Questões Militares Sobre revolução intelectual do século xviii: iluminismo em história

Questões Discursivas

Foram encontradas 43 questões

Q4192216 História
Ao tratar das Revoluções Industrial e Francesa, Eric Hobsbawm afirma que “precisamos simplesmente observar que as forças econômicas e sociais, as ferramentas políticas e intelectuais desta transformação já estavam preparadas, em todo o caso em pelo menos uma parte da Europa suficientemente grande para revolucionar o resto.”
(Eric Hobsbawm, A Era das Revoluções)

Para Hobsbawm, entre tais ferramentas políticas e intelectuais, é possível identificar
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Q4192192 História
Leia o texto a seguir:

No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)


No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4191457 História
Leia o texto a seguir:

No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4190762 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4190487 História
Leia o texto a seguir:

No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa
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Q4189707 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4189417 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4189142 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4188867 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4188637 História
Leia o texto a seguir:

No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Q4188357 História
Leia o texto a seguir:

     No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.

(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)

No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214528 História
O primeiro abalo atingiu Lisboa na manhã do dia 1º de novembro de 1755. Minutos depois, outro ainda mais forte arrasou a cidade, seguido por um terceiro. Lisboa, uma das capitais mais imponentes da Europa, foi destruída em menos de 15 minutos. Então, um tsunâmi, arrastou milhares de pessoas e um vento implacável espalhou os focos de incêndio provocados pelos tremores. O terremoto em Portugal, na capital mais católica do continente, abalou as certezas intelectuais e religiosas que na época dominavam a Europa. Até 1755, as aflições que a natureza impunha sobre a humanidade eram consideradas obra de um Deus furioso. Após a catástrofe, o lugar de Deus nas relações humanas começou a ser questionado. Voltaire, Pope, Kant e Rousseau, entre outras figuras eminentes, fizeram do acontecimento um veículo para expressar seus questionamentos. O jornalista Nicholas Shrady revela, em O último dia do mundo, que essa reação ao desastre natural é o que ainda hoje provoca grande fascínio. 
Imagem associada para resolução da questão

Adaptado de amazon.com.br.
A sinopse do livro O último dia do mundo, que aborda o terremoto ocorrido em Lisboa em 1755, menciona questionamentos, suscitados pelo desastre, acerca do lugar que Deus ocupa nas relações humanas. No contexto do terremoto, tais questionamentos fomentaram maior difusão de princípios advindos de:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214526 História

O caráter de cada ato depende das circunstâncias sob as quais ele é praticado. A proteção mais estrita da liberdade de expressão não protege um homem que falsamente grita fogo num teatro e causa pânico. Ela [a proteção mais estrita da liberdade de expressão] sequer protege um homem de uma injunção contra palavras belicosas que possam ter todo o efeito de força. A questão, em todos os casos, é se as palavras utilizadas são empregadas sob essas circunstâncias e se são de tal natureza para criar um perigo claro e imediato.


LIVER WENDELL HOLMES, JR. (1841-1935) Adaptado de ROTUNDA, R. O direito de dissidência e a dívida dos Estados Unidos com Heródoto e Tucídides. Revista de Estudos Institucionais, v. 1, n. 1, 2015. 


Embasado no raciocínio acima, o juiz da Suprema Corte dos E.U.A, Oliver Wendell Holmes, Jr., argumentou, em 1919, que a liberdade de expressão depende das circunstâncias para sua prática. O movimento que inspirou a defesa desse direito no mundo contemporâneo e uma prática que ameaçou esse mesmo direito no Brasil no século XX estão associados, respectivamente, em:

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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: CBM-RJ Prova: FGV - 2024 - CBM-RJ - Cadete do Corpo de Bombeiro |
Q2463515 História
A razão iluminista apresenta-se aos seus adeptos como um instrumental crítico que se dirige a cada indivíduo naquilo que possui de mais íntimo e essencial – sua consciência racional de ser humano. Mais que convencer ou persuadir, com argumentos racionais, trata-se de trazer à tona, em cada um, essa capacidade ou essa essência racional, comum a todos: pensar por si mesmo, “sair da menoridade para a maioridade”, tal é a palavra de ordem.
(FALCON, Francisco Calazans. Iluminismo. São Paulo: Ática, 1986. p. 37)

No que diz respeito ao impacto do Iluminismo no pensamento europeu do século XIX, é correto afirmar que
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Ano: 2023 Banca: IBGP Órgão: CBM-MG Prova: IBGP - 2023 - CBM-MG - Soldado |
Q2101619 História
As tensões que envolveram os monarcas, a nobreza e a burguesia na Europa geraram um situação pré-revolucionária. Nesse contexto existem grandes nomes envolvidos para questionar o poder dos reis absolutistas em busca de uma nova ordem política. Em razão disso o pensamento iluminista se apresenta assim estruturado: 

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Fonte: Autor - desenho ilustrativo fora de escala. 

Jonh Locke costuma ser considerado como o precursor do liberalismo, tendo lançado as bases da filosofia política iluminista. Em sua obra defendia a ideia de que os homens eram portadores de direitos naturais como a vida, a liberdade e a propriedade. Para garantir que todos os indivíduos usufruíssem seus diretos, os homens criaram os governos que recebiam autoridade e o dever de garantir os direitos das pessoas.

Nesse contexto, sobre outros pensadores iluministas que também se destacaram, analise as afirmativas a seguir:
I- Voltaire foi um dos maiores nomes do iluminismo, criticava violentamente a Igreja e o Clero embora fosse deísta.
II- Montesquieu, também iluminista, focava na divisão dos poderes, em que o governante passava a ser apenas o executor da vontade da sociedade conforme leis regidas por legisladores e julgadas pelos tribunais, o que limitaria o poder absolutista dos reis.
III- Rousseau foi o grande defensor da democracia, não como a compreendida atualmente, indissociável de eleição e de voto universal, mas como a expressão da vontade geral do povo de uma nação.

Comparando as ideias apresentadas pelos iluministas em I, II e III, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: CBM-RJ Prova: FGV - 2022 - CBM-RJ - Cadete do Corpo de Bombeiro |
Q1992596 História
Os aspectos assinalados a seguir são traços comuns à civilização do Renascimento e à do Iluminismo, à exceção de um. Assinale-o.
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Q1831991 História
A principal característica do Iluminismo, “movimento de ideias” que se desenvolveu na Europa Ocidental entre o final do século XVII e o final do século XVIII, é a crença na razão humana e no seu potencial. A “Enciclopédia”, obra que começou a ser publicada na França, em 1751, foi organizada pelo matemático Jean D’Alembert e pelo filósofo
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Q1042171 História
Assim como os fenômenos físicos – diziam os iluministas -, as relações entre os indivíduos são regidas pelas leis da natureza. Os pensadores iluministas podem ser divididos em dois grupos: os filósofos e os economistas. Respectivamente, são representantes desses dois grupos:
Alternativas
Q949290 História
Considere o excerto abaixo sobre o livro Utopia, do escritor inglês Thomas Morus (1478-1535), lançado entre 1516 e 1518:
[...] Em sua obra Utopia, Morus descreve a vida numa ilha em formato de lua crescente, na qual tudo é dividido de maneira equânime entre as pessoas, onde não existe injustiça e violência e se vive confortavelmente. [...] na ilha de Utopia, o problema da exclusão social, tema candente de seu tempo, [...] seria resolvido de uma vez por todas. E de que maneira? Pela aplicação de todos ao trabalho [...]”. (LOPES, M. A. Uma História da ideia de utopia: o real e o imaginário no pensamento político de Thomas Morus. História: Questões & Debates, Curitiba, n. 40, 2004, p. 141-142.)
A partir do trecho acima e dos conhecimentos sobre o início da Idade Moderna (1453-1789), é correto afirmar que a obra de Morus pertenceu ao:
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Q845099 História
As ideias iluministas começaram a circular no Brasil na segunda metade do século XVIII. Elas refletiram-se em vários campos da atividade e do conhecimento humano. Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que apresenta um filósofo deste período, cujo pensamento incentivou, de forma relevante, a Inconfidência Mineira.
Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: B
4: C
5: D
6: A
7: C
8: A
9: D
10: B
11: E
12: A
13: A
14: A
15: A
16: A
17: C
18: A
19: D
20: A