Questões Militares
Sobre interpretação de textos em português
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O poema a baixo é de Ivan Junqueira. O texto,
Flor amarela
Atrás daquela montanha
tem uma flor amarela;
dentro da flor amarela,
o menino que você era.
Porém, se atrás daquela
montanha não houver
a tal flor amarela,
o importante é acreditar
que atrás de outra montanha
tenha uma flor amarela
com o menino que você era
guardado dentro dela.
(Em: Poemas reunidos. Rio de Janeiro: Record, 1999.)
I. na 1ª estrofe, trata da infância por meio de metáforas construídas com elementos naturais (“montanha” e “flor amarela”).
II. na 2ª estrofe, por meio da conjunção “porém”, rompe com a representação metafórica presente na 1ª estrofe.
III. na sequência da 1ª para a 2ª estrofe, faz com que as metáforas apontem mais para a interioridade do sujeito que para a exterioridade da natureza.
O poema abaixo é de José Paulo Paes:
Bucólica
O camponês sem terra
Detém a charrua
E pensa em colheitas
Que nunca serão suas.
(Em: Um por todos – poesia reunida. São Paulo: Brasiliense, 1986.)
O texto apresenta:
O efeito de humor da tirinha abaixo se deve.
Quino
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
A questão refere-se ao texto seguinte, extraído do livro Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, cuja primeira edição é de 1936.
Texto 2
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1984, p. 50-51)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
Texto 1
(Rubem Alves. Diploma não é solução, Folha de S. Paulo, 25/05/2004.)
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca de surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase “navegar é preciso, viver não", erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural da criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca de surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase “navegar é preciso, viver não", erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural da criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca de surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase “navegar é preciso, viver não", erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural da criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.