Questões Militares
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 824 questões
Leia a frase abaixo para responder à pergunta:
“Chegando mais perto, raios finíssimos de sol atravessavam a pedra"
Um dos sentidos atribuídos ao emprego do gerúndio (“chegando mais perto”) é:
Leia a frase abaixo para responder à questão:
“A pedra, no meio do caminho, era permeável: se chovesse, ficava encharcada”
No verbo “chovesse”, o modo subjuntivo expressa o
seguinte significado:

VOCABULÁRIO –
Texto: “COISAS QUE EU FARIA”
Trufas: cogumelo comestível; bombom aromatizado com conhaque.
Bazuca: lança-foguetes; arma que dispara granadas.
Proust: escritor francês; autor de “Em busca do tempo perdido”.
Engajado: empenhado, comprometido.
Bolsa sabática: bolsa de estudos para cursos no exterior.
Farniente: ociosidade agradável; fazer nada, ócio.
In loco: no lugar; no próprio local.
Contrita: constrangida; contida; arrependida.
Altruísta: aquele que se preocupa com o bem-estar e a felicidade alheios.
Tonitruante: com estrondo, muito ruidoso.
Fariseus: membros de um grupo judaico que vivia na estrita observância de preceitos religiosos; pessoas que seguem rigorosamente as formalidades de uma religião.
Leia os trechos abaixo:
“A minha instituição financiaria um ano de ociosidade (...)” (l.10)
“Se eu fosse o presidente dos Estados Unidos (...)” (l.16)
“Passaria a eternidade me esbaldando por aí.” (l.25)
O autor emprega verbos e pronomes em 1ª pessoa para:

Leia o trecho: “Se o paciente tiver qualquer um desses sintomas, primeiro ele evitará o uso de medicação sem indicação médica...”.
Nos verbos destacados, existe a correlação verbal, explorando os tempos correspondentes. Considerando o emprego dos verbos destacados nas frases abaixo, assinale a alternativa correta:
Leia atentamente o trecho abaixo:
Dona Luísa, a vizinha, disse:
- Dá um comprimido pra febre, ele não pode ficar assim!
Se a narradora não tivesse utilizado a forma de diálogo, seria possível compreendê-la do mesmo modo, utilizando outra forma de discurso.
Propomos a seguir a reescritura desse trecho, substituindo a forma do diálogo (discurso direto) para a fala da narradora (discurso indireto).
Esta reescrita se faz de forma adequada em:
Solos saudáveis geram autonomia, nesiliência e produtividade no longo prazo
Um solo vivo e saudável é necessário para que as plantas e as pessoas sejam saudáveis. Na agricultura industrial, o solo é considerado um mero substrato ao qual fertilizantes, corretivos e sementes de organismos geneticamente modificados (transgênicos) são adicionados. Essa agricultura não é apropriada aos agricultores familiares. Ao contrário, na agroecologia, o manejo que garanta a vida do solo é muito importante e isto exige cuidados para além do aporte de fertilizantes e corretivos.
Todos querem solos saudáveis, mas poucos se preocupam com o que degrada o solo. A verdadeira causa da degradação é a forma como temos tratado o solo. Devemos entender que o solo tem de ser mantido vivo, para isto precisamos entender que a vida do solo precisa do mesmo que um ser humano: uma casa (uma boa estrutura do solo, para que os organismos possam viver lá), com uma boa cobertura (a cobertura do solo), um ambiente limpo (sem o uso de agrotóxicos), água (mas não muita), ar e alimentos. Os organismos, como nós, se alimentam de matéria orgânica. A matéria orgânica é também responsável pela cobertura do solo e em grande parte pela estrutura do solo. À estrutura, os torrões do solo, é responsável pela infiltração de água e aeração do solo.
O preparo excessivo do solo e o emprego de maquinárío pesado destroem a estrutura do solo, destroem a casa dos organismos do solo. Com boa qualidade do solo e matéria orgânica suficiente, você pode diminuir ou abolir o uso de fertilizantes químicos. E, mesmo se fertilizantes químicos são utilizados, mesmo assim a matéria orgânica é necessária para alimentar o solo. Fertilizantes químicos alimentam as plantas e não os solos. Se alimentarmos o solo, podemos alimentar o mundo. [...]
Solo com vida, com boa qualidade, dá autonomia aos agricultores, além de resiliência e produtividade no longo prazo. E por isso que o solo saudável é importante para os agricultores familiares. Mas as famílias agricultoras também são importantes para os solos, porque a formação e a manutenção de solos saudáveis exigem dedicação e trabalho - exatamente o que os agricultores familiares fazem. [...]
Janneke Bruil (Texto adaptado. Disponível em: http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Meio-Ambiente/Solos-saudaveis-geram-autonomia-resiliencia-e-produtividade-no-longo-prazo/3/36208.
Acesso em 28 de maio de 2016)
No trecho “O preparo excessivo do solo e o emprego de maquinário pesado destroem a estrutura do solo, destroem a casa dos organismos do solo. Com boa qualidade do solo e matéria orgânica suficiente, você pode diminuir ou abolir o uso de fertilizantes químicos. E, mesmo se fertilizantes químicos são utilizados, mesmo assim a matéria orgânica é necessária para alimentar o solo. Fertilizantes químicos alimentam as plantas e não os solos. Se alimentarmos o solo, podemos alimentar o mundo. [...]”, há:
I. uma forma verbal no futuro simples do modo indicativo subjuntivo.
II. um verbo que, de acordo com a flexão modo-temporal, não está empregado corretamente.
III. uma forma verbal no presente simples do modo imperativo afirmativo.
IV. um verbo que não pode ser conjugado na Ia pessoa do singular do presente
do indicativo.
Leia o fragmento retirado do texto:
“- Assisti a uma fita de cinema com um artista que representa muito bem.” - linhas 24 e 25.
Assinale a opção na qual o verbo “assistir” possui significado semelhante ao apresentado no trecho acima.
A questão refere-se ao Texto 1.

Marque a alternativa em que o verbo destacado está classificado corretamente quanto à transitividade.
VTD – verbo transitivo direto VTI – verbo transitivo indireto VI – verbo intransitivo
A questão refere-se ao Texto 1.



Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel
Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer
Só peço, avocê
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer
Disponível em <https://www.letras.mus.br/toquinho/87320/>

Durante toda a minha trajetória escolar, nunca vi nos professores apenas um caminho para ganhar algum conhecimento em matemática, geografia, literatura. Para mim, eles eram muito mais.
Na menor brecha que abriam, eu sugava de meus mestres formas de compreender os momentos embaçados da vida, formas de fazer a minha realidade melhor. Professor é o mundo todo sintetizado em giz, apagador e tutano.
Na adolescência, uma professora marcou minhas lembranças para sempre ao me emprestar, juro, apenas emprestar, a antologia poética do Drummond, que tinha capa dura verde e páginas em um papel tão fino que parecia que a qualquer momento iria se desintegrar. Li quase inteira, aprendi de um tudo.
"É para você se inspirar para o amor, refletir sobre a dureza da existência, engrossar o couro para o futuro. O poeta foi comedor de arroz com feijão igual a nós todos, mas deixou a alma viajar por grandes banquetes", dizia um bilhete da professora.
Talvez não seja muito pedagógico para os que ensinam estreitar laços com os que devem aprender, pois isso poderia gerar conflitos de autoridade, confusão com as tarefas atribuídas aos pais. Mas as batalhas abertas atualmente no ambiente escolar trazem a mim uma nostalgia danada daquele tempo em que a mesa do professor era coberta de flores do campo - muito mais campo do que flores -, doce caseiro, desenhos, poesias e outros mimos levados pela criançada.
Para mim, o professor foi um bálsamo salvador das pequenas e grandes angústias de ser um menino incomum fisicamente na escola. /.../
Bastava um exemplo, algumas palavras seguras, uma recomendação de um livro. Um mestre que repita o mantra "acredite que vai dar tudo certo, vá em frente, que é possível" faz toda a diferença.
Em outra situação estudantil, fui atrevido a ponto de ir à casa de um dos mestres (no interior do país, tem dessas coisas). Eu precisava como em uma emergência sufocante saber até quando eu teria de esperar para viver um grande amor, afinal, eu "já" tinha 16 anos. 0 professor me recebeu, levou totalmente a sério a minha dúvida e recomendou o melhor remédio de todos para os desesperados: "Tenha paciência. Seu tempo vai chegar".
/.../
Jairo Marques. Folha de São Paulo, 11/10/2011. Disponível em<http://wwwl .folha.uol.br/fsp/cotidian/ffl 110201105.htm>






