Questões de Vestibular
Sobre sintaxe em português
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Leia o texto VI e a charge e responda a questão.
Texto VI

Leia o texto IV e responda a questão.
Texto IV
Sobre o emprego de conectivos no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. No trecho “[...] até que se completaram as conexões de emergência [...]”, a expressão em destaque expressa noção temporal e pode ser substituída por “quando”.
II. No trecho “[...] isto diziam os pecadores arrependidos, que sempre exageram”, o pronome relativo “que” inicia oração que acrescenta uma característica ao termo antecedente.
III. Em “ [...] e eu te prometo que até o fim da minha vida [...]” o conectivo “e” equivale a “mas”, iniciando uma oração coordenada adversativa.
IV. O uso do conectivo “mas” em “[...] parece que a felicidade não é muita, mas logo se viu quanto afinal valia” expressa oposição, portanto introduz uma oração coordenada adversativa.
Assinale a alternativa correta.
A oração em destaque estabelece com o restante do enunciado o sentido de:
Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a
questão.
Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)
Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a
questão.
Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)
Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a
questão.
Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)
Considerado o trecho acima, em seu contexto, é correto afirmar:
Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a
questão.
Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)
Integrando os segmentos acima em uma única frase, ela preserva o sentido original e a correção se for assim formulada: banana é banana em todos os quadrantes,
INSTRUÇÃO: Responder a questão com base no texto1.
TEXTO 1

http://pessoas.hsw.uol.com.br/medo1.htm
01/09/2009 (adaptado).
1. “Tanto nos seres humanos como nos animais, o medo tem por objetivo promover a sobrevivência.” (linhas 03 a 05)
2. “Hoje, não precisamos mais lutar por nossas vidas na selva, ....” (linhas 08 e 09)
3. “...na época em que nos encontrávamos com um leão enquanto trazíamos água do rio.” (linhas 11 e 12)
4. “...e nosso medo ainda serve para nos proteger da mesma forma que nos protegia antes.” (linhas 19 e 20)
5. “A maioria de nós jamais esteve perto da peste bubônica...” (linhas 21 e 22)
6. “Para o ser humano, além do instinto, também há outros fatores envolvidos no medo.” (linhas 24 e 25)
7. “A antecipação de um estímulo de medo pode provocar a mesma reação que teríamos se vivêssemos a situação real.” (linhas 31 a 33)
( ) Liga o passado ao presente através da ideia de continuidade.
( ) Indica uma negação de um fato do passado.
( ) Vincula duas ações concomitantes.
( ) Menciona um item já pertencente a um grupo.
( ) Indica uma situação hipotética.
A sequência correta de cima para baixo é
• Ao atingir pelo menos cinco anos de uso contínuo, uma palavra alcança, enfim, um dos “olimpos” dos vocábulos: o dicionário Aurélio. (linhas 10 e 11)
• O próprio verbo “driblar”, usado no início deste texto, é um exemplo: no Aurélio é descrito como ato de “ultrapassar o adversário, ludibriando-o por meio de movimentos corporais”. (linhas 13 e 14)
Assinale a alternativa que expressa corretamente a relação estabelecida pelas orações em negrito.
I -“Mas quem, afinal, formula todo esse jargão?” (linha 29)
II - “Romário criou, por exemplo, a expressão ‘peixe’ para chamar algum companheiro, mas foram os jornalistas esportivos que [...] inventaram o termo ‘assistência’, para o jogador que dá o passe para outro marcar o gol [...]”. (linhas 30-32)
III - Não é muito, mas Silvio Lancellotti compreende o caráter volátil desse “dialeto” dos campos. (Linha 42)
IV - E assim um léxico vivaz, ainda que por vezes trôpego, foi sendo construído numa espécie de margem paralela à língua portuguesa [...]”. (linhas 60 e 61)
V- “Embora signifique o movimento específico do jogador com a bola, o seu uso na linguagem corrente extrapola as margens do campo, sugerindo uma forma de subverter determinada situação [...].” (linhas 14-16)
Assinale a alternativa que indica corretamente as relações estabelecidas pelas expressões em destaque.

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>
Cláudia da Silva Pereira [...] também acredita que na internet se cria um espaço para que as pessoas vivam outros personagens e consigam, deste modo, uma espécie de autorrealização pessoal. (linhas 20-22).
A expressão em destaque pode ser substituída, sem mudança de sentido, por:

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>
A internet oferece um outdoor com espaço para todos: nessas vitrines mais populares, qualquer um pode ser visto como tem direito. (linhas 9 e 10)
Assinale a ÚNICA alternativa, que substitui os dois-pontos sem alteração das relações de sentido.

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>

Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0>
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)
A oração principal – É indispensável – mantém
correspondência com a oração subordinada
"prepará-la, antes, da seguinte forma...", que
deve ser classificada como oração subordinada
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine
a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma (...)
O emprego da palavra "A" no trecho – ... qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor... – justifica-se da seguinte forma:
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
A primeira oração do trecho – Se for em pedaços,
faz-se da seguinte maneira... – sinaliza a presença
de
Modo de aferventar a couve-flor
É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.
A oração – ...para não escurecerem... – indica uma

