Questões Militares Sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história

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Q3832584 História
Leia o texto referente a esta questão.

Para o Brasil, uma das consequências do conflito foi que o país ficou ainda mais endividado com a Inglaterra, com a qual tinha restaurado as relações diplomáticas, no início das hostilidades. Mas a maior consequência foi a afirmação do Exército como uma instituição com fisionomia e objetivos próprios. Entre outros pontos, as queixas contra o governo do império, que vinham de longe, ganharam outra expressão. Afinal de contas, o Exército sustentara a luta na frente de batalha, com seus acertos e erros. Enquanto isso, as elites civis — os casacas , como passaram a ser desdenhosamente chamados — haviam ficado a salvo e, em certos casos, enriqueceram com os negócios de fornecimento para a tropa.

FONTE: Boris Fausto, História do Brasil — Editora Universidade de São Paulo (EDUSP), SP. Pg. 216.

É correto afirmar que o texto faz referência ao seguinte conflito armado ocorrido no continente americano: 
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3560935 História
Como província pioneira na abolição da escravatura, tendo realizado o feito quatro anos antes da promulgação da Lei Áurea, o Ceará foi palco de uma longa luta pela libertação dos escravizados e tem nesse evento um importante marco de sua história. Considerando esse acontecimento, analise as seguintes afirmações:

I. Francisco José do Nascimento, nacionalmente conhecido como Dragão do Mar, foi um capitão de navio mercante que se negou a transportar os escravizados que os jangadeiros insistiam em embarcar em sua nau para serem vendidos no sul do Brasil.

II. A principal data comemorativa do Ceará, a sua Data Magna, celebrada no dia 25 de março, se refere à publicação da Lei da Província que libertava os escravizados do Ceará, em 25 de março de 1884.

III. Além dos jangadeiros que fizeram a greve para não embarcar os cativos que seriam vendidos no Sudeste, também participaram daquele movimento os membros da Sociedade Perseverança e Porvir.

IV. A Sociedade Cearense Libertadora, embora originada da Sociedade Perseverança e Porvir, não tinha uma ação prática, como libertação de pessoas escravizadas por meio de alforria, limitando-se ao discurso abolicionista no jornal O Libertador.

É correto o que se afirma em
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Q3513502 História
Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.

(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)

O excerto alude à
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Q3512510 História
[...] a adesão das autoridades policiais ao gradualismo detonou as bases do controle social dos escravos nas localidades, abrindo espaço para a ascensão dos movimentos rebeldes. O legalismo, mesmo que tímido, das autoridades foi um subproduto não planejado do abolicionismo e deu lugar a uma reordenação de forças, com consequências inesperadas. Os escravos, como sempre, aproveitaram o espaço aberto pela briga entre os poderosos e avançaram decididamente. [...]. A fissura no discurso hegemônico sobre a defesa da propriedade escrava como prioridade acabou, em última análise, abrindo o flanco para a ascensão de um tipo de rebeldia escrava que pôs fim à própria escravidão.

(Maria Helena P. T. Machado. “Teremos grandes desastres, se não houver providências enérgicas e imediatas: a rebeldia dos escravos e a abolição da escravidão”. Em: K. Grinberg; R. Salles (Org.). O Brasil Imperial, vol. 3)

O contexto exposto pelo fragmento destaca 
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Q3512509 História
A derrota na guerra de 1865-70, contra a Tríplice Aliança, resultou, para o Paraguai, na destruição do Estado autoritário e em pesadas perdas demográficas e econômicas, bem como na escassez de homens com liderança e experiência suficientes para reconstruir e governar o país. Esse contexto, acreditavam os governantes brasileiros, ameaçava a independência do Paraguai.
Desde a ocupação de Assunção, em janeiro de 1869, por tropas brasileiras, até 1876, quando da assinatura dos tratados de paz, a ação do Brasil no país guarani foi no sentido de estabilizá-lo politicamente.

(Francisco F. M. Doratioto. “A ocupação político-militar brasileira do Paraguai (1869-76)”. Em: C. Castro; V. Izecksohn; H. Kraay (Org.). Nova História Militar Brasileira. Adaptado)

De acordo com o autor, a ação militar do Império teve como parte de suas finalidades
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Q3485644 História
Em meados do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma guerra na região platina contra Juan Manuel de Rosas, governador da Província de Buenos Aires e Manuel Oribe, presidente da República Oriental do Uruguai e líder do Partido Blanco. Durante essa campanha, tendo como seus aliados os governadores das províncias argentinas de Entre Rios e Corrientes e O Partido Colorado uruguaio, o Império Brasileiro se interpôs a uma tentativa de união de seus vizinhos do sul, que enfraqueceria a posição brasileira no Rio da Prata e se tornaria uma ameaça na fronteira do Rio Grande do Sul, há pouco pacificado. O grande momento da Marinha Brasileira nesse conflito foi: 
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Q3485638 História
Analise o trecho abaixo.

“Eclodiu em 7 de novembro de 1837, na Bahia, com o Dr. Francisco Sabino Alvares da Rocha".
(GAMA, Edina L. C. N. da; SILVA, Jéssica de F. e G. da. A atuação da Marinha Imperial no processo de consolidação do Estado Nacional (1824-1852). in: ABREU, Guilherme M.; BARBOSA JUNIOR, liques. (Orgs). Marinha do Brasil: uma síntese histórica. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2018, p. 132).

De acordo com Edina Laura Costa Nogueira da Gama e Jéssica de Freitas e Gonzaga da Silva, sobre o conflito interno denominado Sabinada, que eclodiu no nordeste brasileiro entre 1837 e 1838, é correto afirmar que: 
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Q3485621 História
Ainda em 1826, durante a Guerra da Cisplatina, ocorreu uma substituição no comando da Força Naval do Império do Brasil em virtude de o Almirante Rodrigo Lobo, que chefiava as Forças Navais brasileiras no Rio da Prata até então, ter se mostrado pouco capaz. Assim sendo, em maio daquele ano, o Almirante Rodrigo Pinto Guedes assumiu a chefia das Forças Navais do Império. A primeira medida tomada pelo novo Chefe das Forças Navais brasileiras no Rio da Prata foi estabelecer uma nova disposição de suas forças de modo que reforçasse o bloqueio naval. Desse modo, os navios brasileiros foram distribuídos em quatro divisões, sob o comando de oficiais capazes e experientes, devendo em todas as oportunidades engajar o inimigo, obrigando-o a aceitar a luta. Nesse contexto, assinale a opção que apresenta a função da 2º Divisão:  
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2025 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3214527 História


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Esse 10 de espadas compõe um baralho elaborado nas comemorações do Centenário da Independência do Brasil. Na carta se vê o prédio sede do agora Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). A corporação foi criada como Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, em 1856, pelo Imperador D. Pedro II. É o mais antigo da América Latina. Deixou de ser provisório em 1860 e, em 1880, passou a ter organização militar. Antes dela, os sinos da igreja de São Francisco de Paula e tiros que partiam do Morro do Castelo anunciavam e localizavam os incêndios na cidade. O prédio, edificado em 1908, situado na Praça da República, abriga a sede do Quartel e o Museu Histórico do CBMERJ.
Adaptado de bndigital.bn.gov.br.
A criação de órgão específico para o combate a incêndios na cidade do Rio de Janeiro, em meados do século XIX, se inseriu em um contexto de mudanças significativas para a então capital do Império do Brasil. Tais mudanças se relacionaram ao objetivo de promover práticas de:
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Ano: 2024 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2024 - EsSA - Sargento - Geral |
Q3347574 História
Com a abdicação de D. Pedro I, em 1831, em favor de seu filho Pedro de Alcântara, de apenas 5 anos de idade, o Brasil passou a ser governado por uma Regência composta por 3 membros, até que o menino alcançasse a maioridade. Em 1834, a constituição imperial foi alterada com a promulgação do Ato Adicional, que, entre outras questões, estabelecia a Regência exercida por uma pessoa, com mandato de 4 anos. Esse período foi extremamente conturbado com a eclosão de diversas revoltas nas províncias brasileiras. Marque a alternativa que apresenta revoltas iniciadas no Período Regencial: 
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Q3267600 História

Foram, em geral, favoráveis à abolição os representantes das classes urbanas, que começavam a ganhar importância em virtude das transformações econômicas que se processavam no país. Igualmente favoráveis à libertação dos escravos foram os grupos artesanais: trabalhadores livres, nacionais ou estrangeiros, que encontravam novas oportunidades de emprego. Sua colaboração foi decisiva na ação revolucionária desencadeada na década de 1880.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 330. Adaptado)


Para a historiadora, tal ação revolucionária refere-se

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Q3267599 História

A grande novidade na economia brasileira das primeiras décadas do século XIX foi o surgimento da produção do café para exportação. A introdução do cafeeiro no Brasil deveu-se a Francisco de Melo Palheta, que em 1727 trouxe para o Pará as primeiras sementes da planta. Utilizado no consumo doméstico, o café chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1760, misturando-se aos pequenos cultivos de pomares e hortas dos arredores da capital da Colônia. Foi, porém, no extenso Vale do Rio Paraíba, atravessando uma parte do Rio e de São Paulo, que se reuniram as condições para sua primeira grande expansão em níveis comerciais.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 186)


Sobre tais condições, é correto afirmar que, no Vale do Rio Paraíba,

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Q3267598 História

Da luta entre liberais radicais, de um lado, e moderados e conservadores, de outro, resultaria o Ato Adicional de 1834, forma conciliatória encontrada temporariamente pelos vários grupos em jogo.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 154)


Segundo a obra citada, o Ato Adicional de 1834

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Q3267597 História

Uma lei de agosto de 1831 criou a Guarda Nacional, em substituição às antigas milícias. Ela era cópia de uma lei francesa do mesmo ano. A ideia consistia em organizar um corpo armado de cidadãos confiáveis, capaz de reduzir tanto os excessos do governo centralizado como as ameaças das ‘‘classes perigosas”. Na prática, a nova instituição ficou incumbida de manter a ordem no município onde fosse formada.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 163-164)


A Guarda Nacional era composta

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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: CBM-RJ Prova: FGV - 2024 - CBM-RJ - Cadete do Corpo de Bombeiro |
Q2463519 História
A difusão de ideias republicanas no Brasil remonta ao século XVIII, quando se articularam as primeiras contestações ao domínio português inspiradas no ideário iluminista. Fizeram-se presentes, por exemplo tanto nas bandeiras defendidas pelas elites mineiras na inconfidência de 1789 quanto nas propostas de artesãos e soldados nas ruas de Salvador, na conjuração de 1789.
(VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Imperial: 1822-1889. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. p.631).

Entretanto, foi durante a crise do Império que o republicanismo foi a ideia que impulsionou a construção de partidos, clubes e movimentos políticos de grande amplitude.
No que diz respeito à maneira pela qual as ideias republicanas estiveram presentes na luta política contra a monarquia, é correto afirmar que
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Q3605828 História
0 Período Regencial, de 1831 a 1840, foi um dos mais agitados da história brasileira. As divergências entre os indivíduos mais abastados quanto à forma de governar o Brasil, de modo a preservar seus interesses, originaram três tendências políticas diferentes, uma delas defendendo a volta de D. Pedro I ao trono brasileiro. O grupo defensor dessa ideia era denominado
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2023 - PM-SP - Aluno-Oficial |
Q2566432 História
Por sinal, passada a euforia dos primeiros momentos da Lei Áurea, de 1888, foram ficando claras as falácias e incompletudes da medida. [...] Na realidade, nos primeiros anos da República pairava um verdadeiro “medo” de novas escravizações, ou da vigência de políticas raciais no país. Sobre os libertos recaía, portanto, um fardo pesado, condicionado pelos modelos deterministas de interpretação social e pela própria história.

(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015.)

Sobre o período pós-abolição da escravatura no Brasil, o exposto no excerto justifica-se
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Ano: 2023 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2023 - EsSA - Sargento - Geral |
Q2509777 História
No final do século XIX, ocorreram a Conjuração Mineira e a Conjuração Baiana. Ainda que deflagradas em regiões diferentes do Brasil e tivessem aspectos conflitantes, como a questão da escravidão, estas rebeliões coloniais possuíam muitos pontos em comum e foram importantes na construção dos pilares que sustentariam o movimento de 1822. Dentre as propostas que convergiam, destaca-se a (o):
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: EsFCEx Prova: VUNESP - 2023 - EsFCEx - Oficial - Direito |
Q2263468 História
A rebelião começou a partir de uma série de disputas entre grupos da elite local. As rivalidades acabaram resultando em uma revolta popular. Ela se concentrou no sul do Maranhão, junto à fronteira do Piauí, uma área de pequenos produtores de algodão e criadores de gado. À frente do movimento estavam o cafuzo Raimundo Gomes, envolvido na política local, e o artesão Francisco dos Anjos Ferreira. Paralelamente, surgiu um líder negro conhecido como Cosme à frente de 3 mil escravos fugidos.

Os rebeldes chegaram a ocupar Caxias, segunda cidade da província. De suas raras proclamações por escrito constam vivas à religião católica, à Constituição, a Dom Pedro Il, à santa causa da liberdade.

(Boris Fausto, História do Brasil, p. 144. Adaptado)

O excerto faz referência à
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Q2132075 História
Dom Pedro I, em 7 de abril de 1831, abdicou de seu trono em favor de seu filho Dom Pedro de Alcântara. Tal acontecimento deu inicio ao período conhecido como Regencial, marcado por profunda crise política e diversos conflitos internos. Acerca destes, correlacione os conflitos às suas descrições e assinale a opção correta.
CONFLITOS I- Cabanagem lI- Guerra dos Farrapos IlI- Balaiada IV- Sabinada V- Revolta Praieira

 DESCRIÇÕES ( ) A agitação foi debelada através da cooperação entre o Capitão-Tenente Joaquim Marques Lisboa (futuro Marquês de Tamandaré) e o Coronel Luís Alves de Lima e Silva (futuro Duque de Caxias).
( ) Primeira sublevação do período regencial e se estendeu até 1840.
( ) Foi combatida pela Marinha Imperial com um bloqueio da província e o combate a uma diminuta Força Naval montada pelos rebeldes com navios apresados.
( ) O Visconde de lnhaúma foi o comandante da Força Naval do Império que combateu os rebeldes.
( ) Neste conflito a Marinha Brasileira empregou, pela primeira vez em operações de guerra, um navio a vapor. 
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: B
4: A
5: E
6: C
7: D
8: C
9: C
10: A
11: A
12: E
13: B
14: B
15: B
16: A
17: D
18: C
19: E
20: A