Questões Militares
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 7.634 questões
I – “Pata de galinha não machuca pinto”.
II – “Quem semeia ventos colhe tempestades”.
III – “Macaco velho não mete a mão em cumbuca”.
Os provérbios sintetizam conceitos a respeito da realidade ou regras de conduta social ou moral.
Assinale o conjunto de temas respectivamente correlacionados aos provérbios acima.
LÍNGUA FALADA POR APENAS 1.000
PESSOAS É DESCOBERTA NA ÍNDIA
Pesquisadores pensavam que idioma ´koro` era dialeto da cultura aka.
Falantes moram no nordeste do país asiático.
Do G1, com informações da AP
Uma língua falada por apenas mil pessoas foi descoberta na Índia, conforme revelou o especialista David Harrison nesta terça-feira (6). Chamado ´Koro`, o idioma é usado no estado de Arunachal Pradesh, no extremo nordeste do país.
Os pesquisados da Swarthmore College, nos Estados Unidos, afirma que nem mesmo os falantes sabiam que o koro era uma língua totalmente distinta de qualquer outra. Anteriormente, acreditava-se que o idioma era apenas um dialeto aka, típico daquela região, na fronteira com a China e Mianmar.
Segundo Harrison, há 6.910 línguas documentadas no mundo, contando o koro. O idioma está ameaçado de cair no esquecimento, já que os jovens tendem a utilizar línguas mais comuns para garantir maior aceitação.
Composta por tribos que vivem da agricultura e da caça, a cultura aka é encontrada em um local de acesso restrito na Índia. Para chegar lá, os linguistas da instituição norte-americana precisaram passar por uma zona montanhosa.
A pesquisa da equipe de Harrison começou em 2008. Para o time, o inventário de sons em koro é completamente distinto da família aka. O mesmo vale para a formação das palavras, feitas a partir da combinação dos fonemas da língua recém-descoberta.
Os estudiosos, que receberam a ajuda do linguista Ganesh Murmu, especialista da Universidade Ranchi, na Índia, colocaram o koro dentro de um grupo de idiomas os quais estão o birmanês e o tibetano. A equipe ainda não sabe dizer como o koro sobreviveu até hoje. Os resultados do trabalho serão publicados na revista Indian Linguistics.
Fonte:

A partir do texto acima, julgue o item que se segue.
A forma verbal “Imagine” (l.1) pode ser substituída por
Suponha sem prejuízo para o sentido pretendido no texto.

A partir do texto acima, julgue o item que se segue.
O texto refere-se à dificuldade enfrentada pelos cientistas para
compreender o que existe de fato no universo.

A partir do texto acima, julgue o item que se segue.
Infere-se das informações contidas no texto que o fato de o
referido fenômeno ter ocorrido na escuridão do espaço
motivou a atribuição da denominação “energia escura” à força
desconhecida pelos cientistas.

Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
O autor do texto sugere que a humanidade firmou um pacto
com o tempo.

Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
A forma verbal “tateia” (l.9) foi empregada com sentido
figurado.

Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
No trecho “na ida e vinda do calor e do frio, da chuva e da
estiagem” (l.7), há menção às estações do ano.

Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
O trecho “A rigor, não há um só momento em que a
humanidade esteja livre das preocupações ou das limitações
que o tempo lhe impõe” (l.1-3) admite, sem prejuízo para a
correção gramatical e para o sentido do texto, a seguinte
reescrita: A rigor, não tem um só momento que a
humanidade se livre das preocupações ou restrições a ela
impostas pelo tempo.

Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
Infere-se do texto que a humanidade percebe a passagem do
tempo e tenta, inclusive com o uso da ciência, medi-lo de
diversas formas.

A partir do texto acima, julgue o próximo item.
O romance histórico baseia-se sempre em fatos reais que são,
segundo a criatividade do autor, organizados de modo a
prender a atenção do leitor.

A partir do texto acima, julgue o próximo item.
Os textos escritos por historiadores, segundo o texto, carecem
de emoção, por serem obras menos detalhistas que as obras de
ficção.

A partir do texto acima, julgue o próximo item.
O vocábulo “apinhadas” (l.5) pode ser substituído por
abarrotadas, sem que se altere o sentido do trecho.

A partir do texto acima, julgue o item a seguir.
Sem que se contrarie o sentido original do texto, o trecho
“certamente, percebeu a alegria com que simulam lutas” (l.2-3)
pode ser reescrito da seguinte forma: com certeza, notou a
alegria com a qual simulam lutas.

A partir do texto acima, julgue o item a seguir.
O trecho isolado por travessões (l.1) marca a opinião do autor
acerca da observação de brincadeiras de filhotinhos.

A partir do texto acima, julgue o item a seguir.
Segundo o texto, os adultos desempenham atividades lúdicas
com mais seriedade que as crianças.

A partir do texto acima, julgue o item a seguir.
Da leitura do texto depreende-se que as brincadeiras
apresentam potencial benéfico em todas as fases da vida.

A partir do texto acima, julgue o item a seguir.
O vocábulo “relegado” (l.12) pode ser substituído por
recusado, sem que haja prejuízo para a correção gramatical e
o sentido do texto.
Vidas curtas
O Brasil tem assistido a um aumento crescente de mortes violentas entre os jovens. Enquanto a população em geral teve queda de mortalidade de 1980 a 2004, passando de 633 mortes em cada 100 mil habitantes para 568, a mortalidade na faixa de 15 a 24 anos aumentou de 128 a cada 100 mil jovens para 133, nesse período, de acordo com dados do Ministério da Justiça (MJ). Essa situação preocupante divide a opinião de especialistas que veem diferentes causas e soluções para o problema.
De acordo com o último Mapa da Violência do Ministério da Justiça, elaborado anualmente em parceria com o Instituto Sangari – organização não governamental presente em 17 países – a maioria dessas mortes é violenta e causada por fatores externos, como homicídio, suicídio e acidente de trânsito. Em 2008, último ano analisado pelo estudo, essas três causas foram responsáveis por 62,9% das mortes dos jovens brasileiros. Na população adulta, apenas 10% se deram por essas razões. (...)
O sociólogo Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa, vê na cultura, mais especificamente na educação, uma forte aliada. “O Brasil é um país continental que exige uma estratégia de mesmas proporções. São necessárias medidas de grande impacto. A melhor ferramenta é a educação”, afirma. “A escola tem um papel fundamental porque, além de ser ela mesma um foco de violência, o que precisa ser mudado, ela tem o poder da transformação pelos estudos.”
(Revista Ciência Hoje. nº. 282, volume 47, junho 2011, pág. 50-52 / fragmento com adaptações)
Vidas curtas
O Brasil tem assistido a um aumento crescente de mortes violentas entre os jovens. Enquanto a população em geral teve queda de mortalidade de 1980 a 2004, passando de 633 mortes em cada 100 mil habitantes para 568, a mortalidade na faixa de 15 a 24 anos aumentou de 128 a cada 100 mil jovens para 133, nesse período, de acordo com dados do Ministério da Justiça (MJ). Essa situação preocupante divide a opinião de especialistas que veem diferentes causas e soluções para o problema.
De acordo com o último Mapa da Violência do Ministério da Justiça, elaborado anualmente em parceria com o Instituto Sangari – organização não governamental presente em 17 países – a maioria dessas mortes é violenta e causada por fatores externos, como homicídio, suicídio e acidente de trânsito. Em 2008, último ano analisado pelo estudo, essas três causas foram responsáveis por 62,9% das mortes dos jovens brasileiros. Na população adulta, apenas 10% se deram por essas razões. (...)
O sociólogo Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa, vê na cultura, mais especificamente na educação, uma forte aliada. “O Brasil é um país continental que exige uma estratégia de mesmas proporções. São necessárias medidas de grande impacto. A melhor ferramenta é a educação”, afirma. “A escola tem um papel fundamental porque, além de ser ela mesma um foco de violência, o que precisa ser mudado, ela tem o poder da transformação pelos estudos.”
(Revista Ciência Hoje. nº. 282, volume 47, junho 2011, pág. 50-52 / fragmento com adaptações)
Considerando o uso efetivo das estruturas linguísticas, observe o emprego da conjunção “enquanto” na seguinte frase: “Enquanto a população em geral teve queda de mortalidade de 1980 a 2004, ...”. Indique se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo sobre esse emprego e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Indica ideia de tempo, exprime fatos simultâneos.
( ) Pode ser substituída, mantendo o sentido, por “como”.
( ) Introduz uma oração subordinada adverbial.