Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q1327419 Português
Observe o enunciado a seguir: “Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos.” (linhas 18-19). O termo em destaque estabelece uma relação lógica entre as partes do enunciado. Assinale a alternativa em que o termo que substitui o elemento destacado altera o sentido do período original.
Alternativas
Q1327418 Português
Considere o enunciado “Sentirei saudades.” (linha 18). Em qual alternativa, a ação em destaque foi reescrita sem alterar o momento em que ela ocorre?
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Q1327417 Português

Leia as afirmações abaixo sobre 0 texto “Cidadania que não tem idade”.


I - Os travessões, utilizados nestes períodos: “— Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas.” (linha 11); “- Sentirei saudades.” (linha 18), sinalizam a presença do discurso direto.


II - O vocábulo “enfatiza” (linha 13) pode ser substituído por “destaca” sem alteração de sentido.


III - No período: “Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos.” (linhas 18-19), o vocábulo em destaque está substituindo o substantivo “adultos” (linha 16).


IV - As expressões “Atuando há dez anos” (linha 14), “nos balneários da região” (linha 14), “no ano que vem” (linha 15) exprimem ideia de tempo.


Está(ão) correta(s):

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Q1327416 Português
Com base no texto, é possível afirmar que ele tem por finalidade:
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Q1327414 Português
A oração “Ninguém vive dentro de um casulo, não é?” (linha 01) pode ser reescrita, sem alterar seu sentido, da seguinte forma:
Alternativas
Q1327413 Português
No enunciado “E como uma rua de mão dupla” (linha 13), a palavra “com o” exprime ideia de comparação. Que vocábulo no texto está sendo comparado à expressão “uma rua de mão dupla”?
Alternativas
Q1327412 Português
O texto foi escrito com o propósito de:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: PM-AC
Q1206798 Português
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada. Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira foto na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma  física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estada em Paris, o jantar num restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação não surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças. 
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota: dou de costas para o monumento, mas estou na verdade dando as costas para a vida.  [...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e as fotos de batata frita. 
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas! Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador. 
COELHO, Marcelo. Disponível em: <http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/162525 selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
A oração destacada em: “O problema fica mais complicado SE PENSARMOS NO CASO DAS  FOTOS DE COMIDA.” expressa, no contexto, ideia de:
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Q962714 Português

Sobre as diferenças entre a redação técnica e a estilística, está correto o que se afirma em


I. A linguagem de uma é denotativa por excelência, já a da outra è marcada pela predominância da conotação.

II. A comunicação inequívoca faz parte das características desta última, de modo que construções dúbias podem marcar presença apenas naquela.

III. A finalidade discursiva se volta para a informação e o esclarecimento naquela e para a expressão artística por meio da escrita e para o entretenimento nesta.

IV. A clareza e a objetividade são marcas peculiares da primeira, enquanto o uso de recursos voltados para a estética, possibilitando múltiplas interpretações, identifica a segunda.

V Uma se respalda em um conjunto de normas utilizadas pelo poder público para redigir seus documentos, e a outra tem por objetivo convencer o interlocutor sobre alguma temática enfocada.


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Q962712 Português

TEXTO:


“Nesta vida, temos três professores importantes: o 'Momento Feliz’, o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'. O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar. O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar. O Momento Difícil mostra o que somos capazes de superar.'

                                                                            Mário Quintana (1906-1994).

QUINTANA, Mário Mensagem. Disponível em:<http://certform66. blogspot. com.br/2015/12/intimidades-reflexivas-512.html>. Acesso em: 27jul.2017.

O pronunciamento de Mário Quintana permite que se conclua corretamente que a vida
Alternativas
Q962710 Português
De acordo com o texto, o policial se distingue de um cidadão comum unicamente
Alternativas
Q962709 Português
Considerando-se as elocuções das duas personagens da tira, é correto afirmar:
Alternativas
Q962707 Português
Sobre os sinais de pontuação usados no texto, está correto o que se afirma na alternativa
Alternativas
Q962705 Português

“A busca de prazeres individuais articulada pelas mercadorias oferecidas hoje em dia, uma busca guiada e a todo tempo redirecionada e reorientada por campanhas publicitárias sucessivas, fornece o único substituto aceitável — na verdade, bastante necessitado e bem-vindo — para a edificante solidariedade dos colegas de trabalho e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos, tanto no lar como na vizinhança". (l. 29-38)


Na composição do discurso de Zygmunt Bauman em destaque, inexiste

Alternativas
Q962704 Português

“Segundo Baudrillard, o consumo, na qualidade de nova modalidade de vida, transformou-se na moral do mundo contemporâneo." (l. 15-17)


Apresenta-se com a mesma acepção da expressão destacada na frase acima o elemento coesivo “como", que aparece em itálico no fragmento transcrito em


I. “São pensadores, como Zygmunt Bauman (1925) e Jean Baudrillard (1929-2007), que definem as idéias' (l. 6-7).

II. “de um lado, há a mercadoria como centro das práticas cotidianas" (l. 11-12).

III. "Assim, a maneira como vivemos define-se pela forma como consumimos" (l. 17-18).

IV. “e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos, tanto no lar como na vizinhança." (l. 36-38).

V. “O esforço do consumo permanece como uma utopia para alcançar o idealizado." (l. 42-44).


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Q962703 Português
Considerando-se o contexto em que se insere, está inadequada a explicação dada para a expressão destacada no fragmento transcrito na alternativa
Alternativas
Q962702 Português
A partir dos elementos discursivos presentes no contexto em análise, é correto afirmar que esse texto se caracteriza como
Alternativas
Q962701 Português
As informações veiculadas no texto permitem que se chegue à conclusão correta de que, no mundo contemporâneo, o ser humano
Alternativas
Q924105 Português
       Você já ouviu falar em “pinturas rupestres”? São as mais antigas formas de arte produzidas pelo ser humano – algumas datam de 40.000 anos antes de Cristo! – e se encontram nas paredes das cavernas que serviam de moradia. Essas pinturas mostram situações do dia a dia das pessoas daquela época, como a que inspirou o próximo texto.

Texto VIII



Disponível em <www.wordpress.com.br/search?q=charges> (Acesso em 12/09/2017.)
A charge retrata uma cena ou situação com intenção crítica, usando o desenho como linguagem. Nessa charge, a mensagem tem sentido crítico, uma vez que
Alternativas
Q924104 Português
Texto VII



Disponível em <gustavoinfol.blogspot.com.br > (Acesso em 12/09/2017.)
Para transmitir a mensagem de humor da tira, o cartunista Maurício de Souza recorreu a um conjunto de elementos, que partem
Alternativas
Respostas
3261: C
3262: E
3263: C
3264: A
3265: D
3266: E
3267: B
3268: D
3269: B
3270: D
3271: D
3272: C
3273: C
3274: B
3275: D
3276: D
3277: B
3278: E
3279: E
3280: B