Questões de Vestibular Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252711 Português


Considerando o trecho acima, da obra Iracema, de José de Alencar,
julgue os itens de 35 a 47.

No período “Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta.” (L.31-32), a dúvida acerca da identidade do jovem que contempla Iracema encontra-se justificada, no trecho, por meio do adjetivo “estranho”.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252706 Português


Considerando o trecho acima, da obra Iracema, de José de Alencar,
julgue os itens de 35 a 47.

Mantém-se a correção gramatical do trecho “Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema” (L.36), caso ele seja reescrito do seguinte modo: Foi rápido o gesto, como o olhar, de Iracema.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252705 Português


Considerando o trecho acima, da obra Iracema, de José de Alencar,
julgue os itens de 35 a 47.

O trecho “o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva” (L.18-19) poderia ser reescrito, recuperando-se o verbo elíptico, da seguinte forma: o aljôfar d’água ainda a roreja, como ele roreja a doce mangaba que corou em manhã de chuva.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252701 Português
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Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

A oração inicial do período “Mecê brinca não, vira esse revólver pra lá.” (trecho 6) seria também aceitável na língua portuguesa se a palavra “não” fosse retirada da posição em que se encontra e colocada antes de “brinca”, ou se a oração, além do “não” já existente, recebesse outro não antes de “brinca”.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252698 Português
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Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Em “De repente, eh, eu oncei...” (trecho 4), o verbo, criado a partir do substantivo designativo de animal, remete a formas compatíveis com a morfologia flexional do português e equivale, no que diz respeito ao sentido, à estrutura eu sou onça.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252697 Português
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Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

“Mecê” (trechos 2, 5 e 6) e “Cê” (trecho 3), assim como você, funcionam, na língua portuguesa, como pronomes de tratamento.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1394517 Português

(GOLEMAN, Daniel. Inteligência pura, Rio de Janeiro. Objetiva, 1995. pp. 56-57)


Com base no TEXTO 03, responda à questão.

Pela leitura do texto, entende-se que “acuidade” (linha 02) é uma percepção:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1394516 Português

(GOLEMAN, Daniel. Inteligência pura, Rio de Janeiro. Objetiva, 1995. pp. 56-57)


Com base no TEXTO 03, responda à questão.

Assinale a alternativa cujas palavras correspondem, na sequência, às palavras destacadas na frase “O QI e a inteligência emocional não são capacidades opostas, mas distintas.” (linha 01).
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1394508 Português

(ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo. Papirus, 2009. pp. 149-151)

Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1394505 Português

(ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo. Papirus, 2009. pp. 149-151)

Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Assinale a alternativa cujo termo se opõe, quanto ao sentido, a “utópicos” (linha 27).
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394337 Português

Adaptado de ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro. Aguilar Editora, 1971, vol. 1, p. 810


Com base no TEXTO 2, responda à questão.

Assinale a frase que melhor se adequa ao sentido da passagem “O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta.” (linhas 04-06)
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394334 Português

Adaptado de ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro. Aguilar Editora, 1971, vol. 1, p. 810


Com base no TEXTO 2, responda à questão.

O termo “lacuna” (linha 04) pode ser substituído, sem alteração de sentido do texto, por:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394333 Português

Adaptado de ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro. Aguilar Editora, 1971, vol. 1, p. 810


Com base no TEXTO 2, responda à questão.

No texto, o vocábulo “fim” (linha 01) tem sentido equivalente a:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394329 Português

Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

Pela leitura do texto, depreende-se que o termo “sublimação” (linha 35) significa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394325 Português

Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

No texto há oposição semântica entre:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394323 Português

Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

Segundo o texto, “planar” (linha 09) significa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2011 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1381579 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:


Ser ou não ser

    Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
    Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
    Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
    Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
    Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
    Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
    Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
    É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
    Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


*agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
Assinale a opção que apresenta o significado da palavra “figuração”, conforme ela é empregada no texto:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2011 - UCPEL - Vestibular |
Q1359456 Português

Leia o texto a seguir.


                            

Na linha 40, a palavra “laurel” só não pode ser entendida como
Alternativas
Q1355532 Português

BITTENCOURT, Renato Nunes. O advento do homem-massa. Disponível em: < http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/52/o-adventodo-homem-massa-na-decadente-conjuntura-da-degradacao-cultural187560-1.asp>. Acesso em: nov. 2010. Adaptado.



A alternativa cujos vocábulos equivalem-se semanticamente, no contexto, é a
Alternativas
Q1350038 Português
A questão refere-se às charges 1 e 2.
Charge 1
(http://www.nanihumor.com/2011/05/quebra-pau-no-códigoflorestal.html. Acesso em 12/9/2011, às 17h)

Charge 2
(http://www.nanihumor.com/2011_05_01_archive.html. Acesso em 12/9/2011, às 17h)

Assinale a alternativa correta quanto às charges 1 e 2. 
O emprego da expressão “porrete”, na charge 1, anula a possível eficiência da regulamentação de florestas e de terras brasileiras.
Alternativas
Respostas
761: C
762: C
763: C
764: C
765: E
766: C
767: D
768: A
769: C
770: A
771: B
772: D
773: A
774: C
775: E
776: B
777: E
778: C
779: D
780: C