Questões Militares Sobre brasil monárquico – segundo reinado 1831- 1889 em história

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Q4255987 História
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o que motivou o governo da Província de São Paulo a criar, em 1866, o Corpo Policial Provisório.
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2026 - PM-SP - Cadete PM |
Q4246576 História
    Entre 1864 e 1874, o número de escravizados no Nordeste declinou de 774 mil (45% do total de escravizados existentes no Brasil) para 435 687 (28% do total). No mesmo período, nas regiões cafeeiras, a população escravizada aumentou de 645 mil (43% do total de escravizados) para 809 575 (56% do total), e só na Província de São Paulo o número de cativos dobrou, passando de 80 mil a 174 622.

(Boris Fausto. História do Brasil, 2007. Adaptado.)

Os dados apresentados no excerto decorrem
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Q4192218 História
Leia o texto a seguir.

Por volta da década de 1880, era óbvio que a abolição estava iminente. O Parlamento, reagindo ao abolicionismo de dentro e de fora do país, vinha aprovando uma legislação gradualista. O movimento abolicionista tornou- -se irresistível nas áreas cafeeiras, onde quase dois terços da população escrava estava concentrada. Com uma nova consciência de si mesmos e encontrando apoio em segmentos da população que simpatizavam com a causa abolicionista, grandes números de escravos fugiram das fazendas. A escravidão tornou-se uma instituição desmoralizada. Quase ninguém opunha-se à ideia de abolição, embora alguns reivindicassem que os fazendeiros deviam ser indenizados pela perda de seus escravos.
(Emília Viotti da Costa, Da Monarquia à República: momentos decisivos. Adaptado)

No contexto oferecido, um único grupo, no Parlamento, resistiu à abolição da escravatura. Esse grupo foi, para Viotti da Costa, o dos
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Q4192217 História
Considere o seguinte texto.

     Por que o Brasil não se fragmentou e manteve a unidade territorial que vinha dos tempos da Colônia? Para explicar isso, os historiadores têm buscado várias respostas. Vamos nos referir a duas.
     Em seu livro A Construção da Ordem, José Murilo de Carvalho propõe uma explicação que dá peso maior à natureza da elite política imperial, que teria tido melhores condições de enfrentar com êxito a tarefa de construir o Estado nacional, por ser bastante homogênea. Essa homogeneidade resultaria, principalmente, da educação e da profissão comuns.
(Boris Fausto, História do Brasil)


A outra análise vem de Luís Filipe de Alencastro, que 
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Q4188358 História
Leia o texto a seguir:

    As interpretações sobre a Guerra do Paraguai variaram, e muito. Há quem diga que a origem da guerra estaria condicionada à ambição desmedida de López e a seu caráter autoritário. Há também quem explique o conflito a partir da política imperialista inglesa. Ciosa em manter sua influência financeira no local, a Inglaterra teria se imiscuído na guerra, forjando oposições e selando amizades.

(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil, uma biografia. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente, segundo a obra citada, outra interpretação para o conflito bélico.
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Q3832584 História
Leia o texto referente a esta questão.

Para o Brasil, uma das consequências do conflito foi que o país ficou ainda mais endividado com a Inglaterra, com a qual tinha restaurado as relações diplomáticas, no início das hostilidades. Mas a maior consequência foi a afirmação do Exército como uma instituição com fisionomia e objetivos próprios. Entre outros pontos, as queixas contra o governo do império, que vinham de longe, ganharam outra expressão. Afinal de contas, o Exército sustentara a luta na frente de batalha, com seus acertos e erros. Enquanto isso, as elites civis — os casacas , como passaram a ser desdenhosamente chamados — haviam ficado a salvo e, em certos casos, enriqueceram com os negócios de fornecimento para a tropa.

FONTE: Boris Fausto, História do Brasil — Editora Universidade de São Paulo (EDUSP), SP. Pg. 216.

É correto afirmar que o texto faz referência ao seguinte conflito armado ocorrido no continente americano: 
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Q3605828 História
0 Período Regencial, de 1831 a 1840, foi um dos mais agitados da história brasileira. As divergências entre os indivíduos mais abastados quanto à forma de governar o Brasil, de modo a preservar seus interesses, originaram três tendências políticas diferentes, uma delas defendendo a volta de D. Pedro I ao trono brasileiro. O grupo defensor dessa ideia era denominado
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3560935 História
Como província pioneira na abolição da escravatura, tendo realizado o feito quatro anos antes da promulgação da Lei Áurea, o Ceará foi palco de uma longa luta pela libertação dos escravizados e tem nesse evento um importante marco de sua história. Considerando esse acontecimento, analise as seguintes afirmações:

I. Francisco José do Nascimento, nacionalmente conhecido como Dragão do Mar, foi um capitão de navio mercante que se negou a transportar os escravizados que os jangadeiros insistiam em embarcar em sua nau para serem vendidos no sul do Brasil.

II. A principal data comemorativa do Ceará, a sua Data Magna, celebrada no dia 25 de março, se refere à publicação da Lei da Província que libertava os escravizados do Ceará, em 25 de março de 1884.

III. Além dos jangadeiros que fizeram a greve para não embarcar os cativos que seriam vendidos no Sudeste, também participaram daquele movimento os membros da Sociedade Perseverança e Porvir.

IV. A Sociedade Cearense Libertadora, embora originada da Sociedade Perseverança e Porvir, não tinha uma ação prática, como libertação de pessoas escravizadas por meio de alforria, limitando-se ao discurso abolicionista no jornal O Libertador.

É correto o que se afirma em
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Q3513502 História
Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.

(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)

O excerto alude à
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Q3512510 História
[...] a adesão das autoridades policiais ao gradualismo detonou as bases do controle social dos escravos nas localidades, abrindo espaço para a ascensão dos movimentos rebeldes. O legalismo, mesmo que tímido, das autoridades foi um subproduto não planejado do abolicionismo e deu lugar a uma reordenação de forças, com consequências inesperadas. Os escravos, como sempre, aproveitaram o espaço aberto pela briga entre os poderosos e avançaram decididamente. [...]. A fissura no discurso hegemônico sobre a defesa da propriedade escrava como prioridade acabou, em última análise, abrindo o flanco para a ascensão de um tipo de rebeldia escrava que pôs fim à própria escravidão.

(Maria Helena P. T. Machado. “Teremos grandes desastres, se não houver providências enérgicas e imediatas: a rebeldia dos escravos e a abolição da escravidão”. Em: K. Grinberg; R. Salles (Org.). O Brasil Imperial, vol. 3)

O contexto exposto pelo fragmento destaca 
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Q3512509 História
A derrota na guerra de 1865-70, contra a Tríplice Aliança, resultou, para o Paraguai, na destruição do Estado autoritário e em pesadas perdas demográficas e econômicas, bem como na escassez de homens com liderança e experiência suficientes para reconstruir e governar o país. Esse contexto, acreditavam os governantes brasileiros, ameaçava a independência do Paraguai.
Desde a ocupação de Assunção, em janeiro de 1869, por tropas brasileiras, até 1876, quando da assinatura dos tratados de paz, a ação do Brasil no país guarani foi no sentido de estabilizá-lo politicamente.

(Francisco F. M. Doratioto. “A ocupação político-militar brasileira do Paraguai (1869-76)”. Em: C. Castro; V. Izecksohn; H. Kraay (Org.). Nova História Militar Brasileira. Adaptado)

De acordo com o autor, a ação militar do Império teve como parte de suas finalidades
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Q3485644 História
Em meados do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma guerra na região platina contra Juan Manuel de Rosas, governador da Província de Buenos Aires e Manuel Oribe, presidente da República Oriental do Uruguai e líder do Partido Blanco. Durante essa campanha, tendo como seus aliados os governadores das províncias argentinas de Entre Rios e Corrientes e O Partido Colorado uruguaio, o Império Brasileiro se interpôs a uma tentativa de união de seus vizinhos do sul, que enfraqueceria a posição brasileira no Rio da Prata e se tornaria uma ameaça na fronteira do Rio Grande do Sul, há pouco pacificado. O grande momento da Marinha Brasileira nesse conflito foi: 
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Q3485638 História
Analise o trecho abaixo.

“Eclodiu em 7 de novembro de 1837, na Bahia, com o Dr. Francisco Sabino Alvares da Rocha".
(GAMA, Edina L. C. N. da; SILVA, Jéssica de F. e G. da. A atuação da Marinha Imperial no processo de consolidação do Estado Nacional (1824-1852). in: ABREU, Guilherme M.; BARBOSA JUNIOR, liques. (Orgs). Marinha do Brasil: uma síntese histórica. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2018, p. 132).

De acordo com Edina Laura Costa Nogueira da Gama e Jéssica de Freitas e Gonzaga da Silva, sobre o conflito interno denominado Sabinada, que eclodiu no nordeste brasileiro entre 1837 e 1838, é correto afirmar que: 
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Q3485621 História
Ainda em 1826, durante a Guerra da Cisplatina, ocorreu uma substituição no comando da Força Naval do Império do Brasil em virtude de o Almirante Rodrigo Lobo, que chefiava as Forças Navais brasileiras no Rio da Prata até então, ter se mostrado pouco capaz. Assim sendo, em maio daquele ano, o Almirante Rodrigo Pinto Guedes assumiu a chefia das Forças Navais do Império. A primeira medida tomada pelo novo Chefe das Forças Navais brasileiras no Rio da Prata foi estabelecer uma nova disposição de suas forças de modo que reforçasse o bloqueio naval. Desse modo, os navios brasileiros foram distribuídos em quatro divisões, sob o comando de oficiais capazes e experientes, devendo em todas as oportunidades engajar o inimigo, obrigando-o a aceitar a luta. Nesse contexto, assinale a opção que apresenta a função da 2º Divisão:  
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Q3448442 História
No início do período regencial, o Brasil passava por uma grave crise político-institucional e o país corria o risco de se fragmentar, tal qual havia ocorrido com a América espanhola. Em 18 de agosto de 1831, a Assembleia Geral aprovou projeto de lei apresentado por Diogo Antonio Feijó, Ministro da Justiça, que extinguiu todos os corpos de milícias, ordenanças e guardas municipais existentes no país. Por esse mesmo diploma legal foi criada a
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Ano: 2024 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2024 - EsSA - Sargento - Geral |
Q3347574 História
Com a abdicação de D. Pedro I, em 1831, em favor de seu filho Pedro de Alcântara, de apenas 5 anos de idade, o Brasil passou a ser governado por uma Regência composta por 3 membros, até que o menino alcançasse a maioridade. Em 1834, a constituição imperial foi alterada com a promulgação do Ato Adicional, que, entre outras questões, estabelecia a Regência exercida por uma pessoa, com mandato de 4 anos. Esse período foi extremamente conturbado com a eclosão de diversas revoltas nas províncias brasileiras. Marque a alternativa que apresenta revoltas iniciadas no Período Regencial: 
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Q3267600 História

Foram, em geral, favoráveis à abolição os representantes das classes urbanas, que começavam a ganhar importância em virtude das transformações econômicas que se processavam no país. Igualmente favoráveis à libertação dos escravos foram os grupos artesanais: trabalhadores livres, nacionais ou estrangeiros, que encontravam novas oportunidades de emprego. Sua colaboração foi decisiva na ação revolucionária desencadeada na década de 1880.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 330. Adaptado)


Para a historiadora, tal ação revolucionária refere-se

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Q3267599 História

A grande novidade na economia brasileira das primeiras décadas do século XIX foi o surgimento da produção do café para exportação. A introdução do cafeeiro no Brasil deveu-se a Francisco de Melo Palheta, que em 1727 trouxe para o Pará as primeiras sementes da planta. Utilizado no consumo doméstico, o café chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1760, misturando-se aos pequenos cultivos de pomares e hortas dos arredores da capital da Colônia. Foi, porém, no extenso Vale do Rio Paraíba, atravessando uma parte do Rio e de São Paulo, que se reuniram as condições para sua primeira grande expansão em níveis comerciais.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 186)


Sobre tais condições, é correto afirmar que, no Vale do Rio Paraíba,

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Q3267598 História

Da luta entre liberais radicais, de um lado, e moderados e conservadores, de outro, resultaria o Ato Adicional de 1834, forma conciliatória encontrada temporariamente pelos vários grupos em jogo.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 154)


Segundo a obra citada, o Ato Adicional de 1834

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Q3267597 História

Uma lei de agosto de 1831 criou a Guarda Nacional, em substituição às antigas milícias. Ela era cópia de uma lei francesa do mesmo ano. A ideia consistia em organizar um corpo armado de cidadãos confiáveis, capaz de reduzir tanto os excessos do governo centralizado como as ameaças das ‘‘classes perigosas”. Na prática, a nova instituição ficou incumbida de manter a ordem no município onde fosse formada.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 163-164)


A Guarda Nacional era composta

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Respostas
1: D
2: A
3: A
4: C
5: C
6: D
7: A
8: C
9: B
10: A
11: E
12: C
13: D
14: C
15: D
16: A
17: A
18: E
19: B
20: B