Questões de Vestibular
Sobre uso dos conectivos em português
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Texto para a questão.
Engajamento agora é outro, revela pesquisa
Os jovens brasileiros desconfiam dos políticos e estão cada vez mais desencantados com os partidos. Isso não provoca, no entanto, o seu afastamento automático de atividades politicamente engajadas. Ligado a organizações que se caracterizam pelo uso de redes sociais e pela estrutura pouco hierarquizada, um número significativo de jovens está se mobilizando em torno de um amplo leque de questões políticas e sociais.
Temas que vão da mobilidade urbana à organização de grupos de hip hop e cineclubes na periferia das grandes cidades fazem parte do cotidiano desses moços e moças, de acordo com três grandes pesquisas realizadas recentemente sobre juventude no Brasil. Embora conduzidas por diferentes pesquisadores e com focos diversos, as três apontaram na mesma direção.
R. Arruda, www.estadao.com.br, 14/07/2013.

BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade.
Disponível em:
Podem me desafiar: estou ciente das minhas possibilidades.

LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.

LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.
Atente ao que se diz sobre o texto.
I. Pode-se dividir o texto em duas partes: a primeira, da linha 1 à linha 25; a segunda, da linha 26 à linha 44. Essa delimitação, no nível do texto, corresponde a uma divisão no nível das ideias.
II. O conectivo “mas” (linha 26) pressupõe um embate entre duas vozes: uma que afirma algo, e outra que se opõe a esse algo ou o restringe. Na crônica de Lispector, essas vozes derivam de personagens diferentes.
III. O conectivo “mas” (linha 26) evidencia a oposição básica do texto, que nomeamos aqui de milagre 1 e milagre 2.
Está correto o que se diz apenas em
Leia o texto para responder a questão.
O futebol repete a vida
Tostão
(Colunista da Folha)
Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.
As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.
Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.
Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.
O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.
O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.
Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.
Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)
É correto afirmar que a palavra destacada estabelece entre as orações uma relação de
Canção de garoa
Mário Quintana
Em cima do meu telhado
Pirulin lulin lulin,
Um anjo, todo molhado,
Soluça no seu flautim.
O relógio vai bater:
As molas rangem sem fim.
O retrato na parede
Fica olhando para mim.
E chove sem saber por quê...
E tudo foi sempre assim!
Parece que vou sofrer:
Pirulin lulin lulin...
QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.

Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.
O emprego do conector “mas" (l.11) evidencia que, segundo o autor do texto, é possível que, em manifestações populares vigorosas, a ordem e a paz sejam transgredidas.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa: Rio de Janeiro, Nova Aguilar 1988, p.1914-1915.
Com base no texto 02, responda à questão.
ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44.
Com base no texto 01, responda à questão.
“É a nossa base cultural, a permear a literatura, a música, o cinema e o teatro, que contém os elementos para desenvolver essas capacidades.” (l. 32-34)
Os vocábulos em negrito formam uma expressão que denota

Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão

Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Sair ou não sair, eis a questão!




