Questões de Vestibular
Sobre transformações químicas em química
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A tabela periódica classifica os elementos químicos em períodos (faixas horizontais) e grupos (faixas verticais). Essa classificação mostra que elementos químicos podem apresentar propriedades físicas e químicas similares ou completamente diferentes em função de sua localização na tabela periódica. Uma observação mais detalhada da charge, se inclinada a 90° à direita, permite remeter a uma tabela periódica, pois indivíduos que fazem uso de celular apresentam comportamentos diferentes em relação ao indivíduo que está lendo o livro.

De acordo com a imagem, foram atribuídas algumas letras escolhidas arbitrariamente, mas que não correspondem aos símbolos dos elementos químicos na tabela periódica.
Sobre os conhecimentos acerca da classificação e
propriedade periódica dos elementos e em consonância com a imagem, assinale a alternativa correta.
Deixou-se o NO(g) borbulhar até que fossem acrescidos ao tubo 4 mL desse gás. Após cessar o fluxo de NO(g), o tubo foi mantido imerso na posição vertical, de modo que seu volume pudesse variar, mantendo a pressão em seu interior igual à pressão exterior, mas sem escape de gás. Após certo tempo, o gás dentro do tubo adquire cor castanha, em função da seguinte reação: 2NO(g) + O2(g)
2NO2 (g)

A respeito desse experimento, identifique as afirmativas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) O NO(g) é reagente limitante da reação. ( ) Em relação à condição imediata depois de cessado o fluxo, o volume de gás dentro do tubo irá diminuir após o gás ficar castanho. ( ) Em relação à condição imediata depois de cessado o fluxo, a pressão parcial de N2(g) dentro do tubo irá aumentar após o gás ficar castanho. ( ) O valor de pH da água na região A (dentro do tubo) irá diminuir após o gás se tornar castanho.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
• Sobre volume de meio copo (~100 mL) do extrato líquido, adicionaram-se 20 mL de solução salina de cloreto de sódio (1 mol L -1 ). A cor roxa do extrato foi mantida. • Sobre volume de meio copo do extrato líquido, adicionou-se suco de um limão. A cor do extrato líquido se tornou vermelha.
Foi observado aspecto opaco (turvo) no extrato líquido logo em seguida à sua separação das folhas de repolho, e esse aspecto se manteve durante todos os experimentos.
Sobre esse experimento, considere as seguintes afirmativas:
1. A mudança de cor de roxa para vermelha no segundo experimento é evidência de que ocorreu uma transformação química no extrato. 2. O extrato líquido é uma mistura homogênea. 3. Nos 20 mL de solução salina existem 1,2 x 1022 íons Na+ e 1,2 x 1022 íons Cl– .
Assinale a alternativa correta.
Uma amostra de 30,695g de calcário (carbonato de cálcio) é aquecida a alta temperatura e se decompõe conforme a reação de calcinação
CaCO3(s) —> CaO(s) + CO2(g).
Após um aquecimento vigoroso, o calcário sofreu decomposição completa e depois de resfriado foi pesado e acusou 30,14g. Com base nestas informações, determine o volume de gás liberado na CNTP.
(DADO: C = 12, O = 16 , Ca =40)
Numa sessão de estudos, alunos do Ensino Médio necessitavam responder a questão que tinha a seguinte informação: S(g) + 3/2 O2(g) → SO3(g) ΔH = -94,4Kcal/mol que é a equação termoquímica de um problema.
Pode-se afirmar que quando 120g de SO3(g) são formados: (Dado: S = 32g, O = 16g)
Com relação às equações abaixo:
CaO(s) + CO2(g) → CaCO3(s)
2NaI(aq)+ Br(aq) → 2 NaBr(aq) + I2(aq)
com certeza são exemplos de reações de:
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise o texto a seguir.
A energia eólica é a energia dos ventos, mas sua origem é a energia solar. Estima-se que 1 a 2% da energia solar converta-se em energia eólica. Isso porque a terra é aquecida pelo sol de forma irregular, gerando diferentes pressões atmosféricas em lugares distintos. O vento é o movimento do ar dos lugares com pressão mais alta para os de pressão mais baixa.
O aproveitamento da energia eólica em aerogeradores
é possível porque
Relacione corretamente as equações com as reações químicas do cotidiano apresentadas abaixo, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
(1) 2NaHCO3 →Na2CO3 + CO2 + H2O
(2) Mg(OH)2 + CO2→MgCO3 + H2O
(3) 2NH3 + CO2 →CO(NH2)2 + H2O
(4) NaHCO3 + HCℓ→NaCℓ + H2CO3
Coluna II
( ) Produção de substância usada como fertilizante.
( ) Ação do sal de fruta no estômago humano.
( ) Feitura do bolo de chocolate.
( ) Absorção
do gás de
ambientes
fechados.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
TEXTO 8
IX
Horas depois, teve Rubião um pensamento horrível. Podiam crer que ele próprio incitara o amigo à viagem, para o fim de o matar mais depressa, e entrar na posse do legado, se é que realmente estava incluso no testamento. Sentiu remorsos. Por que não empregou todas as forças, para contê-lo? Viu o cadáver do Quincas Borba, pálido, hediondo, fitando nele um olhar vingativo; resolveu, se acaso o fatal desfecho se desse em viagem, abrir mão do legado.
Pela sua parte o cão vivia farejando, ganindo, querendo fugir; não podia dormir quieto, levantava-se muitas vezes, à noite, percorria a casa, e tornava ao seu canto. De manhã, Rubião chamava-o à cama, e o cão acudia alegre; imaginava que era o próprio dono; via depois que não era, mas aceitava as carícias, e fazia-lhe outras, como se Rubião tivesse de levar as suas ao amigo, ou trazê-lo para ali. Demais, havia-se-lhe afeiçoado também, e para ele era a ponte que o ligava à existência anterior. Não comeu durante os primeiros dias. Suportando menos a sede, Rubião pôde alcançar que bebesse leite; foi a única alimentação por algum tempo. Mais tarde, passava as horas, calado, triste, enrolado em si mesmo, ou então com o corpo estendido e a cabeça entre as mãos.
Quando o médico voltou, ficou espantado da temeridade do doente; deviam tê-lo impedido de sair; a morte era certa.
— Certa?
— Mais tarde ou mais cedo. Levou o tal cachorro?
— Não, senhor, está comigo; pediu que cuidasse dele, e chorou, olhe que chorou que foi um nunca acabar. Verdade é, disse ainda Rubião para defender o enfermo, verdade é que o cachorro merece a estima do dono; parece gente.
O médico tirou o largo chapéu de palha para concertar a fita; depois sorriu. Gente? Com que então parecia gente? Rubião insistia, depois explicava; não era gente como a outra gente, mas tinha coisas de sentimento, e até de juízo. Olhe, ia contar-lhe uma...
— Não, homem, não, logo, logo, vou a um doente de erisipela... Se vierem cartas dele, e não forem reservadas, desejo vê-las, ouviu? E lembranças ao cachorro, concluiu saindo.
Algumas pessoas começaram a mofar do Rubião e da singular incumbência de guardar um cão em vez de ser o cão que o guardasse a ele. Vinha a risota, choviam as alcunhas. Em que havia de dar o professor! sentinela de cachorro! Rubião tinha medo da opinião pública. Com efeito, parecia-lhe ridículo; fugia aos olhos estranhos, olhava com fastio para o animal, dava-se ao diabo, arrenegava da vida. Não tivesse a esperança de um legado, pequeno que fosse. Era impossível que lhe não deixasse uma lembrança.
(ASSIS, Machado de. Quincas Borba. São Paulo: Ática, 2011. p. 30-31.)
