Questões Militares Sobre história

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259259 História
“Rodeado de tiras, Fleury surgiu do escuro, apontou um revólver para Marighella e o intimou a se render. Marighella fixou o olhar no chefe do Esquadrão da Morte e fez um movimento com a mão para abrir a pequena pasta preta que trazia consigo. Fleury começou a disparar e os tiras a seu lado o acompanharam, motivados por uma reação de pânico diante da fama de valentia do homem encurralado dentro do Fusca. Os policiais postados no fundo da rua imaginaram que a guarda de Marighella atirava e responderam também com disparos. [...] Com cinco balas no corpo, Marighella teve morte rápida provocada por hemorragia interna.”

(GORENDER, Jacob. Combate nas trevas: a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987. p. 175.)


A morte de Carlos Marighella, em 1969, foi um dos momentos marcantes da repressão militar após o golpe de 1964. Assinale a afirmativa que mostra como a memória sobre Marighella impactou a Nova República.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259258 História
“[...] Napoleão, [...] imperador dos franceses desde 1804, tinha agora que cuidar de tirar a última pedra do sapato: a Inglaterra. O jeito era atingir sua economia, isolando completamente a ilha. Assim, em 1806 era decretado o Bloqueio Continental, que proibia todas as nações europeias de comprar qualquer produto vindo da Grã-Bretanha. A reação da Inglaterra foi proporcional à provocação francesa: declarou a ilegalidade do comércio e da navegação em todos os portos pertencentes aos inimigos, e considerou legitima a captura de navios procedentes desses mesmos portos. [...] A adesão de Portugal era vital: pela ótica inglesa significava preservar a relação com as colônias lusitanas e a única brecha no continente. Já a França precisava daquele império para estrangular a economia da Grã-Bretanha. [...] Acuado, o governo lusitano iria, muito em breve, tirar a sua última carta do bolso do colete.”

(SCHWARCZ, Lilia Moritz et al. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002. p. 200.)

Diante do contexto geopolítico descrito, assinale a afirmativa que corresponde à ação do governo português para preservar sua soberania e seu império colonial, expressa no texto base como sua “última carta do bolso do colete”.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259257 História
“O Brasil ficou, por três séculos, na condição de colônia portuguesa, embora nunca tivesse levado oficialmente esse nome. Posteriormente, manteve, em muitos aspectos, tal situação, embora tivesse oficialmente conquistado a independência e se tornado um Estado nacional. Conclui-se daí que o colonialismo é uma situação de dependência que transcende o nível político-administrativo, podendo ou não incorporá-lo.”
(LOPEZ, Luiz Roberto. História do Brasil colonial. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984. p. 15.)

Considerando o texto base, assinale a afirmativa que explica corretamente a questão da dependência do Brasil. 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214533 História



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TONI D’AGOSTINHO Disponível em acaricatura.com.br.


Na charge, dois aspectos que caracterizam o mundo do trabalho na contemporaneidade estão relacionados de forma irônica.

Esses aspectos são:

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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214532 História

ARQUITETURA É DESTAQUE NO MUSEU DA MEMÓRIA E DOS DIREITOS HUMANOS NO CHILE


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Vinte anos após o fim da ditadura chilena, organizações que lutam pelos direitos humanos no país demonstraram que o Chile estava pronto para enfrentar o passado: foi inaugurado, em Santiago, capital do país, em 2010, o Museo de La Memoria y Los Derechos Humanos, cuja missão é dar visibilidade aos crimes contra direitos humanos cometidos pelo governo do Chile entre os anos de 1973 e 1990. O museu é uma referência para os chilenos, principalmente pesquisadores, uma vez que é composto de um Centro de Documentação e de uma Biblioteca. Além disso, vem se tornando um ponto obrigatório para turistas. Na época da inauguração, a então presidenta Michelle Bachelet, ela própria detida e torturada durante a ditadura, considerou que o museu é “um símbolo poderoso do vigor do Chile unido (…) na promessa de não voltar a conhecer uma tragédia como esta”. E adiantou: “Não podemos mudar o passado, mas sim aprender com o que foi vivido”


BRUNO LEAL Adaptado de cafehistoria.com.br. 


Ações como a registrada na notícia integram iniciativas que visam a lidar com as heranças de governos ditatoriais, que marcaram a história recente de países latino-americanos. Ao relacionar história e memória, o mencionado museu representa uma atitude de: 

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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214530 História
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Em abril de 1978, um jovem negro foi acusado pelo roubo de frutas de um feirante. Robson Silveira da Luz, de 21 anos, casado e pai de família, foi barbaramente torturado pela polícia nas dependências do 44º Distrito de Guaianases, na zona leste de São Paulo, e acabou morto. Naquele mesmo ano, quatro garotos negros, atletas da equipe juvenil de vôlei do Clube de Regatas Tietê, foram barrados no clube. Ao reclamar do acontecido, o técnico teria ouvido de um dos diretores: “Se deixar um negro entrar na piscina, cem brancos saem.” Ainda em 1978, em resposta a esses episódios, surgiu o Movimento Negro Unificado (MNU). O uso da palavra “Negro” foi sugestão do histórico ativista negro Abdias do Nascimento (1914-2011), para que ficasse claro quem eram os protagonistas da luta contra a discriminação.
Adaptado de bbc.com, 27/11/2022.
O surgimento do movimento citado representou uma crítica direta à seguinte ideologia defendida pelo regime vigente à época:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214529 História

ÁFRICA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL: UM CAPÍTULO ESQUECIDO


 A partir de 3 de setembro de 1939, quando a Grã-Bretanha e a França declararam guerra à Alemanha, os Aliados recrutaram na África cerca de meio milhão de soldados e operários. Soldados de toda a África subsaariana e do norte do continente tiveram de lutar contra as tropas alemãs e italianas no norte da África e na Europa durante a guerra. Mais tarde também combateram contra os japoneses na Ásia e no Pacífico.

Nos noticiários na Europa falava-se em “voluntários”. Mas o antigo soldado congolês Albert Kuniuku, de 93 anos, tem outra versão: “Foi um verdadeiro recrutamento forçado. Eu trabalhava numa empresa têxtil quando nos foram buscar. Todos os jovens trabalhadores foram recrutados. Nenhum deles tinha mais de 30 anos.”

Albert Kuniuku é presidente da União dos Veteranos Congoleses (UNACO) em Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. Até 1960, o país foi governado pela Bélgica. O veterano é um dos últimos sobreviventes de uma unidade expedicionária que lutou contra os japoneses na Índia e no Mianmar (antiga Birmânia), entre 1940 e 1946, sob comando britânico e belga, longe dos campos de batalha da Europa.

Adaptado de dw.com, 08/05/2020.


A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) tornou-se um dos acontecimentos mais marcantes da história do século XX. No trecho da reportagem, são apresentados alguns de seus impactos para as sociedades africanas, como demonstra o testemunho de Albert Kuniuku. Naquelas sociedades, o recrutamento forçado de trabalhadores foi promovido em função do seguinte contexto:

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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214528 História
O primeiro abalo atingiu Lisboa na manhã do dia 1º de novembro de 1755. Minutos depois, outro ainda mais forte arrasou a cidade, seguido por um terceiro. Lisboa, uma das capitais mais imponentes da Europa, foi destruída em menos de 15 minutos. Então, um tsunâmi, arrastou milhares de pessoas e um vento implacável espalhou os focos de incêndio provocados pelos tremores. O terremoto em Portugal, na capital mais católica do continente, abalou as certezas intelectuais e religiosas que na época dominavam a Europa. Até 1755, as aflições que a natureza impunha sobre a humanidade eram consideradas obra de um Deus furioso. Após a catástrofe, o lugar de Deus nas relações humanas começou a ser questionado. Voltaire, Pope, Kant e Rousseau, entre outras figuras eminentes, fizeram do acontecimento um veículo para expressar seus questionamentos. O jornalista Nicholas Shrady revela, em O último dia do mundo, que essa reação ao desastre natural é o que ainda hoje provoca grande fascínio. 
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Adaptado de amazon.com.br.
A sinopse do livro O último dia do mundo, que aborda o terremoto ocorrido em Lisboa em 1755, menciona questionamentos, suscitados pelo desastre, acerca do lugar que Deus ocupa nas relações humanas. No contexto do terremoto, tais questionamentos fomentaram maior difusão de princípios advindos de:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214527 História


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objdigital.bn.br
Esse 10 de espadas compõe um baralho elaborado nas comemorações do Centenário da Independência do Brasil. Na carta se vê o prédio sede do agora Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). A corporação foi criada como Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, em 1856, pelo Imperador D. Pedro II. É o mais antigo da América Latina. Deixou de ser provisório em 1860 e, em 1880, passou a ter organização militar. Antes dela, os sinos da igreja de São Francisco de Paula e tiros que partiam do Morro do Castelo anunciavam e localizavam os incêndios na cidade. O prédio, edificado em 1908, situado na Praça da República, abriga a sede do Quartel e o Museu Histórico do CBMERJ.
Adaptado de bndigital.bn.gov.br.
A criação de órgão específico para o combate a incêndios na cidade do Rio de Janeiro, em meados do século XIX, se inseriu em um contexto de mudanças significativas para a então capital do Império do Brasil. Tais mudanças se relacionaram ao objetivo de promover práticas de:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214526 História

O caráter de cada ato depende das circunstâncias sob as quais ele é praticado. A proteção mais estrita da liberdade de expressão não protege um homem que falsamente grita fogo num teatro e causa pânico. Ela [a proteção mais estrita da liberdade de expressão] sequer protege um homem de uma injunção contra palavras belicosas que possam ter todo o efeito de força. A questão, em todos os casos, é se as palavras utilizadas são empregadas sob essas circunstâncias e se são de tal natureza para criar um perigo claro e imediato.


LIVER WENDELL HOLMES, JR. (1841-1935) Adaptado de ROTUNDA, R. O direito de dissidência e a dívida dos Estados Unidos com Heródoto e Tucídides. Revista de Estudos Institucionais, v. 1, n. 1, 2015. 


Embasado no raciocínio acima, o juiz da Suprema Corte dos E.U.A, Oliver Wendell Holmes, Jr., argumentou, em 1919, que a liberdade de expressão depende das circunstâncias para sua prática. O movimento que inspirou a defesa desse direito no mundo contemporâneo e uma prática que ameaçou esse mesmo direito no Brasil no século XX estão associados, respectivamente, em:

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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214525 História

RIO TEM CERCA DE 1350 MONUMENTOS, MAS SOMENTE 15 SÃO ESTÁTUAS OU BUSTOS DE MULHERES


 Dos 1350 monumentos que existem na cidade do Rio de Janeiro, apenas 15 são estátuas ou bustos de mulheres. A prefeitura não tem o número exato de estátuas de homens, e entre os monumentos estão contabilizados chafarizes e relógios, por exemplo. Duas das estátuas femininas foram inauguradas em 2016, ano das Olimpíadas no Rio: a da escritora Clarice Lispector e a da primeira bailarina negra do Theatro Municipal, Mercedes Baptista. Já na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, foram erguidas às margens do rio Sena dez estátuas de mulheres francesas, ao som de uma versão do hino nacional reproduzido por um coro de mulheres. As esculturas, todas douradas, serão permanentes. Segundo a organização do evento, as homenageadas deixaram importante legado para o país e avançaram na conquista dos direitos das mulheres.


Adaptado de folha.uol.com.br, 09/08/2024.


A criação de monumentos é uma forma pela qual diferentes sociedades valorizam seu passado. O perfil predominante dos monumentos na cidade do Rio de Janeiro, apresentado na reportagem, é explicado por características herdadas do passado colonial brasileiro. Por sua vez, a medida adotada pela França, em 2024, possui um objetivo bastante específico. Essa característica e esse objetivo são, respectivamente:


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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214524 História

PINTURAS DE ALBERT ECKHOUT (1641) MUSEU NACIONAL DA DINAMARCA (COPENHAGUE)


O pintor e desenhista holandês Albert van der Eckhout (1610-1666) foi autor de um conjunto de obras que registram a fauna, a flora e os tipos humanos, no Brasil da época. Indicado ao conde Maurício de Nassau (1604-1679), integrou a comitiva de artistas e cientistas responsáveis por documentar o Novo Mundo, durante a permanência do governo holandês em Pernambuco, entre 1637 e 1644.


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Adaptado de enciclopedia.itaucultural.org.br. 


As imagens acima reproduzem obras que compõem o conjunto de pinturas elaboradas por Albert van der Eckhout durante sua permanência nas terras do Brasil, no século XVII. Tais pinturas, representativas do olhar europeu sobre o "Novo Mundo", indicam a valorização dos seguintes aspectos: 

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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Soldado PM de 2ª Classe |
Q3206745 História

Observe a imagem a seguir.  


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Fonte: Memorial da Democracia. Disponível em https://memorialdademocracia.com.br/card/ a-grande-greve-dos-trabalhadores-do-abc


A foto retrata um grande grupo de pessoas, predominantemente homens, com os braços erguidos em protesto, sendo que um deles segura uma placa com a inscrição: “‘Volks’ trabalhadores unidos até a vitória”, fazendo referência à fábrica de automóveis Volkswagen. A foto mostra a assembleia dos operários em greve na região do ABC paulista, em 1979. As greves gerais dos metalúrgicos, que ficaram conhecidas com esse nome, começaram em 1978 e se estenderam por 1979 e 1980, durante a ditadura militar no Brasil, e mobilizaram cerca de 200 mil trabalhadores.


A respeito desse movimento social, avalie as afirmativas a seguir.


I. As greves representaram o ressurgimento do movimento trabalhista brasileiro e o início do processo de redemocratização.


II. As greves não alcançaram o resultado esperado, e os salários dos grevistas continuaram congelados devido ao fim do período conhecido como Milagre Econômico.


III. As greves tiveram a adesão da maioria dos trabalhadores do setor metalúrgico, mas não conseguiram o apoio de outros segmentos trabalhistas e populares.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Soldado PM de 2ª Classe |
Q3206744 História

Observe a imagem a seguir. 



Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Revista Careta, 05/01/1935. Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=083712&pagfis=55970


A imagem, intitulada “ISSO NÃO É COMNOSCO”, retrata três personagens: o primeiro, com um violão, canta “Você me pareceu sincera! Mas não era! Mas não era! ...”; a segunda personagem é uma mulher de biquíni, usando um chapéu com a inscrição “1930”; e o terceiro personagem é o presidente Getúlio Vargas, que, segurando a segunda personagem, lhe diz: “Não faças caso. São as novas cantigas de carnaval...”.


A imagem destaca


Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Soldado PM de 2ª Classe |
Q3206743 História

Leia os fragmentos de texto a seguir.


I. Uma parte da mobilização emocional, uma herança do descartado programa nacional-socialista, foi o antissemitismo, a marca de todos os movimentos nacionalistas. Mas logo veio a servir a um propósito mais sinistro. Os judeus tornaram-se os objetos indefesos sobre os quais milhões de alemães exerceram pela primeira vez a brutalidade essencial para que a Alemanha dominasse toda a Europa. Eles eram o campo de prática, a escola de treinamento de batalha, para as virtudes nórdicas, que mais tarde encontrariam sua plena expressão na Polônia, na França e na Rússia ocupada. Se os alemães tinham estômago para isso, eles podiam suportar qualquer coisa. Nenhuma voz de protesto foi levantada, em nenhum caso uma Igreja Cristã, seja Católica Romana ou Protestante, abriu suas portas para os judeus em refúgio, nenhum bispo alemão colocou a estrela de Davi. Os alemães passaram no teste com louvor: eles estavam de fato unidos. (Adaptado de: TAYLOR, A. J. P. The Course of German History: A survey of the development of Germany since 1815. New York: Coward McCann, 1962.)


II. O hitlerismo, por outro lado, trouxe de repente no mercado mundial um novo artigo de exportação que tinha técnicas refinadas e rapidamente adaptáveis a todos os países. A matéria-prima deste artigo consistiu em certo grau de ideologia racial com seu ponto central de ódio contra os judeus. Disto já havia uma certa quantidade em cada país, ou poderia ser estimulado. Mas o refinamento dessa matéria-prima ocorreu na organização hierárquica nazista. Visava conquistar as massas. Quando a ideologia racial e o ódio aos judeus eram um tanto ineficazes como matéria-prima para as necessidades das massas, alguma outra ideologia, engendrada por teóricos ou seitas, poderia substitui-la e ser devidamente estimulada. (Adaptado de: MEINECKE, Friedrich. The German Catastrophe. Boston: Beacon Press, 1969, p. 59.)


Assinale a afirmativa que apresenta corretamente a interpretação dos dois fragmentos sobre o antissemitismo na Alemanha nazista. 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Soldado PM de 2ª Classe |
Q3206742 História

A Constituição de 1891 evidencia, no plano das instituições, que a classe dominante consegue alcançar seus objetivos políticos já no início da República, e é um índice de sua capacidade para promover a integração do país, na medida de tais objetivos.


(Fonte: FAUSTO, Boris. A revolução de 1930. História e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 120.)


Assinale a afirmativa que apresenta corretamente uma das medidas estabelecidas pela Constituição de 1891. 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Soldado PM de 2ª Classe |
Q3206741 História

Avalie as afirmativas a seguir, que apresentam fatores que contribuíram para o início da Primeira Guerra Mundial e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.



( ) O crescente ideal do pan-eslavismo, que buscava a unificação dos territórios eslavos, e o pangermanismo, que buscava a unificação dos povos germânicos.


( ) As disputas imperialistas por territórios coloniais na África e na Ásia contribuíram para a intensificação das rivalidades entre os países europeus.


( ) O sentimento revanchista prussiano, surgido após a derrota da Prússia na Guerra Franco-Prussiana, especialmente pela perda do território da Alsácia-Lorena.


As afirmativas são, respectivamente,

Alternativas
Q3372016 História
A Revolução Pernambucana foi a única rebelião de caráter emancipacionista e republicano, durante o governo de D. João, que ultrapassou a fase da mera conspiração. Marque a alternativa que possui apenas causas da eclosão da Revolução Pernambucana:

I. O apoio incondicional dos Pernambucanos ao governo do Príncipe D. João.
II. A fome no nordeste provocada pela seca de 1816.
III. A concorrência do algodão produzido pelos Norte-Americanos e do açúcar produzido nas Antilhas, que baixavam os preços desses produtos no mercado internacional.
IV. As ideias Monarquistas inspiradas na Revolução Francesa.
V. O crescente aumento dos impostos, após a chegada da corte portuguesa ao Brasil.
Alternativas
Q3372015 História
Durante o primeiro século de colonização portuguesa, o território brasileiro era povoado majoritariamente ao longo de sua faixa litorânea, desde Natal até Cananeia. Foi só a partir do Século XVII que se iniciou um processo de interiorização territorial da colônia, conforme podemos observar nas imagens abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Podemos enumerar como causas que levaram os colonizadores a avançar em direção ao interior, exceto:
Alternativas
Q3349406 História

Em 1825, uma rebelião regional proclamou a separação do Brasil e a incorporação do futuro Uruguai às Províncias Unidas do Rio da Prata. Esse fato precipitou a guerra entre Brasil e Buenos Aires, a partir de dezembro de 1825. A guerra foi um desastre militar para os brasileiros, vencidos em Ituzaingó (1827), e uma catástrofe financeira para as duas partes envolvidas. A paz foi alcançada com a mediação da Inglaterra, interessada em restaurar as transações comerciais normais que o conflito aniquilara. O tratado de paz que pôs fim ao conflito garantiu o surgimento do Uruguai como país independente e a livre navegação do [rio da] Prata e de seus afluentes.


(FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp/Imprensa Oficial do Estado, 2002. p. 83.)


O texto base narra um relevante conflito ocorrido no contexto do Brasil Imperial. Tal conflito ficou conhecido na historiografia brasileira como

Alternativas
Respostas
161: E
162: D
163: C
164: D
165: B
166: B
167: D
168: A
169: C
170: A
171: D
172: A
173: A
174: E
175: C
176: D
177: A
178: B
179: C
180: C