Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 7.812 questões

Q978235 Português
O texto 1 se inicia em um processo descritivo e passa para o descritivo-narrativo. Isso se confirma pelo(a)
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Q978233 Português

“Amo e canto com ternura / todo o errado da minha terra” (texto 1, versos 29 e 30).


A substantivação do adjetivo “errado”, antecedido pelo determinante “o”, que aparece no trecho acima destacado do poema de Cora Coralina

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Q978232 Português
Os becos descritos no texto 1 denunciam lugares marginalizados, abandonados e, mais frequentemente, não amados. Assinale a opção em que o verso transcrito condiz com essa afirmativa.
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968124 Português
No texto 4, no fragmento ”Eles só vão se juntar dentro da boca (…)“- linhas 21 e 22- o pronome destacado retoma a:
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968121 Português

Sabemos que a linguagem desempenha determinada função, de acordo com a ênfase que se queira dar a cada um dos componentes do ato de comunicação. Qual a função da linguagem está presente no texto 4?

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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968120 Português
No segundo quadrinho do texto 3, observando o contexto da tirinha, a frase “ Vá pegá-lo, Garfield!” apresenta um vício de linguagem, esse desvio é chamado:
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968119 Português

Imagem associada para resolução da questão


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Tome como referência as seguintes frases: texto 1 “ O negócio aconteceu num café. Tinha uma porção de sujeitos, sentados nesse café, tomando umas e outras.” – linhas 01 a 03- e texto 2 “ Havia a viola da vila, a viola e o violão. Do vilão era a viola, e da Olívia o violão.” – linhas 01 a 04. Há uma diferença na linguagem e no estilo utilizados nos dois textos, caracterizando-os, respectivamente, como:

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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968115 Português
Segundo o texto 2, é correto afirmar que:
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968114 Português
No fragmento “(…) vela a vida no seu violão vivida e por um vilão levada.”- linhas 18, 19 e 20 – é estabelecido qual relação semântica entre os termos destacados?
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968111 Português
No texto 2, qual a figura de linguagem está presente na maior parte dos seus versos?
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968108 Português
No texto 1, por que a senhora achou que a história não tinha terminado?
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968107 Português
No texto 1, nos períodos ”(…) um alemão forte pra cachorro levantou e gritou que não via homem pra ele ali dentro.” - linhas 06 a 08 - e ” Até que, lá do canto do café, levantou-se um brasileiro magrinho, cheio de picardia, para perguntar, como os outros:” - linhas 27 a 29 - observa-se um tipo de variação linguística muito comum em crônicas e que pode ser definida como:
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968105 Português
O texto 1 “ Vamos acabar com esta folga” é uma crônica que retrata uma situação envolvendo pessoas nascidas em vários países que estão tomando “umas e outras” em um café. Que período representa melhor a ideia sugerida no título do texto?
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Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968102 Português
No texto 1, nas frases: ”Queimou-se então um português (…)“ e ”Queimou-se e não conversou (…)“ - linhas 18, 19 e 20 - podemos afirmar sobre o sentido do verbo queimar:
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Q965873 Português

                                                    Texto I


                 Atlas da Violência mostra relação entre crimes e

                                  baixo desenvolvimento

                                                                                        Por Fernando Molica


      Os dados do ‘Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios brasileiros’ revelam que a violência é menor em cidades de maior desenvolvimento humano. A análise dos 309 municípios com mais de 100 mil habitantes mostrou que as taxas de homicídios são superiores naqueles que concentram populações mais pobres, baixos índices de atendimento a crianças e adolescentes e mais casos de desocupação e de gravidez na adolescência.

      Os números reforçam os contrastes entre as cidades que ficam nos extremos da tabela: Brusque (SC) e Queimados (RJ). Na primeira, a taxa de homicídios e mortes violentas ficou em 4,8 casos por 100 mil habitantes; na outra, o índice chegou a 134,9. Os municípios mais violentos se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Os números analisados são do ano de 2016.

      Os dados do Atlas mostram o tamanho da desigualdade: em Brusque, a taxa de atendimento escolar na faixa de zero a três anos era de 31,3%, em Queimados, de 14,5%; a renda média por pessoa dos 20% mais pobres chegou a R$ 505,50 na cidade catarinense e a R$ 180 na do Estado do Rio.

      Os índices de desocupação entre os 18 e 24 anos nos dois municípios foram de, respectivamente, 3,8% e 22%; os de gravidez na adolescência, de 1,3% e 2,9%. Outro dado relevante é o percentual de jovens entre 15 a 24 que não estudavam nem trabalhavam, os “nem-nem”: em Brusque, eram 1,2% do total; em Queimados, 13%. [...]

      Os dados foram analisados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No estudo, os pesquisadores frisam a necessidade de olhar a segurança pública de maneira mais ampla, não restrita apenas à atuação policial. Para eles, “a confusão sobre a produção do trabalho policial com a produção de segurança pública gera uma injustiça para as próprias organizações policiais, pois coloca toda a carga do problema sobre as mesmas.

      Desse modo, quando a situação se deteriora, a responsabilidade recai sobre os ombros das polícias.” Esse processo, frisam, faz com que sejam diminuídas as responsabilidades de governos que não desenvolveram “um planejamento adequado e um plano de prevenção que componham uma política de Estado”.

Adaptado de: <https://veja.abril.com.br/brasil/atlas-da-violencia-mostra-relacao-entre-crimes-e-baixo-desenvolvimento/> . Acesso em: 17 out. 2018.

De acordo com o contexto, assinale a alternativa que substitui adequadamente o termo destacado em:
“No estudo, os pesquisadores frisam a necessidade de olhar a segurança pública de maneira mais ampla, não restrita apenas à atuação policial.”
Alternativas
Q965871 Português

                                                    Texto I


                 Atlas da Violência mostra relação entre crimes e

                                  baixo desenvolvimento

                                                                                        Por Fernando Molica


      Os dados do ‘Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios brasileiros’ revelam que a violência é menor em cidades de maior desenvolvimento humano. A análise dos 309 municípios com mais de 100 mil habitantes mostrou que as taxas de homicídios são superiores naqueles que concentram populações mais pobres, baixos índices de atendimento a crianças e adolescentes e mais casos de desocupação e de gravidez na adolescência.

      Os números reforçam os contrastes entre as cidades que ficam nos extremos da tabela: Brusque (SC) e Queimados (RJ). Na primeira, a taxa de homicídios e mortes violentas ficou em 4,8 casos por 100 mil habitantes; na outra, o índice chegou a 134,9. Os municípios mais violentos se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Os números analisados são do ano de 2016.

      Os dados do Atlas mostram o tamanho da desigualdade: em Brusque, a taxa de atendimento escolar na faixa de zero a três anos era de 31,3%, em Queimados, de 14,5%; a renda média por pessoa dos 20% mais pobres chegou a R$ 505,50 na cidade catarinense e a R$ 180 na do Estado do Rio.

      Os índices de desocupação entre os 18 e 24 anos nos dois municípios foram de, respectivamente, 3,8% e 22%; os de gravidez na adolescência, de 1,3% e 2,9%. Outro dado relevante é o percentual de jovens entre 15 a 24 que não estudavam nem trabalhavam, os “nem-nem”: em Brusque, eram 1,2% do total; em Queimados, 13%. [...]

      Os dados foram analisados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No estudo, os pesquisadores frisam a necessidade de olhar a segurança pública de maneira mais ampla, não restrita apenas à atuação policial. Para eles, “a confusão sobre a produção do trabalho policial com a produção de segurança pública gera uma injustiça para as próprias organizações policiais, pois coloca toda a carga do problema sobre as mesmas.

      Desse modo, quando a situação se deteriora, a responsabilidade recai sobre os ombros das polícias.” Esse processo, frisam, faz com que sejam diminuídas as responsabilidades de governos que não desenvolveram “um planejamento adequado e um plano de prevenção que componham uma política de Estado”.

Adaptado de: <https://veja.abril.com.br/brasil/atlas-da-violencia-mostra-relacao-entre-crimes-e-baixo-desenvolvimento/> . Acesso em: 17 out. 2018.

A qual gênero pertence o texto de apoio e qual é o seu objetivo, respectivamente?
Alternativas
Q965870 Português

                                                    Texto I


                 Atlas da Violência mostra relação entre crimes e

                                  baixo desenvolvimento

                                                                                        Por Fernando Molica


      Os dados do ‘Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios brasileiros’ revelam que a violência é menor em cidades de maior desenvolvimento humano. A análise dos 309 municípios com mais de 100 mil habitantes mostrou que as taxas de homicídios são superiores naqueles que concentram populações mais pobres, baixos índices de atendimento a crianças e adolescentes e mais casos de desocupação e de gravidez na adolescência.

      Os números reforçam os contrastes entre as cidades que ficam nos extremos da tabela: Brusque (SC) e Queimados (RJ). Na primeira, a taxa de homicídios e mortes violentas ficou em 4,8 casos por 100 mil habitantes; na outra, o índice chegou a 134,9. Os municípios mais violentos se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Os números analisados são do ano de 2016.

      Os dados do Atlas mostram o tamanho da desigualdade: em Brusque, a taxa de atendimento escolar na faixa de zero a três anos era de 31,3%, em Queimados, de 14,5%; a renda média por pessoa dos 20% mais pobres chegou a R$ 505,50 na cidade catarinense e a R$ 180 na do Estado do Rio.

      Os índices de desocupação entre os 18 e 24 anos nos dois municípios foram de, respectivamente, 3,8% e 22%; os de gravidez na adolescência, de 1,3% e 2,9%. Outro dado relevante é o percentual de jovens entre 15 a 24 que não estudavam nem trabalhavam, os “nem-nem”: em Brusque, eram 1,2% do total; em Queimados, 13%. [...]

      Os dados foram analisados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No estudo, os pesquisadores frisam a necessidade de olhar a segurança pública de maneira mais ampla, não restrita apenas à atuação policial. Para eles, “a confusão sobre a produção do trabalho policial com a produção de segurança pública gera uma injustiça para as próprias organizações policiais, pois coloca toda a carga do problema sobre as mesmas.

      Desse modo, quando a situação se deteriora, a responsabilidade recai sobre os ombros das polícias.” Esse processo, frisam, faz com que sejam diminuídas as responsabilidades de governos que não desenvolveram “um planejamento adequado e um plano de prevenção que componham uma política de Estado”.

Adaptado de: <https://veja.abril.com.br/brasil/atlas-da-violencia-mostra-relacao-entre-crimes-e-baixo-desenvolvimento/> . Acesso em: 17 out. 2018.

Dentre as diferentes possibilidades de figuras de linguagem presentes no texto, assinale a alternativa em que ocorre uma Metonímia no excerto apresentado.
Alternativas
Q956583 Português

Leia o poema de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa, para responder às questões de números 53 e 54.


                     Já sobre a fronte vã se me acinzenta

                     O cabelo do jovem que perdi.

                            Meus olhos brilham menos,

                      Já não tem jus a beijos minha boca.

                      Se me ainda amas, por amor não ames:

                              Traíras-me comigo.

                            (Obra poética. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1995, p. 279)

No aparente paradoxo do último verso, o sujeito poético reafirma
Alternativas
Q956582 Português

Leia o poema de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa, para responder às questões de números 53 e 54.


                     Já sobre a fronte vã se me acinzenta

                     O cabelo do jovem que perdi.

                            Meus olhos brilham menos,

                      Já não tem jus a beijos minha boca.

                      Se me ainda amas, por amor não ames:

                              Traíras-me comigo.

                            (Obra poética. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1995, p. 279)

O poema enfoca uma temática frequente na poesia de Ricardo Reis, que diz respeito
Alternativas
Q956579 Português

Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão.


A imagem de Capitu ia comigo, e a minha imaginação, assim como lhe atribuíra lágrimas, há pouco, assim lhe encheu a boca de riso agora: vi-a escrever no muro, falar-me, andar à volta, com os braços no ar; ouvi distintamente o meu nome, de uma doçura que me embriagou, e a voz era dela.

             (Obra completa. Vol. 1. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1992, p. 840)

Nesse trecho, o narrador chama a atenção para o fascínio que Capitu exercia sobre ele por meio do emprego da palavra:
Alternativas
Respostas
2801: A
2802: C
2803: A
2804: B
2805: C
2806: E
2807: D
2808: B
2809: A
2810: A
2811: E
2812: C
2813: A
2814: C
2815: D
2816: A
2817: C
2818: E
2819: A
2820: D