Questões Militares
Sobre morfologia em português
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Texto:
O posto de tenente‐coronel foi introduzido nos exércitos europeus no século XVII. “Tenente‐coronel” resulta da contração do termo “tenente do coronel”, ou seja, o oficial que coadjuva ou substitui o coronel. Nos exércitos da época, os coronéis comandantes dos regimentos eram, muitas vezes, aristocratas nomeados para o cargo, com pouca ou nenhuma experiência militar. O cargo de coronel era, assim, quase honorário e os seus titulares encontravam‐se, muitas vezes, ausentes dos seus regimentos. Foi necessária a criação de um posto de oficial profissional, com experiência militar, que auxiliasse o coronel nas suas funções de comando. Os tenentes‐coronéis acabaram por assumir o comando e a administração efetiva dos regimentos. Tal como aos coronéis, aos tenentes‐coronéis, além do comando regimental, estava atribuído o comando de uma das companhias da unidade. (Disponível em: http://saibadascoisas.blogspot.com.br/2013/09/o‐posto‐de‐tenente‐coronel.html.)
A alternativa que apresenta a mesma regra que norteia a composição do plural do substantivo composto, tenente‐coronel é
Em relação à forma plural dos substantivos abaixo, coloque C para certo ou E para errado.
( ) o álcool – os álcoois
( ) o xadrez – os xadrezes
( ) o escrivão – os escrivões
( ) o tenente-coronel – os tenentes-coronéis
( ) o abaixo-assinado – os abaixos-assinados
Assinale a alternativa com a sequência correta:
I. Os dois processos de formação de palavras em português são a derivação, a partir de palavras primitivas e afixos, e a composição, a partir da junção de dois radicais relacionados entre si.
II. A composição pode ocorrer por coordenação como em couve-flor e arco-íris, ou por subordinação, como em belas-artes e peixe-espada, por exemplo.
III. Já a derivação dá origem a substantivos como analista, corredor e ferroviário. Além disso, a derivação é responsável por originar palavras como folhagem, herbário e pantanal.
IV. Outros processos de formação de palavras existentes na língua portuguesa são a conversão, a monotongação, a reduplicação, a gradação e a combinação.
“Esse crescimento exponencial da população se reflete, também, na superexploração de recursos naturais e na degradação de ambientes em todo o planeta."
No trecho em destaque:
( ) As palavras se e na são classificadas como preposições acidentais.
( ) As palavras de e em são classificadas como preposições essenciais.
( ) A palavra da é classificada como uma preposição essencial combinada.
( ) A palavra na é classificada como uma preposição contraída graças à ressonância nasal.
QUASE; ATRAVÉS; EM TORNO DE; FORA; SIMULTANEIDADE
“...num curioso teste de autoconhecimento: ..." (l.109 e 110)
“(...) desde que não fosse muito caro, pois eram pessoas de modestos recursos." – linhas 6- 7.
Assinale a opção em que a conjunção poderia substituir o vocábulo em destaque SEM modificar o sentido da frase.
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca de surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase “navegar é preciso, viver não", erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural da criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca de surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase “navegar é preciso, viver não", erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural da criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca de surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase “navegar é preciso, viver não", erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural da criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.
Leia o texto a seguir.

Analise as afirmativas abaixo e marque “V" para as afirmações verdadeiras e“F" para as falsas
.( ) Os itens destacados nos trechos “até na identidade..." (1.1) e “Até o passado..." (1.2) pertencem à mesma classe de palavras.
( ) “punks, metaleiros, pagodeiros, sertanejos." (1.3) é um exemplo de aposto explicativo distributivo.
( ) "na opinião do musicólogo" (1.8) sinaliza uma relação de conformidade.
( ) “Conhecer diariamente artistas de diversos gêneros" (1.4) e “noções como a personalidade de certo artista ou a coerência da totalidade de sua obra" (1.7-8) exercem a mesma função sintática.
A alternativa que apresenta a seqüência correta, de cima para baixo, é:
Texto 01
Quando se pergunta à população brasileira, em uma pesquisa de opinião, qual seria o problema fundamental do Brasil, a maioria indica a precariedade da educação. Os entrevistados costumam apontar que o sistema educacional brasileiro não é capaz de preparar os jovens para a compreensão de textos simples, elaboração de cálculos aritméticos de operações básicas, conhecimento elementar de física e química, e outros fornecidos pelas escolas fundamentais.
[. • •]
Certa vez, participava de uma reunião de pais e professores em uma escola privada brasileira de destaque e notei que muitos pais expressavam o desejo de ter bons professores, salas de aula com poucos alunos, mas não se sentiam responsáveis para participarem ativamente das atividades educacionais, inclusive custeando os seus serviços. Se os pais não conseguiam entender que esta aritmética não fecha e que a sua aspiração estaria no campo do milagre, parece difícil que consigam transmitir aos seus filhos o mínimo de educação.
Para eles, a educação dos filhos não se baseia no aprendizado dos exemplos dados pelos pais.
Que esta educação seja prioritária e ajude a resolver os outros problemas de uma sociedade como a brasileira parece lógico. No entanto, não se pode pensar que a sua deficiência depende somente das autoridades. Ela começa com os próprios pais, que não podem simplesmente terceirizar essa responsabilidade.
Para que haja uma mudança neste quadro é preciso que a sociedade como um todo esteja convencida de que todos precisam contribuir para tanto, inclusive elegendo representantes que partilhem desta convicção e não estejam pensando somente nos seus benefícios pessoais.
Sobre a educação formal, aquela que pode ser conseguida nos muitos cursos que estão se tornando disponíveis no Brasil, nota-se que muitos estão se convencendo de que eles ajudam na sua ascensão social, mesmo sendo precários. O número daqueles que trabalham para obter o seu sustento e ajudar a sua família, e ao mesmo tempo se dispõe a fazer um sacrifício adicional frequentando cursos até noturnos, parece estar aumentando.
A demanda por cursos técnicos que elevam suas habilidades para o bom exercício da profissão está em alta. É tratada como prioridade tanto no governo como em instituições representativas das empresas. O mercado observa a carência de pessoal qualificado para elevar a eficiência do trabalho.
Muitos reconhecem que o Brasil é um dos países emergentes que estão melhorando, a duras penas, a sua distribuição de renda. Mas, para que este processo de melhoria do bem-estar da população seja sustentável, há que se conseguir um aumento da produtividade do trabalho, que permita, também, o aumento da parcela da renda destinada à poupança, que vai sustentar os investimentos indispensáveis.
A população que deseja melhores serviços das autoridades precisa ter a consciência de que uma boa educação, não necessariamente formal, é fundamental para atender melhor as suas aspirações.
(YOKOTA, Paulo. Os problemas da educação no Brasil. Em http://www,cartacapital.com.br/
educacao/os-problemas-da-educacao-no-brasil- 657.html - Com adaptações)
Os ratos
Há ali perto um ruído, dum móvel dali do quarto. Venha! Incorpora no chiado amorfo, unido... Tem medo de decompor esse conjunto, de seguir uma linha qualquer naquela massa...
Agora é um guinchinho... Várias notinhas geminadas... Parou... O seu chiado voltou a ter aquela uniformidade, aquela continuidade... E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer? Ele se põe a escutar agudamente. Um esforço para afastar aquele conjunto amorfo de ruidozinhos, aquele chiado... Lá está, num canto, no chão, o guinchinho, feito de várias notinhas geminadas, fininhas...
São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...
A casa está cheia de ratos...
[...]
Está com sono. Mas é preciso reagir. É preciso examinar bem ...
E ele passa outra vez a sua ideia numa
crítica. Vê tudo quanto há de sensato e de absurdo nela...
Acordar Adelaide?
Ouve a sua voz, volumosa, retumbando ali dentro do quarto... Ouve-se dizer, com voz cavernosa, estranha, saindo do silêncio: " - Adelaide... Adelaide...” Ela não acorda no primeiro momento. “- Adelaide...” Não se anima. Talvez que o filho se mexa, que ela se acorde. Aí então, com voz baixa, natural, apenas informativa:"- Adelaide... Você não tem medo que os ratos possam... (“ - Sim...?”) estar mexendo no dinheiro?...” -Não mexem, não.”- E ela se volta outra vez na cama para dormir...
Naziazeno se tranquiliza...
Ouve a respiração do filho. Ele dorme um sono pesado, igual.
Naziazeno examina os “fundamentos” daquela sua tranqüilidade. Seria essa - está por jurar - a opinião de Adelaide... “Não mexem...” Pode se tranquilizar, pois. Nunca ouviu falar que houvessem roído um dinheiro assim. "- Você acha possível, Adelaide, que os ratos roam dinheiro?...” “- É: eles roem papel. Dinheiro é um papel engraxado...”
Faz-se um grande tumulto dentro da sua cabeça!
[...]
Está exausto... Tem uma vontade de se entregar, naquela luta que vem sustentando, sustentando... Quereria dormir... Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento...Quereria dormir...
Não sabe que horas são. De fora, do pátio, chega-lhe um como que pipilar, muito fraco e espaçado.
Quereria dormir...
Mas que é isso?!... Um baque?...
Um baque brusco do portão. Uma volta sem cuidado da chave. A porta que se abre com força, arrastando. Mas um breve silêncio, como que uma suspensão... Depois, ele ouve que lhe despejam (o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-lhe o leite...) que lhe despejam festivamente o leite. (O jorro é forte, cantante, vem de muito alto...) - Fecham furtivamente a porta... Escapam passos leves pelo pátio... Nem se ouve o portão bater...
E ele dorme.
MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 7. ed. São Paulo: Ática, 1980. p. 149-57.
Vocabulário: via-crúcis - caminho da cruz.
A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.
I. O pronome OUTRA é adjetivo indefinido e junto com o substantivo VEZ significa novamente.
II. SE VOLTA significa retorno.
III. A preposição PARA tem valor semântico de finalidade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):



