Questões de Vestibular Sobre português

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Ano: 2010 Banca: UNIR Órgão: UNIR Prova: UNIR - 2010 - UNIR - Vestibular - Segunda Fase |
Q1377772 Português


(In CEREJA, W. e COCHAR, T. Gramática Reflexiva. São Paulo: Atual, 2009.)

O que NÃO é possível afirmar em relação ao texto?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UNIR Órgão: UNIR Prova: UNIR - 2010 - UNIR - Vestibular - Segunda Fase |
Q1377771 Português


(In CEREJA, W. e COCHAR, T. Gramática Reflexiva. São Paulo: Atual, 2009.)

Sobre a construção do anúncio, analise as afirmativas.
I - As falas das personagens do anúncio mostram consequências em relação ao enunciado principal. II - A presença de advérbios nas falas serve para indicar a circunstância em que acontece a ação verbal. III - A relação entre a linguagem verbal e a não verbal, além de ser intencional, traz implícito um conhecimento prévio de mundo. IV - A conclamação da sociedade para o combate à dengue é revelada pela linguagem não verbal, como a presença de personagens de diferentes faixas etárias, classes sociais, sexo, profissão.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UNIR Órgão: UNIR Prova: UNIR - 2010 - UNIR - Vestibular - Segunda Fase |
Q1377770 Português


(In CEREJA, W. e COCHAR, T. Gramática Reflexiva. São Paulo: Atual, 2009.)

Sobre o texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UNIR Órgão: UNIR Prova: UNIR - 2010 - UNIR - Vestibular - Segunda Fase |
Q1377769 Português
A raça humana

A raça humana é
Uma semana Do trabalho de Deus

A raça humana é ferida acesa
Uma beleza, uma podridão
O fogo eterno e a morte
A morte e a ressurreição

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana é o cristal de lágrima
Da lavra da solidão
Da mina, cujo mapa
Traz na palma da mão

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana risca, rabisca, pinta
A tinta, a lápis, a carvão, a giz
O rosto da saudade
Que traz do Gênesis
Dessa semana santa

Entre parênteses
Desse divino oásis
Da grande apoteose
Da perfeição divina
Na Grande Síntese

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

(GIL, Gilberto. CD Raça Humana.)
Sobre a construção sintática do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Para conceituar a raça humana foi empregado o predicado nominal, como em A raça humana é o cristal de lágrima. ( ) Verbos transitivos diretos foram empregados para indicar o que a raça humana faz, a exemplo de A raça humana risca, rabisca, pinta / A tinta, a lápis, a carvão, a giz / O rosto da saudade. ( ) Na construção da metáfora em A raça humana é ferida acesa, foi usado verbo de ligação e predicativo do sujeito. ( ) No refrão, a expressão de Deus funciona como complemento nominal da palavra trabalho.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UNIR Órgão: UNIR Prova: UNIR - 2010 - UNIR - Vestibular - Segunda Fase |
Q1377768 Português
A raça humana

A raça humana é
Uma semana Do trabalho de Deus

A raça humana é ferida acesa
Uma beleza, uma podridão
O fogo eterno e a morte
A morte e a ressurreição

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana é o cristal de lágrima
Da lavra da solidão
Da mina, cujo mapa
Traz na palma da mão

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana risca, rabisca, pinta
A tinta, a lápis, a carvão, a giz
O rosto da saudade
Que traz do Gênesis
Dessa semana santa

Entre parênteses
Desse divino oásis
Da grande apoteose
Da perfeição divina
Na Grande Síntese

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

(GIL, Gilberto. CD Raça Humana.)
Sobre os sentidos do texto, analise as afirmativas.
I - A expressão Grande Síntese, na sétima estrofe, significa raça humana. II - Na sexta estrofe, a expressão Dessa semana santa refere-se à semana da criação do mundo. III - A metáfora em A raça humana é ferida acesa remete à morte. IV - As expressões trabalho de Deus e traz do Gênesis comprovam a abordagem mítica do tema.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UNIR Órgão: UNIR Prova: UNIR - 2010 - UNIR - Vestibular - Segunda Fase |
Q1377767 Português
A raça humana

A raça humana é
Uma semana Do trabalho de Deus

A raça humana é ferida acesa
Uma beleza, uma podridão
O fogo eterno e a morte
A morte e a ressurreição

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana é o cristal de lágrima
Da lavra da solidão
Da mina, cujo mapa
Traz na palma da mão

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

A raça humana risca, rabisca, pinta
A tinta, a lápis, a carvão, a giz
O rosto da saudade
Que traz do Gênesis
Dessa semana santa

Entre parênteses
Desse divino oásis
Da grande apoteose
Da perfeição divina
Na Grande Síntese

A raça humana é
Uma semana
Do trabalho de Deus

(GIL, Gilberto. CD Raça Humana.)
Nessa letra, a reflexão se faz sobre um tema que desde sempre inquieta o ser humano. Assinale a alternativa que apresenta tal tema.
Alternativas
Q1373126 Português
Assinale V ou F, conforme sejam as afirmações verdadeiras ou falsas.
Comparando-se os textos I , II e III, está correto o que se afirma em

( ) Tanto o texto I quanto o II mostram a mulher como parte da paisagem natural.
( ) Os textos I e III apresentam uma imagem objetiva e precisa da figura feminina.
( ) O texto II, da mesma forma que o I, evidencia uma imagem da mulher como ser transformador.
( ) Os textos I, II e III interrelacionam-se ao expressarem a figura feminina portadora de sensualismo.

A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a
Alternativas
Q1373123 Português
TEXTO:


Prezados senhores, somos todos
da mesma cepa se vistos de binóculo.
    Mas não somos os mesmos.

Eu, com meus poemas indevassáveis
vós, com vossas gravatas coloridas /
eu, com esta consciência de mim
vós, com vossa mesa farta /
eu, buscando o sempre inatingível
vós, com vossas gravatas coloridas /
eu, meditando muito sobre vós
vós,com vossa mesa farta.

Não somos da mesma cepa, mas vistos
de binóculo somos os mesmos.
     Eis uma grande injustiça.


BRASILEIRO, Antônio. Divisor de águas. Antologia poética. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 77
Na ótica do sujeito poético,
Alternativas
Q1373119 Português
Imagem associada para resolução da questão

LEMINSKI, Paulo. Caprichos e relaxos. São Paulo: Círculo do Livro, [s.d.]. p. 54.

Identifique com V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.
O poema comprova

( ) o uso de linguagem polissêmica.
( ) a ruptura com a linearidade do verso.
( ) o enfoque crítico de uma temática social.
( ) o sentimento de dúvida do sujeito poético decorrente do desejo não concretizado.
( ) a disposição das palavras construindo imagens fônica e visual significativas na tradução do tema.


A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2010 - UCPEL - Vestibular |
Q1359410 Português

Leia o texto a seguir




Em “Quando for minha vez...” (linha 13) o verbo está RASCUNHO flexionado no
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2010 - UCPEL - Vestibular |
Q1359409 Português

Leia o texto a seguir




A função sintática da palavra sublinhada em “Em casa há muita paz por um domingo assim.” (linha 1) é
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Ano: 2010 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2010 - UCPEL - Vestibular |
Q1359408 Português

Leia o texto a seguir




Em “Levando apenas esse pouco que não dura.”(linha 14), a classe gramatical do termo sublinhado é
Alternativas
Ano: 2010 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2010 - UCPEL - Vestibular |
Q1359407 Português

Leia o texto a seguir




Leia as frases a seguir e assinale a opção correta.

I. O poema não transmite ao leitor uma sensação de tranquilidade, ternura.

II. O texto nos diz que o poeta quer levar desta vida muitas coisas materiais.

III. O soneto não faz referência à chuva.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2010 - UCPEL - Vestibular |
Q1359406 Português

Leia o texto a seguir




Na linha 4, a palavra “ermo” só NÃO pode ser entendida como
Alternativas
Q1354460 Português

I.


E uma vez, quando ajoelhados assistíamos à dança nua

                                                                      [das auroras

Surgiu do céu parado como uma visão de alta serenidade

Uma branca mulher de cujo sexo a luz jorrava em ondas

E de cujos seios corria um doce leite ignorado.


Oh, como ela era bela! era impura — mas como era bela!

Era como um canto ou como uma flor brotando ou como um

                                                                                    [cisne

Tinha um sorriso de praia em madrugada e um olhar

                                                                        [esvanecente

E uma cabeleira de luz como uma cachoeira em plenilúnio


MORAES, Vinícius de. O poeta. Antologia poética. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978. p. 25.


II.


A brisa teus negros cabelos soltou,

O orvalho da face te esfria o suor;

Teus seios palpitam — a brisa os roçou,

Beijou-os, suspira, desmaia de amor!

            Teu pé tropeçou...

            Não corras assim!

            Donzela, onde vais?    

            Tem pena de mim!


AZEVEDO, Álvares de. Sonhando. Lira dos Vinte anos. São Paulo: FTD, 1994. (Coleção Grandes Leituras).


III.



RENOIR, Pierre Auguste. A banhista loira (1881). In: Gênios da pintura: do romantismo ao pós-impressionismo. São Paulo: Abril Cultural, 1972. p. 677.

Assinale V ou F, conforme sejam as afirmações verdadeiras ou falsas.


Comparando-se os textos I , II e III, está correto o que se afirma em


( ) Tanto o texto I quanto o II mostram a mulher como parte da paisagem natural.

( ) Os textos I e III apresentam uma imagem objetiva e precisa da figura feminina.

( ) O texto II, da mesma forma que o I, evidencia uma imagem da mulher como ser transformador.

( ) Os textos I, II e III interrelacionam-se ao expressarem a figura feminina portadora de sensualismo.


A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a

Alternativas
Q1354459 Português

I.


E uma vez, quando ajoelhados assistíamos à dança nua

                                                                      [das auroras

Surgiu do céu parado como uma visão de alta serenidade

Uma branca mulher de cujo sexo a luz jorrava em ondas

E de cujos seios corria um doce leite ignorado.


Oh, como ela era bela! era impura — mas como era bela!

Era como um canto ou como uma flor brotando ou como um

                                                                                    [cisne

Tinha um sorriso de praia em madrugada e um olhar

                                                                        [esvanecente

E uma cabeleira de luz como uma cachoeira em plenilúnio


MORAES, Vinícius de. O poeta. Antologia poética. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1978. p. 25.


II.


A brisa teus negros cabelos soltou,

O orvalho da face te esfria o suor;

Teus seios palpitam — a brisa os roçou,

Beijou-os, suspira, desmaia de amor!

            Teu pé tropeçou...

            Não corras assim!

            Donzela, onde vais?    

            Tem pena de mim!


AZEVEDO, Álvares de. Sonhando. Lira dos Vinte anos. São Paulo: FTD, 1994. (Coleção Grandes Leituras).


III.



RENOIR, Pierre Auguste. A banhista loira (1881). In: Gênios da pintura: do romantismo ao pós-impressionismo. São Paulo: Abril Cultural, 1972. p. 677.

Os versos de Vinícius de Moraes, texto I, sugerem uma figura feminina
Alternativas
Q1354458 Português

TEXTO:


Prezados senhores, somos todos

da mesma cepa se vistos de binóculo.

        Mas não somos os mesmos.


Eu, com meus poemas indevassáveis

vós, com vossas gravatas coloridas /

eu, com esta consciência de mim

vós, com vossa mesa farta /

eu, buscando o sempre inatingível

vós, com vossas gravatas coloridas /

eu, meditando muito sobre vós

vós, com vossa mesa farta.


Não somos da mesma cepa, mas vistos

de binóculo somos os mesmos.

        Eis uma grande injustiça.


BRASILEIRO, Antônio. Divisor de águas. Antologia poética. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 77

No poema, “gravatas coloridas” conota
Alternativas
Q1354456 Português

TEXTO:



LISPECTOR, Clarice. Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres. 19. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993. p. 62-63.



Nas linhas 10 e 11, a personagem expressa-se por meio de uma linguagem
Alternativas
Q1354455 Português

TEXTO:



LISPECTOR, Clarice. Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres. 19. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993. p. 62-63.



A personagem masculina
Alternativas
Q1354454 Português

TEXTO:



LISPECTOR, Clarice. Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres. 19. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993. p. 62-63.



O texto expressa
Alternativas
Respostas
10241: A
10242: E
10243: E
10244: C
10245: B
10246: D
10247: E
10248: E
10249: A
10250: D
10251: A
10252: E
10253: B
10254: C
10255: D
10256: E
10257: D
10258: C
10259: D
10260: C