Questões Militares
Comentadas sobre fisioterapia cardiovascular em fisioterapia
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A Reabilitação Cardiovascular no paciente após IAM é dividida em fases que acompanham sua evolução clínica e funcional. A fase 2, caracteriza-se por:
A Reabilitação Cardiovascular apresenta um conjunto de intervenções multidisciplinares, voltadas para pacientes cardiopatas, principalmente após eventos como IAM, cirurgias cardíacas ou insuficiência cardíaca. O programa promove benefícios clínicos e funcionais, tais como:
Na investigação de necrose miocárdica, biomarcadores são considerados específicos para o diagnóstico diferencial entre angina instável (AI) e infarto agudo do miocárdio (IAM). São eles:
A aterosclerose é uma doença crônica, progressiva e sistêmica. Os componentes envolvidos nas alterações vasculares causadas por esse processo incluem:
A doença arterial coronariana é caracterizada pela redução do fluxo sanguíneo nas artérias coronárias, o que compromete o suprimento de oxigênio e nutrientes do miocárdio. Essa redução ocorre devido à obstrução da luz do vaso por placas de ateroma, formadas por depósitos de colesterol que são agravadas por um processo inflamatório local, podendo evoluir para a seguinte condição clínica:
A prescrição de exercício físico para indivíduos hipertensos deve seguir critérios específicos, com o objetivo de garantir segurança, eficácia e benefícios cardiovasculares. Após a realização de uma avaliação clínica e teste de esforço, a conduta adequada que o fisioterapeuta deve adotar corresponde às seguintes orientações:
Segundo Negrão et al. (2019), o treinamento físico aeróbico promove adaptações benéficas no sistema cardiovascular. Sobre os efeitos do exercício físico, sobretudo o do tipo aeróbico, na função vascular do endotélio, assinale a opção correta.
Considerando que pacientes com DPOC possuem características quanto à fisiopatologia e grau de comprometimento que podem ser representados por valores em sua espirometria e exacerbações, analise as afirmativas a seguir.
I. VEF1 isoladamente não é bom preditor de sintomas e exacerbações. A intensidade dos sintomas deve ser avaliada no momento do diagnóstico, pois é um fator a considerar na indicação do tratamento e na monitorização clínica.
II. Recomenda-se que a gravidade da doença seja também avaliada com base no perfil de sintomas e na frequência das exacerbações, com vistas à avaliação não somente do impacto da doença na qualidade de vida, mas também do risco eventos futuros, como exacerbações e hospitalização. Para tal fim podem ser usadas as escalas mMRC (Modified British Medical Research Council ou COPD Assessment Test (CATTM), podendo-se optar por aquela com maior familiaridade.
III. É considerado de médio risco para exacerbações o paciente que apresentou duas ou mais exacerbações tratadas com antibiótico e/ou corticosteroide sistêmico no ambulatório (exacerbações moderadas) ou uma ou mais internações hospitalares por exacerbação (exacerbação grave) nos últimos doze meses.
IV. Em DPOC, a sobrevida torna-se menor com a redução progressiva do VEF1, sendo especialmente afetada, quando os valores do VEF1 pós-broncodilatador situam-se abaixo de 60% do previsto. Pacientes com VEF1 e relação VEF1/CVF acima de 60% são classificados como portadores de DVO leve.
V. Aumento do VEF1 acima de 0,20 L ou da CVF acima de 0,35 L caracterizam obstrução ao fluxo aéreo reversível; porém, muitos pacientes portadores de DPOC conseguem melhora clínica com o uso de broncodilatadores, sem evidência espirométrica de reversibilidade. Isso é explicado pela redução da hiperinsuflação pulmonar após broncodilatador, o que não é medido pela espirometria.
Está correto o que se afirma apenas em