Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q753275 Português

                               

       Ir para a escola, aprender assuntos novos, fazer amigos, superar seus limites é direito de todas as pessoas. Existem vários tipos de escolas e diversos caminhos de ensino e aprendizagem . Alguns são mais fáceis, outros mais difíceis. 

      Nesta prova, você está convidado a refletir sobre aspectos da vida escolar (tipos de ensino, relação professor-aluno, material escolar, medos e desejos, problemas e desigualdades).

      Leia os textos com atenção, reflita e resolva as questões propostas.

      Boa Prova!


       Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:

       - Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso muito falar com ele.

       - Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.

       - Então ele vai demorar muito! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.

       - E seu avô vai saber responder?

       - Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.

       - Não, querido. Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.

       -Nunca? Mas a minha professora disse que...

       - Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do seu avô.

      /.../

                                    Na fazenda de café

      - Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?

      - Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sítio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não.

      - Mas, vô, você joga na loteria?

      - Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.

      - Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não. Minha professora contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.

      - Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consepe pardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.

      - Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?

      - Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.

      - Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?

      /.../

MARTINS, Georgina; TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008. p. 29-30; 46-47. (fragmento adaptado)

Na conversa sobre o trabalho nas fazendas de café, o avô explica as razões pelas quais não pensa em voltar a estudar. De acordo com a opinião dele, os estudos
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Q753274 Português

                               

       Ir para a escola, aprender assuntos novos, fazer amigos, superar seus limites é direito de todas as pessoas. Existem vários tipos de escolas e diversos caminhos de ensino e aprendizagem . Alguns são mais fáceis, outros mais difíceis. 

      Nesta prova, você está convidado a refletir sobre aspectos da vida escolar (tipos de ensino, relação professor-aluno, material escolar, medos e desejos, problemas e desigualdades).

      Leia os textos com atenção, reflita e resolva as questões propostas.

      Boa Prova!


       Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:

       - Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso muito falar com ele.

       - Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.

       - Então ele vai demorar muito! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.

       - E seu avô vai saber responder?

       - Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.

       - Não, querido. Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.

       -Nunca? Mas a minha professora disse que...

       - Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do seu avô.

      /.../

                                    Na fazenda de café

      - Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?

      - Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sítio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não.

      - Mas, vô, você joga na loteria?

      - Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.

      - Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não. Minha professora contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.

      - Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consepe pardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.

      - Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?

      - Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.

      - Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?

      /.../

MARTINS, Georgina; TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008. p. 29-30; 46-47. (fragmento adaptado)

A partir de uma aula de história, Inácio procura o avô para aprender sobre o passado de sua família Essa atitude mostra que a escola dele
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Q748627 Português

O cinema de ficção científica


    Na sociedade de massa e, posteriormente, na da era tecnológica, a ciência e a tecnologia são divulgadas através de diversos meios. No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceituai ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo nem explicam de forma simplificada suas metodologias. Assim, em torno da ciência e da tecnologia, gira toda uma mitologia que atrai tanto os meios de comunicação de massa, através de seus profissionais de informação, quanto um público heterogêneo que consome os produtos derivados da indústria cultural.
    Um dos meios que a ciência e a tecnologia atraem, em especial, é o cinema, que as utiliza mesclando ciência e ficção. O gênero, conhecido como ficção científica, nasceu na literatura, estendeu-se às histórias em quadrinhos e ao cinema em narrativas que mostram imagens de como seriam o futuro, as invenções e as descobertas possíveis e, ainda, como seriam o próprio homem e a sua vida em sociedade frente a novas tecnologias.
    A ciência e a tecnologia desenvolvem condições que possibilitam a existência em momentos e lugares distantes do espaço-tempo contemporâneo. A ficção científica apropria-se dessa possibilidade de criação de novos contextos para montar suas narrativas. Nesse sentido, ganha força a ideia de que o cinema a de ficção científica "an tecip aria" invenções que a tecnologia ainda não conseguiu realizar, mas que estão a caminho de se tornarem realidade. Por isso, pode-se dizer que a ficção científica é verossímil — não é verdadeira, nem tampouco falsa; mas aparenta ser verdade. Pelo mesmo motivo, é plausível pensá-la como podendo ter um projeto ou uma intenção de divulgação científica. Cabem, como exemplos dessa intenção, trabalhos com a participação de Arthur Clark, Carl Sagan ou de Isaac Azimov. No entanto, parece que a maior parte dos filmes de ficção científica não segue o projeto de divulgação de conceitos científicos. 
    A "ciência" que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido por equipes de cientistas e pesquisadores. Ao serem apropriadas, então, pelas narrativas de ficção científica, a ciência e a tecnologia são mescladas ao poder mágico do mito, contribuindo para a construção e consolidação de um imaginário mítico sobre a ciência.

SIQUEIRA, Denise. O corpo no cinema de ficção científica
In: Revista LOGOS, Faculdade de Comunicação Social da UERJ, Ano 9, no 17, 2o semestre de 2002. (Adaptado)

A verossimilhança das narrativas cinematográficas de ficção científica, segundo o autor, é caracterizada pela
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Q748626 Português

O cinema de ficção científica


    Na sociedade de massa e, posteriormente, na da era tecnológica, a ciência e a tecnologia são divulgadas através de diversos meios. No entanto, a maior parte dessa divulgação é realizada por veículos que não têm a preocupação conceituai ou pedagógica, ou seja, não mostram a ciência como processo nem explicam de forma simplificada suas metodologias. Assim, em torno da ciência e da tecnologia, gira toda uma mitologia que atrai tanto os meios de comunicação de massa, através de seus profissionais de informação, quanto um público heterogêneo que consome os produtos derivados da indústria cultural.
    Um dos meios que a ciência e a tecnologia atraem, em especial, é o cinema, que as utiliza mesclando ciência e ficção. O gênero, conhecido como ficção científica, nasceu na literatura, estendeu-se às histórias em quadrinhos e ao cinema em narrativas que mostram imagens de como seriam o futuro, as invenções e as descobertas possíveis e, ainda, como seriam o próprio homem e a sua vida em sociedade frente a novas tecnologias.
    A ciência e a tecnologia desenvolvem condições que possibilitam a existência em momentos e lugares distantes do espaço-tempo contemporâneo. A ficção científica apropria-se dessa possibilidade de criação de novos contextos para montar suas narrativas. Nesse sentido, ganha força a ideia de que o cinema a de ficção científica "an tecip aria" invenções que a tecnologia ainda não conseguiu realizar, mas que estão a caminho de se tornarem realidade. Por isso, pode-se dizer que a ficção científica é verossímil — não é verdadeira, nem tampouco falsa; mas aparenta ser verdade. Pelo mesmo motivo, é plausível pensá-la como podendo ter um projeto ou uma intenção de divulgação científica. Cabem, como exemplos dessa intenção, trabalhos com a participação de Arthur Clark, Carl Sagan ou de Isaac Azimov. No entanto, parece que a maior parte dos filmes de ficção científica não segue o projeto de divulgação de conceitos científicos. 
    A "ciência" que os meios de comunicação de massa mostram, em geral, não corresponde ao trabalho desenvolvido por equipes de cientistas e pesquisadores. Ao serem apropriadas, então, pelas narrativas de ficção científica, a ciência e a tecnologia são mescladas ao poder mágico do mito, contribuindo para a construção e consolidação de um imaginário mítico sobre a ciência.

SIQUEIRA, Denise. O corpo no cinema de ficção científica
In: Revista LOGOS, Faculdade de Comunicação Social da UERJ, Ano 9, no 17, 2o semestre de 2002. (Adaptado)

De acordo com esse texto, o gênero, conhecido como ficção científica,
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Q747358 Português

Seria Escrever 

Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta, quando lesse minha história no jornal, risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse: Ai, meu Deus, que história mais engraçada!. E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria: mas essa história é mesmo muito engraçada! 

Rubem Braga. Disponível em: <http://www.releituras.com/ rubembraga_meuideal.asp/fragmento>. Acesso em: 20 out. 2016.

Observa-se, nesse texto, a presença da função metalinguística da linguagem, pelo fato de o autor
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Q747356 Português

Seria Escrever 

Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta, quando lesse minha história no jornal, risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse: Ai, meu Deus, que história mais engraçada!. E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria: mas essa história é mesmo muito engraçada! 

Rubem Braga. Disponível em: <http://www.releituras.com/ rubembraga_meuideal.asp/fragmento>. Acesso em: 20 out. 2016.

Nesse fragmento do texto de Rubem Braga, no que se refere à tipologia textual, observa-se o emprego da narrativa a serviço de uma
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Q745259 Português
Assinale a opção que apresenta um exemplo de uso exclusivamente denotativo da linguagem.
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Q745258 Português
Em que opção a oração sublinhada traduz uma circunstância de condição?
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Q745257 Português
Que opção completa corretamente a estrutura "É necessário que nós..."? 
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Q745256 Português
Em que opção a frase apresenta uma ambiguidade?
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Q745252 Português
Em que opção a forma verbal destacada está correta, segundo a norma padrão?
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Q745251 Português
Que opção sintetiza a ideia central do dito popular "Uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto."?
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Q745245 Português
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas das sentenças abaixo. Preciso informar _______ Vossa Excelência que, quanto _____ revisão dos cálculos, ________ medidas serão tomadas daqui ______ dois meses.
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Q734010 Português

À Polícia Militar, órgão permanente, força auxiliar, reserva do Exército, organizada com base na hierarquia e disciplina, subordinada ao Governador do Estado, cabe, nos limites de sua competência, além de outras atribuições (...)”.

O verbo “caber”, utilizado nesse trecho significa:

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Q734006 Português
Sobre pontuação, não está de acordo com a norma padrão separar os termos essenciais e integrantes da oração. Reescritos os períodos do texto acima, está correta apenas a alternativa:
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Q734003 Português
As palavras ratificar e retificar apresentam os seguintes significados, respectivamente:
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Q734002 Português

 “Eleição de Trump gera temor sobre política de vigilância nos EUA”.

A surpreendente vitória de Donald Trump na eleição norte-americana alarmou as empresas de tecnologia e ativistas das liberdades civis que temem que o presidente eleito, que se descreve como um presidente "da lei e da ordem" tentará expandir os programas de vigilância e retomar uma longa batalha sobre o acesso do governo a informações criptografadas. A campanha de Trump teve vários ataques contra as empresas do setor de tecnologia, incluindo pedidos para fechamento de partes da Internet para limitar a propaganda do Estado Islâmico e convocação de boicote a produtos da Apple devido à recusa da empresa em ajudar o FBI a destravar um iPhone associado ao tiroteio de San Bernardino, na Califórnia, no ano passado. Trump também ameaçou uma ação antitruste contra a Amazon.com e exigiu que as empresas de tecnologia como a Apple elaborem seus produtos nos Estados Unidos. A batalha contra a criptografia, que remete aos anos 1990, pode se incendiar rapidamente com a vitória de Trump e reeleição do senador republicano Richard Burr, presidente do Comitê de Inteligência do Senado. Burr liderou um esforço fracassado no ano passado para aprovar uma lei que exige que empresas criem "portas dos fundos" em seus produtos que permitiriam que agentes do governo burlassem a criptografia e outras formas de proteção de dados. Tais exigências são fortemente rejeitadas pelo setor de tecnologia, que argumenta que portas dos fundos enfraquecem a segurança para todos e que o governo não tem que interferir no design de produtos de tecnologia. "Eu acho que [Trump] vai ser um cara que provavelmente vai ordenar a criação das portas dos fundos", disse o diretor de operações da Strategic Cyber Ventures e veterano da Agência de Segurança Nacional, Hank Thomas. "Eu não acho que ele vai ser amigável com a privacidade e eu temo que ele vá envolver mais as agências no cumprimento da lei internamente."

(Fonte:<http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/11/eleicao-de-trump-gera-temor-sobre-politica-de-vigilancia-nos-eua.html>).

De acordo com o texto, a eleição de Donald Trump pode ser interpretada pelos ativistas das liberdades civis e profissionais do setor de tecnologia da seguinte maneira:
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Q734001 Português

“O Regulamento da Força Policial, aprovado em 1836, só veio ratificar a missão acima citada, outorgando-lhe a missão ampla e complexa de atender desde incêndios até a prisão de infratores das posturas municipais. Essa foi, durante muitos anos, a principal missão da Força Policial. Porém, durante o período Imperial, o Brasil se viu envolvido em inúmeras contendas internas e externas, tais como a Guerra dos Farrapos e a Guerra do Paraguai, para citar apenas as que atingiram mais diretamente o Estado de Santa Catarina.”

Disponível em: http://www.pm.sc.gov.br/institucional/historia/. Acesso em 12/11/2016. 

No texto, o pronome “lhe”, destacado acima, é um anafórico, refere-se à(ao):
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Q733999 Português

“O Regulamento da Força Policial, aprovado em 1836, só veio ratificar a missão acima citada, outorgando-lhe a missão ampla e complexa de atender desde incêndios até a prisão de infratores das posturas municipais. Essa foi, durante muitos anos, a principal missão da Força Policial. Porém, durante o período Imperial, o Brasil se viu envolvido em inúmeras contendas internas e externas, tais como a Guerra dos Farrapos e a Guerra do Paraguai, para citar apenas as que atingiram mais diretamente o Estado de Santa Catarina.”

Disponível em: http://www.pm.sc.gov.br/institucional/historia/. Acesso em 12/11/2016. 

A palavra ”ratificar”, destacada acima, pode ser substituída, sem alterar o significado por:
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Q733998 Português

“Não há um limite que estabelece até quando o apego a bichos de estimação é normal ou não. Ter um animal de estimação, na maioria dos casos, é benéfico para a saúde física e mental por ser uma forma de ter companhia e um meio de expressar emoções. Quem tem um bichinho sabe muito bem disso”. (Bichos de estimação Superinteressante, 2007).

De acordo com o texto, de forma geral, as pessoas que possuem bichos de estimação afastam que espécie de sentimento:

Alternativas
Respostas
4061: E
4062: D
4063: A
4064: C
4065: D
4066: A
4067: B
4068: A
4069: B
4070: A
4071: D
4072: A
4073: E
4074: C
4075: D
4076: C
4077: C
4078: B
4079: C
4080: A