Questões Militares Sobre morfologia em português

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Q1333262 Português

Leia o trecho seguinte e responda ao item.

“Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para o sobrinho: o livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-lo funcionar...”

Indique a alternativa que classifica morfologicamente de modo correto as palavras destacadas do trecho acima.
Alternativas
Q1329000 Português

Leia o Texto 10 para responder aos item.

 

Há, na fala da mãe de Calvin, no 2o quadrinho da tirinha, duas orações: “É comida vegetariana. Faz bem pra você”. Mantendo o efeito de sentido expresso na tirinha, só não seria possível unir as duas orações por meio da conjunção:
Alternativas
Q1328992 Português

Leia o Texto 03 para responder aos item.


Analise os períodos apresentados a seguir.


I. “vestiu o avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento”. (1. 06-07)

II. “Há comidas muito atrativas, como batatas fritas, que dão trabalho para fazer”. (1. 13-14)

III. “Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha”. (1. 32)

Assinale a alternativa em que a palavra “para” NÃO introduz oração subordinada.


Alternativas
Q1327893 Português
Assinale a alternativa em que o termo em destaque apresenta a mesma classe gramatical de em: “Por que há sempre uma árvore nas ilhas desertas?”
Alternativas
Q1327892 Português
Observe a fala de Hagar no primeiro quadrinho: “Sabe o que eu me pergunto?” Assinale a opção em que o ‘QUE’ das frases abaixo tem a mesma classe gramatical da empregada pelo personagem.
Alternativas
Q1327890 Português
No texto, há algumas palavras empregadas no diminutivo. Assinale a opção em que esse emprego tem valor afetivo.
Alternativas
Q1327888 Português
Assinale a opção em que o adjetivo destacado NÃO dá ideia de aumentativo.
Alternativas
Q1327737 Português

OS PEQUENOS MALABARISTAS

Walcyr Carrasco

Paro no semáforo. Um garoto muito desajeitado entra na frente do carro. Começa a agitar dois pedaços de madeira. Gira um, gira outro. Derruba no chão. Pega e volta a tentar o malabarismo. Vem a luz verde. Ele corre na minha janela. Quando entrego uma cédula, uma amiga, no banco do passageiro, reclama: 

– Você não devia ter dado.

Na minha opinião, não se trata propriamente de esmola: 

 – Pelo menos, ele está tentando fazer alguma coisa para ganhar dinheiro. Se continuar insistindo, pode vir a ser até um bom malabarista.

De fato. Dias atrás, assisti ao desempenho de outro menino, com três bolas, que as jogava, uma atrás da outra. Até gostei. Minha amiga explicou didaticamente. 

 – Existem máfias que exploram esses garotos. Se você der o dinheiro, estará ajudando os bandidos.

Já ouvi essa acusação muitas outras vezes. É possível, mais ainda, provável. 

– Mas, se eu não der o dinheiro, aí que não estarei ajudando coisa nenhuma. 

Houve uma época em que, mal parava no semáforo, alguém jogava um balde d’água no meu vidro. Depois limpava. Um serviço não pedido que, frequentemente, causava mau humor. Serei franco. Não costumo andar com dinheiro. Moedas boto em um vidro e depois troco todas de uma vez. Por um motivo simples. As moedas pesam no bolso. Minha barriga há tempos está pior que a do Papai Noel. As calças escorregam até embaixo do umbigo. Costumo andar pisando nas barras. Com o peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua. 

 Cada vez que alguém jogava água no meu vidro, eu me sentia na obrigação de avisar que não tinha dinheiro. Recebia de volta um olhar de péssimo humor. Pior, de descrença. Quem passa os dias numa esquina limpando vidros simplesmente não acredita em um motorista que diz estar sem nenhum trocado.

Do ponto de vista humano, entretanto, sempre considerei mais correta a atitude de querer fazer alguma coisa para merecer o auxílio. Noite dessas, por exemplo, parei em um viaduto. Um deficiente físico já adulto bateu no meu vidro. Fiz um gesto para indicar que estava sem nada. Ele começou a gritar comigo. Fugi. Os meninos malabaristas sorriem, tentam fazer seu espetáculo. Confio que em breve os pequenos paulistanos também estarão dando verdadeiros shows, embora eventualmente possa haver um ou outro vidro arrebentado após um show de bolas. Já vi, em outras ocasiões, palhaços maquiados, gente fantasiada. Recentemente, deparei com um engolidor de fogo. Fiquei bem apavorado enquanto ele engolia chamas no meio da rua. Um errinho... e até eu poderia estar no meio da fogueira!  

Enfim, no futuro um folheto turístico da cidade poderá até fazer referência aos números circenses exercidos nos semáforos

Muitas pessoas que conheço compartilham a opinião de minha amiga. Não concordam em pagar pelos shows de semáforos. O discurso é sempre o mesmo, e não posso negar que tenha sua lógica. 

– Essas crianças não deveriam estar na esquina, mas estudando – explica um conhecido. 

Concordo. Mas também sou realista. A verdade, só quem sabe, são essas crianças. Talvez o pouco que consigam seja essencial para sua sobrevivência. Certamente, praticar malabarismo é uma alternativa bem melhor que assaltar. Mas não tenho certeza do que é certo ou errado nessa situação. Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com perplexidade cada vez maior. Fico confuso. Tenho vontade de ajudar, de pagar meu “ingresso” até pelos números malfeitos. Fico pensando: que mundo é este onde mesmo um gesto de caridade é motivo de dúvida?

(Carrasco, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. São Paulo: Moderna, 2015.)


De acordo com o contexto em que as palavras aparecem, marque a alternativa cuja palavra em destaque tenha o sentido de tempo:
Alternativas
Q1327736 Português

OS PEQUENOS MALABARISTAS

Walcyr Carrasco

Paro no semáforo. Um garoto muito desajeitado entra na frente do carro. Começa a agitar dois pedaços de madeira. Gira um, gira outro. Derruba no chão. Pega e volta a tentar o malabarismo. Vem a luz verde. Ele corre na minha janela. Quando entrego uma cédula, uma amiga, no banco do passageiro, reclama: 

– Você não devia ter dado.

Na minha opinião, não se trata propriamente de esmola: 

 – Pelo menos, ele está tentando fazer alguma coisa para ganhar dinheiro. Se continuar insistindo, pode vir a ser até um bom malabarista.

De fato. Dias atrás, assisti ao desempenho de outro menino, com três bolas, que as jogava, uma atrás da outra. Até gostei. Minha amiga explicou didaticamente. 

 – Existem máfias que exploram esses garotos. Se você der o dinheiro, estará ajudando os bandidos.

Já ouvi essa acusação muitas outras vezes. É possível, mais ainda, provável. 

– Mas, se eu não der o dinheiro, aí que não estarei ajudando coisa nenhuma. 

Houve uma época em que, mal parava no semáforo, alguém jogava um balde d’água no meu vidro. Depois limpava. Um serviço não pedido que, frequentemente, causava mau humor. Serei franco. Não costumo andar com dinheiro. Moedas boto em um vidro e depois troco todas de uma vez. Por um motivo simples. As moedas pesam no bolso. Minha barriga há tempos está pior que a do Papai Noel. As calças escorregam até embaixo do umbigo. Costumo andar pisando nas barras. Com o peso das moedas, uma ou duas vezes quase fiquei de cuecas na rua. 

 Cada vez que alguém jogava água no meu vidro, eu me sentia na obrigação de avisar que não tinha dinheiro. Recebia de volta um olhar de péssimo humor. Pior, de descrença. Quem passa os dias numa esquina limpando vidros simplesmente não acredita em um motorista que diz estar sem nenhum trocado.

Do ponto de vista humano, entretanto, sempre considerei mais correta a atitude de querer fazer alguma coisa para merecer o auxílio. Noite dessas, por exemplo, parei em um viaduto. Um deficiente físico já adulto bateu no meu vidro. Fiz um gesto para indicar que estava sem nada. Ele começou a gritar comigo. Fugi. Os meninos malabaristas sorriem, tentam fazer seu espetáculo. Confio que em breve os pequenos paulistanos também estarão dando verdadeiros shows, embora eventualmente possa haver um ou outro vidro arrebentado após um show de bolas. Já vi, em outras ocasiões, palhaços maquiados, gente fantasiada. Recentemente, deparei com um engolidor de fogo. Fiquei bem apavorado enquanto ele engolia chamas no meio da rua. Um errinho... e até eu poderia estar no meio da fogueira!  

Enfim, no futuro um folheto turístico da cidade poderá até fazer referência aos números circenses exercidos nos semáforos

Muitas pessoas que conheço compartilham a opinião de minha amiga. Não concordam em pagar pelos shows de semáforos. O discurso é sempre o mesmo, e não posso negar que tenha sua lógica. 

– Essas crianças não deveriam estar na esquina, mas estudando – explica um conhecido. 

Concordo. Mas também sou realista. A verdade, só quem sabe, são essas crianças. Talvez o pouco que consigam seja essencial para sua sobrevivência. Certamente, praticar malabarismo é uma alternativa bem melhor que assaltar. Mas não tenho certeza do que é certo ou errado nessa situação. Sou só um sujeito que anda olhando o mundo com perplexidade cada vez maior. Fico confuso. Tenho vontade de ajudar, de pagar meu “ingresso” até pelos números malfeitos. Fico pensando: que mundo é este onde mesmo um gesto de caridade é motivo de dúvida?

(Carrasco, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. São Paulo: Moderna, 2015.)


Assinale a alternativa em que a palavra “ingresso” se apresente em uma classe gramatical diferente da que se encontra no seguinte trecho: “... de pagar meu ingresso, até pelos números mal feitos” (15º parágrafo)
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Alternativas
Q962713 Português

TEXTO:


“Nesta vida, temos três professores importantes: o 'Momento Feliz’, o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'. O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar. O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar. O Momento Difícil mostra o que somos capazes de superar.'

                                                                            Mário Quintana (1906-1994).

QUINTANA, Mário Mensagem. Disponível em:<http://certform66. blogspot. com.br/2015/12/intimidades-reflexivas-512.html>. Acesso em: 27jul.2017.

Nos três últimos períodos que compõem o enunciado linguístico em análise, aparece a forma verbal “mostra" seguida de “o que’, ou seja, de
Alternativas
Q962711 Português

Quanto aos recursos linguísticos presentes na composição dessa mensagem, é correto afirmar que


I. o artigo indefinido “um” generaliza a ideia expressa pelo substantivo que ele modifica.

II. a interrogação no final da primeira frase traduz a incerteza do enunciador quanto à resposta a ser dada.

III. o pronome “Ele” retoma, anaforicamente, o termo "policial" para estabelecer com o interlocutor uma relação dialógica.

IV. a vírgula que isola o nome “cidadão” tem uso obrigatório, segundo a norma-padrão da lingua portuguesa, por destacar um aposto.

V o possessivo “sua" gera uma ambiguidade no discurso, uma vez que o leitor fica sem saber definir qual o referente a que esse signo remete.


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Q924102 Português
   Comum no jornalismo, o infográfico usa elementos visuais (imagens, fotografia, desenhos, números) e a linguagem verbal para se expressar. O resultado é um texto informativo, de compreensão fácil e rápida. Este infográfico faz um resumo prático de um dos aspectos ligados ao tema desta prova.

Texto VI



Disponível em <profissionalnutrition.blogspot.com.br> (Acesso em 12/09/2017.)
A palavra leguminosas é formada a partir de legume seguida pela terminação -osa(s). O uso desse elemento final deu à palavra um sentido de
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868957 Português
No período “Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão: (...)” - linhas 24 e 25 – a vírgula presente nessa frase poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, pela seguinte conjunção:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868955 Português
Na frase: “Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro.” - linhas 32, 33 e 34 – as palavras destacadas são classificadas quanto a sua classe, respectivamente, como
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868952 Português
Em “Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala (...)” - linhas 01 e 02 - o valor semântico de mal estabelece gramaticalmente entre as orações que liga uma relação de
Alternativas
Q867818 Português

Leia a tira para responder à questão.


            

O vocábulo ou, no contexto do primeiro ao quarto quadrinho, estabelece entre os termos sentido de exclusão, assim como se observa na frase:
Alternativas
Q867817 Português

Leia a tira para responder à questão.


            

O vocábulo mais, no contexto do primeiro ao quarto quadrinho, expressa sentido de
Alternativas
Q867815 Português

      Um tubarão zebra teve três filhotes sem manter relações sexuais com um macho na Austrália. A fêmea, chamada Leonie, já havia dado crias em 2012, após o cruzamento com um tubarão chamado Leo. Desde 2013, eles não vivem no mesmo tanque, o que intrigou cientistas e levou a uma análise do caso.

      “Pensamos que ela poderia ter guardado esperma dentro de si, mas, quando fizemos testes nos filhotes comparando DNA com o do possível pai, constatamos que eles tinham apenas as células da Leonie”, de acordo com Christine Dudgeon, pesquisadora biomédica da Universidade de Queensland, na Austrália.

      O tubarão mudou seu método de reprodução sexuada para um processo assexuado chamado partenogênese – do grego, “criação virgem” –, que não exige fertilização e é mais comum em plantas e animais invertebrados, apesar da existência de casos semelhantes em lagartos e tubarões.

      Esta é a primeira vez que cientistas registram um caso de transição de reprodução sexuada para assexuada. A partenogênese é rara e foi registrada somente sete vezes em tubarões, segundo a ABC News australiana.

(Lucas Agrela. Sem machos, tubarão fêmea se reproduz de forma rara em cativeiro, 17.01.2017. http://exame.abril.com.br. Adaptado)

A palavra assexuado foi formada com um prefixo de negação, assim como o vocábulo:
Alternativas
Q865224 Português

Considere o texto da charge e avalie as afirmações abaixo.


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I – No primeiro quadrinho, o grau comparativo de superioridade para o adjetivo “grande”, é “maior”, e o superlativo absoluto é “máximo”.

II – No segundo quadrinho, a palavra “humanidade” adjetiva o termo “esfrangalhada”.

III – No terceiro quadrinho, há um adjetivo que qualifica uma locução pronominal com valor semântico de “ele”.

IV – No quarto quadrinho, o grau superlativo relativo de inferioridade para o adjetivo biforme “macabro” é “o menos macabro”.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q859314 Português

Leia o texto de Drauzio Varella para responder à questão.


      Passei dois anos escrevendo o livro que acabo de terminar. A tarefa não foi realizada em tempo integral, mas nos momentos livres que ainda me restam.

      Há escritores que precisam de silêncio, solidão e ambiente adequado para a prática do ofício. Se fosse esperar por essas condições, teria demorado 20 anos para publicá-lo, tempo de vida de que não disponho, infelizmente.

      Por força da necessidade, aprendi a escrever em qualquer lugar em que haja espaço para sentar com o computador. Por exemplo, nas salas de embarque durante as viagens de bate e volta que sou obrigado a fazer. Consigo me concentrar apesar das vozes esganiçadas que anunciam os voos, os atrasos, as trocas de portões, a ordem nas filas, os nomes dos retardatários.

      Mal o avião levanta voo, puxo a mesinha e abro o computador. Estou nas nuvens, às portas do paraíso celestial. O telefone não vai tocar, ninguém me cobrará o texto que prometi, a presença na palestra para a qual fui convidado, os e-mails atrasados.

      Minha carreira de escritor começou com “Estação Carandiru”, publicado quando eu tinha 56 anos. Foi tão grande o prazer de contar aquelas histórias, que senti ódio de mim mesmo por ter vivido meio século sem escrever livros.

      A dificuldade vinha da timidez e da autocrítica. Para mim, o que eu escrevesse seria fatalmente comparado com Machado de Assis, Gógol, Faulkner, Joyce, Pushkin, Turgenev ou Dante Alighieri. Depois do que disseram esses e outros gênios, que livro valeria a pena ser escrito?

      A resposta encontrei em “On Writing”, livro que reúne entrevistas e textos de Ernest Hemingway sobre o ato de escrever. Em conversa com um estudante, Hemingway diz que, ao escritor de nossos tempos, cabem duas alternativas: escrever melhor do que os grandes mestres já falecidos ou contar histórias que nunca foram contadas.

      De fato, se eu escrevesse melhor do que Machado de Assis, poderia recriar personagens como Dom Casmurro ou descrever com mais poesia o olhar de ressaca de Capitu.

      Restava a outra alternativa: a vida numa cadeia com mais de 7.000 presidiários, na cidade de São Paulo, nas últimas décadas do século 20, não poderia ser descrita por Tchékhov, Homero ou pelo padre Antonio Vieira. O médico que atendia pacientes no Carandiru havia dez anos era quem reunia as condições para fazê-lo.

      Seguindo o mesmo critério, publiquei outros livros. Às cotoveladas, a literatura abriu espaço em minha agenda. Há escritores talentosos que se queixam dos tormentos e da angústia inerentes ao processo de criação. Não é o meu caso, escrever só me traz alegria.

      Diante da tela do computador, fico atrás das palavras, encontro algumas, apago outras, corrijo, leio e releio até sentir que o texto está pronto. Às vezes, ficou melhor do que eu imaginava. Nesse momento sou invadido por uma sensação de felicidade plena que vai e volta por vários dias.

                                                                  (www.folha.uol.com.br, 13.05.2017. Adaptado) 

Na frase – Mal o avião levanta voo, puxo a mesinha e abro o computador. (4° parágrafo) –, o termo destacado estabelece relação de
Alternativas
Respostas
661: B
662: E
663: E
664: A
665: E
666: C
667: D
668: E
669: B
670: A
671: C
672: A
673: E
674: D
675: D
676: C
677: A
678: E
679: D
680: D