Questões Militares
Sobre república oligárquica - 1889 a 1930 em história
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A partir de 1890, quando a capoeira foi criminalizada, através do artigo 402 do Código Penal, como atividade proibida (com pena que poderia levar de dois a seis meses de reclusão), a repressão policial abateu-se duramente sobre seus praticantes. Os capoeiristas eram considerados por muitos como “mendigos ou vagabundos”. Outras práticas afro-brasileiras, como o samba e os candomblés, foram igualmente perseguidas.
(Revista de História da Biblioteca Nacional, 21 jul.08)
A criminalização descrita no trecho pode ser associada
I. Crítico às fraudes eleitorais e ao domínio das oligarquias, o Tenentismo pautou-se pela defesa de uma democracia ampla no País.
II. Contrário ao domínio das oligarquias, o Tenentismo transitou progressivamente de uma conduta de caráter corporativo para a defesa crescente de propostas de transformação política para o País.
III. Apesar de críticos do sistema político vigente, os tenentes rebeldes da década de 1920 mantiveram uma conduta de neutralidade quando do golpe de Estado que levou Getúlio Vargas ao poder em 1930.
O texto acima, descreve o(a).
Neste período, em troca de ‘favores’, os coronéis exigiam que os eleitores votassem nos candidatos por eles indicados. Tal prática ficou conhecida como ‘voto de cabresto’”. (COTRIM, 2009, modificado)
As duas expressões grifadas (“coronéis” e “voto de cabresto”) referem-se, respectivamente,

Durante a Primeira República no Brasil (1889- 1930), as práticas políticas assentadas no denominado sistema coronelista estiveram muito presentes em relação às características do coronelismo.
Assinale a alternativa correta.
Observe a imagem a seguir.

Nas primeiras décadas do Brasil republicano, um dos problemas mais graves do sistema eleitoral eram as fraudes, às quais se refere a charge para a revista Careta (1927).
A respeito da charge, é correto afirmar que
Observe a imagem a seguir.
A imagem acima reproduz a capa do primeiro número (1908) da
revista O Immigrante, um periódico informativo e de propaganda
distribuído para os imigrantes que desembarcavam no porto de
Santos, em São Paulo.
O texto faz parte de um artigo escrito pelo republicano Aristides Lobo em 18 de novembro de 1889 no jornal Diário Popular, de São Paulo. Nele, é possível inferir uma visão da Proclamação da República no Brasil, três dias após o evento, como:
Hobsbawm, Eric. Bandidos. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1969.
A tese do banditismo social foi bastante utilizada no Brasil para explicar o surgimento do cangaço. Para o historiador Eric Hobsbawm, Lampião não pode ser considerado um bandido social, pois: