Questões de Vestibular
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 1.610 questões
( ) As palavras “seco, curto pesadamente” (linha 7) são morfologicamente classificadas como adjetivos.
( ) Em “Os outros, tristes três, mal me haviam olhado” (linha 9), a presença do verbo haver indica oração sem sujeito.
( ) Em “Saíra e viera, aquele homem, para morrer em guerra” (linhas 6 e 7), o emprego do tempo mais-que-perfeito nos verbos destacados pode ser justificado pela incerteza da ação.
( ) Em “Um grupo de cavaleiros. Isto é, vendo melhor” (linha 3), o ponto final pode ser substituído por uma vírgula, seguindo-se as recomendações da língua formal escrita.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
( ) Os enunciados oracionais são construções sintaticamente independentes, por isso considerados coordenados.
( ) Os termos “desordenada”, “desmatamentos” e “desequilíbrio” são exemplos do mesmo processo de formação de palavras.
( ) A expressão “os grandes desmatamentos” exerce a função de aposto, razão por que está entre vírgulas.
( ) As formas verbais “começou a rarear” e “causaram” são exemplos de articulação temporal, denominada de correlação verbal.
Assinale a seqüência CORRETA.
As eleições seriam mais efetivas se todos conhecessem bem o funcionamento da administração. Mas não é tão fácil conhecer os meandros dos governos. Primeiro, porque a maioria não tem tempo para se informar e adquirir conhecimento sobre todas as partes que compõem a administração pública. Segundo, pela dificuldade óbvia de explicar assunto tão complexo para grupos menos escolarizados. E, terceiro, pela profusão de especialidades que se transforma em obstáculo para quem quer ter uma visão mais sistêmica do Estado. São economistas, cientistas políticos e administradores que muitas vezes apresentam diagnósticos díspares sobre os problemas e dialogam pouco entre si.
[...]
O senso comum diz que o maior problema da política brasileira está na corrupção. É uma visão equivocada. Muito mais do que a roubalheira, o que mais aflige nosso sistema político é o amadorismo e o despreparo de boa parte dos eleitos. O resultado é a ineficiência, que também favorece os corruptos e espertalhões, muitos deles localizados no “outro lado do balcão”: nas empresas, nos sindicatos e nas associações civis.
O pouco conhecimento dos políticos acerca de administração é tanto maior no Poder Legislativo e nos níveis subnacionais, particularmente nos lugares menos desenvolvidos. Uma forma de combater esse mal seria os partidos políticos darem cursos a todos os seus candidatos e filiados sobre políticas públicas. [...]
Tão importante quanto o aperfeiçoamento dos políticos é a pedagogia eleitoral dos cidadãos. Parto da premissa que a realização de eleições regulares, livres e competitivas, como tem ocorrido no Brasil, já é uma forma de instrução cidadã. Daí concluo que os eleitores hoje são melhores do que no passado. Contudo, o voto será sempre mais efetivo quanto mais informado for o eleitor. E o que mais falta ser conhecido pela sociedade é o funcionamento efetivo da administração, inclusive para abandonar a postura meramente demandante em prol da pressão qualificada por mudanças nas políticas públicas. [...].
ABRUCIO, Fernando. Você sabe como funciona o governo? Época. São Paulo, 9 ago. 2010. p. 41. (Adaptado).
As eleições seriam mais efetivas se todos conhecessem bem o funcionamento da administração. Mas não é tão fácil conhecer os meandros dos governos. Primeiro, porque a maioria não tem tempo para se informar e adquirir conhecimento sobre todas as partes que compõem a administração pública. Segundo, pela dificuldade óbvia de explicar assunto tão complexo para grupos menos escolarizados. E, terceiro, pela profusão de especialidades que se transforma em obstáculo para quem quer ter uma visão mais sistêmica do Estado. São economistas, cientistas políticos e administradores que muitas vezes apresentam diagnósticos díspares sobre os problemas e dialogam pouco entre si.
[...]
O senso comum diz que o maior problema da política brasileira está na corrupção. É uma visão equivocada. Muito mais do que a roubalheira, o que mais aflige nosso sistema político é o amadorismo e o despreparo de boa parte dos eleitos. O resultado é a ineficiência, que também favorece os corruptos e espertalhões, muitos deles localizados no “outro lado do balcão”: nas empresas, nos sindicatos e nas associações civis.
O pouco conhecimento dos políticos acerca de administração é tanto maior no Poder Legislativo e nos níveis subnacionais, particularmente nos lugares menos desenvolvidos. Uma forma de combater esse mal seria os partidos políticos darem cursos a todos os seus candidatos e filiados sobre políticas públicas. [...]
Tão importante quanto o aperfeiçoamento dos políticos é a pedagogia eleitoral dos cidadãos. Parto da premissa que a realização de eleições regulares, livres e competitivas, como tem ocorrido no Brasil, já é uma forma de instrução cidadã. Daí concluo que os eleitores hoje são melhores do que no passado. Contudo, o voto será sempre mais efetivo quanto mais informado for o eleitor. E o que mais falta ser conhecido pela sociedade é o funcionamento efetivo da administração, inclusive para abandonar a postura meramente demandante em prol da pressão qualificada por mudanças nas políticas públicas. [...].
ABRUCIO, Fernando. Você sabe como funciona o governo? Época. São Paulo, 9 ago. 2010. p. 41. (Adaptado).
“O laboratório foi preparado para receber nas próximas semanas 15 pontos de banda larga gratuitos” (linha 5-6).
Pode-se concluir que no enunciado:
I - Há um tempo de ocorrência que se refere à realização de duas ações que se opõem na sucessão cronológica.
II - A palavra “para” introduz uma finalidade, ocasionando uma oração reduzida de infinitivo.
III - Há um equívoco quanto ao uso do termo “gratuitos”, pois, por atração, deveria concordar com “banda larga”.
Está(ão) correta(s), apenas:
( ) A expressão “um espaço tratado com carinho especial” (linha 1) funciona como sujeito da oração.
( ) A palavra “muitos” (linha 3) é parte de um sintagma de base pronominal, por isso é variável.
( ) O termo “que” (linha 1) é um relativo que tem como antecedente a construção sintática “carinho especial”.
Marque a alternativa correta.
( ) A palavra “autômatos” (7º verso da 3ª estrofe) pode ser substituída por “autônomos”, neste mesmo contexto, sem alterar o sentido do enunciado.
( ) O termo “que” (8º verso da 3ª estrofe) é um pronome relativo sem função definida no enunciado.
( ) Os versos que intercalam as estrofes são construções simétricas, ocasionando um paralelismo rítmico.
Marque a alternativa correta.
I - O sujeito deslocado no verso dois ocasionou o uso equivocado da concordância.
II - O sétimo verso apresenta uma ação hipotética, cuja natureza factual vem realçada por um enunciado conclusivo, no verso oitavo.
III - Os “estrangeirismos” usados no texto são marcas de fatos sociais da língua, situados num tempo e num espaço concretos
Está(ão) correta(s), apenas:
I - Os termos “portanto” (linha 5) e “pois” (linha 7) possuem equivalência semântica e provocam o mesmo efeito de sentido.
II - A locução “pode-se pensar” (linha 7), se substituída por “deve- se pensar”, permanece com o mesmo valor semântico.
III - A expressão intercalada “(mas não somente)” (linha 9), se colocada entre travessões, teria o seu sentido alterado.
IV - Os termos relacionais “por um lado” (linha 9) e “por outro” (linha 11) funcionam como conectores de idéias opostas.
Está(ão) correta(s), apenas:


Com base na leitura dos excertos da entrevista, responda às questões de 1 a 7.
( ) a função de adjunto adverbial de tempo, tendo em vista que semanticamente fazem referência a um tempo cronológico.
( ) funções sintáticas distintas, pois seus circunstantes diferem no contexto em relação ao aspecto do tempo.
( ) funções sintáticas idênticas, embora seus circunstantes apresentem matizes temporais diferenciados.
( ) funções sintáticas diferentes, pois o sintagma preposicional na primeira expressão matiza o tempo propriamente dito, enquanto na segunda, apresenta a quantificação temporal.
Analise as proposições acima, e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
Marque a alternativa CORRETA


Com base na leitura dos excertos da entrevista, responda às questões de 1 a 7.
( ) a expressão “não só [...] mas também” apresenta um acréscimo na direção argumentativa do texto, funcionando como pista para o que o autor quer dizer.
( ) o sujeito de “está discutindo [...] em identidades” está indeterminado na oração e interfere no sentido do texto.
( ) as expressões “[...] que se mexem, que se juntam [...]”, além de exercerem uma função sintática oracional, desempenham também uma função discursiva na sequência do texto.
Analise as proposições acima, e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas, e marque a alternativa CORRETA.

Considerando-se alguns aspectos gramaticais da língua portuguesa, podemos afirmar que:



Identifque a função do termo destacado nesse fragmento.
Agora, assinale a alternativa em que o termo destacado exerce, na frase transcrita do texto, a mesma função.












