Questões de Vestibular
Sobre sintaxe em português
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I -“Mas quem, afinal, formula todo esse jargão?” (linha 29)
II - “Romário criou, por exemplo, a expressão ‘peixe’ para chamar algum companheiro, mas foram os jornalistas esportivos que [...] inventaram o termo ‘assistência’, para o jogador que dá o passe para outro marcar o gol [...]”. (linhas 30-32)
III - Não é muito, mas Silvio Lancellotti compreende o caráter volátil desse “dialeto” dos campos. (Linha 42)
IV - E assim um léxico vivaz, ainda que por vezes trôpego, foi sendo construído numa espécie de margem paralela à língua portuguesa [...]”. (linhas 60 e 61)
V- “Embora signifique o movimento específico do jogador com a bola, o seu uso na linguagem corrente extrapola as margens do campo, sugerindo uma forma de subverter determinada situação [...].” (linhas 14-16)
Assinale a alternativa que indica corretamente as relações estabelecidas pelas expressões em destaque.

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>
Cláudia da Silva Pereira [...] também acredita que na internet se cria um espaço para que as pessoas vivam outros personagens e consigam, deste modo, uma espécie de autorrealização pessoal. (linhas 20-22).
A expressão em destaque pode ser substituída, sem mudança de sentido, por:

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>
A internet oferece um outdoor com espaço para todos: nessas vitrines mais populares, qualquer um pode ser visto como tem direito. (linhas 9 e 10)
Assinale a ÚNICA alternativa, que substitui os dois-pontos sem alteração das relações de sentido.

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)
A oração principal – É indispensável – mantém
correspondência com a oração subordinada
"prepará-la, antes, da seguinte forma...", que
deve ser classificada como oração subordinada
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine
a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)
O emprego da palavra "A" no trecho – ... qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor... – justifica-se da seguinte forma:
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
A primeira oração do trecho – Se for em pedaços,
faz-se da seguinte maneira... – sinaliza a presença
de
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
A oração – ...para não escurecerem... – indica uma
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
Instrução: A questão toma por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:
[...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.
Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.
Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.
[...]
[...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.
(Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)
Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.
Na oração, “o terreno da utopia” exerce a função sintática de:
PASCAL, Blaise. Pensamentos. São Paulo: Abril Cultural, 1988. (Coleção Os Pensadores, Artigo VI, p. 347 - 348)
"Em contraste com a oposição, parlamentares governistas parecem não ver nenhum inconveniente no fato de o presidente da República impor sua pauta ao Congresso".
O EXECUTIVO é a Lei. Folha de S.Paulo. Disponível em . Acesso em 26 out. 2010.
Isso ocorreu porque
( ) Anta e cutia funcionam como aposto, uma vez que enumeram ou especificam os bichos tristes.
( ) Os núcleos dos complementos do verbo amar são bichos, córrego e nuvem.
( ) Os dois sinais de ponto e vírgula empregados depois de cutia e córrego poderiam ser substituídos por vírgulas, sem prejuízo da clareza do enunciado.
( ) Em Eu lhe ensinaria a palavra cica, e também a amar os bichos, há uma quebra do paralelismo sintático que não empobrece a crônica.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:







