Questões de Vestibular Sobre uso dos conectivos em português

Foram encontradas 381 questões

Q1355538 Português

É UMA MÚSICA... Carta na Escola. São Paulo: Confiança, ed. 51, p. 3, 31 nov. 2010. Encarte Publicitário.

O uso do conectivo “ou”, na letra de música, em ambas as ocorrências, denota
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Q1355533 Português

BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.



O termo “Todavia” (l. 11), com relação ao período anterior,
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Q1355493 Português
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

I - O artigo indefinido usado em “Um comediante” assume no contexto função semântica valorativa.
II - O termo “não”, no enunciado, foi usado como formador de sentido e funciona como recurso argumentativo.
III - O termo “como”, no enunciado, foi usado para produzir um efeito de relação conformativa.
Alternativas
Q1355492 Português
Pode-se afirmar que no enunciado:

I - Há um discurso direto explicitado pelo autor que cita uma informação, introduzida por um verbo “dicendi”.
II - Existe um verbo de elocução que introduz uma oração completiva precedida de um conectivo integrante.
III - Há um enunciado completivo, antecedido por uma locução verbal, cujo verbo principal introduz um discurso apelativo.

Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
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Q1350232 Português

Texto 1

Gente diferenciada

Fernando de Barros e Silva 

Vocabulário

gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.

(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião A2)


TEXTO 2


TEXTO 3

(Textos retirados da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Painel do Leitor. A3)

A questão refere-se aos textos 1, 2 e 3.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões linguísticas nos textos 1, 2 e 3.


Em “Outro amigo, porém, disse que a manifestação...” (texto 1, linhas 36-37), o elemento “porém” é empregado para apresentar uma conclusão do autor em relação às opiniões de seus amigos. 

Alternativas
Q1350039 Português
A questão refere-se às charges 1 e 2.
Charge 1
(http://www.nanihumor.com/2011/05/quebra-pau-no-códigoflorestal.html. Acesso em 12/9/2011, às 17h)

Charge 2
(http://www.nanihumor.com/2011_05_01_archive.html. Acesso em 12/9/2011, às 17h)

Assinale a alternativa correta quanto às charges 1 e 2
A expressão “logo”, na charge 2, pode significar tanto uma conclusão a que chega a personagem quanto uma expressão temporal.
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Q1350035 Português

Texto 

Desafio da Economia Verde

Ricardo Abromovay

Não está afastado o desafio de repensar nossos padrões de consumo, os estilos de vida e o próprio lugar do crescimento econômico nas sociedades


(Texto extraído de http://www.abramovay.pro.br/ . Acesso em 28/7/2011)

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma sobre os elementos linguísticos empregados no texto.
O elemento “mas” (linha 50), em “No coração da economia verde está um esforço de desenho industrial, não apenas no interior de cada empresa, mas na própria relação entre empresas”, estabelece uma relação de contraste.
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Q1350034 Português

Texto 

Desafio da Economia Verde

Ricardo Abromovay

Não está afastado o desafio de repensar nossos padrões de consumo, os estilos de vida e o próprio lugar do crescimento econômico nas sociedades


(Texto extraído de http://www.abramovay.pro.br/ . Acesso em 28/7/2011)

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma sobre os elementos linguísticos empregados no texto.
O elemento “como” (linha 55), em “...garantindo a simbiose no uso de materiais e energia entre diferentes indústrias, como já ocorre, por exemplo, na Dinamarca.”, é empregado para estabelecer relação de conformidade.
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Q1350031 Português

Texto 

Desafio da Economia Verde

Ricardo Abromovay

Não está afastado o desafio de repensar nossos padrões de consumo, os estilos de vida e o próprio lugar do crescimento econômico nas sociedades


(Texto extraído de http://www.abramovay.pro.br/ . Acesso em 28/7/2011)

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma sobre os elementos linguísticos empregados no texto.
O elemento “apesar” (linha 73), em “...apesar do declínio relativo, o consumo absoluto de materiais aumentou 36%.”, é empregado pelo autor para manifestar sua indignação em relação ao consumo de materiais.
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Q1349800 Português

Texto

Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias


Hélio Schawartsman

Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011. Ilustrada. E4)

Assinale a alternativa correta quanto às afirmações sobre os elementos linguísticos, em negrito, empregados no texto

Em “A crueldade é explícita nos chistes mais primitivos (...), mas sobrevive mesmo nos gracejos mais elaborados” (linhas 81-84), o elemento destacado em negrito é empregado como elemento de inclusão. 
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Q1349799 Português

Texto

Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias


Hélio Schawartsman

Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011. Ilustrada. E4)

Assinale a alternativa correta quanto às afirmações sobre os elementos linguísticos, em negrito, empregados no texto

Em “À medida que crescem, vão – espera-se – buscando formas mais sofisticadas e cerebrais” (linhas 55-57), a expressão destacada em negrito estabelece uma relação de proporção entre as ações expressas nas duas orações. 
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Q1349798 Português

Texto

Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias


Hélio Schawartsman

Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011. Ilustrada. E4)

Assinale a alternativa correta quanto às afirmações sobre os elementos linguísticos, em negrito, empregados no texto

Em “ adolescentes gostam de anedotas sexuais” (linhas 54- 55), o elemento destacado em negrito introduz uma relação temporal vinculada às preferências dos adolescentes nessa etapa da vida. 
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Q1349796 Português

Texto

Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias


Hélio Schawartsman

Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011. Ilustrada. E4)

Assinale a alternativa correta quanto às afirmações sobre os elementos linguísticos, em negrito, empregados no texto
Em “Fazer troça com autistas é quase tão ruim quanto passar rasteira em cego” (linhas 1-3), os elementos destacados em negrito estabelecem uma correlação comparativa entre a condição dos cegos e a dos autistas. 
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2011 - UFRN - Vestibular - 2º DIA - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS |
Q1347250 Português
Quanto à coesão textual observada no texto 3,
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Q1342093 Português

TEXTO

Estudantes contam como é morar em república

Fernanda Bassette

Do G1, em São Paulo

26/2/2007 

(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>. Acesso em 23/8/2011)

As relações que se estabelecem entre orações e entre partes do texto ajudam a organizar a coerência. Assinale o que for correto a respeito dos elementos que estabelecem essas relações no texto
Em “Ela limpa a casa, arruma as camas, lava os banheiros, além de fazer uns bolinhos, sucos e lanchinhos” (linhas 20-22), a expressão em negrito é utilizada para indicar adição de informações. 
Alternativas
Q1342092 Português

TEXTO

Estudantes contam como é morar em república

Fernanda Bassette

Do G1, em São Paulo

26/2/2007 

(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>. Acesso em 23/8/2011)

As relações que se estabelecem entre orações e entre partes do texto ajudam a organizar a coerência. Assinale o que for correto a respeito dos elementos que estabelecem essas relações no texto
Em “A casa é tombada e considerada patrimônio histórico de Ouro Preto, por isso, requer muitos cuidados e dedicação dos moradores” (linhas 10-12), a expressão em negrito é utilizada para indicar uma conclusão obtida a partir das informações apresentadas na oração anterior. 
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Q1342090 Português

TEXTO

Estudantes contam como é morar em república

Fernanda Bassette

Do G1, em São Paulo

26/2/2007 

(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>. Acesso em 23/8/2011)

As relações que se estabelecem entre orações e entre partes do texto ajudam a organizar a coerência. Assinale o que for correto a respeito dos elementos que estabelecem essas relações no texto
Em “Não tem TV a cabo, mas tem internet” (linhas 57-58), o elemento em negrito contrasta uma vantagem e uma desvantagem.
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Ano: 2011 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2011 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1339983 Português
A solidão essencial

O amor que nos resolve a vida é uma promessa enganosa

Acho que foi um professor de cursinho quem contou em classe o mito dos andróginos. Parte homem e parte mulher, esses seres eram tão completos e tão felizes que despertaram a inveja de Zeus. Irado, o patriarca do Olimpo disparou raios que separaram em duas cada uma das criaturas perfeitas. Desde então, elas vagam pelo mundo em busca de sua metade. São solitárias e incompletas. Somos nós.

Não sei o que os gregos queriam dizer ao criar essa lenda, mas a maneira como nós a interpretamos, modernamente, é muito clara: existe alguém lá fora que nasceu para nós. Enquanto não acharmos essa metade (o amor verdadeiro), jamais seremos felizes.

Muitos de nós acreditamos nisso o tempo todo. Outros acreditam apenas de vez em quando. Raro é encontrar alguém totalmente imune a essa espécie de esperança (ou seria armadilha?) romântica.

Mas eu às vezes me pergunto se essa é uma ideia construtiva. É saudável imaginar que a nossa felicidade não depende de nós, mas, sim, de outra pessoa qualquer? Mesmo sem tomar o mito dos andróginos ao pé da letra, milhões de pessoas adiam o futuro diariamente à espera de que a vida lhes traga um grande amor, aquele que vai colocar tudo nos eixos.

Eu pergunto de novo: essa é uma ideia saudável?

Há um livro do qual eu gosto muito que trata dessa questão – a ideia do amor romântico – como nenhum outro. Chama-se “Sem fraude nem favor, estudos sobre o amor romântico” e foi escrito pelo psiquiatra e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa, uma das pessoas que melhor fala dos sentimentos e das emoções no mundo real (que é o contrário do mundo idealizado no qual a gente, sem perceber, passa a maior parte da nossa vida).

Nesse livro, Jurandir afirma que o amor romântico – ao contrário de tudo que nos dizem – não é natural e universal, não é incontrolável e nem é condição essencial à felicidade humana. Isso seriam apenas coisas em que se acredita.

Não vou reproduzir os argumentos minuciosos e nem a prosa erudita do escritor, mas essencialmente ele afirma que o amor exaltado, sublime e raro que nós endeusamos é uma invenção social (como a música) e uma crença (como a religião) que pode perfeitamente ser questionada e modificada. Não existe um jeito eterno e imutável de amar, diz ele. O amor e a forma de encará-lo sempre variaram ao longo da história. Se nosso jeito atual de amar nos parece opressivo, antiquado ou insatisfatório, que tal tentar outra forma de amar?

É estranho pensar no amor dessa maneira, não? Estamos acostumados a vê-lo como algo imutável, quase sagrado, que as pessoas têm ou não têm, conseguem ou não conseguem. Mas claramente não é assim. Ao redor de nós existem pessoas que tratam o amor de forma muito diferente entre si. Fulano é muito romântico, quase tonto, enquanto fulana é de um pragmatismo inquietante: sabe exatamente o que deseja e vai atrás. Essas são diferenças reais, que mostram que o bicho amor não é exatamente o mesmo para todo o mundo.

Quando se compara o nosso modo de agir e pensar com o das outras culturas, as diferenças ficam ainda mais óbvias.

Nos últimos dias, eu tenho pensado muito em um aspecto particular da nossa ideologia do amor, aquele que diz que é impossível ser feliz sozinho. Não é só a música de Tom Jobim que afirma isso. Tudo que nos circunda brada a mesma mensagem. Ela está nos filmes, nas novelas, nas conversas. Ausência de parceiro é sinônimo de infelicidade, fracasso ou esquisitice. Ou tudo isso junto. Talvez seja verdade que a maioria das pessoas sem parceiros tendem a serem menos felizes, mas o contrário certamente é falso: estar com alguém, ter alguém, não é garantia de felicidade. A gente sabe disso, a gente vive isso, mas, socialmente, a gente não divide essa informação. Para todos os efeitos públicos, vale o seguinte combinado: se a pessoa está casada, ou tem um namorado bacana, sua vida está “resolvida”. Mas isso é falso, não? 

Namorei uma vez uma moça cujo pai, um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora, estava há meses numa terrível depressão. Eu olhava para o sujeito e não entendia. Ele tinha mulher, filhos, casa, profissão, amigos e... tinha desmoronado. Os motivos íntimos da derrocada talvez nem ele soubesse, mas a lição para mim foi clara: nossas questões interiores não se resolvem com a parceria amorosa, nem mesmo com a família.

Não adianta nos cercamos de um cenário de propaganda de margarina (mulher, filhos, cachorro, condomínio) porque, ao final, nossa felicidade depende de nós, das forças interiores que nós somos capazes de mobilizar. As pessoas que amamos nos ajudam, mas elas não substituem nosso amor próprio, nossa motivação e a nossa estabilidade. Precisamos das pessoas, mas precisamos ainda mais de nós mesmos.

É por isso que a promessa de felicidade amorosa às vezes me incomoda. Ela é falsa. Ela é uma forma de propaganda enganosa. Ele conduz as pessoas numa procura inútil por alguém que as faça sentir inteiras e completas, quando, na verdade, essa sensação de inteireza talvez seja inalcançável.

Se a gente olhar de novo para o mito do andrógino, talvez haja nele outra sabedoria a ser extraída: a de que nós, homens e mulheres, somos criaturas intrinsecamente solitárias. Vivemos em grupo, precisamos do grupo e buscamos conforto na intimidade do outro, no amor. Mas talvez seja da nossa natureza jamais nos sentirmos inteiros e completos.

Talvez haja em nós uma inquietação inextinguível e uma angústia que advêm da nossa própria consciência e que nos torna humanos. O amor seria então um alento, um consolo, uma fogueira que nos protege do frio. Mas o frio está lá. E a melhor medida da felicidade talvez seja a forma como lidamos com ele. Como indivíduos, não como casais.

(Ivan Martins. Época on line, 06/01/2010.)
Após a vírgula, que conectores podem ser inseridos, sem alteração de sentido, no fragmento “... um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora...” (12º parágrafo) ?
I. Mesmo. II. Embora. III. Porque. IV. Apesar de. V. Porém.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: Universidade Presbiteriana Mackenzie Órgão: MACKENZIE Prova: Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2011 - MACKENZIE - vestibular |
Q1338530 Português

Texto para a questão


Adaptado de Roberto Soares Garcia, Folha de S.Paulo, 27/02/2011 
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2011 - UERJ - Vestibular - Francês |
Q1282069 Português

Não resguardei os apontamentos obtidos em largos dias e meses de observação: num momento de aperto fui obrigado a atirá-los na água. (l. 15-16)


O fragmento acima poderia ser reescrito com a inserção de um conectivo no início do trecho sublinhado.

Esse conectivo, que garantiria o mesmo sentido básico do fragmento, está indicado em:

Alternativas
Respostas
281: C
282: E
283: B
284: A
285: E
286: C
287: E
288: C
289: E
290: C
291: C
292: E
293: E
294: C
295: C
296: C
297: C
298: B
299: E
300: A