Questões de Vestibular EINSTEIN 2025 para Vestibular - Conhecimentos Gerais e Redação - 2º Semestre

Foram encontradas 50 questões

Q4115790 Não definido
Examine a tirinha do cartunista André Dahmer, publicada na rede social X, em 18.03.2025, para responder à questão.

texto.jpg (204×408)
Na situação apresentada, o sentido da “impermanência” é estabelecido pela palavra
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Q4115791 Não definido
Examine a tirinha do cartunista André Dahmer, publicada na rede social X, em 18.03.2025, para responder à questão.

texto.jpg (204×408)
Transposta para o discurso indireto, a fala do primeiro quadrinho assume a forma:
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Q4115792 Não definido
O __________ lançou-se contra o passado e sonhou uma superliteratura no século da “velocidade”; o __________ via a destruição do mundo, mas sabendo que do caos se organizaria uma estrutura superior, que era a verdadeira beleza. Para o __________ , entretanto, não havia passado, nem futuro: o que havia era a guerra, o nada; e a única coisa que restava ao artista era produzir uma antiarte, uma antiliteratura.
(Gilberto Mendonça Telles. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro, 2022. Adaptado.)
Os movimentos de vanguarda, com suas propostas de rompimento com o academicismo e busca por novas experiências artísticas, foram essenciais para a consolidação do Modernismo no Brasil.
As lacunas do excerto são preenchidas, respectivamente, por:
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Q4115793 Não definido
Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.

        Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.

        Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]

        E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.

(O cortiço, 2011.)

1parati: cachaça.
2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.
Esse trecho do romance focaliza o personagem Jerônimo, um português que viera para o Brasil e que morava no “cortiço” a que se refere o título do livro.
Na passagem selecionada, o narrador descreve
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Q4115794 Não definido
Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.

        Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.

        Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]

        E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.

(O cortiço, 2011.)

1parati: cachaça.
2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.
Zoomorfismo é um recurso utilizado pela literatura naturalista, no qual os seres humanos são comparados com animais e os aspectos corpóreos dos personagens são privilegiados, em detrimento de sua racionalidade.
Configura um exemplo explícito de zoomorfismo a passagem: 
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Q4115795 Não definido
Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.

        Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.

        Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]

        E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.

(O cortiço, 2011.)

1parati: cachaça.
2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.
Em “quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam” (3° parágrafo), há duas orações associadas de maneira que
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Q4115796 Não definido
Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo (1857-1913), para responder à questão.

        Passaram-se semanas. Jerônimo tomava agora, todas as manhãs, uma xícara de café bem grosso, à moda da Ritinha, e tragava dois dedos de parati1 “pra cortar a friagem”.

        Uma transformação, lenta e profunda, operava-se nele, dia a dia, hora a hora, reviscerando-lhe o corpo e alando-lhe os sentidos, num trabalho misterioso e surdo de crisálida. A sua energia afrouxava lentamente: fazia-se contemplativo e amoroso. A vida americana e a natureza do Brasil patenteavam-lhe agora aspectos imprevistos e sedutores que o comoviam; esquecia-se dos seus primitivos sonhos de ambição; para idealizar felicidades novas, picantes e violentas; tornava- -se liberal, imprevidente e franco, mais amigo de gastar que de guardar; adquiria desejos, tomava gosto aos prazeres, e volvia-se preguiçoso resignando-se, vencido, às imposições do sol e do calor, muralha de fogo com que o espírito eternamente revoltado do último tamoio entrincheirou a pátria contra os conquistadores aventureiros. [...]

        E o curioso é que quanto mais ia ele caindo nos usos e costumes brasileiros, tanto mais os seus sentidos se apuravam, posto que em detrimento das suas forças físicas. Tinha agora o ouvido menos grosseiro para a música, compreendia até as intenções poéticas dos sertanejos, quando cantam à viola os seus amores infelizes; seus olhos, dantes só voltados para a esperança de tornar à terra, agora, como os olhos de um marujo, que se habituaram aos largos horizontes de céu e mar, já se não revoltavam com a turbulenta luz, selvagem e alegre, do Brasil, e abriam-se amplamente defronte dos maravilhosos despenhadeiros ilimitados e das cordilheiras sem fim, donde, de espaço a espaço, surge um monarca gigante, que o sol veste de ouro e ricas pedrarias refulgentes e as nuvens tocam de alvos turbantes de cambraia2 , num luxo oriental de arábicos príncipes voluptuosos.

(O cortiço, 2011.)

1parati: cachaça.
2cambraia: tecido fino, branco, de algodão.
No primeiro parágrafo, o narrador emprega aspas a fim de
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Q4115797 Não definido
Leia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.

o rebanho e o homem

O rebanho trafega com tranquilidade o caminho:
é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegue
ao campo ou ao matadouro.
Nenhuma raiva
nenhuma esperança o rebanho leva,
pouco importa que a flor sucumba aos cascos
ou ainda que sobreviva.
Nenhuma pergunta o rebanho não diz:
até na sede ele é tranquilo
até na guerra ele é mudo —
o rebanho não pronuncia,
usa a luz mas nunca explica a sua falta
usa o alimento sem nunca se perguntar.
Sobre o rebanho o sexo
que ele nunca explicava
e as fêmeas cobertas
recebem a fecundidade sem admiração.
A morte ele desconhece, e a sua vida,
no rebanho não há companheiros
há cada corpo em si sem lucidez alguma.
O rebanho não vê a cara dos homens
aceita o caminho e vai escorrendo
num andar pesado sobre os campos.

(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)
No poema, caso entendida como uma metáfora, a palavra “rebanho” descreveria
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Q4115798 Não definido
Leia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.

o rebanho e o homem

O rebanho trafega com tranquilidade o caminho:
é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegue
ao campo ou ao matadouro.
Nenhuma raiva
nenhuma esperança o rebanho leva,
pouco importa que a flor sucumba aos cascos
ou ainda que sobreviva.
Nenhuma pergunta o rebanho não diz:
até na sede ele é tranquilo
até na guerra ele é mudo —
o rebanho não pronuncia,
usa a luz mas nunca explica a sua falta
usa o alimento sem nunca se perguntar.
Sobre o rebanho o sexo
que ele nunca explicava
e as fêmeas cobertas
recebem a fecundidade sem admiração.
A morte ele desconhece, e a sua vida,
no rebanho não há companheiros
há cada corpo em si sem lucidez alguma.
O rebanho não vê a cara dos homens
aceita o caminho e vai escorrendo
num andar pesado sobre os campos.

(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)
As palavras podem mudar de classe gramatical sem sofrer modificação na forma. Basta antepor-se o artigo a qualquer vocábulo da língua para que ele se torne um substantivo. A esse processo de enriquecimento vocabular pela mudança de classe das palavras dá-se o nome de derivação imprópria.
(Celso Cunha e Luís F. Lindley Cintra. Nova gramática do português contemporâneo, 2001. Adaptado.)
Identifica-se uma palavra formada por derivação imprópria em:
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Q4115799 Não definido
Leia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.

o rebanho e o homem

O rebanho trafega com tranquilidade o caminho:
é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegue
ao campo ou ao matadouro.
Nenhuma raiva
nenhuma esperança o rebanho leva,
pouco importa que a flor sucumba aos cascos
ou ainda que sobreviva.
Nenhuma pergunta o rebanho não diz:
até na sede ele é tranquilo
até na guerra ele é mudo —
o rebanho não pronuncia,
usa a luz mas nunca explica a sua falta
usa o alimento sem nunca se perguntar.
Sobre o rebanho o sexo
que ele nunca explicava
e as fêmeas cobertas
recebem a fecundidade sem admiração.
A morte ele desconhece, e a sua vida,
no rebanho não há companheiros
há cada corpo em si sem lucidez alguma.
O rebanho não vê a cara dos homens
aceita o caminho e vai escorrendo
num andar pesado sobre os campos.

(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)
Há entre os vocábulos “morte” e “vida” (18° verso) uma relação lógica semelhante à relação existente entre:
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Q4115800 Não definido

Examine a seguinte campanha da Cruz Vermelha.


11.jpg (345×154)


The word “strikes” can be replaced, with no change in meaning, by:

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Q4115801 Não definido

Leia o texto para responder à questão.


The Red Cross


12-15.jpg (248×142)


        The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.


        In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.


        The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.


        In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.


(www.redcross.org.uk. Adaptado.)

The main purpose of the text is to
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Q4115802 Não definido

Leia o texto para responder à questão.


The Red Cross


12-15.jpg (248×142)


        The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.


        In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.


        The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.


        In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.


(www.redcross.org.uk. Adaptado.)

No fragmento do segundo parágrafo “In response to these ideas, a committee was established in Geneva”, os termos sublinhados referem-se
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Q4115803 Não definido

Leia o texto para responder à questão.


The Red Cross


12-15.jpg (248×142)


        The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.


        In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.


        The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.


        In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.


(www.redcross.org.uk. Adaptado.)

A Sociedade Nacional Britânica de Ajuda aos Doentes e Feridos de Guerra, mencionada a partir do terceiro parágrafo do texto, foi
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Q4115804 Não definido

Leia o texto para responder à questão.


The Red Cross


12-15.jpg (248×142)


        The International Red Cross movement started in 1863 and was inspired by Swiss businessman Henry Dunant. The suffering of thousands of men on both sides of the Battle of Solferino in 1859 upset Dunant. Many were left to die due to lack of care. He proposed creating national relief societies, made up of volunteers, trained in peacetime to provide neutral and impartial help to relieve suffering in times of war.


        In response to these ideas, a committee (which later became the International Committee of the Red Cross) was established in Geneva. Dunant also proposed that countries adopt an international agreement, which would recognise the status of medical services and of the injured on the battlefield. This agreement was adopted in 1864.


        The formation of the British Red Cross occurred during the war between France and Prussia in July 1870, Colonel Loyd-Lindsay wrote a letter to the newspaper The Times. He called for a National Society to be formed in Britain just like in other European nations. On 4 August 1870, a public meeting was held in London and a resolution passed authorizing the formation of The British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War. It gave aid and relief to both warring armies during the Franco-Prussian War and in other wars and campaigns during the 19th century. This was done under the protection of the red cross emblem.


        In 1905, the British National Society for Aid to the Sick and Wounded in War was renamed as the British Red Cross. The Red Cross needed many skilled volunteers for its wartime role. The Voluntary Aid Scheme was introduced in 1909 and ensured that Voluntary Aid Detachments were formed across the United Kingdom. Their members would provide aid to the territorial medical forces in times of war.


(www.redcross.org.uk. Adaptado.)

The word from the text which best describes the image below the title is
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Q4115805 Não definido
A chegada dos exércitos macedônios com Alexandre Magno constitui, sem dúvida, um eficaz elemento de contato cultural com as populações locais. Uma nova época estava por se iniciar no antigo Oriente Próximo, quando Alexandre Magno atravessou desde a Grécia para a Ásia e iniciou suas conquistas que derrubaram o império persa.
(Luiz Alexandre Solano Rossi. Cultura militar e de violência no mundo antigo: Israel, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia, 2008. Adaptado.)
O excerto refere-se à época inaugurada pelas conquistas militares de Alexandre Magno, a qual foi caracterizada
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Q4115806 Não definido
Luiz XIV assumiu o comando do aparelho de Estado francês em 1661. Durante o seu governo, foi anulada a exigência parlamentar de apresentar objeções aos éditos reais antes do registro, em 1673. E as Cortes provinciais deixaram de poder discutir e regatear os impostos: a monarquia ditou requerimentos fiscais precisos, que elas se viram compelidas a aceitar.
(Perry Anderson, 1984. Adaptado.)
O excerto descreve a consolidação, na França,
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Q4115807 Não definido
O paulista Fernão Dias Paes Leme, depois de se preparar longamente, em 1674 partiu para o sertão em busca da lendária serra das Esmeraldas: o Sabarabuçu. Sua expedição contava com aproximadamente seiscentos homens, sendo quarenta brancos (ou mamelucos) e os demais indígenas.
(Carla Maria Carvalho de Almeida e Mônica Ribeiro de Oliveira. “Conquista do centro-sul”. In: João Luís Roberto Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa. O Brasil Colonial, 2018. Adaptado.)
Na América portuguesa, as expedições, como a referida pelo excerto, implicaram a
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Q4115808 Não definido
Analise a afirmação do missionário estadunidense Josiah Strong (1847-1916).
Se prevejo corretamente, essa poderosa raça avançará sobre o México, a América Central e a do Sul, as ilhas do oceano, a África e mais adiante [...]. Essa raça está predestinada a suplantar raças fracas, assimilar outras e transformar as restantes até toda a Humanidade ser anglo-saxonizada.
(Apud: Adhemar Marques e Luiz Roberto Lopez. Imperialismo: a expansão do capitalismo, 2000.)
As palavras do missionário, apresentadas pelo excerto,
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Q4115809 Não definido
O Plano de Metas foi o primeiro e o mais ambicioso programa de modernização já apresentado ao país. Com ele, Juscelino Kubitschek (JK) dava concretude ao slogan que animara a campanha presidencial — a promessa de que sob seu comando o Brasil cresceria “cinquenta anos em cinco” —, e se propôs a efetuar uma mudança estrutural na capacidade produtiva nacional. O Plano de Metas fez do governo de JK um sucesso.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)
Esse programa de modernização do Brasil estimulava a
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Respostas
1: C
2: E
3: C
4: A
5: A
6: D
7: B
8: B
9: E
10: B
11: B
12: D
13: A
14: C
15: E
16: B
17: C
18: E
19: C
20: D