Questões de Vestibular
Sobre uso dos conectivos em português
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Texto
Nos laços (fracos) da internet
Diogo Schelp


Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, 08 jul. 2009, p. 95-
100.
Assinale a alternativa correta em que o elemento “como” expressa relação de conformidade.
“Qual é o impacto de tais sites na maneira como
as pessoas se relacionam?” (linhas 22-24).
Texto
Nos laços (fracos) da internet
Diogo Schelp


Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, 08 jul. 2009, p. 95-
100.
Assinale a alternativa correta em que o elemento “como” expressa relação de conformidade.
“Tudo como as relações sociais devem ser, mas
com uma grande diferença: ...” (linhas 52-54).
Texto
Nos laços (fracos) da internet
Diogo Schelp


Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, 08 jul. 2009, p. 95-
100.
Assinale a alternativa correta em que o elemento “como” expressa relação de conformidade.
“Como em uma praça, um clube ou um bar,
esse é o espaço no qual as pessoas trocam
informações ...” (linhas 45-47).
Texto
Nos laços (fracos) da internet
Diogo Schelp


Texto adaptado da Revista Veja. São Paulo: Abril, 08 jul. 2009, p. 95-
100.
“Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros.” (linhas 56-57).
Alicerces britânicos


Assinale o que for correto a respeito da organização dos argumentos e das ideias no texto.
No trecho que vai das linhas 60 a 70, o elemento
“embora” (linha 68) indica que as cidades de
Marialva, Sarandi e Maringá já existiam antes de
1944.
Alicerces britânicos


Assinale o que for correto a respeito da organização dos argumentos e das ideias no texto.
No trecho que vai das linhas 5 a 12, os termos “por um lado” (linha 5) e “por outro” (linha 8) são empregados para indicar argumentos com ideias contrárias.
Leia o enunciado a seguir e responda à questão.
“Um comediante popular, como Tom
Cavalcante, costuma dizer que a diferença
está no uso da voz, não na idade da piada.”
(linhas 16-18)
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
I - O artigo indefinido usado em “Um comediante” assume no contexto função semântica valorativa.
II - O termo “não”, no enunciado, foi usado como formador de sentido e funciona como recurso argumentativo.
III - O termo “como”, no enunciado, foi usado para produzir um efeito de relação conformativa.
Leia o enunciado a seguir e responda à questão.
“Um comediante popular, como Tom
Cavalcante, costuma dizer que a diferença
está no uso da voz, não na idade da piada.”
(linhas 16-18)
Pode-se afirmar que no enunciado:
I - Há um discurso direto explicitado pelo autor que cita uma informação, introduzida por um verbo “dicendi”.
II - Existe um verbo de elocução que introduz uma oração completiva precedida de um conectivo integrante.
III - Há um enunciado completivo, antecedido por uma locução verbal, cujo verbo principal introduz um discurso apelativo.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
TEXTO II
Desculpe, querida, mas eu tenho a impressão de que você quer casar comigo só porque eu herdei uma fortuna do meu tio. – Imagina, meu bem! Eu me casaria com você mesmo que tivesse herdado a fortuna de outro parente qualquer!
(Sírio Possenti. In: Humores da língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998, p.31)
No texto II, a partir da fala da mulher, o leitor pode ser levado a deduzir que ela quer se casar, não por interesse, mas por amor. Essa dedução, no entanto, é desconstruída quando
TEXTO I

Sobre o emprego do vocábulo ''assim'' nas linhas 19 e 34, considere as seguintes afirmações:
I - Os dois funcionam como elementos de coesão entre parágrafos.
II - O da linha 19 aponta para o que foi dito anteriormente.
III - O da linha 34 tem valor de conclusão.
Está correto o que se afirma
Está correto o que se afirma


I - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor é, na verdade, “o desejo impossível de ser um quando há dois”. II - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor, na verdade, é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. III - Num de seus seminários, Lacan, na verdade, retomou esse mito para ensinar que o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”.
Em qual(is) dos itens o sentido original se mantém?




I - A partícula “mas” tem, no texto, a propriedade de atuar sobre o receptor e tentar levá-lo a aceitar o ponto de vista do locutor. II - O “mas” sugere que o locutor se antecipa a uma possível conclusão apressada do interlocutor sobre o que vinha sendo informado. III - O vocábulo “nisso” retoma um elemento único do parágrafo anterior – “dia seguinte” (linha 33).
Está correto o que é dito
TEXTO 2
A revolução digital
Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.
Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.
Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.
O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.
Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.
A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.
Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.
Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.
Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.
Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.
O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.
Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.
Caderno Brasil, p. 2).
Os dois segmentos a seguir formariam, coerentemente, um só segmento se fossem unidos pela seguinte expressão conectora:
1) A Internet é, por assim dizer, um livro interativo.
2) Plugados à rede, somos, autores e leitores.
TEXTO:


MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. São Paulo: Bertrand Brasil,
2003, Prefácio. Adaptado. Não paginado.
TEXTO:


MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. São Paulo: Bertrand Brasil,
2003, Prefácio. Adaptado. Não paginado.
