Questões Militares
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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1) Depois que se celebrou as pazes entre brancos e negros, vê-los juntos não é mais novidade.
2) Naquele ambiente, quantos haveriam de prestar atenção em quem tomava café?
3) Já faz muitos anos que brancos e negros convivem pacificamente.
4) Se acabaram os preconceitos não se sabe; mas certamente deixarão eles muitas marcas.
Estão de acordo com a norma padrão da língua:
1) No segmento: “Tem centenas de boates Kiss funcionando no Brasil”, o verbo destacado deve ficar no singular, por corresponder ao verbo “haver”, que, neste caso, é impessoal.
2) No segmento: “Tem centenas de boates Kiss funcionando no Brasil”, a concordância mais adequada seria: “Tem centenas de boates Kisses funcionando no Brasil
3) No segmento: “Que a gente consiga tirar alguma lição dessa catástrofe”, a forma verbal destacada deve ficar no singular, apesar de a forma “a gente” representar a ideia de uma coletividade.
4) No enunciado: “Que a gente consiga tirar alguma lição dessa catástrofe, dessa comoção nacional que aconteceu em Santa Maria”, a forma verbal destacada deveria ficar no plural, já que o sujeito é composto.
Estão corretas:

Portanto, a conclusão cínica é que ao destino deve ser debitado tudo o que contribuiu para a morte de 230 pessoas e ferimentos em mais 100: superlotação, plano de prevenção vencido, inexistência de saída de emergência, artefatos pirotécnicos com fogos de artifício, uso de ' revestimento acústico altamente inflamável, falta de fiscalização. Em suma, como disse o delegado logo após as primeiras investigações, "a boate Kiss não podia estar funcionando".
A bem da verdade mesmo, o nome para a cu pa por esse e outros episódios trágicos não e fatalidade, mas impunidade, uma espécie de mãe de todos os vícios nacionais, não apenas da corrupção. Aqui se faz e aqui em geral não se paga.
Pode-se alegar que incêndios em boates acontecem em toda parte - no Japão, na China, na Europa, na Argentina. De fato. Mas a diferença é que em Buenos Aires, por exemplo, tragédia semelhante ocorrida em 2004, com 194 mortos, levou o dono à prisão por anos e provocou mudanças drásticas no sistema de segurança das casas noturnas.
Aqui, há 52 anos houve o incêndio do circo de Niterói, o maior da história. A comoção geral, a repercussão internacional, a mobilização das autoridades (o então presidente Jango visitou as . vítimas, o Papa enviou mensagem de solidariedade, houve jogo com Pelé e Garrincha), a indignação e o clamor popular foram parecidos com a reação de agora.
Acreditava-se que a morte de mais de 500 pessoas iria pelo menos servir de lição, pois as autoridades prometeram logo "rigorosa apuração da culpa" e medidas enérgicas de segurança.
Mais ou menos como naquela época, as inúmeras promessas de providências estão disputando espaço no noticiário com o relato de dor dos que ficaram.
Governadores e prefeitos anunciam varreduras e em algumas cidades estabelecimentos ja foram interditados por falta de segurança.
Por que só agora?
De qualquer maneira, vamos esquecer que as providências já deveriam ter sido tomadas muito antes, pois mais do que legislação o que falta é aplicação da lei e fiscalização, e vamos torcer para que dessa vez a tragédia sirva realmente de liçao.
Zuenir Ventura. O Globo. 30/01/2013.
A correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos se, no trecho “a vida aparece relativamente rápido” (l.34), a palavra “rápido” fosse substituída por rápida.
A expressão coloquial que encerra o período — “segurando as pontas” — pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, pela palavra subsistindo.
No fragmento “Não lhe chamo a atenção para os padres e os sacristães, nem para o sermão” (L.5-6), todos os substantivos terminados em ditongos nasais apresentam as mesmas possibilidades de formação de plural.
O trecho “Tratava-se da área de maior concentração de escravos nos sertões, a ponto de existirem quadrinhas abordando esse estranho recorde” (l.7-9) pode ser reescrito, sem prejuízo do sentido original do texto e da correção gramatical, da seguinte forma: Tratavam-se de escravos concentrados, majoritariamente, na área dos sertões, a ponto de haverem quadrinhas abordando esse estranho recorde.
A forma verbal “Conta-se” (l.26) poderia estar flexionada no plural, sem prejuízo da correção gramatical do texto, em concordância com “as marcas de sangue da negra” (l.26-27), dada a presença do pronome apassivador
Na linha 24, o emprego do masculino singular em “criado” deve-se à concordância com “decreto imperial” (l.25).
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a oração “Alguns estudos foram realizados” (l.26) fosse assim reescrita: Realizaram-se alguns estudos.
A palavra “milhão” (l.6) poderia ser empregada no plural — milhões — sem prejuízo da correção gramatical do texto.


