Questões Militares
Sobre antiguidade ocidental (gregos, romanos e macedônios) em história
Foram encontradas 58 questões
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Portoe ; SILVA, Léo F. e. Fatos da História Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 23).
Todavia, a arma principal do navio de guerra não era o soldade que ia a bordo, mas uma protuberância colocada na proa do navio à linha d'água chamada de:
“Os gregos conferiam a esse ponto extremo o nome de Colunas de Hércules, em memória às aventuras mitológicas do seu conhecido herói, o qual, num dos seus 12 trabalhos super-humanos, teria aberto à força o contato entre o Atlântico e o Mediterrâneo empurrando as montanhas para que pudesse passar. Aquém desse ponto era o mundo conhecido; para além dele, raras as informações nutriam histórias fantásticas e temores atávicos." (NETO, José Maria. G. S.; Para além das colunas de Hércules: o Atlântico na Antiguidade. In. Teixeira da Silva, F. C. ; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 24.)
Essa imagem do Atlântico como um misto de temor e pânico, mas também, fascínio e maravilhoso que flertava com o absurdo e o irreal tem uma longa história nas narrativas do Ocidente. O seu nascimento está conectado a uma série de questões e contextos desenvolvidos pelas civilizações da Antiguidade clássica, em particular, a grega. Nesse sentido, assinale corretamente a opção que apresenta corretamente a tese defendida pelo autor em seu texto.
Em seu livro mais influente, A economia antiga, publicado em 1973, Moses Finley fez questão de expor seus pressupostos teóricos. Seus textos não eram apenas um relato ingênuo do que “aconteceu” na História, mas interpretações colocadas no contexto de um debate científico e político mais amplo, que ultrapassava em muito as fronteiras especializadas da História Antiga.
Nos textos de Finley, as Histórias de Grécia e Roma aparecem unificadas. Elas formam um mundo antigo, greco-romano, diferente do Antigo Oriente Próximo.
(Norberto Luiz Guarinello, História Antiga, p. 36. Adaptado)
Para Finley, a unidade do mundo greco-romano efetiva-se pela
(Norberto Luiz Guarinello. História Antiga, 2020.)
No contexto de formação do Império Romano, para construir o consenso político referido no excerto, o imperador Otávio Augusto
(Moses I. Finley (org.). O legado da Grécia: uma nova avaliação, 1998. Adaptado.)
De acordo com o excerto, a concepção dos gregos antigos sobre a política

Disponível em: https://jornalismosp.espm.edu.br/pelo-mundo-espm/.Acesso em: 06 de novembro de 2022.
Sobre os símbolos do Império Romano, e considerando a imagem apresentada, é CORRETO afirmar que:
Para a civilização greco-romana, a democracia
Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. […] Eram todos cristãos e apenas desejavam reinterpretar a mensagem do Evangelho à luz da experiência e dos valores da Antiguidade.
(Nicolau Sevcenko, O renascimento)
Sevcenko afirma que esses “valores da Antiguidade”
[…] a ideia de que era possível narrar a História da Grécia por meio de suas cidades principais, Atenas e Esparta, parece também ter perdido sentido. Essas duas cidades eram grandes exceções, não a regra. Nesse campo, vale a pena citar os trabalhos coletivos do Centro para o Estudo da Pólis de Copenhagen, dirigido por Morgens Hansen. Dos inventários produzidos e dos amplos debates publicados destaca-se a imensa variedade das cidades no mundo de fala grega e não grega. A importância da cidade (pólis) para a vida dos gregos é, além disso, colocada em perspectiva. A maioria das cidades tinha dimensões mínimas (centenas de habitantes, às vezes poucos milhares) e não era autônoma. Inúmeras localidades e regiões nunca se organizaram como cidades – ao menos antes do Império Romano.
(Norberto Luiz Guarinello, História Antiga)
Segundo Guarinello, na obra citada, a História de Roma
A cidade de Constantinopla foi a capital do Império Bizantino, ou Império Romano do Oriente. Esse império durou mais de mil anos até ser derrubado, em 1453. A respeito do Império Bizantino, julgue o item a seguir.
O grego foi a língua oficial do Império Bizantino.
A cidade de Constantinopla foi a capital do Império Bizantino, ou Império Romano do Oriente. Esse império durou mais de mil anos até ser derrubado, em 1453. A respeito do Império Bizantino, julgue o item a seguir.
O Império Bizantino foi o único império, até o final da Idade
Média, que conseguiu derrotar militarmente as investidas do
Império Otomano.
A cidade de Constantinopla foi a capital do Império Bizantino, ou Império Romano do Oriente. Esse império durou mais de mil anos até ser derrubado, em 1453. A respeito do Império Bizantino, julgue o item a seguir.
O comércio foi uma atividade pouco desenvolvida no
Império Bizantino.
A cidade de Constantinopla foi a capital do Império Bizantino, ou Império Romano do Oriente. Esse império durou mais de mil anos até ser derrubado, em 1453. A respeito do Império Bizantino, julgue o item a seguir.
O credo oficial do Império Bizantino era a religião
muçulmana.
O Império Bizantino foi parte do antigo Império Romano e sobreviveu à queda deste.
A Antiguidade greco-romana sempre constituiu um universo centralizado em cidades. O esplendor e a solidez da antiga polis helênica e da posterior república romana, que ofuscaram tantos períodos subsequentes, traduziam um nível de organização e cultura urbanas que jamais seria igualado em outro milênio. A filosofia, a ciência, a poesia, a história, a arquitetura, a escultura; o direito, a administração, a economia, os impostos; o voto, o debate, o recrutamento – tudo isso chegou a níveis de sofisticação e força inigualáveis. Ao mesmo tempo, esse friso de civilização citadina teve sempre algo do efeito de uma fachada trompe l’oeil sobre sua posteridade.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo)
O tal engano, citado por Anderson, trata da
Para assegurar a ordem entre os conquistados, os romanos tinham que manter postos avançados e acampamentos militares espalhados pelo território imperial. Era preciso alimentar e armar os soldados onde estivessem.
(FUNARI, Pedro P. A. Grécia e Roma. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 91.)
Sobre o exército romano, no período imperial, é correto afirmar:
As cidades-estado antigas desenvolveram, progressivamente, formas mais abertas de participação no poder, denominadas pelos próprios antigos de “democracia”. O caso mais exemplar foi o de Atenas, modelo para muitas cidades-estado, onde a democracia se manteve por quase dois séculos.
(Norberto Luiz Guarinello. Cidades-estado na Antiguidade Clássica. Em: J. Pinsky; C. B. Pinsky. História da Cidadania. São Paulo: Contexto, 2008. Adaptado)
Entre as marcas da democracia antiga, é correto identificar
Não, irmãos, não nego o que ocorreu em Roma. Coisas horríveis nos são anunciadas: devastação, incêndios, rapinas, mortes e tormentos de homens. É verdade. Ouvimos muitos relatos, gememos e muito choramos por tudo isso, não podemos consolarnos ante tantas desgraças que se abateram sobre a cidade. (Santo Agostinho. Sermão sobre a devastação de Roma. Tradução de Jean Lauand. Disponível em: <http://www.hottopos.com/mp5/agostinho1.htm#_ftn2>. Acesso em 11 de agosto de 2018.)
Considerando os conhecimentos sobre a história do Império Romano (27 a.C. – 476 d.C.) e as informações do trecho acima, assinale a alternativa que situa o contexto histórico em que ocorreram os problemas relatados sobre Roma e a sua consequência para o Império, entre os séculos IV e V.