Questões de Vestibular Comentadas sobre não definido

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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2023 - FCM/SANTA CASA - Vestibular - Medicina |
Q4149787 Biologia
A hematoxilina (H&E) é um corante de caráter básico que reage com substâncias ácidas ou estruturas que tenham caráter ácido existentes nas células. O resultado dessa reação cora a estrutura celular de azul-arroxeado. Uma lâmina de microscopia com células da mucosa bucal, caso entre em contato com a hematoxilina (H&E), irá corar de azul-arroxeado
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Q4149785 Medicina
Até abril de 2023, o Estado de São Paulo registrou 1140 casos de todos os tipos de meningite, 9% a mais se comparado com o mesmo período de 2022, em que foram confirmados 1040 casos. Em relação aos óbitos, no mesmo período, São Paulo registrou uma queda de 28%, com 79 óbitos em 2023 e 110 no ano passado. Em 2022 a cobertura vacinal para meningocócica C ficou em 77,7%, contra 74,5% de 2021. Apenas no mês de janeiro de 2023, a cobertura foi de 94,4% no Estado de São Paulo. A meta de cobertura é de 95%.
(www.saude.sp.gov.br, 24.04.2023. Adaptado.)

A meningite meningocócica C é causada por
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Q4149783 Biologia
Os seres humanos e os chimpanzés apresentam um ancestral evolutivo em comum e pertencem à ordem Primata e à família Hominidae. Essas duas espécies apresentam parentesco evolutivo muito próximo, no entanto, diferem morfologicamente quanto
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Q4149782 Biologia
Os animais com metameria apresentam simetria bilateral. Essas duas características trouxeram avanços evolutivos para os animais. A metameria e a simetria bilateral contribuíram, respectivamente, com
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Q4149778 Biologia
Um estudo do Instituto Cerrados aponta que 88% de 81 bacias hidrográficas do Cerrado já tiveram redução de vazão causada pelo desmatamento entre 1985 e 2022. Em 2050, essa redução deve chegar a 23,6 mil metros cúbicos de água por segundo. O pesquisador Yuri Salmona destaca que diversos rios que alimentam as bacias na Amazônia nascem na região do Cerrado, como o Tocantins e o Xingu. Essas águas ajudam a formar os rios voadores, corredores de umidade que levam chuvas a outros locais do país. Além disso, o Cerrado guarda 8 das 12 maiores bacias do país.

(Lucas Lacerda. “Cerrado, com recorde de desmatamento, pode alterar regime de água no país”. Folha de S.Paulo, 12.05.2023. Adaptado.)

De acordo com o excerto, o desmatamento no Cerrado está diretamente relacionado à redução da
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Q4149776 Geografia
Analise as duas definições.
Definição 1: Distância linear ou angular medida ao norte ou ao sul do Equador, numa esfera elipsoide.
Definição 2: Representação cartográfica, geralmente em escala grande, destinada a fornecer informações muito detalhadas, visando, por exemplo, ao cadastro urbano, a certos fins econômicos-sociais, militares etc.
(Cêurio de Oliveira. Dicionário Cartográfico, 1993.)

As definições 1 e 2 referem-se, respectivamente,
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Q4149775 Biologia
O conflito armado na Ucrânia tem causado impactos ambientais significativos, deixando também um rastro de contaminação no solo e nas águas. Kateryna Smirnova, do Instituto Sokolovskyi de Ciência do Solo e Agroquímica da Academia Nacional de Ciências da Ucrânia, uma das principais instituições científicas dessa área no país, diz que amostras de solo da região leste da Ucrânia já mostraram concentrações elevadas de metais pesados.
(www.noticias.uol.com.br. Adaptado.)

Considerando o excerto, uma das possíveis consequências da contaminação do solo e das águas na Ucrânia é
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Q4149774 Meio Ambiente
Artigo 2o : [...] seu objetivo visa fortalecer a resposta global à ameaça da mudança do clima, no contexto do desenvolvimento sustentável e dos esforços de erradicação da pobreza, incluindo: (a) manter o aumento da temperatura média global bem abaixo de 2 ºC em relação aos níveis pré-industriais, e envidar esforços para limitar esse aumento da temperatura a 1,5 ºC em relação aos níveis pré-industriais, reconhecendo que isso reduziria significativamente os riscos e os impactos da mudança do clima [...]
(www.planalto.gov.br.)
O excerto faz referência
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Q4149768 Atualidades
A Argentina é um dos países que não tem isenção de taxa alfandegária, mesmo para importações de pequeno valor. De acordo com informações do governo argentino, produtos importados para consumidores finais são tributados pelo “Imposto para uma Argentina Inclusiva e Solidária” (PAIS), que é de 30% sobre o valor da mercadoria importada e é usado para financiar políticas sociais e econômicas.
(Giulia Granchi. www.bbc.com, 14.04.2023. Adaptado.)

Essa prática fiscal argentina tem como intuito 
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Q4149767 Direito Constitucional
Ao reconhecer aos povos indígenas o direito às terras que habitam, a Constituição Federal de 1988 favoreceu processos de demarcação e delimitação de territórios [...]. As terras indígenas são definidas como “as habitadas em caráter permanente; as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar; e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições”.
(Diego Viana. “Quando o mapa é o território”. Revista Pesquisa FAPESP, maio de 2023.)


A propósito das terras indígenas, a Constituição de 1988
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Q4149766 História
Tudo no governo Geisel girou, desde o princípio, em torno da distensão, pensamento central do presidente e de seu assessor político transformado em chefe da Casa Civil, o general Golbery do Couto e Silva. Sobreviventes ambos do governo Castelo Branco, retomaram em política interna a orientação geral dos primeiros tempos. [...] O nome oficial “distensão”, e não abertura ou redemocratização, denunciava o real significado da ideia: não se cogitava devolver logo o poder aos civis como se os objetivos de 1964 tivessem sido alcançados.
(Rubens Ricupero. A diplomacia na construção do Brasil: 1750-2016, 2017.)

A distensão mencionada no excerto
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Q4149765 História
Os efeitos da crise econômica de 1929 logo se fizeram sentir na América Latina: forte queda das exportações, saída de capitais de países desenvolvidos, suspensão de novos empréstimos norte-americanos para as economias locais.
(Javier Bustos Díaz. Historia económica. Desde el imperialismo hasta el fin de la URSS, 2023. Adaptado.)

A economia brasileira da década de 1930 procurou ajustar-se a essa situação de crise internacional, mencionada pelo excerto, por meio
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Q4149764 História
O Reino Unido tinha sido tudo, menos parcimonioso, em suas aquisições territoriais, e a construção de um império no mundo não ocidental fora parte integrante de sua hegemonia mundial. Quanto aos Estados Unidos, o desenvolvimento que transformou o país no principal polo de atração da mão de obra, do capital e dos recursos empresariais da economia mundial esteve estreitamente vinculado ao âmbito continental atingido por sua economia doméstica no curso do século XIX.


(Giovanni Arrighi. O longo século XX, 2013.)
O modelo de expansão da economia capitalista nos Estados Unidos da América no século XIX resultou
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Q4149763 História
O Reino Unido tinha sido tudo, menos parcimonioso, em suas aquisições territoriais, e a construção de um império no mundo não ocidental fora parte integrante de sua hegemonia mundial. Quanto aos Estados Unidos, o desenvolvimento que transformou o país no principal polo de atração da mão de obra, do capital e dos recursos empresariais da economia mundial esteve estreitamente vinculado ao âmbito continental atingido por sua economia doméstica no curso do século XIX.


(Giovanni Arrighi. O longo século XX, 2013.)
A construção do Império não ocidental do Reino Unido foi o resultado
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Q4149762 Literatura
O Romantismo no Brasil foi episódio do grande processo de tomada de consciência nacional, constituindo um aspecto do movimento de independência. Afirmar a autonomia no setor literário significava cortar mais um laço com a mãe-pátria.
(Antonio Candido. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, 2017.)

O vínculo estético-político, mencionado no excerto, exprimia-se literariamente
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Q4149761 História
A centralização, tal qual existe, representa o despotismo, dá força ao poder pessoal, comprime a liberdade, subordina o direito de todos ao arbítrio de um só poder, mata o estímulo do progresso local, suga a riqueza peculiar das províncias, constituindo-as satélites obrigados do grande astro da corte.
(“Manifesto Republicano de 1870”. In: Reynaldo Xavier Carneiro Pessoa. A ideia republicana no Brasil através dos documentos, 1973. Adaptado.)

Esse manifesto foi publicado pela primeira vez no jornal “A República” em 3 de dezembro de 1870. A metáfora astronômica empregada pelos republicanos
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Q4149760 História
A exploração aurífera obedecia, no seu desenvolvimento, ao lucro mais imediato: voltava-se inicialmente para o ouro depositado no fundo dos rios (aluvião), depois para o ouro depositado nas encostas (grupiaras) e, finalmente, para os veios subterrâneos (galerias). Nesse contexto, era a fase inicial a que maiores lucros apresentava.
(Laura de Mello e Souza. Desclassificados do ouro: a pobreza mineira no século XVIII, 1982.)

O excerto descreve uma espécie de itinerância na exploração do ouro em Minas Gerais no século XVIII,
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Q4149758 História
O Mediterrâneo é o único grande mar quase integralmente cercado por terra em toda a circunferência do planeta: só ele oferecia a velocidade do transporte marítimo, com proteção terrestre contra ondas e ventos fortes, ao longo de uma zona geográfica considerável. A posição ímpar da Antiguidade clássica dentro da história universal não pode ser separada de seu privilégio físico.
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao feudalismo, 2016. Adaptado.)

Os vínculos entre condições geográficas e históricas, descritos no excerto,
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Q4149754 Inglês
     Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
     The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
     Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
     Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
    Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
    Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
      Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
     Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


(Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
In the excerpt from the seventh paragraph “which aims to end or even reverse ageing”, the underlined word refers to 
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Q4149753 Inglês
     Some of the world’s leading artificial intelligence (AI) researchers are calling for a pause on research into AI, claiming that safety issues must first be urgently addressed. If not, the outcomes could be devastating for humanity. Others say any pause in development would not only be impractical to enforce on a global scale, but could also stand in the way of advances that could both improve and save lives.
     The AI that is currently available already has the power to radically alter society, in new ways that we are seeing every day. So how might it progress over the coming years? Are we on the brink of an artificial intelligence-powered utopia or dystopia?
     Firstly, technology has been automating jobs since the Industrial Revolution, though never before has it happened on this scale. Everyone from truck drivers to voice over artists are at risk of being replaced by AI. A recent study found that just over 30 jobs are considered safe from automation in the near future. They range from mechanics to athletes, though they represent just a sliver of the current labour market. While new jobs will be created, there is a significant chance that the majority of the population will be left jobless. This could either lead to:
     Utopia: A new leisure class emerges, living off a universal basic income funded by taxes on robots and the companies that operate them.
    Dystopia: Mass unemployment results in social unrest, similar to the way laid off factory workers trashed the machines that replaced them. With so many jobs at risk and the potential for huge wealth inequality, some fear it could ultimately result in societal collapse.
    Secondly, artificial intelligence is already contributing to major scientific advances, dramatically accelerating the time it takes to make discoveries. It has been used to invent millions of materials that did not previously exist, find potential drug molecules 1,000 times faster than previous methods, and improve our understanding of the universe. This could either lead to:
      Utopia: Cancer and all other life-threatening diseases are cured, leading to a new age of health and prosperity. Scientists are already using AI tools to make breakthroughs in longevity medicine, which aims to end or even reverse ageing.
     Dystopia: The same AI-enabled technology could be used for malevolent purposes, creating entirely new diseases and viruses. These could be used as bioweapons, capable of devastating populations that don’t have access to cures or the tech needed to develop them.


(Anthony Cuthbertson. www.independent.co.uk, 03.05.2023. Adaptado.)
No terceiro parágrafo, a expressão “be left jobless” pode ser associada ao seguinte trecho do texto:
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Respostas
361: B
362: E
363: E
364: A
365: A
366: E
367: D
368: D
369: D
370: C
371: A
372: B
373: E
374: D
375: B
376: D
377: E
378: E
379: C
380: E