Processos patológicos, como hipertensão arterial, infarto
do miocárdio, infecções e mutações de proteínas contráteis,
promovem uma alteração significativa na geometria ventricular
esquerda como tentativa de compensar a disfunção contrátil,
preservando o débito cardíaco. Esse processo é denominado
remodelamento cardíaco, que é caracterizado por: