[...] Muito antes de Cristo, a humanidade já alimentava uma relação transcendente com os mortos. Civilizações primitivas, entre elas os assírios e os egípcios, viam o corpo muito ligado à ideia de vida eterna. O cadáver era intocável e, por conta disso, não se tem notícias de estudos anatômicos feitos por essas civilizações. [...].
A possibilidade de dissecação de cadáveres humanos contribuiu notadamente para o desenvolvimento e o estatuto da medicina como ciência. Isso foi possível em virtude da: