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Questões Militares Sobre coesão e coerência em português

Foram encontradas 679 questões

Q1359254 Português

Marque a única alternativa que indica a reescrita que mantém a correção gramatical e o sentido original do trecho extraído do penúltimo parágrafo do Texto 3.


Muito do que fazemos no dia a dia não aumenta nossa percepção do quanto nos sentimos felizes, mas pode fazer sentirmos nossas vidas com mais sentido. 

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Q1359245 Português
A respeito da manutenção e da progressão das idéias no Texto 1, é correto afirmar que
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Q1355880 Português
A pipa e a flor
   
    ... Era uma vez uma pipa. O menino que a fez estava alegre, e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...
    Ò pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
    Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
    Mas aconteceu um dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá no quintal, uma flor. Ela já tinha encontrado muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da fior se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...
    A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa. Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
    E assim, resolveu mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarinho, ao lado da flor.
    E deu a linha para ela segurar.
    Ela segurou forte.
   Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:
    - Florzinha, me solta...
     E a florzinha soltou.
    A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
    (...)
(ALVES, Rubem. A pipa e a flor. São Paulo: Loyola, 2004, p. 12-24)
Em "O menino que a fez estava alegre, (...)” (2° parágrafo), o pronome sublinhado refere-se á:
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Q1351710 Português

Releia o seguinte fragmento:

“A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar.” (linha 1) Elementos coesivos são usados a fim de evitar a repetição de palavras ou expressões em um texto. Com base na afirmação, sabe-se que esses períodos poderiam ser resumidos em um só.

Realizando as adequações necessárias, qual conector substitui a expressão adverbial “na ida” sem que haja alteração das relações lógico-discursivas presentes no fragmento?

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Q1351708 Português
Acerca do texto II, assinale a alternativa cujo termo destacado não se refere à personagem Nya.
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Q1344048 Português

Leia o texto III para responder ao item.


GLOSSÁRIO

1mirá-los: observá-los.

2mostruários: vitrines.

3pendentes: pendurados.

4lanudos: cobertos de lã.

5guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.

6de celulóide: de plástico.

7filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.

8cravadas: fixas.

9rubro: de cor vermelha.

10chispas: partículas de fogo.

11jorros: jatos fortes.

12cretones: tipos de tecidos.

13platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.

14fumoso: fumacento.

15pressentir: suspeitar.

No fragmento "[...] como se para isso, [...]." (linhas 12 e 13), o vocábulo destacado retoma a ideia de
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Q1336198 Português

Leia o período composto a seguir:

"O conhecimento oferecido pela bioeconomia e outras ciências ecológicas pode ajudar a melhorar o planejamento das atividades que se desenvolvem em uma bacia hidrográfica, que deve ser analisada como um conjunto de sistemas que interagem no ecossistema" (I. 63 a I. 65).

A oração destacada é iniciada por um pronome relativo, que faz referência anafórica à seguinte palavra / expressão do período

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Q1336195 Português

A escrita do texto 4 pode ser aperfeiçoada, no sentido de evitar a repetição do vocábulo também, que ocorre no terceiro e no quarto parágrafos:

"[...] o tema da feira também foi abordado em uma palestra [...]" (I. 9 e I. 10).

"Estudantes também visitaram o ônibus de Educação Ambiental - Projeto Eco Expresso "do Rio ao Rio" da SANEPAR - e aprenderam sobre o processo de tratamento de água [...]" (I. 12 a I. 14).

A opção que apresenta uma proposta de reescrita de pelo menos um dos trechos, eliminando o problema da repetição, e mantendo o sentido geral e a correção gramatical do texto, é:

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Q1336187 Português
As informações presentes nas linhas 7 a 14 do texto verbal retomam várias informações desenvolvidas no texto 1. O trecho do texto 1 que dialoga com as informações das linhas 7 a 14 do texto 2 é:
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Q1336186 Português
A análise da imagem que compõe a embalagem da fralda "Herbia Baby" dialoga com vários aspectos do texto verbal que acompanha essa imagem. A respeito dessa interação entre texto verbal e texto visual, é correto afirmar que:
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Q1336185 Português
A reescrita do trecho "Tudo isso, obviamente, focando na redução ou mesmo reversão de impactos ambientais" (I. 16 e I. 17), com a substituição da forma verbal "focando" pela locução adverbial com vistas a, segue o que preconiza a norma-padrão em:
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Q1336184 Português
A respeito do título do texto 1, é correto afirmar que:
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Q1334294 Português

Com base no texto, responda a questão.


O uso de palavras que se referem a outras já enunciadas evita sua repetição exaustiva e confere fluidez ao texto. No texto de Susan Sontag, a palavra empregada com esse objetivo e o termo ao qual ela se refere estão corretamente associados em
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Q1334279 Português

Trata de construí-lo e torná-lo o mais confortável possível”. (l. 4)

O emprego do pronome pessoal oblíquo é um dos recursos coesivos na construção do texto. Nesse trecho, as duas ocorrências do pronome fazem referência ao vocábulo

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Q1329276 Português

Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros. (linha 7)

Reescrevendo-se o trecho acima, assinale a alternativa em que se tenha obedecido à norma culta. Ignore as mudanças de sentido.

Alternativas
Q1327850 Português




(Disponível em: https://www.recantodasletras.com.br/poesiasinfantis/3941452 Acesso em 02/09/2019. Adaptado).

Ao longo de um texto, podem ser utilizados variados recursos para retomar termos e garantir a continuidade textual. Sendo assim, assinale a alternativa em que o termo refere-se ao Capitão Gancho:
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Q1327846 Português
Leia atentamente os textos da prova e responda à questão proposta, assinalando a única opção correta, de acordo com o que for solicitado.

Texto 1
PETER PAN


Para narrar uma história, é importante usar palavras ou expressões que estabeleçam relações lógicas entre as diferentes partes do texto. Nesse sentido, assinale a alternativa em que a palavra ou a expressão destacada expressa a ideia que lhe foi atribuída:
Alternativas
Q1327845 Português
Leia atentamente os textos da prova e responda à questão proposta, assinalando a única opção correta, de acordo com o que for solicitado.

Texto 1
PETER PAN


Assinale a alternativa em que há uma correta relação entre o termo destacado e o elemento retomado por ele:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNEB Órgão: PM-BA Prova: UNEB - 2019 - PM-BA - Aspirante |
Q1319247 Português

 Leia o texto 01 para responder à questão

Texto 01: O que é mesmo o respeito às diferenças.


Um dos refrãos que são mais ouvidos nos dias de hoje é "tem que haver respeito às diferenças"! Em diferentes situações de agressão, clamamos pelo respeito à pessoa, às leis, aos direitos, aos deveres, à justiça. O que significa de fato esse respeito? O que buscamos quando gritamos por respeito?


Constata-se que esse refrão é interpretado segundo o que a necessidade imediata da pessoa agredida estabelece ou segundo o que estabelece o critério dos que reclamam por esse direito. Mas, se algo é reconhecido como direito, por que» não é vivido como tal? Constata-se que a reciprocidade exigida pelo respeito não é levada em conta, ou seja, o direito ao respeito parece não ter igual legitimidade social. 


A palavra ou o conceito respeito é atribuído - no caso da presente reflexão - às diferenças. Por isso, quero lembrar algo sobre o sentido da palavra respeito. Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção.


Não tem a ver com concordância com a posição alheia, mas sim com dar permissão para que ela se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem. Respeito exige reciprocidade e aí entramos num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo. E isto porque, quando pensamos em respeito e reciprocidade, já temos um quadro mental interpretativo em que submetemos uns aos outros


Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento que eu apresento como correto ou que a mídia determinou como correto. Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente. Sou eu que afirmo o outro/a como diferente.


Por isso, colocar a palavra respeito como anterior às diferenças significa, de certa forma, limitá-las a uma espécie de ordem interpretativa, visto que sozinha a palavra não dá a si mesma um significado. E a pergunta que surge imediatamente é: quem estabelece o significado e ordem do respeito, quem a determina, quem a promove? Estamos dessa forma diante das múltiplas interpretações e dos limites que a palavra respeito contém.

Respeito às diferenças sexuais! Respeito às diferentes etnias! Respeito às diferentes idades! Respeito às leis: É preciso ter respeito à floresta, á terra, aos rios aos -ares. Tudo tem que ter respeito, mas como se pode viver e entender algo mais desse respeito? O que fazer para que ele seja efetivo em favorecer o bem comum?


Diante dessa difícil tarefa, tenho bastante dificuldade com as afirmações sobre respeito ilimitado ou absoluto. Creio que esse absoluto não existe; isso porque não o experimentamos. Minha existência no mundo é, por si só, limitada a esse momento no qual vivo, ao espaço que ocupo, à minha educação, à minha família, a tudo o que recebi. Sou o que sinto, sou as minhas simpatias e antipatias, sou os interesses que defendo e os valores que prezo. Tudo isso sou eu, meu corpo, corpo aberto a tantas coisas e, ao mesmo tempo, limitado a tantas outras.



Por isso, não posso respeitar todas as diferenças e todas as opiniões. Não posso respeitar tudo no sentido de ter que acolher algumas formas de existir que me agridem, ameaçam, matam, destroem minhas convicções, minha maneira de estar no mundo. Tudo isso para afirmar que o 'esperto às diferenças não pode ser absoluto, não é experimentado como absoluto, mas é limitado aos nossos próprios limites.



O que posso fazer é apenas abrir uma conversa, propor um diálogo para que cheguemos a uma coexistência possível para  além da beligerância que se tem instaurado entre nós [...] Eu, que estou faminta e me descubro olhando os restaurantes de luxo sem acesso nem à 'quentinha' diária, não posso sentir respeito por aquela turma sorridente que entra nos restaurantes. [...] Eu, mulher violentada, não posso ter respeito pelos meus violentadores.

 

Minha inserção no mundo, embora seja única, é parcial e, por isso mesmo, o que chamo de respeito também é limitado e pode ser considerado pelo outro algo desrespeitoso. 


Tudo parece um círculo vicioso e sem saída. Mas não é. / Não é sem saída dentro dos limites provisórios de nossa ' história, porque podemos tentar mudar de lugar, perceber, de outro ponto, o mundo que nos constitui e envolve.

[...].


Nessa perspectiva, a diferença não é apenas de etnia, gênero, classe, política e outras tantas manifestações de nosso ser no mundo. A diferença não é apenas algo exterior a nós mesmos. A diferença sou eu, jamais idêntica a minha intimidade, sempre em estado de conversa, de dúvida, de raiva, de preconceito, de desejo, enfim de não coincidência comigo mesma.


[...]. Mas quem acolherá a grande empresa do pensamento, do pensamento fora dos benefícios do mercado, fora das Universidades vendidas às grandes empresas 'educacionais'? Eis a questão que é continuamente lançada a todos/as nós para tentarmos entender um pouco mais o significado múltiplo e complexo do 'respeito às diferenças' e ousar vivê-lo como valor em nosso cotidiano. 


Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/o-quee-mesmo-o-resperto-as-diferencas/(ADAPTADO) 

Leia o trecho a seguir e, depois, analise as afirmações logo a seguir, classificando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
A palavra ou o conceito respeito é atribuído - no caso da presente reflexão - às diferenças. Por isso, quero lembrar algo sobre o sentido da palavra respeito. Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção. Não tem a ver com concordância com a posição alheia, mas sim com dar permissão para que ela se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem. Respeito exige reciprocidade e aí entramos num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo. E isto porque, quando pensamos em respeito e reciprocidade, já temos um quadro mental interpretativo em que submetemos uns aos outros. Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento que eu apresento como correto ou que a mídia determinou como correto. Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente. Sou eu que afirmo o outro/a como diferente.
( ) Em "para que eia se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem " o conectivo em destaque poderia ser substituído pelo conectivo "conquanto" sem que se alterem as relações sintáticas e semântica entre as orações.
( ) As palavras em destaque em "Respeito exige reciprocidade e aí num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo’ classificam-se morfologicamente como adjetivos,
( )Trata-se "Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção." de um período composto por coordenação e constituído de três orações.
( )O pronome demonstrativo em destaque em "Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente." retoma o que o texto estabelece como respeito no período anterior.
( ) Preservaria a correção gramatical e o sentido original do texto se o trecho "Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento" fosse substituído por "Respeitar o diferente não é convencê-lo de que adira ao modelo de comportamento".
A sequência correta, resultante do preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é


Alternativas
Q1073020 Português

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa INCORRETA referente ao texto IV, “Poesia”. 

Alternativas
Respostas
201: E
202: B
203: B
204: B
205: C
206: B
207: D
208: A
209: B
210: E
211: C
212: D
213: B
214: E
215: A
216: E
217: A
218: E
219: C
220: B