Questões Militares Sobre morfologia em português

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Q1343246 Português
"(...) os animais se comportam irracionalmente quando pressentem um terremoto.." (3º quadrinho). O termo sublinhado transmite a ideia de:
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Q1343239 Português

Sobre o quarto parágrafo do texto (linhas 13 e 14), analise as informações a seguir:

I – Nas linhas 13 e 14, a expressão "Além disso" dá ideia de acréscimo, soma.

II – Na linha 14, o pronome "lo" refere-se ao substantivo "método".

III – Na linha 14, o adjetivo "suspeitos" concorda em gênero e número com o vocábulo "cachorros".

IV – Na linha 14, o adjetivo "infectados" significa "machucados".

Estão corretas as afirmações:

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Q1343234 Português
Assinale a alternativa incorreta em relação à classificação gramatical das seguintes palavras retiradas do texto:
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Q1341251 Português

Leia os textos I, II, III e IV a seguir e assinale a única resposta correta em cada questão:


Assinale a alternativa que apresente a análise correta da classe de palavras grifada, responsável por marcar a ocorrência da transformação da galinha em águia, nos últimos parágrafos do texto III:
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Q1340695 Português
Algumas palavras ou expressões utilizadas na Língua Portuguesa têm como finalidade (objetivo) caracterizar os seres e os objetos. Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada do texto II, O coelhinho de orelhas azuis, tem essa função:
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Q1337467 Português
Observe o trecho do texto 2: “Os pesquisadores esperam aprender a calcular o peso, na equação da felicidade, da comparação que cada um faz de suas próprias conquistas em relação às dos amigos, parentes e vizinhos.” (l. 17 a 19)
O termo destacado tem o mesmo valor morfossintático em:
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Q1337460 Português
O trecho do texto 2, “A nova equação vai levar em conta a, talvez, mais preponderante variável de satisfação ou frustração do ser humano: o outro.” (l. 16 e 17) - levando-se em conta o termo talvez, poderia ser reescrito, sem prejuízo do sentido lógico em:
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Q1335451 Português

No trecho: “O jantar (1) foi maravilhoso (2)! A mãe da Suzana percebeu que (3) escolhi um (4) prato brasileiro (5) que (6) lembrava a moamba (7) de galinha, que eu havia comido na (8) casa dela.”

Classifique as palavras destacadas quanto à morfologia, observando cada número correspondente ao lado da palavra.

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Q1335446 Português

Os item referem-se ao trecho retirado do texto 2.

“No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:

- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.

Eu falei meio tímida:

- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.”


Em: “Eu falei meio tímida:...”, em relação à morfologia, a palavra meio é classificada como um

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Q1334461 Português

Sobre o TEXTO VII, responda à questão.



O TEXTO VII apresenta, de forma clara, que as crianças reagem diante do perigo de modo diferente dos adultos. Os substantivos que melhor definem essa reação, respectivamente, são
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Q1334456 Português

Sobre o texto IV, responda à questão.

“[...] podem não saber exatamente por onde começar.” (linhas 37 e 38) A alternativa que apresenta uma palavra da mesma classe gramatical que a destacada é
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Q1334432 Português
Na passagem “lavem bastante, mais um pouco ainda, para tirar o sujo” (l. 13-14), o termo destacado é morfologicamente equivalente ao que está grifado em:
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Q1334429 Português
Nos versos “Não para de mexer, ô / Que é pra não embolar” (v. 25-26), a expressão sublinhada é exemplo do registro coloquial da língua. Aqui, ela equivale, semanticamente, ao valor adverbial de
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Q1327586 Português
Leia a letra da música “Asa Branca”, conhecida como baião, de autoria da dupla Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Essa canção, composta em 3 de março de 1947, é considerada uma das mais importantes da cultura brasileira. Esse texto servirá de base para você responder o item.

TEXTO 2

ASA BRANCA

Quando oiei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d’água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Intonce eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus óio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração



A Interjeição é uma palavra ou frase que expressa emoções, sentimentos, sensações. Geralmente a interjeição é a expressão das emoções do próprio interlocutor. O eu lírico, ao utilizar a interjeição “ai”, no verso, “Eu preguntei a Deus do céu, ai” (verso 3) quis demonstrar:
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Q744224 Português

TEXTO I

ENTREVISTA
Revista VEJA, 11/12/2013

VEJA – Por que criar uma lei para excluir da política governantes que retrocedem na educação? Eles já não são punidos pelo voto?

ENTREVISTADO – Historicamente, educação pública não tira nem dá voto no Brasil. Isso porque a grande maioria acha que, desde que não faltem uniforme, material e merenda, está tudo muito bem. Uma pesquisa do MEC chama atenção para essa visão limitada sobre o que se passa de verdade nas escolas brasileiras. Os pais dão nota 8,5 para o ensino oferecido aos filhos. Isso mesmo: segundo eles, estamos entre os melhores. Infelizmente, o eldorado não resiste a uma consulta ao ranking mundial. O último saiu na semana passada, e mostra o Brasil em queda: era o 53% da lista; agora está em 57º. entre 65 países. Mas o brasileiro continua sendo generoso ao avaliar a educação – e, se está tão satisfeito, não vai fazer pressão por mudanças. Por isso, precisamos de um estímulo de fora, institucional, para garantir pelo menos o mínimo: que não voltemos atrás.

VEJA – Nenhum país do mundo implantou sistema parecido com o que o senhor propõe. Por que daria certo aqui?

ENTREVISTADO – As sociedades do mundo mais desenvolvido encontram na própria cultura um ambiente de intolerância com a má prestação de serviços públicos. A Ásia, por exemplo, tem a tradição milenar da responsabilização e da cobrança de resultados; isso está enraizado em seu DNA, não é necessário uma lei para criar a pressão. A mesma coisa ocorre em países do Norte europeu, como Noruega e Finlândia. No Brasil é diferente. Precisamos de uma solução própria para esse cenário de dormência em relação à nossa tragédia educacional. Agora, não seremos os primeiros a punir autoridades incapazes de zelar pela qualidade na sala de aula. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, um resultado catastrófico pode levar até ao fechamento de uma escola. Estou sugerindo um caminho original, é verdade, mas foi o que me pareceu mais factível.
“...mas foi o que me pareceu mais factível”; o adjetivo “factível” tem o sentido de:
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Q744223 Português

TEXTO I

ENTREVISTA
Revista VEJA, 11/12/2013

VEJA – Por que criar uma lei para excluir da política governantes que retrocedem na educação? Eles já não são punidos pelo voto?

ENTREVISTADO – Historicamente, educação pública não tira nem dá voto no Brasil. Isso porque a grande maioria acha que, desde que não faltem uniforme, material e merenda, está tudo muito bem. Uma pesquisa do MEC chama atenção para essa visão limitada sobre o que se passa de verdade nas escolas brasileiras. Os pais dão nota 8,5 para o ensino oferecido aos filhos. Isso mesmo: segundo eles, estamos entre os melhores. Infelizmente, o eldorado não resiste a uma consulta ao ranking mundial. O último saiu na semana passada, e mostra o Brasil em queda: era o 53% da lista; agora está em 57º. entre 65 países. Mas o brasileiro continua sendo generoso ao avaliar a educação – e, se está tão satisfeito, não vai fazer pressão por mudanças. Por isso, precisamos de um estímulo de fora, institucional, para garantir pelo menos o mínimo: que não voltemos atrás.

VEJA – Nenhum país do mundo implantou sistema parecido com o que o senhor propõe. Por que daria certo aqui?

ENTREVISTADO – As sociedades do mundo mais desenvolvido encontram na própria cultura um ambiente de intolerância com a má prestação de serviços públicos. A Ásia, por exemplo, tem a tradição milenar da responsabilização e da cobrança de resultados; isso está enraizado em seu DNA, não é necessário uma lei para criar a pressão. A mesma coisa ocorre em países do Norte europeu, como Noruega e Finlândia. No Brasil é diferente. Precisamos de uma solução própria para esse cenário de dormência em relação à nossa tragédia educacional. Agora, não seremos os primeiros a punir autoridades incapazes de zelar pela qualidade na sala de aula. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, um resultado catastrófico pode levar até ao fechamento de uma escola. Estou sugerindo um caminho original, é verdade, mas foi o que me pareceu mais factível.
A alternativa em que o adjetivo mostra uma qualidade ou característica de cunho objetivo e não uma opinião do autor do texto é:
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Q743700 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

“Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas e absurdas que possam parecer”; nesse segmento do texto, o adjetivo “populares” se refere a:
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Q743693 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

“...da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia”; a relação lógica está correta na seguinte opção:
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Q743691 Português

TEXTO

O IDIOMA, VIVO OU MORTO?

Jorge Fernando dos Santos

    O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.

Nos pares abaixo, o adjetivo sublinhado indica uma opinião do autor em:
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Q717369 Português

      As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se importam para ser empáticas, e algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não nos identificar com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado jeito, o que o faz sofrer e os direitos que ele tem.

      Nada impede?

      Desculpe, foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho. Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito. Se pisam no seu pé, reclama e exige que os holofotes se voltem para essa agressão gravíssima. Se pisarem no pé do outro, é porque o outro fez por merecer.

      Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não circulam, não têm amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência. Qualquer estranho que tenha hábitos diferentes dos seus será criticado em vez de aceito e considerado. Os ignorantes têm medo do desconhecido, e o evitam.

      E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de pensar no bem público, colocam seus interesses acima de todos e trabalham só para si, e aí os exemplos se empilham: políticos corruptos, empresários que só visam ao lucro sem respeitar a legislação, pessoas que usam sua posição social para conseguir benefícios que deveriam ser conquistados pelos trâmites usuais, sem falar em atitudes prosaicas como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoro pelo Facebook, faltar [a] compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas “coisinhas” que são feitas no automático sem pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

      É um assunto recorrente: precisamos de mais gentileza etc. e tal. Só que, para muitos, ser gentil é puxar uma cadeira para a moça sentar ou juntar um pacote que alguém deixou cair. Sim, todos muito gentis, mas colocar-se no lugar do outro vai muito além da polidez e é o que realmente pode melhorar o mundo em que vivemos. A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia. Logo, sejamos mais empáticos do que simpáticos. Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma corrente de acertos e de responsabilidade - se colocar no lugar do outro não é uma gentileza que se faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.

                                             (MEDEIROS, Martha. Rev. O Globo: 03/02/2013.)

O par de palavras, formadas por composição ou derivação, cujos constituintes em destaque possuem o mesmo valor significativo é:
Alternativas
Respostas
961: E
962: B
963: B
964: D
965: C
966: A
967: B
968: B
969: A
970: A
971: D
972: C
973: E
974: E
975: D
976: A
977: C
978: C
979: A
980: C