Questões de Vestibular Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 1.611 questões

Q1275758 Português

Leia o texto 04 e responda à questão.

Ziraldo. Anedotinhas do Bichinho da maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1988, p. 23-24.

Em “- É, sua fisionomia não me é estranha. [...]” (linha 4), é correto afirmar que:
I - A ocorrência da próclise é similar à frequência de uso em textos informais falados e escritos. II - O uso da próclise se deve à exigência de um atrator que justifica essa ocorrência. III - O pronome oblíquo exerce no contexto uma função sintática completiva verbal. IV - O atributo “estranha” exerce função de predicativo em relação ao objeto indireto.
Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
Alternativas
Q1275755 Português

Leia o enunciado a seguir e responda à questão.

“Um comediante popular, como Tom Cavalcante, costuma dizer que a diferença está no uso da voz, não na idade da piada.” (linhas 16-18)

Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

I - O artigo indefinido usado em “Um comediante” assume no contexto função semântica valorativa.

II - O termo “não”, no enunciado, foi usado como formador de sentido e funciona como recurso argumentativo.

III - O termo “como”, no enunciado, foi usado para produzir um efeito de relação conformativa.

Alternativas
Q1275754 Português

Leia o enunciado a seguir e responda à questão.

“Um comediante popular, como Tom Cavalcante, costuma dizer que a diferença está no uso da voz, não na idade da piada.” (linhas 16-18)

Pode-se afirmar que no enunciado:

I - Há um discurso direto explicitado pelo autor que cita uma informação, introduzida por um verbo “dicendi”.

II - Existe um verbo de elocução que introduz uma oração completiva precedida de um conectivo integrante.

III - Há um enunciado completivo, antecedido por uma locução verbal, cujo verbo principal introduz um discurso apelativo.


Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Inglês - 1ª fase |
Q1275136 Português

TEXTO

CIDADE SEM LUZ 

(Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

Assinale a alternativa que analisa corretamente o excerto abaixo, na perspectiva sintático-estilística: Policarpo aguarda a luz que caminha na direção de sua casa. Vem vindo. Silenciosa. A outra se perde nos confins do lado de lá. É o prefeito que volta? Não, não é. Os fachos permutaram de trajeto. Não há esporas no foco em retorno. Vem andando. Sem barulho. Aproxima-se. Está pertinho. Passa por ele e deixa uma ventania de jasmim à sua passagem (linhas 115-123).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Inglês - 1ª fase |
Q1275133 Português

TEXTO

CIDADE SEM LUZ 

(Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

Observe as relações sintáticas entre os termos do seguinte enunciado: Policarpo, o escrivão da Coletoria, maldizia, mais uma vez, o prefeito, que não conseguiu consertar a usina, e o instante em que resolvera morar naquele fim de mundo (linhas 10-14).
Grafe (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma sobre essas relações.
( ) O verbo maldizer, no texto, maldizia, mantém com o substantivo prefeito a mesma relação sintática que mantém com o substantivo instante. ( ) A oração que não conseguiu consertar a usina apresenta um pormenor, uma informação adicional sobre o prefeito, mas exprime também uma relação de causa. ( ) A oração em que resolvera morar naquele fim de mundo delimita ou restringe o substantivo instante. ( ) A expressão referencial (n)aquele fim de mundo retoma o referente de Forquilha, acrescentando um juízo de valor a seu respeito, e determina a situação do falante em relação à coisa mencionada.
A sequência correta é
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UEAP Órgão: UEAP Prova: UEAP - 2010 - UEAP - Vestibular - Prova 1 |
Q1274610 Português

TEXTO II

Desculpe, querida, mas eu tenho a impressão de que você quer casar comigo só porque eu herdei uma fortuna do meu tio. – Imagina, meu bem! Eu me casaria com você mesmo que tivesse herdado a fortuna de outro parente qualquer!

(Sírio Possenti. In: Humores da língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998, p.31)


No texto II, a partir da fala da mulher, o leitor pode ser levado a deduzir que ela quer se casar, não por interesse, mas por amor. Essa dedução, no entanto, é desconstruída quando 

Alternativas
Ano: 2010 Banca: UEAP Órgão: UEAP Prova: UEAP - 2010 - UEAP - Vestibular - Prova 1 |
Q1274608 Português
Observe o trecho: A inveja está presente em todos nós e é encarada como algo ruim. Mas é possível tirar proveito desse sentimento para evoluir, sem prejudicar ninguém (chamada do texto). Substituindo o conector mas por outros de igual valor e fazendo algumas alterações de ordem e pontuação, em qual das alternativas a substituição alterará o sentido original do fragmento?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UEAP Órgão: UEAP Prova: UEAP - 2010 - UEAP - Vestibular - Prova 1 |
Q1274605 Português
Analise as proposições que compõe a questão e, posteriormente, assinale a alternativa que contém a opção correta.


I - Em ...um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14) e No início a coisa é branda: a gente reconhece... (L.32) os dois pontos podem ser substituídos pela expressão que é.
II- As orações Existem casos... (L.33) e ...explica Priscila Araújo... (L.40) são marcadas por um sujeito posposto.
III- O período ...é possível livrar a inveja do estigma de vilã... (L.37) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, por ...é possível que se livre a inveja do estigma de vilã.
IV- O uso predominante das aspas, no texto, serve para destacar o posicionamento de especialistas no assunto em discussão.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2010 - IF-GO - Vestibular |
Q1273503 Português
Texto 4
Subsídio para debate sobre cultura

     Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções do mundo e sempre se faz uma escolha entre elas. Como ocorre essa escolha? É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo? E não ocorre frequentemente que entre o fato intelectual e a norma de conduta exista uma contradição? Qual será, então, a verdadeira concepção do mundo: a que é logicamente afirmada como fato intelectual, ou que resulta da atividade real de cada um, que está implícita na sua ação? E, já que a ação é sempre uma ação política, não se pode dizer que a verdadeira filosofia de cada um se acha inteiramente contida na sua política? Este contraste entre o pensar e o agir, isto é, a coexistência de duas concepções do mundo, uma afirmada por palavras e a outra manifestando-se na ação efetiva, nem sempre se deve à má-fé. A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos, mas não é satisfatória quando o contraste se verifica nas manifestações vitais de grandes massas: neste caso, ele não pode deixar de ser a expressão de contrastes mais profundos de natureza histórico-social.  
Gramsci, Antônio. Concepção Dialética da História. São Paulo:
Civilização Brasileira, s/d. 
Sobre as relações morfossintáticas, analise as seguintes proposições:

I. Em “Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções...”, as formas verbais destacadas podem ser substituídas pela forma verbal “” preservando-se a correção gramatical.
II. O pronome “esta” em “É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo?” exerce a função de termo que retoma uma ideia já enunciada.
III. Em “logicamente afirmada como fato intelectual” – os termos grifados participam da mesma classe gramatical.
IV. No período “A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos...”, estalece-se uma relação de oposição entre as duas orações.

Estão corretas:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Primeira Fase - Inglês |
Q1273169 Português

Sobre o emprego do vocábulo ''assim'' nas linhas 19 e 34, considere as seguintes afirmações:

I - Os dois funcionam como elementos de coesão entre parágrafos.

II - O da linha 19 aponta para o que foi dito anteriormente.

III - O da linha 34 tem valor de conclusão.

Está correto o que se afirma

Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Primeira Fase - Inglês |
Q1273168 Português
Considere as proposições abaixo sobre o uso do elemento ''pois'' na linha 19. I - Mesmo sem desempenhar função definida pela gramática, produz efeito de sentido, se considerado no plano textual-discursivo. II - Tem como uma de suas funções convocar o leitor para seguir o raciocínio que se inicia no primeiro parágrafo e continua no segundo. III - Introduz no segundo parágrafo uma relação de conclusão para o que foi informado no parágrafo anterior.
Está correto o que se afirma
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Segunda Fase - Redação - Português |
Q1272567 Português
Texto 2

A completude não existe



(Betty Milan. Veja. 1/04/2010. Edição 2161, ano 43, no 16.)
Considere o enunciado “Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que, na verdade, o amor é „o desejo impossível de ser um quando há dois‟” (linhas 133-136). Nos itens a seguir, a expressão “na verdade” aparece deslocada em relação ao texto original.
I - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor é, na verdade, “o desejo impossível de ser um quando há dois”. II - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor, na verdade, é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. III - Num de seus seminários, Lacan, na verdade, retomou esse mito para ensinar que o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”.
Em qual(is) dos itens o sentido original se mantém?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Segunda Fase - Redação - Português |
Q1272565 Português
Texto 2

A completude não existe



(Betty Milan. Veja. 1/04/2010. Edição 2161, ano 43, no 16.)
Indique a opção que expressa a ideia que poderia constituir o sujeito do verbo tratar no enunciado “Trata-se de um mito originário da Grécia que se perpetua no nosso imaginário”. (linhas 120-122)
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Segunda Fase - Redação - Português |
Q1272560 Português
Texto 1
Felicidade clandestina



(Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

Em três ocasiões, a autora emprega a expressão “Até que” (linhas 22, 58 e 68). Marque a opção em que se explica o uso dessa expressão.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Segunda Fase - Redação - Português |
Q1272556 Português
Texto 1
Felicidade clandestina



(Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

Indique a opção que traz um comentário INCORRETO sobre o trecho “E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha.” (linhas 73-75).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Segunda Fase - Redação - Português |
Q1272555 Português
Texto 1
Felicidade clandestina



(Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

Observe o que se diz sobre o seguinte enunciado: “Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o.” (linhas 27-29).
I - Em “comendo-o, dormindo-o”, observam-se duas extensões de sentido e o uso de uma regência não convencional. II - Em “dormindo-o”, a narradora toma como transitivo direto um verbo intransitivo, forçando o paralelismo sintático com “comendo-o”. III - O emprego de “comendo-o, dormindo-o” intensifica a relação quase erótica da personagem-narradora com os livros.
Está correto o que se diz
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Segunda Fase - Redação - Português |
Q1272554 Português
Texto 1
Felicidade clandestina



(Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

Atente para o que é dito sobre a frase inicial do sexto parágrafo: “Mas não ficou simplesmente nisso” (linha 39).
I - A partícula “mas” tem, no texto, a propriedade de atuar sobre o receptor e tentar levá-lo a aceitar o ponto de vista do locutor. II - O “mas” sugere que o locutor se antecipa a uma possível conclusão apressada do interlocutor sobre o que vinha sendo informado. III - O vocábulo “nisso” retoma um elemento único do parágrafo anterior – “dia seguinte” (linha 33).
Está correto o que é dito
Alternativas
Ano: 2010 Banca: COPESE - IF-TM Órgão: IF-TM Prova: COPESE - IF-TM - 2010 - IF-TM - Vestibular - Prova 1 |
Q1271979 Português
Na frase “Poluição essa que não se limita aos compostos químicos que aquecem a atmosfera, mas que também inclui poluentes como material particulado em suspensão e variados gases, todos eles danosos à saúde humana e à saúde ambiental.”, a expressão coesiva “mas...também”, na linha 1, pode-se dizer que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2010 - UESPI - Vestibular - Prova 1 |
Q1271922 Português

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Em: “as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências”, o uso do verbo ‘haver’:
1) está correto, pois, nesse caso, ‘haver’ é verbo auxiliar do verbo principal. 2) é facultativo: singular ou plural; trata-se de uma crônica literária. 3) deveria estar no singular: o verbo ‘haver’ é sempre impessoal.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2010 - UESPI - Vestibular - Prova 1 |
Q1271921 Português

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Analisando a concordância verbal no seguinte fragmento: “Saem as árvores”, pode-se afirmar que:
1) o verbo poderia estar no singular: o sujeito vem posposto ao verbo. 2) nesse caso, a concordância é facultativa: o período é simples. 3) o verbo está corretamente flexionado: trata-se de um sujeito plural.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Respostas
1421: C
1422: E
1423: C
1424: C
1425: B
1426: D
1427: B
1428: D
1429: B
1430: B
1431: A
1432: C
1433: C
1434: A
1435: B
1436: D
1437: C
1438: D
1439: B
1440: B