Questões de Vestibular
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Analisando o gráfico e a figura e sabendo-se que um corpo no interior do planeta, na metade do raio Terrestre, tem peso 400 N, podemos afirmar que esse mesmo corpo, no exterior do planeta, à uma distância d igual à 2R a partir da superfície, terá um peso, em newtons (N), igual a

Na prática, porém, devido aos atritos internos e externos, houve dissipação de energia e esse carrinho, após percorrer a mesma distância d, chegou à velocidade de 0,6 m/s.
A porcentagem de energia dissipada foi, então, de

Nesse equipamento, podemos notar que a porta possui uma tela com pequenos furos que servem para olharmos lá dentro durante o seu funcionamento. Esses pequenos furos também

Ao fazer tal procedimento, notamos que nossas mãos ficam mais frias e, de fato, a temperatura delas sofre uma redução. Essa queda da temperatura após o uso do álcool se deve

Esse tipo de termômetro afere a nossa temperatura capturando

Em relação aos sabões, é CORRETO afirmar:
N2(g) + 3H2(g) ⇌ 2NH3(g) ∆H° = -92,6 KJ.mol-1
Um aluno, analisando a equação fornecida, fez as seguintes afirmações:
I - É possível maximizar a produção de amoníaco se a reação ocorrer a pressões elevadas. II - Dada a natureza exotérmica da reação direta, quanto menor a temperatura do vaso reacional, maior será a produção de amoníaco.
A alternativa CORRETA é:

Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/potencialpadrao-reducao-das-pilhas.htm. Acesso 15/05/2021.
Em relação a essa pilha, foram feitas as seguintes afirmativas:
I – Durante o funcionamento da pilha, a acidez da solução no catodo diminui. II – Ocorre oxidação da espécie Zn2+(aq). III – A semirreação de redução que ocorre na pilha é: 2H+(aq) + 2e- ➜ H2(g). IV – A força eletromotriz da pilha é dependente da concentração das espécies em solução.
Estão CORRETAS as afirmativas:

Assinale a alternativa que contém, respectivamente, as funções presentes nos compostos I, II e III:
Considere o ciclo para o NaCl na figura a seguir:

A representação CORRETA de um dos processos que ocorrem nesse ciclo é:

Em relação aos compostos apresentados, é CORRETO afirmar:

A energia envolvida na formação do gás metano a partir de gás carbônico e água é:
Todas as interações descritas abaixo estão corretamente classificadas e justificadas, EXCETO:
Explorando informações veiculadas pelos órgãos de comunicação, com base nos conhecimentos científicos atuais, é INCORRETO afirmar:

Está INCORRETO o que se afirma em:
A este respeito, é INCORRETO afirmar:
Com base nas informações acima e em outros conhecimentos sobre o assunto, é INCORRETO afirmar:
Texto 3
O educador espanhol Jorge Larrosa Bondia, em ensaio nomeado “Notas sobre a experiência e o saber da experiência”3 discute a falta de oportunidades, contemporaneamente, para que as pessoas tenham experiências significativas. Segue um excerto desse ensaio, em que Larrosa Bondia fala sobre a natureza humana e sobre o que seria, efetivamente, uma experiência:
“As palavras determinam nosso pensamento porque não pensamos com pensamentos, mas com palavras, não pensamos a partir de uma suposta genialidade ou inteligência, mas a partir de nossas palavras. E pensar não é somente “raciocinar” ou “calcular” ou “argumentar”, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é sobretudo dar sentido ao que somos e ao que nos acontece. E isto, o sentido ou o sem-sentido, é algo que tem a ver com as palavras. E, portanto, também tem a ver com as palavras o modo como nos colocamos diante de nós mesmos, diante dos outros e diante do mundo em que vivemos. E o modo como agimos em relação a tudo isso. Todo mundo sabe que Aristóteles definiu o homem como zôon lógon échon. A tradução desta expressão, porém, é muito mais “vivente dotado de palavra” do que “animal dotado de razão” ou “animal racional”. Se há uma tradução que realmente trai, no pior sentido da palavra, é justamente essa de traduzir logos por ratio. E a transformação de zôon, vivente, em animal. O homem é um vivente com palavra. E isto não significa que o homem tenha a palavra ou a linguagem como uma coisa, ou uma faculdade, ou uma ferramenta, mas que o homem é palavra, que o homem é enquanto palavra, que todo humano tem a ver com a palavra, se dá em palavra, está tecido de palavras, que o modo de viver próprio desse vivente, que é o homem, se dá na palavra e como palavra. (BONDIA, 2002, p. 21).
3BONDIA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro ,
n. 19, p. 20-28, Abr. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
24782002000100003&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 30 abr.2021.
Atente para as opções e assinale a afirmativa INCORRETA:
Texto 3
O educador espanhol Jorge Larrosa Bondia, em ensaio nomeado “Notas sobre a experiência e o saber da experiência”3 discute a falta de oportunidades, contemporaneamente, para que as pessoas tenham experiências significativas. Segue um excerto desse ensaio, em que Larrosa Bondia fala sobre a natureza humana e sobre o que seria, efetivamente, uma experiência:
“As palavras determinam nosso pensamento porque não pensamos com pensamentos, mas com palavras, não pensamos a partir de uma suposta genialidade ou inteligência, mas a partir de nossas palavras. E pensar não é somente “raciocinar” ou “calcular” ou “argumentar”, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é sobretudo dar sentido ao que somos e ao que nos acontece. E isto, o sentido ou o sem-sentido, é algo que tem a ver com as palavras. E, portanto, também tem a ver com as palavras o modo como nos colocamos diante de nós mesmos, diante dos outros e diante do mundo em que vivemos. E o modo como agimos em relação a tudo isso. Todo mundo sabe que Aristóteles definiu o homem como zôon lógon échon. A tradução desta expressão, porém, é muito mais “vivente dotado de palavra” do que “animal dotado de razão” ou “animal racional”. Se há uma tradução que realmente trai, no pior sentido da palavra, é justamente essa de traduzir logos por ratio. E a transformação de zôon, vivente, em animal. O homem é um vivente com palavra. E isto não significa que o homem tenha a palavra ou a linguagem como uma coisa, ou uma faculdade, ou uma ferramenta, mas que o homem é palavra, que o homem é enquanto palavra, que todo humano tem a ver com a palavra, se dá em palavra, está tecido de palavras, que o modo de viver próprio desse vivente, que é o homem, se dá na palavra e como palavra. (BONDIA, 2002, p. 21).
3BONDIA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro ,
n. 19, p. 20-28, Abr. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
24782002000100003&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 30 abr.2021.
