Questões Militares
Comentadas sobre morfologia - verbos em português
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Entenda por que a Praia do Futuro tem o maior número de afogamentos em Fortaleza



Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2025/07/25/entenda-por-que-a Acesso em 28/07/2025. Adaptado.
Leia as sentenças abaixo:
I‐ Saudai os que vão morrer.
II‐ Infelizmente não puderam apresentar efusivamente a todos o projeto vencedor.
III‐ Não arguímos mais da metade dos candidatos no dia de hoje.
Assinale a alternativa que traz respectiva e correta correspondência dos verbos destacados nas sentenças, ao se trocar as pessoas do plural para as mesmas pessoas do singular, mantendo‐se o mesmo tempo verbal.
• Não é só o que as pessoas __________ na mudança das roupas, mas também o que podem cheirar com a chegada daquele Bruno tão lavadinho.
• No intervalo, em vez de brincar a correr, todos __________ passar perto do Bruno, mesmo a fingir que estão lá para fazer outra coisa qualquer.
• Eu olhava a Romina, o sol na porta e o Bruno também. Eles todos juntos _________ um quadro na minha imaginação.
• A carta continua bonita. Enquanto eu leio, Bruno __________ a cara afundada nos braços, parece adormecido.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
“A Ilpi deveria ser a última opção, em caso de impossibilidade da família de oferecer os cuidados necessários.”
Assinale a alternativa que apresenta o correto sentido expresso pelo verbo destacado bem como a reescrita da passagem, de acordo com o sentido original do período e com a norma-padrão.
Leia o texto e responda a questão.
O TENENTE MÁGICO
Havia um Tenente que fazia mágicas. Hoje deve ser major ou coronel, se já nao passou pela mágica de ir diretamente a general de pijama. Aprendeu o ofício com um mestre europeu, fez o curso completo em três "matérias”. prestidigitação, ilusionismo, e aquela outra que se refere a escapar de algemas, lagos e prisões, que fez a glória de Houdine, não sei que nome tenha. Eram seus colegas de aprendizado um industrial de São Paulo e um marinheiro. O industrial de São Paulo aprendeu o bastante para fazer dinheiro fácil e abundante, hoje é grande capitalista naquela praga. O marinheiro caiu no mundo, e se já não morreu, deve estar embasbacando os papaivos de tudo quanto é porto.
Éramos dois aspirantes, mais o tal tenente e um capitão adventício, jogando cartas à noite no quarto de hotel. Exigíamos que o mágico se despisse, jogando apenas de cuecas - mas ainda assim a horas tantas, quando a sorte lhe era adversa, cometia com um passe inesperado o irritante prodígio de fazer desaparecer todo o baralho. Por mais que déssemos busca, não o encontrávamos - e com outro gesto seu as cartas começavam a pingar do nariz do capitão. O capitão não achava graça, mas como ganhava sempre, e nem podia ser de outro modo, estava respeitada a hierarquia.
Quando saíamos com ele à rua os prodígios se sucediam: éramos três ou quatro a entrar numa festa do clube local, embora só dispuséssemos de um convite: o convite era entregue por ele ao porteiro e surripiado várias vezes para ser entregue novamente. Nao sei como fazia isso, mas podia ficar ali o resto da noite embromando o porteiro com a sua mágica e introduzir nos salões do clube a população da cidade inteira.
Fazia desaparecer tudo que lhe caía nas mãos, e os objetos surgiam nos lugares mais inesperados. Metia um ovo inteiro na boca, como se o tivesse engolido, e o capitão, sentindo brotar no bolso algo estranho, ia apalpar e espatifava num gesto brusco o ovo dentro do paletó.
- Mágica besta. Faz outra que eu te ensino.
Um dia o capitão o desafiou com a sugestão de numero inédito:
- Um mágico já engoliu meu anel e depois devolveu.
- Isso é facil, também sei fazer: me dá o anel.
Tomou o anel do capitão, levou-o à boca e o engoliu.
- Me dá meu anel - protestou o capitão, procurando-o inutilmente nos bolsos.
- Eu engoli. Amanhã devolvo.
Por mais que o capitão reclamasse, afirmava que realmente o engolira, a pedido seu. Eu não poderia jurar - o certo é que só foi devolvido no dia seguinte.
Tamanha era a sua versatilidade no gênero de distração a que se dedicara, que um dia o provocamos a bater a carteira de um desconhecido - especialidade em que também já se revelara um mestre. Aceito o desafio, já em termos de aposta, saímos a rua para escolher a vítima. No café da esquina ele se adiantou abruptamente e foi entrando:
- Com licença.
Deu um esbarrão num sujeito parado à porta, pediu desculpas, depois se acercou de nós exibindo disfarçadamente a carteira:
- Olhem aqui. Agora me paguem.
Restava devolvê-la. Nao pretendíamos que a brincadeira fosse as últimas consequências, ficando ele com a carteira. Alheio a tudo, o cidadão já se dispunha a sair, quando o tenente mágico o abordou:
- Essa carteira é sua, vou lhe explicar.
O homem não quis saber de explicações. Reteve o tenente pelo braço, chamando-o de ladrão, e começou o bate-boca. Inutilmente procuramos intervir. Um guarda acabou surgindo, tivemos de declinar nossa qualidade de oficiais do Exército. Por pouco não fomos presos assim mesmo: era um desses casos que hoje em dia terminam em pancadaria entre civis e militares, com depredação de delegacias e tudo mais. Pusemos a culpa no capitão e demos o fora.
Suas mágicas atingiram o clímax no dia em que nos revelou a mais extraordinária de suas habilidades: a tal de escapar de cordas e laços, coisas assim. A demonstração consistia no seguinte: depois de amarrado fortemente numa cadeira do quarto, com voltas e mais voltas de uma corda bem segura por muitos nos, era colocado com cadeira e tudo atrás da porta aberta do armário, em menos de dois minutos se desvencilharia, mas não podíamos ver como. E realmente ficou ali estrebuchando, suando e gemendo, para ao fim de dois minutos, controlados a relógio, saltar da cadeira. Tão grande foi nosso pasmo, que deu na cabeça do capitão à estúpida vanglória de fazer o mesmo, pediu que o amarrássemos como ao outro. Obedecemos - afinal de contas ele era capitão. Pediu que saíssemos do quarto, para tentar escapar longe de nossos olhos. Saímos e fomos jantar. Depois do jantar esquecemos o homem e fomos passear pela cidade. Só tarde da noite nos lembramos e corremos ao hotel, para encontrá-lo furibundo, tombado ao chão, ainda preso à cadeira, se esgoelando a plenos pulmões e tentando tocar a campainha da parede com o pé.
- Miseráveis. Vocês hão de ver comigo.
Não vimos coisa nenhuma. No dia seguinte o tenente mágico conseguiu o prodígio de fazer desaparecer para sempre o próprio capitão.
(SABINO, Fernando. O homem nu. - 46º ed. - Rio de Janeiro: Record, 2009.)


I. “A pessoa pode ter problemas de memória, mas identifica se os outros a estão desqualificando. Em muitos casos, será capaz de dizer que se sente um inútil porque não o deixam fazer nada.”
II. “Ali são realizadas inúmeras pesquisas com pessoas com a Doença de Alzheimer – entre elas, medir a percepção dos indivíduos sobre sua enfermidade”.
Os verbos destacados podem ser classificados, respectivamente, como
I. A pandemia do H1N1 deixou rastros que estão sendo estudados pelos cientistas.
II. Aquele atleta lutava a favor da medalha olímpica.
III. Em 2022, a escola pública foi reformada pelo mutirão.
IV. A tecnologia é uma dádiva que dominou o mundo contemporâneo.
A apresentação do verbo na voz passiva ocorre apenas em
Preencha as lacunas abaixo com a forma correta do particípio dos verbos indicados entre parênteses, seguindo a norma culta da Língua Portuguesa.
Após muitos estudos, constatou-se que aquele concreto já estivesse se ______ no muro. (enxugar)
Durante séculos, pensava-se que aquele concreto já tivesse se ______ no muro. (enxugar)
O zelador não entendeu por que o síndico não havia ______ sua obra. (entregar)
O zelador não entendeu por que sua obra não foi ______ pelo síndico. (entregar)
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é: