Questões de Vestibular

Foram encontradas 75.785 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144923 Geografia
O infográfico apresenta o percentual da população em situação de desnutrição nos países do mundo.

Imagem associada para resolução da questão (Xico Graziano. https://sna.agr.br, 16.07.2024. Adaptado.)

Considerando o infográfico, a fome é uma realidade
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144922 Conhecimentos Gerais
Entre as consequências sociais da construção da Rodovia Transamazônica encontra-se
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144921 História
O projeto de construção da Rodovia Transamazônica representou um dos símbolos emblemáticos do chamado 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144920 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise a fotografia do prédio da Alfândega, localizado no centro da cidade de Manaus no estado do Amazonas. Ele foi inaugurado em 1907 e hoje faz parte do Conjunto Arquitetônico do Porto de Manaus, tombado como patrimônio histórico nacional em 1987.

Imagem associada para resolução da questão (https://aca.org.br)

O prédio da Alfândega de Manaus é um exemplo de patrimônio
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144919 História
José Coelho da Gama e Abreu, o barão de Marajó, colocou em discussão a necessidade de integração da região amazônica ao território nacional. Esta preocupação remetia ao período em que administrou a província do Amazonas, entre os anos de 1866 e 1868, e Pará, nos anos de 1879 a 1881. Neste aspecto, a integração da Amazônia ao restante do Brasil pressupunha desvincular as relações que a região estabelecia com o comércio internacional, submetendo a economia local aos interesses do país. A aproximação da atividade econômica da Amazônia aos interesses do governo imperial estaria condicionada ao desenvolvimento da agricultura e da produção de gêneros de lavoura regular para comercialização interna, permitindo que outras regiões, como o Sudeste do país, se especializassem na produção para atender o mercado externo, principalmente a cafeicultura.
(Francivaldo Alves Nunes. “A Amazônia e a formação do Estado Imperial no Brasil: unidade do território e expansão de domínio”. Almanack, no 3, 2012. Adaptado.)

Segundo o excerto, a integração da Amazônia ao restante do Brasil, no Período Imperial, dependia da
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144918 História
A experiência da escravidão africana também marcou a trajetória da parte Norte da colônia portuguesa na América. Em decorrência disso, hoje a presença negra na Amazônia é inegável, com enorme impacto na vida da região, marcando sua história, suas formas de comer, vestir, amar, dançar, cantar, rezar, trabalhar, juntamente com todas aquelas heranças intangíveis que as pessoas levam na pele, nos olhos e na alma.
(Patrícia Melo Sampaio. “Floresta negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica”. www.geledes.org.br. Adaptado.)

O excerto demonstra que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144917 Português
O termo decolonialismo — ou decolonialidade — significa o conjunto de práticas, conceitos, pesquisas e estudos que tentam diminuir, e até reverter, os efeitos da colonização nas sociedades em que este processo histórico ocorreu. Decolonialismo é diferente de descolonização. Enquanto a descolonização se refere às lutas das colônias africanas, asiáticas e latino-americanas para se tornarem independentes das respectivas metrópoles, o decolonialismo tem como princípio que a independência política não acabou com instituições, hábitos e práticas coloniais, tais como: machismo; racismo; clientelismo; uso da violência como método de resolução de conflitos e aplicação do aparato repressivo contra as populações mais pobres e não-brancas; a permanência de latifúndios (ou resistência a implantar reforma agrária).
(Alexandre Barbosa. “O que é decolonialismo?”. www.eca.usp.br, 07.05.2024. Adaptado.)

De acordo com o excerto, o decolonialismo
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144916 Sociologia
Uma sociedade democrática será necessariamente multicultural à medida que os muitos grupos e identidades que a compõem deverão ter a liberdade de agir como lhes é peculiar, sem que isso represente uma ameaça ao todo da sociedade. Não, a democracia não é a ditadura da maioria, como querem alguns totalitários travestidos de democratas. É antes uma eventual maioria que tem profundo respeito pelas minorias e não as vê com temor ou suspeita.
(Marcello Fontes. “Democracia, multiculturalismo e reconhecimento”. https://terceiramargemorg.wordpress.com)

De acordo com o excerto, o multiculturalismo, nas democracias contemporâneas,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144915 Direito do Trabalho
A fotografia mostra o presidente Getúlio Vargas anunciando a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), em 1o de maio de 1943, no Rio de Janeiro.

Imagem associada para resolução da questão (https://memorialdademocracia.com.br)

A CLT estabeleceu
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144914 História
O excerto apresenta a atuação do jornal O Exemplo, publicado em Porto Alegre entre os anos de 1892 e 1930.
Durante a primeira década do século XX, O Exemplo denunciou abusos contra as mulheres negras nos transportes públicos, particularmente na Cia. Carris de Ferro Porto-Alegrense; a violência praticada pela polícia administrativa espancando negros arbitrariamente; o desrespeito público aos negros, que eram xingados quando andavam à noite pela rua; a invasão dos lares negros em festa, por falta de licença da polícia para dançarem; a recusa de matrícula de um menino no colégio Nossa Senhora do Rosário, por ser muito moreno; [...].
(Maria Angélica Zubaran. “Comemorações da liberdade: lugares de memórias negras diaspóricas”. Revista Anos 90, no 27, 2008.)

Com base no excerto e no período pós-abolição da escravidão no Brasil, o jornal O Exemplo
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144913 História
A revolução foi a filha da guerra no século XX: especificamente a Revolução Russa de 1917 [...].
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)

A afirmação do historiador justifica-se, pois a entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144912 História
Sempre que se evoca o tema do Renascimento, a imagem que imediatamente nos vem à mente é a dos grandes artistas plásticos e de suas obras mais famosas, amplamente reproduzidas e difundidas até nossos dias, como a Monalisa e a Última Ceia de Leonardo da Vinci, o Juízo Final, a Pietà e o Moisés de Michelangelo, assim como as inúmeras e suaves Madonas de Rafael que permanecem ainda como o modelo mais frequente de representação da mãe de Cristo.
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento, 1988.)

As obras de arte citadas no excerto têm a seguinte característica em comum:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144911 História
Os principais testemunhos arquitetônicos da grandeza egípcia, fossem pirâmides, palácios ou templos, reproduzem visualmente o poder sagrado atribuído aos governantes: os faraós.
(José Rivair Macedo. História da África, 2015. Adaptado.)

O “poder sagrado” dos faraós no Egito Antigo constituiu um Estado de caráter
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144910 Inglês
Leia a citação de Desmond Tutu, teólogo da África do Sul.

Imagem associada para resolução da questão (https://antibullyingblog.blogspot.com. Adaptado.)

According to the quote,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144909 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


The Sustainable Development Goals (SDGs) were adopted by all United Nations Member States in 2015 to end poverty, reduce inequality and build more peaceful, prosperous societies by 2030.

The widespread destruction of the natural world is weakening the achievement of the SDGs and exposing humanity’s future to danger. A human-induced triple planetary crisis of climate change, nature and biodiversity loss, and pollution and waste is pushing nature to the breaking point. That is putting at risk the food we eat, the air we breathe, the water we drink and the materials and resources upon which our societies are built.

The triple planetary crisis is stressing most heavily the vulnerable, including the poor, women and indigenous peoples. Unless humanity reverses its environmental course, it will be impossible to achieve the SDGs.

(www.unep.org. Adaptado.)
No trecho do terceiro parágrafo “Unless humanity reverses its environmental course, it will be impossible to achieve the SDGs”, o termo sublinhado tem sentido equivalente, em português, a:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144908 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


The Sustainable Development Goals (SDGs) were adopted by all United Nations Member States in 2015 to end poverty, reduce inequality and build more peaceful, prosperous societies by 2030.

The widespread destruction of the natural world is weakening the achievement of the SDGs and exposing humanity’s future to danger. A human-induced triple planetary crisis of climate change, nature and biodiversity loss, and pollution and waste is pushing nature to the breaking point. That is putting at risk the food we eat, the air we breathe, the water we drink and the materials and resources upon which our societies are built.

The triple planetary crisis is stressing most heavily the vulnerable, including the poor, women and indigenous peoples. Unless humanity reverses its environmental course, it will be impossible to achieve the SDGs.

(www.unep.org. Adaptado.)
According to the text, one problem of the triple planetary crisis which is induced by human activity is:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144907 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


The Sustainable Development Goals (SDGs) were adopted by all United Nations Member States in 2015 to end poverty, reduce inequality and build more peaceful, prosperous societies by 2030.

The widespread destruction of the natural world is weakening the achievement of the SDGs and exposing humanity’s future to danger. A human-induced triple planetary crisis of climate change, nature and biodiversity loss, and pollution and waste is pushing nature to the breaking point. That is putting at risk the food we eat, the air we breathe, the water we drink and the materials and resources upon which our societies are built.

The triple planetary crisis is stressing most heavily the vulnerable, including the poor, women and indigenous peoples. Unless humanity reverses its environmental course, it will be impossible to achieve the SDGs.

(www.unep.org. Adaptado.)
De acordo com o texto, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144906 Português
Leia o trecho a seguir, retirado do romance Macunaíma, de Mário de Andrade, para responder à questão.


Uma feita a Sol cobrira os três manos duma escaminha de suor e Macunaíma se lembrou de tomar banho. Porém no rio era impossível por causa das piranhas tão vorazes que de quando em quando, na luta pra pegar um naco de irmã espedaçada, pulavam aos cachos pra fora d’água metro e mais. Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. E a cova era que nem a marca dum pé gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.

Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão do Sumé. Porém a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo. Macunaíma teve dó e consolou:

— Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz.

(Macunaíma, 2013.)
De acordo com o texto, o banho não produziu em Jiguê o resultado que ele esperava porque
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144905 Literatura
Leia o trecho a seguir, retirado do romance Macunaíma, de Mário de Andrade, para responder à questão.


Uma feita a Sol cobrira os três manos duma escaminha de suor e Macunaíma se lembrou de tomar banho. Porém no rio era impossível por causa das piranhas tão vorazes que de quando em quando, na luta pra pegar um naco de irmã espedaçada, pulavam aos cachos pra fora d’água metro e mais. Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d’água. E a cova era que nem a marca dum pé gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão do Sumé, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco loiro e de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas.

Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão do Sumé. Porém a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo. Macunaíma teve dó e consolou:

— Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz.

(Macunaíma, 2013.)
O episódio narrado neste trecho exemplifica uma característica marcante da personagem Macunaíma:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2025 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144904 Português
Para responder à questão, considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura.


A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha.

Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos.

Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema.

O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução.

A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto.

A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa.

A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes.

(www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.)
Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir” (6o parágrafo)

Sem modificar o sentido da frase, a expressão sublinhada pode ser substituída por
Alternativas
Respostas
621: A
622: A
623: D
624: B
625: E
626: B
627: C
628: E
629: A
630: D
631: C
632: D
633: B
634: E
635: C
636: A
637: B
638: D
639: A
640: E