Questões de Vestibular Sobre uso dos conectivos em português

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Q1352225 Português

Texto para a questão.


Engajamento agora é outro, revela pesquisa


Os jovens brasileiros desconfiam dos políticos e estão cada vez mais desencantados com os partidos. Isso não provoca, no entanto, o seu afastamento automático de atividades politicamente engajadas. Ligado a organizações que se caracterizam pelo uso de redes sociais e pela estrutura pouco hierarquizada, um número significativo de jovens está se mobilizando em torno de um amplo leque de questões políticas e sociais.

Temas que vão da mobilidade urbana à organização de grupos de hip hop e cineclubes na periferia das grandes cidades fazem parte do cotidiano desses moços e moças, de acordo com três grandes pesquisas realizadas recentemente sobre juventude no Brasil. Embora conduzidas por diferentes pesquisadores e com focos diversos, as três apontaram na mesma direção.

R. Arruda, www.estadao.com.br, 14/07/2013.

O trecho “Embora conduzidas”, que inicia o último período do texto, poderia ser substituído, sem prejuízo para o sentido e para a correção gramatical, por
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Ano: 2014 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2014 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284502 Português

BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar:
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Ano: 2014 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2014 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284497 Português
Sobre os aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar:
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Ano: 2014 Banca: UNIVESP Órgão: UNIVESP Prova: UNIVESP - 2014 - UNIVESP - Vestibular |
Q1281643 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com relação ao emprego das conjunções, assinale a alternativa que apresenta a conjunção que pode substituir corretamente os dois-pontos no período abaixo, fazendo as adaptações necessárias.
Podem me desafiar: estou ciente das minhas possibilidades.
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Ano: 2014 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2014 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1279039 Português


LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.

Acerca do “pois” da linha 4, deve-se dizer que
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Ano: 2014 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2014 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1279033 Português


LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.

Atente ao que se diz sobre o texto.

I. Pode-se dividir o texto em duas partes: a primeira, da linha 1 à linha 25; a segunda, da linha 26 à linha 44. Essa delimitação, no nível do texto, corresponde a uma divisão no nível das ideias.

II. O conectivo “mas” (linha 26) pressupõe um embate entre duas vozes: uma que afirma algo, e outra que se opõe a esse algo ou o restringe. Na crônica de Lispector, essas vozes derivam de personagens diferentes.

III. O conectivo “mas” (linha 26) evidencia a oposição básica do texto, que nomeamos aqui de milagre 1 e milagre 2.

Está correto o que se diz apenas em

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Ano: 2014 Banca: FATEC Órgão: FATEC Prova: FATEC - 2014 - FATEC - Vestibular |
Q1266248 Português

Leia o texto para responder a questão.

O futebol repete a vida

Tostão

(Colunista da Folha)


     Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

     As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

     Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

     Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

    O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

   O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

    Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

  Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

Leia o fragmento do texto: “[...] muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo [...]”.
É correto afirmar que a palavra destacada estabelece entre as orações uma relação de
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Ano: 2014 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2014 - CEDERJ - Vestibular - 01 |
Q582650 Português
Texto 2

                                    Canção de garoa

                                                                              Mário Quintana

                              Em cima do meu telhado
                              Pirulin lulin lulin,
                              Um anjo, todo molhado,
                              Soluça no seu flautim.

                              O relógio vai bater:
                              As molas rangem sem fim.
                              O retrato na parede
                              Fica olhando para mim.

                              E chove sem saber por quê...
                              E tudo foi sempre assim!
                              Parece que vou sofrer:
                              Pirulin lulin lulin...

    QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.
A conjunção “e" foi usada duas vezes na terceira estrofe, para reforçar a ideia de
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Q466990 Português
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Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

No enunciado “Cosplay pode ser coisa de nerd, mas é um luxo”, o uso do termo “mas” instaura uma relação de
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Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2014 - UNB - Prova 1 |
Q434695 Português
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item.

O emprego do conector “mas" (l.11) evidencia que, segundo o autor do texto, é possível que, em manifestações populares vigorosas, a ordem e a paz sejam transgredidas.
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Ano: 2014 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2014 - UEG - Vestibular - Prova 1 |
Q397534 Português
O período “Se a senhora não precisa de nada, vou ao médico” (Eça de Queirós) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, do seguinte modo:
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Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1396373 Português



ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa: Rio de Janeiro, Nova Aguilar 1988, p.1914-1915.

Com base no texto 02, responda à questão.

De acordo com o texto, o termo “Então” (linha 01) serve para:
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Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1396362 Português

ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


Com base no texto 01, responda à questão.

Assinale a alternativa que preenche o espaço pontilhado da frase As cartas são feitas de palavras .........................., o propósito explicito de uma carta é dar noticias, respeitando o sentido da frase do texto nas linhas 16 e 17.
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Ano: 2013 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2013 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1393957 Português

É a nossa base cultural, a permear a literatura, a música, o cinema e o teatro, que contém os elementos para desenvolver essas capacidades.” (l. 32-34)


Os vocábulos em negrito formam uma expressão que denota

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Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392515 Português


Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


Com base no texto, responda à questão

Assinale a alternativa que apresenta expressão equivalente a “Por que” (texto 1, linha 05). 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392514 Português


Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


Com base no texto, responda à questão

Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida pela locução “Ou seja” (texto 1, linha 08) está corretamente indicada. 
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Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392512 Português
Assinale a alternativa cuja reescrita mantém a mesma relação de sentido presente em “Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam”.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2013 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392511 Português
Assinale a alternativa cuja reescrita do enunciado “Mesmo sendo um desafio, aprender uma segunda língua apresenta muitas vantagens” o mantém com o mesmo sentido do texto.
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Ano: 2013 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383516 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
Em “Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades”, a expressão “por mais que” tem valor de:
Alternativas
Q1362620 Português
TEXTO 1
Sair ou não sair, eis a questão!
Entrevista com Dr.ª Olga Inês Tessari

(Texto adaptado. Disponível em <http://olgatessari.com/id225.htm >. Acesso em 28/05/2013.)

Assinale a alternativa correta, quanto ao emprego de expressões linguísticas no texto.
O vocábulo “quando”, em “Quando o jovem tem condições financeiras de se sustentar sozinho” (linhas 18-20), introduz um argumento com função de concessão.
Alternativas
Respostas
221: B
222: A
223: D
224: D
225: B
226: C
227: B
228: A
229: C
230: C
231: B
232: B
233: E
234: A
235: A
236: C
237: A
238: C
239: E
240: E