Questões Militares
Sobre brasil monárquico – primeiro reinado 1822- 1831 em história
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Por que o Brasil não se fragmentou e manteve a unidade territorial que vinha dos tempos da Colônia? Para explicar isso, os historiadores têm buscado várias respostas. Vamos nos referir a duas.
Em seu livro A Construção da Ordem, José Murilo de Carvalho propõe uma explicação que dá peso maior à natureza da elite política imperial, que teria tido melhores condições de enfrentar com êxito a tarefa de construir o Estado nacional, por ser bastante homogênea. Essa homogeneidade resultaria, principalmente, da educação e da profissão comuns.
(Boris Fausto, História do Brasil)
A outra análise vem de Luís Filipe de Alencastro, que
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
No contexto da Crise do Antigo Regime, se havia barreiras de ordem material à difusão das ideias ilustradas (analfabetismo, marginalização do povo da vida política, deficiência dos meios de comunicação), o maior entrave advinha, no entanto, da própria essência dessas ideias, incompatíveis, sob muitos aspectos, com a realidade brasileira. Na Europa, o liberalismo era uma ideologia burguesa voltada contra as Instituições do Antigo Regime, os excessos do poder real, os privilégios da nobreza, os entraves do feudalismo ao desenvolvimento da economia.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república: momentos decisivos. Adaptado)
No Brasil, segundo Emília Viotti da Costa,
(SCHWARCZ, Lilia Moritz (Dir.). História do Brasil Nação: 1808-2010. v. 1: crise colonial e Independência: 1808-1830. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p. 99.)
A organização do Estado monárquico brasileiro, consolidada ao longo do século XIX, resultou de um processo histórico marcado por continuidades e rupturas. Considerando a formação do Estado monárquico nacional, suas bases institucionais e os interesses sociais que o estruturaram, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
"O Barbado... Foi-se"
Autoria: Lamartine Babo
De Sul à Norte
Todo viram a intrepidez
De um Brasil heróico e forte
À raiar no dia três!
A Paraíba
Terra santa, terra boa
Finalmente está vingada
Salve o grande João Pessoa!
Doutor Barbado, foi-se embora, deu o fora!
Não volta mais, não volta mais!
....
Fonte: https://www.letras.mus.br/lamartine-babo/o-barbado-foi-se/
A letra "O Barbado... Foi-se", composta por Lamartine Babo e interpretada, entre outros, pelo cantor e compositor Henrique Foréis Domingues, que ficou conhecido como Almirante, foi lançada em 1930. Com base nessas informações, é correto afirmar que a letra faz referência a que momento histórico?
“Com a ampliação da crise para uma situação de revolta que acabou levando à Independência em 7 de setembro de 1822, ficou evidente a necessidade de formar rapidamente uma Marinha. Esta Força naval seria o elemento fundamental para assegurar a unidade de um Estado com um litoral de mais de 7.500km, cujas regiões eram majoritariamente interligadas por via maritima, sem a qual não seria possível propagar a Independência para além da região controlada pelo Rio de Janeiro, mantendo a integridade territorial”.
(CASTRO, Pierre P. da C. A organização inicial da Marinha Imperial. In: CASTRO, Pierre P. da C.; PEREIRA, José A, R. (Crgs). Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2020, p. 188).
Nesse sentido, com base nas ideias de Pierre Paulo da Cunha Castro, no livro “Da Armada Real para a Marinha Imperial: as unidades e organismos que ficaram no Brasil e as que voltaram para Portugal’, assinale a opção que apresenta três formas corretas implementadas para a organização inicial da Marinha Brasileira.
I.Após a ruptura com Portugal, Dom Pedro I enfrentou a tarefa de consolidar a independência brasileira, que não foi imediatamente reconhecida por todas as províncias nem pelas potências internacionais. Algumas regiões, como o Grão-Pará e a Bahia, resistiram ao novo governo, alinhando-se a Portugal. Foi necessário o uso de força militar para assegurar a unidade territorial e afirmar a soberania brasileira.
II.Uma das principais realizações do Primeiro Reinado foi a elaboração da Constituição de 1824, a primeira carta constitucional do Brasil. Instituída de maneira democrática, a Constituição estabeleceu o regime monárquico constitucional e o poder moderador, uma atribuição do imperador para arbitrar conflitos entre os outros poderes.
III.O Primeiro Reinado enfrentou severos problemas econômicos. O Brasil herdou dívidas de Portugal, e o reconhecimento da independência pelas potências estrangeiras, como a Inglaterra, veio acompanhado de exigências onerosas, como a manutenção de privilégios comerciais britânicos.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
A tentativa de restringir seus direitos e limitar seus poderes evidentemente não agradou ao imperador. A última gota num copo já cheio ocorreu quando a Assembleia discutiu o direito de veto do imperador – um direito que a maioria dos liberais queria reduzir ao mínimo e alguns chegavam até mesmo a negar-lhe. O conflito entre o imperador e setores da elite interrompeu-se momentaneamente com a vitória do primeiro em 1823, quando enviou tropas para dissolver a Assembleia Constituinte […]. No ano seguinte, o imperador aprovou uma Carta Constitucional.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:
momentos decisivos, p. 139. Adaptado)
Segundo Emília Viotti da Costa, na Constituição de 1824,
Em março de 1826, o Imperador abre os trabalhos da primeira Assembleia Geral Legislativa. Dessa data até 1831, ano que iria abdicar em favor de seu filho Pedro de Alcântara, assiste-se a um crescente confronto entre a Câmara dos Deputados e o monarca.
Em pouco tempo, a questão sai da tribuna e dos jornais e espraia-se pelas ruas. Partidários dos dois lados entram em choques violentos, um dos quais, no Rio de Janeiro, ficou conhecido como “noite das garrafadas”, quando elementos portugueses atacam oponentes do Imperador.
Finalmente, a 7 de abril de 1831, diante do povo revoltado e das tropas brasileiras amotinadas, Pedro I abdica.
(Hamilton de Mattos Monteiro, Da Independência à
vitória da ordem. Em: Maria Yedda Linhares (org.),
História Geral do Brasil, p. 121. Adaptado)
Segundo Hamilton Monteiro, com a abdicação de dom Pedro I,
Uma peculiaridade da Carta de 1824 foi incluir um artigo reproduzindo quase palavra por palavra a Declaração dos Direitos do Homem emitida na França em 1789. Comparado ao original havia, no entanto, algumas omissões bastante significativas e curiosas. Não foi incluído na Carta outorgada o artigo que, na versão original francesa, dizia: “O princípio de toda soberania reside essencialmente na nação. Nenhum corpo nem indivíduo podem exercer autoridade que não emane expressamente dela”. Também faltava o artigo VI: “A lei é expressão da vontade geral”. Finalmente, o artigo II: “O objetivo de toda associação política é a preservação dos direitos naturais e inalienáveis do homem. Estes direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência perante a opressão” foi reproduzido omitindo-se as seis últimas palavras.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:
momentos decisivos, p. 141-142. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, tais omissões podem revelar