Questões de Vestibular FUVEST 2025 para Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais

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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946293 Português
O carnaval, para além de ser a mais importante manifestação cultural brasileira, é o exercício concreto e sensível de vários direitos conquistados e consagrados. Ele celebra o direito à cidade, à manifestação, à associação e o direito à liberdade de expressão. Como festa pagã e sincrética, afirma o direito à liberdade religiosa sem ser proselitista e, como representação cultural, amplia o espaço cívico para combiná-lo com festividade, criatividade e liberdade artística e cultural.
O carnaval, nas suas diversas facetas, é político. E essa característica não aparece somente nos debates promovidos através da festa, mas também pela possibilidade de desfrutar uma vida livre de censura de qualquer tipo por parte de pessoas de todas as regiões do país, em suas mais distintas realidades.
Ocupar as ruas é um ato político. O lazer e a folia em espaço público, o exercício do direito à fruição e de produzir e consumir conteúdos culturais diversos também são. É ainda mais relevante o ato de externalizar e amplificar histórias, memórias e narrativas sobre grupos historicamente silenciados no país, como as populações negra, indígena e de tantas outras comunidades tradicionais. A manifestação política através de brincadeiras, danças, marchinhas, cantos e fantasias é das formas mais sublimes de expressão da aliança entre luta social, cultura e expressão estética. É a possibilidade que brasileiras e brasileiros encontram de, lutando por meio da arte, fazer ecoar uma voz esquecida no cotidiano.
Artigo 19. 16/02/2024. Adaptado.

Ao afirmar que o carnaval é político, o texto objetiva
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946294 Português
Os espetáculos circenses organizados ao final do século XVIII uniam o cômico e o dramático, como historicamente já faziam outras formas de espetáculo, por meio da combinação da atuação das famílias de saltimbancos, ciganos, atores da Commedia dell’Arte, e mesclavam a pantomima e o palhaço com a acrobacia, os equilíbrios, as exibições equestres e a doma de animais em um mesmo espaço. Desde aquele momento, fica visível a emergência não somente de novos modelos de espetáculos, mas também novas estruturas de organização e produção desses espetáculos, caracterizadas pela delimitação do espaço físico das apresentações, cobrança compulsória de entradas e alternância entre exibições de equilibristas, acrobatas, artistas equestres, comediantes, pantomimas e representações diversas, ou seja, um espetáculo pautado na íntima mistura de expressões e artistas originários de diferentes espaços e formações.

LOPES, Daniel de Carvalho; SILVA, Ermínia. Circo: percursos de uma arte em transformação contínua. Cadernos do GIPE-CIT, v. 1, 2020. Adaptado.


No contexto histórico, o circo
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946295 Artes Visuais
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Imagem ilustrativa da exposição imersiva de Van Gogh.


Nos últimos anos, exposições imersivas têm atraído um público amplo ao proporcionar experiências sensoriais e visuais baseadas em obras de artistas consagrados, muitas delas com trilha sonora, narração de cartas e projeções em altíssima definição. Contudo, parte da crítica especializada tem problematizado essa tendência de oferecer vivências multissensoriais que buscam envolver o visitante por completo. As críticas apontam implicações relacionadas à natureza da experiência estética, à espetacularização da arte, ao patrocínio corporativo e ao sucesso de público mediado pelas redes sociais. A crítica de arte Sheila Leirner, por exemplo, comenta:
Fica como se O Jardim das Delícias, A Tentação de Santo Antônio (telas de Hieronymus Bosch) e outras preciosidades como as frutas de Giuseppe Arcimboldo ou as festas campestres de Brueghel fossem ilustrações ou decorações para a grandiloquência artificial e sensacionalista de um show de cabaré. Certo, pode ser muito bonito, mas será que estas maravilhas pictóricas (em si) precisam de “efeitos especiais” para que cheguemos a elas? Até mesmo uma pequena reprodução em cartão postal pode ser mais fiel à nossa percepção...
Disponível em https://sheilaleirnerblog.wordpress.com/.


Com base nas informações e discussões apresentadas, assinale a alternativa que expressa a análise crítica mais fundamentada sobre o fenômeno das exposições imersivas:
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Q3946296 Artes Visuais

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Paul Cézanne. A montanha de Sainte-Victoire, 1904.

Assim também o gênio de Cézanne consiste em fazer com que as deformações de perspectiva, pela disposição de conjunto do quadro, deixem de ser visíveis por si mesmas na visão global e contribuam apenas, como ocorre na visão natural, para dar impressão de uma ordem nascente, de um objeto que surge a se aglomerar sob o olhar. (...) O desenho deve então resultar da cor, se se quer que o mundo seja restituído em sua espessura, pois é uma massa sem lacunas, um organismo de cores, através das quais a fuga da perspectiva, os contornos, as retas, as curvas instalam-se como linhas de força, pois é vibrando que a órbita do espaço se constitui.
Merleau-Ponty. A dúvida de Cézanne.

Merleau-Ponty, filósofo francês do século XX, dedicou um espaço importante em sua filosofia à reflexão sobre a pintura e, em particular, à obra de Paul Cézanne.
Com base na proposição do filósofo e na observação da tela do artista, é correto afirmar que cabe à expressão por meio da pintura 
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Q3946297 História
Decretou então o ótimo Artífice que àquele ao qual nada de próprio pudera dar tivesse como privativo tudo quanto fora partilhado por cada um dos demais. Assim, pois, tomou o homem, essa obra de tipo indefinido, e, tendo-o colocado no centro do universo, falou-lhe nestes termos: ‘A ti, ó Adão, não temos dado nem uma sede determinada, nem um aspecto peculiar, nem uma função singular precisamente para que o lugar, a imagem e as tarefas que reclamas para ti, tudo isso tenhas e realizes, mas pelo mérito de tua vontade e livre consentimento. As outras criaturas já foram prefixadas em sua constituição pelas leis por nós estatuídas. Tu, porém, não estás contido por amarra nenhuma. Antes, pela decisão do arbítrio, em cujas mãos te depositei, hás de predeterminar a tua compleição pessoal. Eu te coloquei no centro do mundo, a fim de poderes inspecionar, daí, de todos os lados, da maneira mais cômoda, tudo que existe.
Pico della Mirandola. Discurso sobre a dignidade do homem. In: PICO, Giovanni, Conde de Mirândola e de Concórdia. A dignidade do homem. 2ª. ed. Campo Grande: Solivros/Uniderp, 1999. Adaptado.

Elaborado em 1486, na região da atual Itália, o texto do humanista Pico della Mirandola apresenta algumas características do movimento renascentista, dentre as quais 
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Q3946298 Literatura
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Francisco Ruiz Gijón (1683-1720), Santíssimo Cristo da Expiação, popularmente conhecido como Cristo Cachorro. Escultura em madeira, 1682 (detalhe).

A partir da comparação entre a escultura Cristo Cachorro, de Francisco Ruiz Gijón, e o livro O Cristo cigano, de Sophia de Mello Breyner Andresen, inspirado por ela, depreende-se:
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Q3946299 Português
iii. Busca
Pelos campos fora Caminhava sempre Como se buscasse Uma presença ausente
“Onde estás tu, morte? Não posso te ver: Neste dia de Maio Com rosas e trigo É como se tu não Vivesses comigo [...] É verdade que passas Pela cidade às vezes Nos caixões de chumbo:
Mas viro o meu rosto Pois não te compreendo És um pesadelo Uma coisa inventada Que o vento desmente Com suas mãos frescas E a luz logo apaga” [...]

Sophia de Mello Breyner Andresen. O Cristo cigano.

É tão tenaz o desvio que a esquivança encobridora ante a morte exerce sobre a cotidianidade que, no ser-um-com-ooutro, seus ‘próximos’ ainda se empenham com frequência precisamente junto ao ‘moribundo’ para o persuadir de que escapa da morte e retorna em seguida à tranquila cotidianidade do mundo de suas ocupações. Tal ‘preocupação-com-o-outro’ pensa ‘consolar’ dessa maneira o ‘moribundo’. Ela quer devolvê-lo à existência, ajudando-o a encobrir ainda mais completamente sua possibilidade de ser mais própria e irremetente. A gente se ocupa dessa maneira de uma constante tranquilização sobre a morte. Mas, no fundo, ela vale tanto para o ‘moribundo’ quanto para ‘os que consolam’. E mesmo no caso do deixar de viver, a publicidade ainda não deve ser perturbada, nem inquietada pelo acontecimento na sua ocupada despreocupação. Pois não raro se vê na morte dos outros uma inconveniência social, quando não mesmo uma falta de tato, cuja publicidade deve ser poupada.

Martin Heidegger. Ser e Tempo, §51.


A escritora Sophia de Mello Breyner Andresen e o filósofo Martin Heidegger descrevem, por meio de recursos expositivos bem diferentes, uma mesma atitude geral comumente assumida por uma pessoa ante o desvelamento de sua própria mortalidade a partir da constatação da morte ou do adoecimento mortal de uma outra pessoa. Qual alternativa melhor descreve essa atitude?
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Q3946300 Português
Mwando está embasbacado com a descoberta do insólito do mundo. Como o Adão no Paraíso, a voz da serpente sugeriu-lhe a maçã, que lhe arrancou brutalmente a venda de todos os mistérios. Sim, escutou os lábios de uma mulher pronunciando em sussurros o seu nome, despertando-o do ventre fecundo da inocência. Mwando nasceu. Sente o coração a bater com força, mesmo à maneira do primeiro amor.¬¬ (…) Procurou o refúgio do quarto e fechou-se. Estava transtornado. Sentia a sua devoção abalada pela paixão. Não conseguia fugir às tramas da serpente, a Sarnau arrastava-o cada vez mais para o abismo. Paulina Chiziane.
Balada de amor ao vento.

Considerando a intertextualidade bíblica presente no excerto de Balada de amor ao vento, a experiência de Mwando é caracterizada
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Q3946301 História
[...] as lendárias Rotas da Seda, longe de serem meras rotas comerciais, eram rodovias culturais que desempenhavam um papel fundamental na ligação entre o leste e o oeste, reunindo intermitentemente nômades e moradores da cidade, povos pastoris e agricultores, mercadores e monges, soldados e peregrinos. A noção de movimento é, portanto, central para a compreensão das relações entre os povos [...]. Um diálogo entre culturas significa trocas não apenas de bens, mas também de ideias.

Vadime Elisséeff. “Introduction. Approaches Old and New to Silk Roads”. The Silk roads: highways of culture and commerce. New York: Berghahn Books, 2000. Traduzido e adaptado.


Com base no excerto, que aborda o complexo de rotas terrestres que se estenderam, durante a Idade Média, por boa parte da Ásia, Leste da África e Sul da Europa, as trocas culturais e os deslocamentos tiveram impacto na
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946302 História
Entre os deveres de todo devoto do Islã está a obrigatoriedade de pelo menos uma vez na vida fazer uma peregrinação a Meca, cidade sagrada na qual Maomé primeiro pregou a religião. Nem todos podiam fazer a peregrinação, mas muitos faziam, geralmente juntando-se às caravanas que percorriam o Saara, chegando a Meca a partir do Cairo. Essa circulação de pessoas, que entravam em contato com os lugares nos quais era intenso o ensino do Islã, criava vínculos entre todo o mundo muçulmano do Sael, norte da África e península Arábica. Os ensinamentos islâmicos eram ainda reforçados pela ação dos ulemás, estudiosos do Alcorão que se assentavam em algumas cidades ou passavam períodos em diferentes lugares. As escolas corânicas, nas quais os meninos liam e decoravam o Alcorão, também eram lugares de atuação dos ulemás, que mantinham vivo o ensino do islã.

Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007.


Ao tratar do islamismo na Idade Média, o texto caracteriza
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946303 Português
No Afeganistão, em vinte anos de guerra, morreram mais de 157 mil pessoas; no Iraque, de 2003 até hoje, dez anos depois de as tropas americanas se retirarem do país, foram mortas entre 308 e 600 mil; e no Paquistão, o aliado dos Estados Unidos na Guerra ao Terror, 70 mil.
As violações de direitos humanos por militares americanos, como os abusos e a tortura de prisioneiros, muitas vezes inocentes, na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, e na base de Guantánamo, em Cuba, geraram ainda mais ressentimento nas populações desses países.
A Guerra ao Terror provocou mais radicalização religiosa, conflitos internos, forçou milhões de pessoas a abandonar suas casas e a fugir para outros países, aumentando ainda mais o preconceito em relação a muçulmanos e árabes. Dizem que o mundo nunca mais foi o mesmo depois do Onze de Setembro.
Simone Duarte. O vento mudou de direção: o Onze de Setembro que o mundo não viu. São Paulo: Fósforo, 2021.

O excerto traz informações sobre a atuação militar norte-americana na Ásia após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 e afirma que essas investidas militares
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946304 Geografia
Em 19 de setembro de 2023, o Azerbaijão lançou uma ofensiva contra a autoproclamada República de Nagorno-Karabakh (RAHK ou Artsakh), um território povoado por armênios sob bloqueio desde dezembro de 2022. Em 28 de setembro de 2023, a RAHK anunciou sua dissolução, que entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2024, após mais de três décadas de existência não reconhecida. Em agosto de 2025, o governo norte americano propôs que a rota de transporte estratégica turco-azerbaijana seja controlada pelos EUA, por 99 anos. Essa proposta ainda está em curso, devido à oposição do Irã. 


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Reconfiguração geopolítica do Cáucaso (2023). Atlas Géopolitique Mondial, 2025. Adaptado.

Com base no texto, na legenda do mapa e em seus conhecimentos, assinale a alternativa que explica os motivos da ofensiva do Azerbaijão contra os armênios.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946305 Direito Internacional Público
A anexação, definida como a incorporação unilateral de território de outro Estado, é proibida pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional geral, que enfatizam a proibição do uso da força e o respeito à integridade territorial dos Estados (Carta da ONU, 1945).  

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Disponível em https://www.parlamentomercosur.org. Adaptado. Partindo da carta da ONU e do mapa, é possível indicar que se refere
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946306 Português
Nossa forma de governo não entra em rivalidade com as instituições dos outros. Nosso governo não copia o de nossos vizinhos, mas é um exemplo para eles. É verdade que somos chamados de democracia, pois a administração está nas mãos de muitos e não de poucos. Mas, enquanto existe justiça igual para todos e igualmente em suas disputas privadas, a reivindicação de excelência também é reconhecida; e quando um cidadão é de alguma forma distinto, ele é preferido para o serviço público, não como uma questão de privilégio, mas como recompensa do mérito. Nem a pobreza é um obstáculo, pois um homem pode beneficiar seu país, seja qual for a obscuridade de sua condição. Não há exclusividade em nossa vida pública, e em nossos negócios privados não suspeitamos uns dos outros [...]. Enquanto estamos assim sem restrições em nossos negócios privados, um espírito de reverência permeia nossos atos públicos; somos impedidos de fazer o mal pelo respeito às autoridades e às leis, tendo uma consideração especial por aquelas que são ordenadas para a proteção dos prejudicados, bem como por aquelas leis não escritas. 
Tucídides. Oração Fúnebre de Péricles. University of Minnesota. Human Rights Library. Richard Hoocker, 1996. Adaptado.


O excerto, que pretende reproduzir o discurso fúnebre de Péricles (século V a.C.) na Guerra do Peloponeso,
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946307 Matemática
Existem números curiosos na matemática. Os números perfeitos são alguns deles. Um número n (para n∈ℕ∗) é perfeito se, e somente se, for igual à soma de seus divisores positivos (excluindo o próprio). Relacionando números perfeitos e números primos, Euclides escreveu uma proposição em seu famoso livro “Elementos”: se 2n − 1 é um número primo, então 2n-1 (2n − 1) é um número perfeito. Considerando o que foi exposto, é correto afirmar:
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946308 Biologia
Aristóteles produziu aquela que é considerada a primeira classificação dos organismos vivos, no mundo ocidental. Nela, considerou principalmente a existência de características compartilhadas para dividir os seres vivos em distintas categorias. Atualmente, a classificação dos seres vivos pauta-se no paradigma da Escola Filogenética (cladística). Tal escola
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946309 Biologia
Em abril de 2025, uma empresa de biotecnologia anunciou que havia criado lobos com características de lobos-gigantes, ou dire-wolves, uma espécie extinta há milhares de anos. Para isso, a empresa obteve o genoma de lobos-gigantes e o comparou com o genoma de lobos modernos. Com base nesta comparação, foram feitas 20 modificações em 14 genes do genoma do lobo moderno, utilizando tecnologias de edição gênica. Em seguida, o núcleo de uma célula de lobo moderno contendo o DNA editado foi inserido em óvulos anucleados de cachorras. Por fim, os óvulos foram inseminados em cachorras, possibilitando a gestação. O resultado foi o nascimento de três filhotes, dois machos e uma fêmea, que possuem pelagem branca e espessa, além de um tamanho corporal maior, lembrando o fenótipo esperado de um lobo-gigante.

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Disponível em: https://colossal.com/.

Se, no futuro, a empresa resolver acasalar estes filhotes, espera-se que a prole seja parecida com
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946310 Inglês
Nearly a century ago, Edwin Hubble discovered that the universe is getting larger. Modern measurements of how fast it is expanding disagree, however, suggesting that our understanding of the laws of physics might be off. Everyone expected the sharp vision of the James Webb Space Telescope to bring the answer into focus. But a long-awaited analysis of the telescope’s observations released late Monday evening once again gleans conflicting expansion rates from different types of data, while homing in on possible sources of error at the heart of the conflict.

Two rival teams have led the effort to measure the cosmic expansion rate, which is known as the Hubble constant, or H0. One of these teams, led by Adam Riess of Johns Hopkins University, has consistently measured H0 to be about 8 percent higher than the theoretical prediction for how fast space should be expanding, based on the cosmos’s known ingredients and governing equations. This discrepancy, known as the Hubble tension, suggests that the theoretical model of the cosmos might be missing something—some extra ingredient or effect that speeds up cosmic expansion.

Riess and his team released their latest measurement of H0 based on Webb data this spring, getting a value that agrees with their earlier estimates.

But for years a rival team led by Wendy Freedman of the University of Chicago has urged caution, arguing that cleaner measurements were needed. Her team’s own measurements of H0 have invariably landed closer than Riess’ to the theoretical prediction, implying that the Hubble tension may not be real.

Since the Webb telescope started taking data in 2022, the astrophysics community has awaited Freedman’s multipronged analysis using the telescope’s observations of three types of stars. Now, the results are in: Two types of stars yield H0 estimates that align with the theoretical prediction, while the third—the same type of star Riess uses—matches his team’s higher H0 value.


Disponível em https://wired.com/. 08 Sep 2024. Adaptado.
Com base no texto, a principal expectativa em relação ao telescópio James Webb estava associada a 
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946311 Inglês
Nearly a century ago, Edwin Hubble discovered that the universe is getting larger. Modern measurements of how fast it is expanding disagree, however, suggesting that our understanding of the laws of physics might be off. Everyone expected the sharp vision of the James Webb Space Telescope to bring the answer into focus. But a long-awaited analysis of the telescope’s observations released late Monday evening once again gleans conflicting expansion rates from different types of data, while homing in on possible sources of error at the heart of the conflict.

Two rival teams have led the effort to measure the cosmic expansion rate, which is known as the Hubble constant, or H0. One of these teams, led by Adam Riess of Johns Hopkins University, has consistently measured H0 to be about 8 percent higher than the theoretical prediction for how fast space should be expanding, based on the cosmos’s known ingredients and governing equations. This discrepancy, known as the Hubble tension, suggests that the theoretical model of the cosmos might be missing something—some extra ingredient or effect that speeds up cosmic expansion.

Riess and his team released their latest measurement of H0 based on Webb data this spring, getting a value that agrees with their earlier estimates.

But for years a rival team led by Wendy Freedman of the University of Chicago has urged caution, arguing that cleaner measurements were needed. Her team’s own measurements of H0 have invariably landed closer than Riess’ to the theoretical prediction, implying that the Hubble tension may not be real.

Since the Webb telescope started taking data in 2022, the astrophysics community has awaited Freedman’s multipronged analysis using the telescope’s observations of three types of stars. Now, the results are in: Two types of stars yield H0 estimates that align with the theoretical prediction, while the third—the same type of star Riess uses—matches his team’s higher H0 value.


Disponível em https://wired.com/. 08 Sep 2024. Adaptado.
De acordo com o texto, a abordagem metodológica da equipe de Adam Riess¬
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946312 Física
Desde as primeiras descobertas, os buracos negros despertam enorme interesse da humanidade. Eles são caracterizados por regiões suficientemente densas e massivas em que o campo gravitacional é tão intenso que nada que esteja a distâncias inferiores a RSc do buraco negro consegue escapar de sua atração, nem a luz ou outras formas de radiação. Esse raio, também conhecido como raio de Schwarzschild, é expresso por RSc = 2GM/c2, sendo G a constante de gravitação universal, M a massa do buraco negro e c a velocidade da luz.
Considere, por simplicidade, um buraco negro de massa igual à massa solar MSol = 2x1030 kg e de raio igual a RSc. Nesse caso, a razão entre a densidade volumétrica de um buraco negro e a densidade volumétrica do Sol apresenta uma ordem de grandeza mais próxima de:
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: A
44: C
45: E
46: C
47: D
48: B
49: A
50: E
51: A
52: A
53: E
54: D
55: B
56: A
57: D
58: A
59: C
60: D