Questões Militares
Sobre agricultura brasileira em geografia
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(Alice Noujaim, Beatriz Kipnis, Isabel Penz (Orgs.). Cadernos Vale a Pena Perguntar: BRICS e a Nova Governança Global, 2025. Adaptado)
No caso brasileiro, é preocupante que a nossa pauta exportadora seja tão concentrada em um único país e em um único produto, qual seja:
A ALZ Grãos — uma joint venture que reúne três gigantes do agronegócio: a brasileira Amaggi, a franco-holandesa Louis Dreyfus Company (LDC) e a japonesa Zen-Noh — comprou uma unidade de esmagamento de soja da Fazendão Agronegócio, em Porto Nacional, no Tocantins. A unidade se localiza no Distrito Industrial de Luzimangues, às margens da Ferrovia Norte-Sul e conectada ao Arco Norte de exportação, o que aproxima a produção do grão à etapa de esmagamento, em que se obtêm farelo e óleo de soja, e ao envio dos produtos pelos portos da região. A ALZ opera nove armazéns graneleiros e um terminal portuário no Porto de Itaqui, em São Luís, Maranhão, por onde escoa a produção local para o exterior. A aquisição, que depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), marca a entrada da ALZ Grãos no processamento industrial de soja.
(Rikardy Tooge. https://investnews.com.br, 16.04.2026. Adaptado.)
A compra da unidade de esmagamento de soja ocorre no contexto de uma
(Gabriel Almeida. www.canalrural.com.br, 13.04.2026. Adaptado.)
O fenômeno meteorológico mencionado no excerto impacta diretamente a produção agrícola brasileira. Na região Sul e na região Centro-Oeste, esses impactos são, respectivamente,
Considere o texto a seguir:
Quando se estuda historicamente a estrutura fundiária no Brasil, ou seja, a forma de distribuição e acesso à terra, verifica-se que, desde os primórdios do período colonial, essa distribuição foi desigual. Dois instrumentos estão na origem de grande parte dos latifúndios do país e são frutos da herança colonial, quando a terra era doada pela Coroa aos membros da corte.
(Ariovaldo Umbelino de Oliveira, “Agricultura brasileira: transformações recentes”, em Jurandyr L. Sanches Ross [org.], Geografia do Brasil. Adaptado)
Quais são os instrumentos mencionados no texto?
Com uma área plantada de 11,1 mil hectares em 2021 e 2022 e um avanço previsto de 12,4 mil hectares na próxima safra até o final do ano, o Amapá tem um crescimento estimado de 13% na produção de grãos do estado. Especificamente, um grão merece destaque, com o crescimento de 14,5%, que representa 19,7 mil toneladas em 2022 e 2023.
(Disponível em: https://g1.globo.com)
O grão que merece destaque é:
Observe o mapa a seguir:

(J. L. S. Ross, Ecogeografia do Brasil, 2006)
Com base na análise do mapa apresentado sobre a atividade agrícola no Brasil, é correto afirmar que ele se refere ao cultivo de
SUPERFÍCIE OCUPADA POR TIPOS DE AGRICULTURA EM CADA ESTADO (2017)

Fonte: Censo Agropecuário, IBGE, 2017.
De acordo com a análise do mapa, os números I e II da legenda correspondem, respectivamente, aos seguintes tipos de agricultura:
Observe o mapa, que representa uma grande cultura comercial (2006), com os dados expressos em valor da produção em milhões de reais.

(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do
território, 2018, p. 163. Adaptado)
O mapa e sua legenda representam a distribuição espacial da cultura de
Observe o mapa a seguir.

(ROSS, J.L.S. Ecogeografia do Brasil, 2006, pg. 132. Adaptado)
O conteúdo do mapa apresenta a distribuição espacial de uma importante cultura agrícola brasileira, que também se destaca como produto de exportação. Trata-se
(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território, 2018, pg. 164. Adaptado)
Como exemplo da especialização mencionada no excerto, pode-se citar:
(www.canalrural.com.br, 09.03.2024.)
De acordo com a análise do cartograma e conhecimentos sobre a estrutura do agronegócio brasileiro, a variação na produção e exportação de grãos da soja e do milho ao norte e ao sul do paralelo 16º S é resultado
Observe o mapa.

(ROSS, J.L.S. Ecogeografia do Brasil, 2006, p.141).
A respeito dos processos produtivos e das características
socioeconômicas do território brasileiro, é correto afirmar
que as áreas em destaque no mapa representam as áreas produtoras de
(Disponível em: revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/)
O texto destaca o início dos plantios de
No Sul e Sudeste, há lavouras que se destacam no consumo global de agrotóxicos. Nessas lavouras, o volume aplicado por hectare é relativamente baixo, mas o consumo global é extremamente elevado. Há também o grupo das culturas menos expressivas em área plantada, mas que empregam doses altíssimas de agrotóxicos por hectare.
(RIBEIRO, WAGNER COSTA. Patrimônio Ambiental Brasileiro. São Paulo: Edusp/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003. p. 321)
A alternativa que apresenta exemplos de culturas que empregam doses altíssimas de agrotóxico por hectare é:
(Celso Furtado, Formação econômica do Brasil)
A partir do contexto apresentado no excerto, é correto afirmar que o Brasil
Observe o mapa que representa os motores do desenvolvimento para o território nacional.

(THÉRY, H.; MELLO-THÉRY, N. A.
Atlas do Brasil – Disparidades e dinâmicas do território)
Os números 1 e 2 representam localidades com motores de desenvolvimento impulsionados, respectivamente,
pelas atividades de
Observe a figura abaixo.

Nos últimos anos, a mídia brasileira tem veiculado propagandas que ressaltam a importância do setor agrário, principaimente o agroindustrial, na formação do Produto Interno Bruto(PlB). No entanto, o setor tem gerado críticas quanto a seus impactos no espaço brasileiro.
Em relação ao agronegócio brasileiro, assinale a opção
correta.
Para superar os Estados Unidos e se tornar o principal produtor do mundo, o Brasil expandiu por anos as lavouras destinadas ao produto. Só entre 2000 e 2014, a área destinada a plantar essa commodity no interior do País – em estados como Tocantins, Bahia, Piauí e Maranhão – cresceu 87%. Boa parte dela abrigava vegetação nativa, originalmente.
(https://super.abril.com.br/tecnologia/o-avanco -mapeado-pela-nasa/ Acesso em 18.05.2019. Adaptado)
O texto descreve a expansão da produção
O agronegócio centrado na fruticultura surgiu timidamente, à sombra da agroindústria, e tomou um grande impulso em meados dos anos de 1980 com a estruturação de uma base para exportação. A partir desse período, as frutas produzidas no Polo irrigado tiveram uma trajetória ascendente com pequenas variações no volume exportado em função da instabilidade das políticas cambiais e do próprio mercado externo, até meados dos anos de 1990. Entretanto, é a partir de 1997 que essa tendência se consolida e a participação das principais frutas produzidas voltadas para mercado externo (uva e manga) passa a contribuir com 90% do volume das exportações do país.
(http://www.eng2016.agb.org.br. Acesso em 06.09.2018. Adaptado)
O texto se refere à consolidação do agronegócio