Questões Militares Sobre história
Foram encontradas 2.122 questões
A Constituição de 1891 evidencia, no plano das instituições, que a classe dominante consegue alcançar seus objetivos políticos já no início da República, e é um índice de sua capacidade para promover a integração do país, na medida de tais objetivos.
(Fonte: FAUSTO, Boris. A revolução de 1930. História e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 120.)
Assinale a afirmativa que apresenta corretamente uma das medidas estabelecidas pela Constituição de 1891.
Avalie as afirmativas a seguir, que apresentam fatores que contribuíram para o início da Primeira Guerra Mundial e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O crescente ideal do pan-eslavismo, que buscava a unificação dos territórios eslavos, e o pangermanismo, que buscava a unificação dos povos germânicos.
( ) As disputas imperialistas por territórios coloniais na África e na Ásia contribuíram para a intensificação das rivalidades entre os países europeus.
( ) O sentimento revanchista prussiano, surgido após a derrota da Prússia na Guerra Franco-Prussiana, especialmente pela perda do território da Alsácia-Lorena.
As afirmativas são, respectivamente,
I. O apoio incondicional dos Pernambucanos ao governo do Príncipe D. João.
II. A fome no nordeste provocada pela seca de 1816.
III. A concorrência do algodão produzido pelos Norte-Americanos e do açúcar produzido nas Antilhas, que baixavam os preços desses produtos no mercado internacional.
IV. As ideias Monarquistas inspiradas na Revolução Francesa.
V. O crescente aumento dos impostos, após a chegada da corte portuguesa ao Brasil.
Podemos enumerar como causas que levaram os colonizadores a avançar em direção ao interior, exceto:
Em 1825, uma rebelião regional proclamou a separação do Brasil e a incorporação do futuro Uruguai às Províncias Unidas do Rio da Prata. Esse fato precipitou a guerra entre Brasil e Buenos Aires, a partir de dezembro de 1825. A guerra foi um desastre militar para os brasileiros, vencidos em Ituzaingó (1827), e uma catástrofe financeira para as duas partes envolvidas. A paz foi alcançada com a mediação da Inglaterra, interessada em restaurar as transações comerciais normais que o conflito aniquilara. O tratado de paz que pôs fim ao conflito garantiu o surgimento do Uruguai como país independente e a livre navegação do [rio da] Prata e de seus afluentes.
(FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp/Imprensa Oficial do Estado, 2002. p. 83.)
O texto base narra um relevante conflito ocorrido no contexto do Brasil Imperial. Tal conflito ficou conhecido na historiografia brasileira como
O Espírito Santo tem ainda a O sua estrutura econômica à base do café, embora não seja dos mais famosos, bem definido pelo fato de que, na época da queima do café, os plantadores de Minas compravam safras capixabas para entregá-las à "cota de sacrifício".
(IBGE. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. Vol. I. Rio de Janeiro: IBGE, 1957. p. 40.)
Quanto à chamada "cota de sacrifício" existente no contexto da produção cafeeira no estado do Espírito Santo, é correto afirmar que
O navegador [português] chegou na praia de Vila Velha em 23 de maio de 1535 e lá fundou o primeiro povoamento local. Batizou a terra de Espírito Santo em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade da Igreja Católica. Ele dividiu capitania em sesmarias e as distribuiu entre os 60 colonizadores que o acompanharam ao local.
(IBGE. Espírito Santo. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br. Acesso em: 1 jul. 2024.)
O texto base refere-se ao fidalgo português, primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo, chamado
Vinte anos após a fundação da Capitania do Espírito Santo, José de Anchieta a visitou como enviado da Europa para transmitir valores cristãos aos indígenas em 1553. Acredita-se que ele viajasse ao Espírito Santo pelo menos uma vez por ano, até que, em 1579, iniciou a fixação dos religiosos de sua ordem na aldeia de Rerigtiba (em tupi, "lugar de muitas ostras", atual Anchieta), onde, entre 1587 e 1592, permaneceu como líder de sua ordem. Lá, viveu boa parte da vida e faleceu, em 9 de junho de 1597.
(Adapt. JANUZZI, Nicolle. Passos de Anchieta: a relação do jesuíta com o estado do Espírito Santo. G1, 14 jun. 2022. Disponível em: < g1.globo.com>. Acesso em: 1 jul. 2024.)
Considerando o contexto político, assinale a afirmativa que corresponde corretamente à ordem religiosa que desempenhou um papel crucial na colonização e aculturação dos povos indígenas, estabelecendo missões católicas ao longo da costa brasileira, e à qual pertenceu José de Anchieta (1534-1597).
Pelo tratado anglo-brasileiro de 1826, todo o tráfico escravo brasileiro se tornou ilegal em março de 1830. O governo brasileiro se viu imediatamente sob intensa pressão britânica para cumprir sua obrigação de criar e colocar em vigor leis proibindo a importação de escravos no Brasil. Finalmente, foi aprovada uma lei em 7 de novembro de 1831. Mas, pelo visto, era apenas "para inglês ver".
(CARVALHO, José Murilo de (Coord.). A construção nacional: 1830-1889. Vol. 2. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012. p. 24.)
Considerando o contexto histórico da expressão "para inglês ver" no Brasil e sua relação com a legislação citada no texto base, assinale a afirmativa correta.
A vinte e três de maio de 1535, oitava de Pentecostes (domingo), a caravela [do donatário] aportou à sua Capitania, aproando em uns terrenos baixos, ao fundo de uma enseada, bem junto ao Monte Moreno, à esquerda da entrada da baía que julgaram ser um rio. − primeiro contato com a O terra revelou os tropeços que aguardavam aquele pugilo de aventureiros: os índios preparavam uma recepção nada cordial. Postando-se armados em grupos na praia, mostravam-se dispostos a impedir o desembarque. Alguns disparos das peças de bordo, porém, anularam a pretensão, afugentando-os para a floresta.
(OLIVEIRA, José Teixeira de. História do estado do Espírito Santo. Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo, 1975. p. 35.)
Assinale a afirmativa que corresponde corretamente a um dos povos que habitavam o território que veio a se constituir como a capitania do Espírito Santo, à época do evento narrado no texto base.
COTRIM, G. História Global: Brasil e Geral. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016. p. 70. (Adaptado) Podemos enumerar como causas que levaram os colonizadores a avançar em direção ao interior, exceto: