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No TEXTO, Gandhi sugere que:
A depressão é um problema de saúde pública mundial. Ela se distingue da tristeza pela duração de seus sinais e pelo contexto em que ocorre. Trata-se de uma experiência cotidiana associada a várias sensações de sofrimento psíquico e físico. Leia o TEXTO e responda
Depression in Developing Countries
The National Institute of Mental Health defines depression as a serious but common illness characterized by prolonged periods of sadness. According to the fifth edition of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, a diagnosis for major depressive disorder requires either symptoms of a depressed mood or loss of interest and pleasure, along with other symptoms such as changes in weight, fatigue or feelings of suicidal thoughts. We can better understand the global impact of depression by measuring it in terms of disability. When analyzed by the disruption and dysfunction it causes in peoples’ lives, depression is the leading cause of disability worldwide. Fortunately, today, many therapies for depression are highly effective.
Disponível em: https://yaleglobalhealthreview.com/2015/05/16/depression-in-developing countries/ . Acessado em: 08 set. 2017. Adaptado.
Na frase “We can better understand the global impact of depression by measuring it in terms of disability”, o pronome
it, em destaque, refere-se:

Disponível em: https://i.pinimg.com/736x/52/44/12/5244127bd1ca02b0bd30a8f8db96875a--peanuts-cartoon-peanuts-snoopy.jpg Acesso em: 30 de ago. 2017.
De acordo com o TEXTO, na frase “I’m trying to reduce the stress in my life ”, a palavra reduce só NÃO é sinônimo
de:

Disponível em: https://i.pinimg.com/736x/52/44/12/5244127bd1ca02b0bd30a8f8db96875a--peanuts-cartoon-peanuts-snoopy.jpg Acesso em: 30 de ago. 2017.
Pelo contexto, é possível compreender que:
Dadas as seguintes afirmativas sobre a obra Ler-se(r), de Márcio Moraes:
I - A crônica homônima à obra utiliza-se do recurso da intertextualidade quando evoca Byron, Machado de Assis (em suas Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro), Antoine de Saint-Exupéry (O Pequeno Príncipe), Eleonor H. Poter (Pollyanna e o seu jogo do contente), “Alice no País das Maravilhas”, Álvares de Azevedo (Lira dos vinte anos), “Divina Comédia”, “O menino do Engenho”, Aluizio de Azevedo, “O menino no espelho”, “O mistério da casa verde”, dentre outros autores e obras clássicas.
II - O narrador da crônica “Ler-se(r)”, ao evocar clássicos da literatura nacional e universal, apresenta o imbricamento do sujeito e da literatura, de modo a destacar que o leitor se constitui daquilo que lê, e de onde pode, também, ser lido.
III - A obra é dividida em partes intituladas “PARA EU”; “PARA ELES”; “PARA VÓS”; “PARA NÓS”. Tal divisão não é gratuita. Na primeira parte da narrativa, por exemplo, o narrador centraliza-se na primeira pessoa; na segunda parte, prioriza-se quase sempre “ele(s)” ou “ela(s)”, personagens não nomeadas.
IV - O escritor Márcio Moraes reconhece a autointertextualidade, já que cita obras anteriores de sua autoria, no seguinte trecho da crônica “A hora do delírio”: “(...) Não podia parar, deveria seguir estas pegadas deixadas na via crucis para poder alcançar o cume genuíno do desejo humano. Aquele corpo assim alado incorruptível que só se obtém após transpor a via.(...)”
Marque a opção correta:
Considere o trecho da Obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, que se segue:
Virgília? Mas era a mesma senhora, que alguns anos depois...? (...) Não digo que já lhe coubesse a primazia da beleza, entre as mocinhas do tempo, porque isto não é um romance, em que o autor sobredoura a realidade e fecha os olhos às sardas e espinhas; mas também não digo que lhe maculasse o rosto nenhuma sarda ou espinha, não. Era bonita, fresca, saía das mãos da natureza, cheia daquele feitiço, precário e eterno, que o indivíduo passa a outro indivíduo, para os fins secretos da criação. Era isto Virgília, e era clara, muito clara, faceira, ignorante, pueril, cheia de uns ímpetos misteriosos; muita preguiça e alguma devoção – devoção, ou talvez medo; creio que medo. (ASSIS, Machado, 1994, p. 55)
Com base na leitura do trecho, considerando a referida obra e o conhecimento sobre as escolas literárias, podemos afirmar que há uma crítica explícita à seguinte estética:
“Dizem que devemos nos informar melhor, mas quanto mais informamos, mais dúvidas; quanto mais abertura mais opções; quanto mais olhamos, mais se expande a tela onde se projetam nossos desejos.”
As palavras destacadas, além de estabelecerem a coesão textual, introduzem, sequencialmente, ideias de:
Até no luto temos de assumir novas posturas: sofrer vai ficando fora de moda. (Linha 21)
No trecho em destaque, após os dois pontos, temos:
“Ordens aqui e ali, alguém sopra as falas, outro desenha os gestos, vai sair tudo bem: nada depressivo nem negativo, tudo tem de parecer uma festa, noite de estreia com adrenalina a aplausos ao final.” (Linhas 48-49)
Marque a opção cujas palavras obedecem a mesma regra de acentuação ortográfica da palavra “estreia”, de acordo com a recente reforma ortográfica da Língua Portuguesa:

No TEXTO ACIMA, predomina a função:
Observe a imagem e leia os textos a seguir.

(Fotografia de Armínio Kaiser. Museu Histórico de Londrina)
Quaisquer que sejam os conteúdos das imagens devemos considerá-las sempre como fontes históricas de abrangência multidisciplinar. As fotografias são pistas para tentarmos desvendar o passado. Elas nos mostram um fragmento selecionado da aparência das coisas, das pessoas e dos fatos, tal como foram (estética e ideologicamente) congelados num dado momento de sua existência / ocorrência.
(Adaptado de KOSSOY, B. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. São Paulo: Ateliê editorial, 2010. p. 21.)
Até meados da década de 1970, o café era o principal produto da economia paranaense, que correspondia à metade da produção nacional e à terça parte da produção mundial. O processo de modernização da agricultura no Paraná ocorreu entre fins da década de 1960 e início dos anos de 1970. [...] Esse processo alterou a estrutura fundiária do Estado principalmente em função da concentração de terras, desemprego no campo e êxodo rural. Contribuíram ainda para a queda da produção as pragas e alterações climáticas, como a ferrugem e as geadas, sendo a geada negra de 1975 um marco importante nesse processo.
(Adaptado de PRIORI, A., et al. História do Paraná: séculos XIX e XX [online]. Maringá: Eduem, 2012. A modernização do campo e o êxodo rural. p. 115-127.)
Com base na imagem, nos textos e nos conhecimentos sobre fotografia, modernização do campo e êxodo rural, considere as afirmativas a seguir.
I. O interesse pelos processos que envolvem a manufatura foi a base para o aumento da produção nacional cafeeira na segunda metade do século XX, sobretudo, no Estado do Paraná, culminando no processo de modernização do campo com o qual foi possível resistir a grandes intempéries.
II. O sentido da imagem fotográfica documental, do ponto de vista da interpretação estética, é fixo e, quando ele é atribuído pela história oficial, esta imagem se torna um testemunho cuja realidade fica expressa.
III. O desemprego no campo, o êxodo rural e os problemas sociais influenciaram também a ampliação de zonas periféricas nas cidades, representando um desafio para o poder público na constituição de suas políticas.
IV. O potencial da imagem fotográfica poderá ser alcançado na medida em que ela for contextualizada na trama histórica e em seus múltiplos desdobramentos que a circunscreveram no tempo e no espaço, no ato do registro.
Assinale a alternativa correta.
Rochedos audazes sobressaindo-se por assim dizer ameaçadores, nuvens carregadas acumulando-se no céu, avançando com relâmpagos e estampidos, vulcões em sua inteira força destruidora, furacões com a devastação deixada para trás, o ilimitado oceano revolto, uma alta queda d’água de um rio poderoso etc. tornam nossa capacidade de resistência de uma pequenez insignificante em comparação com o seu poder. Mas o seu espetáculo só se torna tanto mais atraente quanto mais terrível ele é, contanto que, somente, nos encontremos em segurança; e de bom grado denominamos estes objetos sublimes, porque eles elevam a fortaleza da alma acima de seu nível médio e permitem descobrir em nós uma faculdade de resistência de espécie totalmente diversa, a qual encoraja a medir-nos com a aparente onipotência da natureza. (KANT, I. Crítica da Faculdade do Juízo. Trad. Antonio Marques e Valério Rohden. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995. p. 107.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o juízo de gosto e o sublime na estética moderna, particularmente em Kant, assinale a alternativa correta.