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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369822 Biologia
Com relação ao olho humano, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369821 Biologia
O primeiro organismo transgênico foi obtido por volta de 1981, quando genes de coelhos foram injetados em ovos de camundongos que se desenvolveram no útero de fêmeas dessa espécie. Os camundongos que nascidos desses ovos apresentaram hemoglobina de coelho em suas hemácias, porque:
Alternativas
Q1369820 Biologia
Na montagem de um cariótipo encontramos 44, XX cromossomos. A qual organismo esse cariótipo, provavelmente, pertence?
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369819 Biologia
Os mecanismos de isolamento reprodutivo que operam antes do acasalamento são chamados de barreiras reprodutivas pré-zigóticas. Essas barreiras são importantes, pois evitam que indivíduos de espécies diferentes se cruzem e se reproduzam. Constituem barreiras reprodutivas pré-zigóticas, EXCETO:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369818 Biologia
A vida na Terra e a própria humanidade dependem da energia produzida pelo sol e recebida sob a forma de luz e calor. Em relação ao texto, afirma-se o que se segue:

I. Quanto menor a latitude, menor será a quantidade de radiação solar que chega à Terra, e menor será a temperatura média anual, com influência direta na taxa fotossintética dos vegetais. II. A latitude não determina o grau de biodiversidade nos diferentes biomas terrestres. III. As adaptações dos vegetais a seu habitat natural determinam sua sobrevivência nos diferentes biomas terrestres.

A opção CORRETA quanto às afirmações acima é:
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Q1369817 Química
O leite de vaca possui um pH médio de 6,6. Em caso de mastite, ou seja, inflamação da glândula mamária causada por bactérias, o pH torna-se alcalino. As bactérias acidificam o leite, mas o organismo do animal, para compensar, libera substâncias alcalinas. Qual deve ser o valor do pH do leite de um animal com mastite?
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369816 Química
Tem-se 50 mL de solução 0,1 M de Nitrato de Prata (AgNO3). Ao se adicionar 150 mL de água destilada à solução, esta passará a ter a concentração de
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369812 Química
Um composto capaz de reduzir a prata numa solução amoniacal de nitrato de prata pertence à função:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369810 Física

Em um dia de inverno, a temperatura ambiente está muito baixa. Com a finalidade de aquecer o ar do interior de uma pequena caixa que estava em contato com o ambiente, coloca-se dentro dessa caixa um objeto que está inicialmente a 100 °C. A tabela a seguir mostra 5 possibilidades para esse objeto:


Imagem associada para resolução da questão


O objeto mais indicado para tal finalidade é:

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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369801 Matemática
Na figura, o triângulo ABC é retângulo em A e AM é bissetriz do ângulo A.
Imagem associada para resolução da questão

Se AC = 3 e AM = 2, então, a medida da hipotenusa BC é
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369796 Inglês
Text 2


Text 2a. Second Language Learning


    One of the principles of all learning is that we make sense of new information and ideas by relating them to our previous knowledge. There are two main kinds of previous language knowledge which second language learners can use in order to make sense of the new language they encounter: the first is their knowledge of their mother tongue and the second is the knowledge they already possess about the second language itself.
LITTLEWOOD, W. Second Language Learning. In DAVIES, A. e ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics, pp.504/5, Blackwell Publishing, 2010.

Text 2b. National Curriculum Parameters


    Every text is organized within a specific genre according to its communicative purposes, as part of the conditions of discourse production, which generate social uses that determine any and every text. Genres are, therefore, historically determined, and constitute relatively stable forms of utterances available in a culture. (National Curriculum Parameters, Brasil, 1988, p.21) (adaptado) Answer the two questions below considering also texts "Second Language Learning" and "National Curriculum Parameters", above.
When approaching foreign language texts 2a and 2b, the learner will most frequently use his/her previous knowledge of the mother tongue to account for any difficulties, which may include dealing with genres. About the use of previous knowledge and the study of genres in foreign language education, it is correct to say that:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369795 Inglês
Text 2


Text 2a. Second Language Learning


    One of the principles of all learning is that we make sense of new information and ideas by relating them to our previous knowledge. There are two main kinds of previous language knowledge which second language learners can use in order to make sense of the new language they encounter: the first is their knowledge of their mother tongue and the second is the knowledge they already possess about the second language itself.
LITTLEWOOD, W. Second Language Learning. In DAVIES, A. e ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics, pp.504/5, Blackwell Publishing, 2010.

Text 2b. National Curriculum Parameters


    Every text is organized within a specific genre according to its communicative purposes, as part of the conditions of discourse production, which generate social uses that determine any and every text. Genres are, therefore, historically determined, and constitute relatively stable forms of utterances available in a culture. (National Curriculum Parameters, Brasil, 1988, p.21) (adaptado) Answer the two questions below considering also texts "Second Language Learning" and "National Curriculum Parameters", above.
Choose the correct option about some features of the texts 2a and 2b above:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369794 Inglês
De acordo com o texto 1, a função do “central executive” é:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369793 Inglês
Segundo o texto 1, pesquisas recentes acerca da memória de trabalho pretendem.
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Q1369792 Literatura
Considerando a inserção do Conto “O homem que sabia javanês” nos estilos de época da literatura brasileira, a obra de Lima Barreto pertence ao:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369791 Português
Leia o Poema:

Lá vem o acendedor de lampiões da rua! Este mesmo que vem infatigavelmente, Parodiar o sol e associar-se à lua Quando a sombra da noite enegrece o poente!

Um, dois, três lampiões, acende e continua Outros mais a acender imperturbavelmente, À medida que a noite aos poucos se acentua E a palidez da lua apenas se pressente.

Triste ironia atroz que o senso humano irrita: Ele que doira à noite e ilumina a cidade, Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

Tanta gente também nos outros insinua Crenças, religiões, amor, felicidade, Como este acendedor de lampiões da rua
(Jorge de Lima)


Sobre a figura do acendedor de lampiões, o eu lírico manifesta sentimentos de:
Alternativas
Q1369789 Literatura
A respeito do Romance “Dôra, Doralina” de Rachel de Queiroz, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369788 Português
Texto 3


O vício da tecnologia


    Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
    Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
    A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
    Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
    Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
    O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
    O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
    No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
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Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369787 Português
Texto 3


O vício da tecnologia


    Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
    Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
    A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
    Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
    Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
    O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
    O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
    No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
De acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2019 - FAG - Vestibular - Segundo Semestre - Medicina |
Q1369786 Português
Texto 2


Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

    Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
    Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
    Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
    A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
8481: C
8482: B
8483: D
8484: C
8485: B
8486: D
8487: C
8488: C
8489: C
8490: B
8491: B
8492: E
8493: D
8494: C
8495: A
8496: C
8497: B
8498: A
8499: E
8500: B