Questões Militares
Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história
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Trata-se de um recorte referente ao ciclo do ouro no Brasil, mais especificamente em Minas Gerais. Em relação a esse ciclo no Sudeste brasileiro e sua relação com o povoamento e urbanização dessa região, é possível afirmar corretamente que
Tendo em vista diferentes contextos históricos em que predominou a escravidão, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas que comparam a escravidão na Roma antiga e a escravidão no período colonial da América portuguesa:
( ) Na Roma antiga os escravos eram mercadorias obtidas no comércio triangular, enquanto que no período colonial brasileiro os escravos eram prisioneiros de guerra ou apreendidos por motivo de dívida.
( ) Tanto no período antigo de Roma quanto no período colonial brasileiro, os escravos obedeciam a uma hierarquia de funções, sendo utilizados para vários tipos de atividades – afazeres domésticos, comércio e trabalho na agricultura.
( ) Tanto no período antigo de Roma quanto no período colonial brasileiro, a escravidão era considerada uma realidade natural, justificada por pensadores e por sacerdotes, mas também era questionada por opositores da escravidão dentro das próprias elites.
( ) Na Roma antiga, as rebeliões de escravos eram raras, pois eles viviam em boas condições e tinham a compra da alforria facilitada, enquanto que no período colonial brasileiro, as rebeliões eram constantes devido às condições desumanas de tratamento e impossibilidade de alforria.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
I. É possível afirmar que o crescimento da capitania de São Paulo só se tornou possível, no início do século XVII, em consequência da descoberta das minas de prata pelos bandeirantes.
II. Ao longo do século XVII, em consequência das entradas em busca de índios, ganhou expressão a produção de gado e de gêneros de subsistência na capitania de São Paulo.
III. A trajetória econômica da São Paulo colonial, distanciada dos mercados externos, deveu-se à proibição do plantio da cana de açúcar na região.
II. Por preferirem o trabalhador imigrante e livre, os produtores de café do oeste paulista não utilizaram a mão de obra de escravos.
III. De forma semelhante ao plantio da cana nordestina, o café era produzido no século XIX com a utilização de técnicas e ferramentas tradicionais, a exemplo da foice e da enxada.
(Iuri Lapa, O Haiti é aqui?. Revista de História da Biblioteca Nacional, 03.03.2010)
O clima instaurado na ocasião tinha origem
“[...] convido-os para realizar comigo uma espécie de passeio por Cáceres, cidade fundada no terceiro quartel do século XVIII por razões geopolíticas”.
(PINHO, Rachel Tegon de. Cáceres: olhares sobre a tessitura urbana de São Luiz de Cáceres. In: CHAVES, Otávio Ribeiro; ARRUDA, Elmar Figueiredo de. (Orgs.) História e memória: Cáceres. Cáceres: Editora da Unemat, 2011. p.67).
No passeio pela cidade de Cáceres, só não podemos encontrar:
Analise as afirmativas sobre as teorias raciais que serviram de justificativa para o tráfico atlântico e marque a opção correta.
I. Narrativas sobre a fauna e a flora do continente africano contribuíram para que fossem atribuídas características antropomórficas aos negros destinados à escravidão.
II. O suposto canibalismo e as guerras intertribais foram utilizadas como justificativas para o tráfico atlântico.
III. A conversão à fé católica era uma forma encontrada pelos africanos para escapar da escravidão.