Questões Militares Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

Foram encontradas 628 questões

Q669183 Português

Marque a alternativa com as formas verbais que completam corretamente as lacunas do texto abaixo.

______ ao time, para vencer o campeonato, mais algumas contratações. A diretoria consultou a torcida e cerca de 40% dos torcedores ______ jogadores mais jovens no time. ______ alguns meses que o clube está adiando as mudanças.

Alternativas
Q668789 Português
Com relação à concordância nominal das frases abaixo, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q668787 Português
Assinale a alternativa em que a frase não aceita duas formas de concordância.
Alternativas
Q668779 Português

Complete a lacuna com a forma verbal adequada e, em seguida, assinale a alternativa correta.

“Se você ____ que não vai dar tempo de chegar à reunião no horário combinado, ligue para mim imediatamente.”

Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658919 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços da frase dada.
A polícia já está _____________ preocupada com eles, pois ______________ os ladrões no início da tarde.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658917 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços da frase dada.
Sandra estava _______________ irritada, , _____________, mesmo assim, foi conversar com os policiais.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2012 - PM-SP - Soldado Voluntário |
Q658908 Português

   Não era exatamente um trabalho muito agradável: Jordão supervisionava o funcionamento de 20 câmeras de segurança espalhadas numa área da cidade muito sujeita a assaltos (bancos, lojas, joalherias etc.). Sua tarefa era certificar-se de que as câmeras estavam captando e gravando adequadamente imagens que poderiam servir de prova contra delinquentes.
   Sandra, sua mulher, jovem e ambiciosa, achava esse trabalho um lixo. Como o marido ganhava pouco, moravam num apartamento minúsculo, desde que se casaram há mais de cinco anos e andavam de ônibus, porém o sonho dela era ter uma mansão e um carro de luxo. Se isso não acontecia era só por causa dele. “Você é um incompetente”, dizia. Jordão optava por ignorar as observações da mulher, mesmo porque tinha certeza de que, um dia, seu trabalho seria reconhecido. Um dia ocorreria um assalto, ele identificaria os bandidos, seu nome apareceria nos jornais. E aí Sandra teria de admitir seu erro. Mas, enquanto isso, era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro entre eles. Mas um dia, irritado, Jordão acabou gritando com ela. “Vou me vingar”, ela prometeu, então, vermelha de raiva.
   Um mês depois, ladrões, de madrugada, tiveram a ousadia de entrar num banco vigiado pelas câmeras, levando todo o dinheiro. Jordão foi chamado pela polícia e dirigiu-se, de manhã, para o seu local de trabalho, precisava examinar e ampliar as gravações feitas pelas câmeras. Sem demora, começou a trabalhar, e, de fato, uma das câmeras captara o momento em que os criminosos, três, saíam do banco com as sacolas de dinheiro. Todos estavam com capuzes de lã preta na cabeça. Observava aquilo e então sentiu um baque no coração: junto com os assaltantes havia uma mulher que não usava capuz. Ao contrário, olhava de frente para a câmera sorrindo ironicamente. Ele reconheceu: era Sandra, sua mulher. Então deletou as imagens. À polícia disse que algum problema acontecera com a câmera e que nada fora gravado. A tecnologia é assim: quando menos se espera, ela nos trai.

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 02.05.05. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a parte destacada do trecho – ... era um desagradável e irritante bate-boca atrás de outro... (2.º parágrafo) – está escrita corretamente no plural.
Alternativas
Q644637 Português

                                  ESPERA UMA CARTA

                                                                                Carlos Drummond de Andrade

      Agora sei por que não vieste, depois de tanto e tanto te esperar. Cheguei a supor que não existisses. Imaginei, às vezes, que foras ter a outra porta, e alguém se beneficiava de ti. Era o equívoco mais consolador, afinal não se perderia a mensagem. Eu indagava os rostos, pesquisava neles a furtiva iluminação, o traço de beatitude, que indicasse conhecimento de teu segredo. Não distinguia bem, as pessoas se afastavam ou escondiam tão finamente tua posse, que a dúvida ficava enrodilhada à minha esquerda. O desengano, à direita. E não havia combate entre eles. Coexistiam, mais a cabeçuda esperança.

      Todas as manhãs te aguardava. Ao meio-dia já era certo que não vinhas. O resto do dia era neutro. Restava amanhã. E outro amanhã. E depois. Repousava, aos domingos, dessa expectação sem limites. Via-te aparecer em sonho, e fechava os olhos como quem soubesse que não te merecia, ou quisesse retardar o instante de comunicação. Esperar era quase receber. Cismava que te recebera havia longos anos, mas era menino e sem condições de avaliar-te, ou vieras em código, e eu, sem possuir a chave, me quedava mirando-te e remirando-te como à estrela intocável.

      Muitas recebi durante esse prazo. Não se confundiam contigo. Traziam palavras boas ou más, indiferentes, quaisquer. E o receio de que entre elas rolasses perdida, fosses considerada insignificante? Desprezada, como impresso de propaganda?

      As dádivas que devias trazer-me, quais seriam? Nunca imaginei ao certo o que de grande me reservavas. Quem sabe se a riqueza, de que eu tinha medo, mas revestida de doçura e imaginação, a resumir os prazeres do despojamento? Ou a glória espiritual, sem seus gêmeos a jactância e o orgulho? Ou o amor – e esta só palavra me fazia curvar a cabeça, ao peso de sua magnificência. Eu não escolhia nem hesitava. O dom seria perfeito, sem proporção com o ente gratificado. E infinito, a envolver minha finitude.

      Mas agora sei por que não vieste nem virás. Estavas entre inúmeras companheiras, jogadas em sacos espessos, por sua vez afundados num subterrâneo. E dizer que todos os dias passei por tuas proximidades, até mesmo em cima de ti, sem discernir tua pulsação. Servidores infiéis ou cansados foram acumulando debaixo do chão o monte de notícias, lamentos, beijos, ameaças, faturas, ordens, saudades, sobre o qual os caminhões passavam, os dias passavam, passavam os governos e suas reformas. Escondida, esmagada no monte, sem sombra de movimento, lá te deixaste jazer, enquanto eu conjeturava mil formas de extravio e omissão. Cheguei a desconfiar de ti, a crer que zombavas de minha urgência, distraindo-te por itinerários loucos. Suspeitei que te recusavas, quase desejei que fogo ou água te liquidassem, já que te esquivavas a tua missão.

      E foi o que aconteceu, sem dúvida. A umidade e os ratos de esgoto te consumiram. Restam – se restarem – fragmentos que nada contam ou explicam, senão que uma carta maravilhosa, esperada desde a eternidade, por mim e por outro qualquer homem igual a mim, foi escrita em alguma parte do mundo e não chegou a destino, porque o Correio a jogou fora, entre trezentas mil ou trezentos milhões de cartas. 

OBS.: O texto foi adaptado às regras do Novo Acordo Ortográfico. 

Suspeitei que te recusavas (...). Ao longo do texto, o autor, ao se dirigir ao seu destinatário, usa um tratamento íntimo, de segunda pessoa do singular. Se ele usasse um tratamento mais formal como o de V.Sa., teríamos a seguinte construção:
Alternativas
Q615928 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do período abaixo.
“Informaram aos candidatos que, ___________ , seguiam a comunicação oficial, o resultado e a indicação do local do exame médico, e que estariam inteiramente à ________ disposição para verificação." 
Alternativas
Q614433 Português
Assinale a afirmativa FALSA a respeito do texto 3.
Alternativas
Q550054 Português

                                 E SE NÃO HOUVESSE NOITE

       Uma megalomaníaca, hollywoodiana intervenção humana poderia instalar uber-refletores na órbita da Terra e assim acabar com a escuridão. Mas, até este momento da história não há motivo para fazer algo tão faraônico. Então fiquemos com a alternativa astronômica. A única maneira de não haver noite é pela sincronização dos movimentos da Terra. Ou seja, se a rotação fosse igual à translação. Só assim o mesmo lado do planeta daria toda a volta ao redor do Sol sem deixar de ser iluminado. E, para isso, a velocidade da Terra no Sistema Solar deveria ser constante, o que implica uma órbita circular, e não elíptica.

      Mesmo com essas condições, seria dia para sempre somente em um lado do planeta. No outro, noite eterna. Um lugar inóspito, com temperaturas que podem ser baixas como as dos pólos e onde as formas de vida seriam diferentes das do lado iluminado. Algo como as profundezas abissais dos oceanos, mas na superfície. Teríamos dois planetas em um só. “Em movimento sincronizado, as condições climáticas seriam radicalmente diferentes. Dificilmente haveria a explosão da vida”, diz o astrônomo da USP, Enos Picazzio.

      No lado iluminado, as coisas tampouco seriam fáceis. A vida na Terra está programada para reagir à luz. A galinha, por exemplo, é fotossensível. Em condições naturais, ela só bota ovos quando o Sol nasce. Com ele a pino sempre, a ave como conhecemos dificilmente existiria. Já as plantas vivem de acordo com a duração da noite e do dia. Em noites curtas, como no verão, elas crescem. Na primavera elas florescem. “A ausência de sinais temporais poderia impedir a floração e a produção de frutos”, diz Sérgio Tadeu Meirelles, biólogo da USP. A vida como um todo seria adaptada não às andanças do Sol no céu, mas à mobilidade dele. E ele não serviria mais para contarmos o tempo. Essa função seria da Lua.

                                                              In: Revista Superinteressante. nº306 - Jul/2012 

A alternativa que não apresenta concordância nos moldes da harmonia de gênero entre nomes é:
Alternativas
Q482888 Português
Assinale a alternativa cuja sentença está de acordo com as regras da gramática normativa.
Alternativas
Q482885 Português
Assinale a alternativa que completa adequadamente as lacunas abaixo.

Elas _________ fizeram questão de levar as evidências, que encaminharam __________ às documentações, como provas as piores ___________, para a condenação.
Alternativas
Q376672 Português
       “Se os cachorros correm livremente, por que eu não posso fazer isso também?”, pergunta Bob Dylan em “New Morning” . Bob Dylan verbaliza um anseio sentido por todos nós, humanos supersocializados: o anseio de nos livrarmos de todos os constrangimentos artificiais decorrentes do fato de vivermos em uma sociedade civilizada em que às vezes nos sentimos presos a uma correia. Um conjunto cultural de regras tácitas e inibições está sempre governando as nossas interações coti­dianas com os outros.
       Uma das razões pelas quais os cachorros nos atraem é o fato de eles serem tão desinibidos e livres. Parece que eles jogam com as suas próprias regras, com a sua própria lógica interna. Eles vivem em um universo paralelo e diferente do nosso - um universo que lhes concede liberdade de espírito e paixão pela vida enormemente atraentes para nós. Um cachorro latindo ao vento ou uivando durante a noite faz agitar-se dentro de nós alguma coisa que também quer se expressar.
       Os cachorros são uma constante fonte de diversão para nós porque não prestam atenção as nossas convenções so­ ciais. Metem o nariz onde não são convidados, pulam para cima do sofá, devoram alegremente a comida que cai da mesa. Os cachorros raramente se refreiam quando querem fazer alguma coisa. Eles não compartilham conosco as nossas inibições. Suas emoções estão ã flor da pele e eles as manifestam sempre que as sentem,


                     (Adaptado de Matt Weistein e Luke Barber. Cão que late não morde. Trad. de Cristina Cupertino. S.Paulo: Francis, 2005. p 250)


A frase em que se respeitam as normas de concordância verbal é:
Alternativas
Q376665 Português
       Desde o desenvolvimento da linguagem, há 5.000 anos, a espécie humana passou a ter seu caminho evolutivo dire­cionado pela cultura, cujos impulsos foram superando a limitação da biologia e os açoites da natureza. Foi pela capacidade de pensar e de se comunicar que a humanidade obteve os meios para escapar da fome e da morte prematura.
       O atual empuxo tecnológico se acelerou de tal forma que alguns felizardos com acesso a todos os recursos disponíveis na vanguarda dos avanços médicos, biológicos, tecnológicos e metabólicos podem realisticamente pensar em viver em boa saúde mental e física bem mais do que 100 anos. O prolon­gamento da vida saudável, em razão de uma velhice sem doen­ ças, já foi só um exercício de visionários. Hoje é um campo de pesquisa dos mais sérios e respeitados.
       Robert Fogel, o principal formulador do conceito da evolução tecnofísica, e outros estudiosos estão projetando os limites dessa fabulosa caminhada cultural na qualidade de vida dos seres humanos. Quando se dedicam a essa tarefa, os estu­diosos esbarram, em primeiro lugar, nas desigualdades de ren­da e de acesso às inovações. Fazem parte das conjecturas dos estudiosos a questão ambiental e a necessidade urgente de obtenção e popularização de novas formas de energia menos agressivas ao planeta.


                     (Adaptado de Revista Veja, 25 de abril de 2012 p 141)


O prolongamento da vida saudável, em razão de uma velhice sem doenças, já foi só um exercício de visionários.

Hoje é um campo de pesquisa dos mais sérios e respeitados.

As frases acima estão reescritas em um único período, com correção, lógica e clareza, mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, em:
Alternativas
Q376661 Português
       Desde o desenvolvimento da linguagem, há 5.000 anos, a espécie humana passou a ter seu caminho evolutivo dire­cionado pela cultura, cujos impulsos foram superando a limitação da biologia e os açoites da natureza. Foi pela capacidade de pensar e de se comunicar que a humanidade obteve os meios para escapar da fome e da morte prematura.
       O atual empuxo tecnológico se acelerou de tal forma que alguns felizardos com acesso a todos os recursos disponíveis na vanguarda dos avanços médicos, biológicos, tecnológicos e metabólicos podem realisticamente pensar em viver em boa saúde mental e física bem mais do que 100 anos. O prolon­gamento da vida saudável, em razão de uma velhice sem doen­ ças, já foi só um exercício de visionários. Hoje é um campo de pesquisa dos mais sérios e respeitados.
       Robert Fogel, o principal formulador do conceito da evolução tecnofísica, e outros estudiosos estão projetando os limites dessa fabulosa caminhada cultural na qualidade de vida dos seres humanos. Quando se dedicam a essa tarefa, os estu­diosos esbarram, em primeiro lugar, nas desigualdades de ren­da e de acesso às inovações. Fazem parte das conjecturas dos estudiosos a questão ambiental e a necessidade urgente de obtenção e popularização de novas formas de energia menos agressivas ao planeta.


                     (Adaptado de Revista Veja, 25 de abril de 2012 p 141)


... a espécie humana passou a ter seu caminho evolutivo direcionado pela cultura, cuios impulsos foram superando a limitação da biologia ... (1º parágrafo)

O sentido do segmento grifado acima está reproduzido com outras palavras, respeitando-se a lógica, a correção e a clareza, em:
Alternativas
Q340610 Português






Texto I
A vida no lixão de Gramacho - RJ

      Considerado o maior aterro sanitário da América Latina, o Lixão de Gramacho é conhecido pelos seus diversos catadores e pelas histórias que ali com eles vivem.
      Histórias das Ruas foi até lá para conhecer um pouco dessa realidade e poder trazer para vocês alguns fatos que não apenas chocam mas incomodam até mesmo os mais desinteressados.
      O Lixão se localiza no bairro do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias. O local recebe mais de 7 mil toneladas de lixo por dia. O bairro possui 20 mil habitantes que vivem na miséria e mais de 50% da população tiram sua renda da reciclagem de lixo que catam no aterro.
      As pessoas que vivem trabalhando com a reciclagem moram ao redor do aterro, em barracos de madeiras e papelão, em meio a muita lama e lixo, muito lixo. [...]
      Adentramos a favela e, tudo o que eu via, me impressionava muito. Mesmo não sendo a rampa (nome dado à montanha de lixo que é localizada dentro do aterro), a quantidade de lixo diante dos meus olhos era extremamente exagerada. Ficava difícil até ver o chão, forrado de lixo. Durante a nossa caminhada, João [um dos catadores] me explicou como era a vida no Lixão. “Aqui
nós trabalhamos para duas empresas que são donas de todo esse lixo. Não podemos trabalhar por conta própria. Enquanto eles se enriquecem com esse lixo que nós catamos e reciclamos, nós vivemos assim, nessa situação.”
      O cenário daquela comunidade era praticamente um cenário de guerra. Carros tombados, pessoas com semblantes muito sofridos e crianças carregando crianças. O cheiro era muito forte, também devido à quantidade enorme de porcos que viviam no meio do monte de lixo, porcos que dividiam o espaço onde as crianças da comunidade brincavam. Além disso, percebi que não havia saneamento no local.
      Perguntei ao Sr. João se ele fazia ideia de quantas crianças viviam lá e ele me respondeu: “Não tem como ter ideia disso.
São realmente muitas crianças que vivem no meio desse lixo e cada vez mais aumenta o número delas.”[...]
      Conversei com muitas pessoas e pude perceber que a maioria não queria contar a sua história de vida. Percebi que quase ninguém gostava de tocar no assunto de como foi parar ali; era um assunto que incomodava a todos e espalhava certa tristeza no ar, tristeza muito mais nítida do que a pobreza em que eles vivem.
      O Lixão será desativado até o dia 03/06. Para mim, ficou evidente que aquelas pessoas que vivem lá dependem daquele lixo para sobreviver, pois é de onde tiram o próprio sustento. Com todos os moradores que eu consegui conversar, perguntei o que eles iriam fazer e para onde pensarão ir depois que o Lixão fosse desativado. A resposta era sempre a mesma: “Não sabemos,
estamos esperando o governo decidir o que vai fazer com todo mundo que mora aqui.” Alguns até disseram estar tristes devido ao fato de que o lixão iria fechar.[...]
      No dia seguinte, voltando para São Paulo, vi algumas notícias em jornais de grande circulação em todo o país dizendo que o fim do Lixão de Gramacho marca um novo começo, uma nova vida para os moradores de lá. Fiquei chocado! Como a imprensa,
que tem como principal missão reportar a verdade dos fatos com espírito crítico, pode manipulá-los a ponto de “sugerir” que o mal é um bem?
(Fonte: www.historiasdasruas.com/2012 )



A concordância entre os termos de uma oração contribui para um bom entendimento do texto. Nesse sentido, observa- se que nem sempre a intuição do falante de uma língua converge com as regras gramaticais. Considere, isoladamente, o trecho:

“50% da população tiram sua renda da reciclagem de lixo”

Sobre ele e a observação do padrão culto da língua, é correto afirmar que ocorre:
Alternativas
Q325846 Português
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com as regras da gramática normativa.

Alternativas
Q325838 Português
De acordo com o padrão normativo, em qual das alternativas abaixo, o verbo em destaque poderia aparecer também no plural?

Alternativas
Q325457 Português
01  Eu que nasci na Era da Fumaça: - trenzinho
      vagaroso com vagarosas
      paradas
      em cada estaçãozinha pobre
05  para comprar
      pastéis
      pés-de-moleque
      sonhos
      - principalmente sonhos!
10  porque as moças da cidade vinham olhar o trem passar;
      elas suspirando maravilhosas viagens
      e a gente com um desejo súbito de ali ficar morando
      sempre...Nisto,
      o apito da locomotiva
15  e o trem se afastando
      e o trem arquejando é preciso partir
      é preciso chegar
      é preciso partir é preciso chegar... Ah, como esta vida é urgente!
20   ...no entanto
      eu gostava era mesmo de partir...
      e - até hoje - quando acaso embarco
      para alguma parte
      acomodo-me no meu lugar
25  fecho os olhos e sonho:
      viajar, viajar
      mas para parte nenhuma...
      viajar indefinidamente...
      como uma nave espacial perdida entre as estrelas.

(QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. in: MARÇAL, Iguami Antônio T. Antologia Escolar, Vol.1; BIBLIEX; p. 169.)
Assinale a alternativa em que o verbo “haver NÃO está empregado corretamente.




Alternativas
Respostas
461: C
462: A
463: C
464: A
465: D
466: E
467: A
468: C
469: B
470: D
471: E
472: A
473: D
474: A
475: D
476: B
477: B
478: E
479: C
480: C