. A margem de erro é de 1.8 pontos percentuais. O levantamento também compara os resultados atuais com o último estudo, feito em 2010. Apesar da constatação de que os brasileiros têm buscado se alimentar melhor, a pesquisa verificou algumas contradições. A percepção de “ter comido demais” aumentou nos últimos sete anos, passando de 52% em 2010 para 56% no ano passado. Na hora de escolher entre um alimento mais saudável e outro com melhor sabor, 61% admitiram preferir aqueles mais saborosos – alta de cinco pontos percentuais em relação a 2010. O índice de brasileiros que consideram a comida saudável muito sem gosto também é significativo, de 54% em 2010 e 52% em 2017.
I. Já que temos o poder de moldar o mundo de amanhã, devemos agir com responsabilidade para deixar um legado sustentável para as futuras gerações. II. Contanto que sejamos capazes de utilizar os recursos naturais de forma consciente, teremos uma sociedade mais sustentável. III. Não podemos trabalhar para um futuro sustentável, sem que tenhamos um compromisso permanente. IV. Desde que reconheçamos nossa responsabilidade, podemos construir um mundo melhor para as próximas gerações. V. Devemos cuidar do meio ambiente de maneira que possamos preservar os recursos naturais para as gerações futuras.
A respeito dos termos destacados acima, assinale a opção em que as conjunções indicam orações que exprimem condição ou hipótese.
Leia o texto abaixo e, em seguida, responda às questões propostas.
O poder criativo da imperfeição
Já escrevi sobre como nossas teorias científicas sobre o mundo são aproximações de uma realidade que podemos compreender apenas em parte. Nossos instrumentos de pesquisa, que tanto ampliam nossa visão de mundo, têm necessariamente limites de precisão. Não há dúvida de que Galileu, com seu telescópio, viu mais longe do que todos antes dele. Também não há dúvida de que hoje vemos muito mais longe do que Galileu poderia ter sonhado em 1610. E certamente, em cem anos, nossa visão cósmica terá sido ampliada de forma imprevisível.
No avanço do conhecimento científico, vemos um conceito que tem um papel essencial: simetria. Já desde os tempos de Platão, há a noção de que existe uma linguagem secreta da natureza, uma matemática por trás da ordem que observamos.
Platão – e, com ele, muitos matemáticos até hoje – acreditava que os conceitos matemáticos existiam em uma espécie de dimensão paralela, acessível apenas através da razão. Nesse caso, os teoremas da matemática (como o famoso teorema de Pitágoras) existem como verdades absolutas, que a mente humana, ao menos as mais aptas, pode ocasionalmente descobrir. Para os platônicos, a matemática é uma descoberta, e não uma invenção humana.
Ao menos no que diz respeito às forças que agem nas partículas fundamentais da matéria, a busca por uma teoria final da natureza é a encarnação moderna do sonho platônico de um código secreto da natureza. As teorias de unificação, como são chamadas, visam justamente a isso, formular todas as forças como manifestações de uma única, com sua simetria abrangendo as demais.
Culturalmente, é difícil não traçar uma linha entre as fés monoteístas e a busca por uma unidade da natureza nas ciências. Esse sonho, porém, é impossível de ser realizado. Primeiro, porque nossas teorias são sempre temporárias, passíveis de ajustes e revisões futuras. Não existe uma teoria que possamos dizer final, pois nossas explicações mudam de acordo como conhecimento acumulado que temos das coisas. Um século atrás, um elétron era algo muito diferente do que é hoje. Em cem anos, será algo muito diferente outra vez. Não podemos saber se as forças que conhecemos hoje são as únicas que existem.
Segundo, porque nossas teorias e as simetrias que detectamos nos padrões regulares da natureza são em geral aproximações. Não existe uma perfeição no mundo, apenas em nossas mentes. De fato, quando analisamos com calma as “unificações” da física, vemos que são aproximações que funcionam apenas dentro de certas condições.
O que encontramos são assimetrias, imperfeições que surgem desde as descrições das propriedades da matéria até as das moléculas que determinam a vida, as proteínas e os ácidos nucleicos (RNA e DNA). Por trás da riqueza que vemos nas formas materiais, encontramos a força criativa das imperfeições.
GLEISER, Marcelo. O poder criativo da imperfeição (adaptação). Folha de S. Paulo. Disponível em:
https://m.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/08/1331313-o-poder-criativo-da-imperfeicao.shtml .
Acesso em 12 jan 23.
Considerando o número dos substantivos, analise os pares de palavras a seguir.
I- corrimão/corrimões - anão/anões - sultão/sultões
II- ermitão/ermitãos - vilão/vilãos - charlatão/charlatãos
III- guardião/guardiães - ancião/anciães - escrivão/escrivães
IV- sacristão/sacristãos - cidadão/cidadãos - cristão/cristãos
Está correto o que se afirma em
Leia as sentenças, observando a classificação dos advérbios.
I- As crianças corriam depressa para a casa.
II- Quanto empenho tive para terminar o trabalho.
III- Silenciosamente, Maria saiu da sala de reuniões.
IV- O pai ficara completamente imóvel ao saber da notícia.
Há o emprego de advérbio de modo em
