Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q724406 Português

TEXTO I
               

                                              O Pavão

     Era uma vez um pavão chamado Arlindo Eugênio Felisberto. Você não sabia que os bichos têm nome? Pois fique sabendo que os bichos também não sabem que as pessoas têm nome. A única diferença é que não são os pais, e sim os próprios bichos, que escolhem seus nomes. E o pavão Arlindo Eugênio Felisberto escolheu esse triplo nome para ele porque se achava lindo, genial de tão inteligente e completamente feliz. Ele era o mais feliz dos bichos porque sabia que era inteligente e lindo.

   Arlindo morava perto de um grande galinheiro, que deveria se chamar aveiro, porque galinha era apenas um dos tipos de aves que moravam ali. Arlindo esperava que várias das galinhas e outras aves estivessem por perto para abrir sua cauda. Ele a abria bem devagar, pena por pena, e esse espetáculo produzia um som suave, elegante e melodioso: SVLUUUFFFFF.

    As galinhas e as outras aves não podiam aplaudir, porque as galinhas e as outras aves não têm mãos, mas elas faziam um alvoroço maior que uma grande salva de palmas quando Arlindo terminava de abrir sua cauda e muito calmamente virava a cabeça para cá e para lá, fingindo que não sabia que o alvoroço tinha acontecido por sua causa.

   Um dia apareceu um filhote de cisne horroroso de tão feio e perguntou a Arlindo:

   - Será que eu sou seu filho?

  O pavão ficou tão surpreso com a pergunta que SVLUUUFFFFF, abriu sem querer a cauda. Vendo aquela maravilha, o filhote de cisne devia se mancar e seguir seu caminho, mas ele disse:

  - Que cauda bonita o senhor tem! Tomara que eu seja seu filho! Será que eu sou seu filho? Sou?

  Arlindo Eugênio Felisberto passou de surpreso a indignado, pelo fato de um bicho tão sem charme, sem elegância e principalmente sem beleza ter a ideia infame de que poderia ser filho dele. Mas logo teve um ataque de riso, porque a ideia era mais que infame; era ridícula, patética e muito engraçada. E tanto riu e gargalhou que não conseguiu dizer nada para o filhote de cisne, que se afastou cabisbaixo, como se já tivesse sido mal recebido por vários outros candidatos a pais.

  Arlindo não ficou morando ali por muito tempo. Algumas semanas depois desse encontro, que ainda dava cócegas nele e o fazia rir sozinho, um outro tipo de bípede assistiu ao SVLUUUFFFFF, o espetáculo da abertura de cauda. Um bípede humano, que naquele mesmo dia catou Arlindo, enfiou num engradado e o levou para longe.

  No caminho o pavão tremia de medo, porque tinha ouvido falar de aves que viravam almoço e jantar dos humanos. Mas quando chegou em sua nova residência, já pôde conversar com alguns dos novos vizinhos e ficou sabendo que ali viviam muitos bichos, de todos os tipos, e que muitos bípedes humanos passeavam por ali. Esses visitantes comiam coisas de cheiro muito forte, alimentavam os moradores quando os guardas não estavam olhando, e admiravam o tamanho, os dentes, a pele, as plumas, a força e a beleza dos bichos de todos os tipos. Arlindo Eugênio Felisberto sorriu e disse para si mesmo:

  - Gostei! Eu posso continuar sendo feliz aqui!

  Arlindo foi, até o fim de sua vida, uma das grandes atrações desse local, e o alvoroço era sempre grande quando ele abria sua cauda, com um suave, elegante e melodioso SVLUUUFFFFF.

                                  FFFIIIMMMMMMMMM.

            SOUZA, Flavio de. Que História é essa? 2.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 12 e 13.

Vocabulário do texto I

alvoroço: agitação.

infame: desprezível, não digno.

patética: que dá pena, dó.

cabisbaixo: de cabeça baixa.

bípede: animal que tem ou anda em dois pés. 

Assinale a alternativa correta em relação à postura adotada pelo pavão no texto I.
Alternativas
Q724405 Português

Imagem associada para resolução da questão

   Penadinho é o fantasma com olhos escuros (bem à esquerda no primeiro quadrinho, acompanhando o fantasminha). Ele é personagem da Turma da Mônica. Podemos afirmar sobre os fatos do texto 5 que 

I. Penadinho está acompanhado de um fantasminha que queria um balão.

II. Penadinho era generoso, mas não queria dar um balão para o fantasminha.

III. o fantasminha permaneceu alegre em todos os momentos.

IV. Penadinho não deu o balão para o fantasminha, pois não tinha como pagar.

V. no final, Penadinho comprou o balão para o fantasminha.

Não são verdadeiras as afirmações 

Alternativas
Q724404 Português

Imagem associada para resolução da questão

No texto 4, temos uma imagem e um poema. Podemos interpretar que o(a)

 

Alternativas
Q724403 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


Ao lermos os textos 2 e 3, percebe-se que alguns personagens foram generosos, pois fizeram algo de bom sem intenção de receber nada em troca. Outros foram gratos, pois retribuíram o que receberam. Percebem-se esses sentimentos, respectivamente,
Alternativas
Q724401 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


Releia o trecho “Ela não se mostrou ingrata, mas ao vê-lo recostado a um muro que estava ruindo, voou e pegou com suas garras o pano que cingia a cabeça dele.” (linhas 02 e 03). Se o narrador da história fosse o velho, o trecho deveria ser reescrito, mantendo-se a coerência do texto, da seguinte forma:
Alternativas
Q724400 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


No trecho “Ela não se mostrou ingrata” (linha 02), percebe-se que a águia não foi ingrata. Pode-se confirmar isso na seguinte afirmativa sobre o texto:
Alternativas
Q724399 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


A palavra “cingia” (linha 03) poderia ser substituída, de acordo com o contexto em que foi empregada, por
Alternativas
Q724398 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

Goha diz a seu vizinho “Oras, não seja sovina!” (linha 06). Após a leitura do texto, o leitor percebe que essas palavras significavam que
Alternativas
Q724397 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

Leia com atenção as afirmações abaixo a respeito do narrador do texto “Generosidade Fácil” e marque nos parênteses (V) se o conteúdo for verdadeiro ou (F) se for falso. Depois, escolha a alternativa que corresponda a sua resposta, respectivamente, de cima para baixo. ( ) O narrador narra e participa da história. ( ) O narrador conhece toda a história, inclusive o pensamento das personagens. ( ) O narrador apenas se limita a narrar os fatos. ( ) No trecho “O vizinho então perguntou:” (linha 10), temos a evidência de um narrador que não é personagem na história. ( ) O narrador envolve-se emocionalmente nos fatos, tornando-se personagem da narrativa.
Alternativas
Q724396 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

De acordo com o sentido do texto, a expressão “pobre homem” (linha 03) foi utilizada por Goha com a intenção de I. esconder do vizinho que havia um mendigo. II. referir-se ao mendigo. III. caracterizar a pessoa que pedia esmola. IV. convencer o vizinho a dar algo ao mendigo. V. referir-se a outra pessoa que pedia esmolas, que não era o mendigo. São verdadeiras apenas as afirmações
Alternativas
Q724394 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

O vizinho ficou impressionado com as afirmações de Goha, que demonstravam generosidade. O fato de Goha afirmar que não daria duas galinhas tem como causa ele
Alternativas
Q724393 Português
Na expressão “Pela manhã, depois de dizer as preces, sentou-se para dar início ao trabalho quando viu, com grande espanto, os sapatos já acabados sobre a mesa.” (linhas 12 a 15), a palavra “espanto” não foi substituída corretamente em:
Alternativas
Q724392 Português
A seguir, seguem algumas ações e estados relacionados ao sapateiro, que demonstram uma relação de causa e consequência, mas que estão fora de ordem. Ordene-os, de forma que se estabeleça a lógica do enredo da narrativa, colocando nos parênteses os números correspondentes. Depois assinale a alternativa correta da numeração, de cima para baixo. ( ) Entregou aos céus suas preocupações. Deixou o couro preparado para o outro dia. ( ) Vendeu o sapato e comprou couro para outros dois pares. ( ) Possuía um único pedaço de couro. ( ) Ficou curioso para saber quem fazia o trabalho. ( ) Admirou-se com o trabalho dos anões. ( ) Viu com espanto os sapatos prontos na mesa. ( ) Permaneceu acordado para vigiar.
Alternativas
Q724391 Português
Os autores de um texto o escrevem com uma intenção e um objetivo. Marque a alternativa que mostra a finalidade do texto “Os Duendes e o Sapateiro”.
Alternativas
Q724390 Português
Segundo o trecho “A mulher achou a ideia boa; sendo assim, deixaram uma vela acesa e se esconderam em um canto da sala por trás de uma cortina, aguardando para ver o que aconteceria.” (linhas 33 a 35), podemos entender que o sapateiro e a esposa são
Alternativas
Q724389 Português
Caso o trecho da fala da esposa do sapateiro (linhas 44 e 45) “Estas criaturinhas nos enriqueceram e devemos ser-lhes gratos e fazer-lhes algo de bom em troca.” fosse alterado para “Estas criaturinhas nos enriqueceram. Não deveríamos ser-lhes gratos e fazer-lhes algo de bom em troca?”, poderíamos considerar que I. surgiria um questionamento da esposa para o sapateiro sobre gratidão e retribuição. II. começaria um desentendimento entre o casal, pois o sapateiro não queria saber quem fazia o trabalho, logo não estaria interessado em ser grato. III. a pergunta poderia fazer com que o sapateiro pensasse sobre a importância de serem gratos aos duendes. IV. a esposa afirmaria que não deveriam ser gratos aos duendes, pois eles estavam enriquecendo-os de qualquer forma. V. haveria uma dúvida da esposa sobre retribuir algo às criaturinhas, já que não queria. São verdadeiras somente as afirmações
Alternativas
Q724388 Português
A fala da esposa do sapateiro “Vou te dizer uma coisa, farei, para cada um, uma camisa, um colete, um casaco e ainda um par de calças.” (linhas 46 e 47), deve-se
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Q724387 Português
Em ”Logo vieram os fregueses, que o compensaram regiamente pelas mercadorias, de modo que comprou couro suficiente para quatro outros pares.“ (linhas 23 a 25), a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por quais opções abaixo? I. responsabilizaram regularmente II. gratificaram muito bem III. elogiaram respeitosamente IV. recompensaram generosamente V. gratificaram minimamente A substituição é possível apenas com as expressões
Alternativas
Q724386 Português
Algumas expressões e termos do texto contribuem para evitar repetições, referindo-se a informações já citadas. Os seguintes termos: ele (linha 6), trabalho (linha 13), bom homem (linha 15), mercadorias (linha 24) e deles (linha 39), referem-se, respectivamente, a:
Alternativas
Q724385 Português
A principal finalidade do cartaz (Texto IV) é:
Alternativas
Respostas
4061: C
4062: E
4063: B
4064: C
4065: D
4066: E
4067: D
4068: C
4069: C
4070: A
4071: B
4072: B
4073: A
4074: E
4075: B
4076: A
4077: E
4078: D
4079: D
4080: C